Gasolina e álcool se misturam?

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Ele são dois combustíveis bem diferentes. O primeiro é derivado do petróleo e um dos subprodutos do mesmo, mais valorizados, que abastece a maior parte da frota mundial de veículos. O segundo é de origem vegetal e é conhecido por ser limpo e renovável, mas abastece apenas uma pequena parcela dos automóveis do mundo, já que seu uso é intensivo apenas no Brasil, sendo usado de forma misturada em alguns países do mundo.

Estamos falando de gasolina e álcool, que também recebe o nome de etanol. O interessante nesses dois combustíveis é que passaram 25 anos separados em motores diferentes, não sendo jamais utilizados juntos em automóveis e outros veículos do tipo. Apenas com a tecnologia flex, foi possível misturar no mesmo tanque os dois produtos, que movem uma boa parte da frota nacional de veículos. Mas, será que gasolina e etanol se misturam?

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Sim, os dois combustíveis se misturam. Eles formam a chamada mistura homogênea, já que são substâncias apolares. Mas o que significa isso? No caso do álcool etílico, as moléculas possuem uma parte apolar e outra polar. Como de sua fórmula química C2H5OH, a parte C2H5 é apolar, ela acaba interagindo com as moléculas apolares da gasolina, que é essencialmente desse tipo.

Dessa forma, os dois combustíveis acabam sendo misturados naturalmente tanto no tanque de combustível quanto na própria refinaria, quando a gasolina pura recebe até 27% de álcool (etanol anidro). A mistura é tão boa que outros países, em especial de clima frio, passaram a adotar o combustível vegetal, mas misturado com o derivado de petróleo, a fim de reduzir as emissões de poluentes desse último. Nos EUA, o percentual de álcool – obtido do milho, diferente do brasileiro, que é extraído da cana-de-açúcar – chega a 85%. Ou seja, é quase como etanol com 15% de gasolina apenas para facilitar na partida a frio.

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A vantagem da gasolina é que ela suporta melhor os climas frios, o que ajuda carros com E85 a sobreviver ao rigoroso inverno do hemisfério norte ou do sul, já que a Argentina utiliza um percentual de 10% de álcool em sua gasolina, dita pura. No mundo, em torno de 60 países já utilizam essa mistura de gasolina e álcool em seus carros.

A tendência é que esse número aumente devido às pressões ambientais para cortar as emissões de poluentes. Mesmo motores de ciclo diesel já foram testados com 95% de etanol e um aditivo de detonação de 5%, já que não existe ignição por centelha, mas por compressão. Tecnologia com processo semelhante, a HCCI leva o nome da mistura de gasolina e álcool, sendo Homogeneous Charge Compression Ignition, capaz de permitir a ignição dos dois combustíveis sem a centelha das velas. Esse pode ser o último estágio dos motores de combustão interna.

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Geralmente, quando se pergunta sobre se gasolina e álcool se misturam ou não, outra automaticamente é feita: álcool se mistura com a água? A resposta é sim. Na fórmula química do etanol, a parte OH é polar e é uma das partes da água (H2O), que é totalmente polar. Por isso álcool e água se misturam.

Já a gasolina não se mistura com água, pois uma é apolar e a outra polar. Isso é o que se obtém no teste da gasolina para ver se está adultera, já que sua parte em álcool se desprende da mesma e mistura-se com a água, indicando o percentual de mistura. Nesse caso, uma tecnologia automotiva ainda em testes, tal como a HCCI, promete revolucionar o mercado de carros híbridos com células de combustível.

A tecnologia SOFC (Solid-Oxide Fuel Cell) utiliza células de combustíveis como aquelas usadas com hidrogênio, mas o processo químico é realizado com álcool, mas pode-se admitir até 55% de água misturada em sua composição. Assim, o resultado é eletricidade que, após armazenada em baterias de lítio, alimenta o motor elétrico do carro. Esse sistema está sendo testado pela Nissan, que já prometeu sua introdução futura no Brasil, devido à infraestrutura consolidada.

Fonte: Notícias Automotivas

Dicas para economizar combustível: revisão e pequenas atitudes fazem diferença

Maus hábitos ao volante podem fazer o carro ‘beber’ mais, o que significa praticamente jogar dinheiro fora pelo escapamento.

Brasileiros sofrem com a variação dos preços do diesel e da gasolina (Foto: Reprodução/RBS TV)Brasileiros sofrem com a variação dos preços do diesel e da gasolina (Foto: Reprodução/RBS TV)

Brasileiros sofrem com a variação dos preços do diesel e da gasolina (Foto: Reprodução/RBS TV)

Com a mudança na política de preços da Petrobras, os brasileiros estão sofrendo mais com a variação da gasolina e do diesel. Desde julho do ano passado, a variação tendeu para a alta, afetando o bolso e a economia em geral.

Veja abaixo quais maus hábitos ao volante podem fazer o carro “beber” mais, o que significa praticamente jogar dinheiro fora pelo escapamento.

Além disso, aprenda como calcular o consumo do seu veículo, reconhecer um combustível adulterado e checar componentes que afetam quanto combustível você usa.

Veja se você joga dinheiro fora pelo escapamento do carro

Veja se você joga dinheiro fora pelo escapamento do carro

Revisão

Antes de partir para dicas mais sutis, vamos ao básico. Você fez a revisão do carro? Na questão de consumo, é essencial estar em dia principalmente com filtro de ar, filtro de combustível, velas, cabos de vela, alinhamento e balanceamento.

Vai trocar de carro?

Talvez seja a hora de dar mais importância aos números de consumo do que potência ou beleza. Em 2017, o Inmetro mediu o consumo de 987 carros, entre modelos e versões. Os mais econômicos são híbridos (e caros), mas também há opções mais em conta entre os 10 mais eficientes.

Calculando o consumo

Guia Prático #74: Aprenda a calcular o consumo de seu carro

Guia Prático #74: Aprenda a calcular o consumo de seu carro

Carros mais modernos já possuem computador de bordo que calculam o consumo médio e instantâneo, mas dá pra fazer “na raça” também:

  • Zere o odômetro parcial e complete o tanque;
  • Rode pelo menos 200 km para ter uma boa média;
  • Complete o tanque novamente e anote o número de litros;
  • Divida o total rodado em km pelo volume dos litros;
  • Pronto, você tem uma média de consumo (km/l);
  • Repita o processo e faça um histórico do consumo.

Combustível adulterado?

É normal que em momentos de alta nos preços os motoristas busquem mais promoções e postos com preços mais baixos. No entanto, desconfie quando a esmola é demais.

consumo médio pode aumentar 30% se o combustível não é limpo de impurezas como solventes e querosene. A conta pode sair ainda mais cara se o combustível adulterado estragar peças importantes.

Mudança de hábitos

Veja hábitos que aumentam o consumo de combustível

Veja hábitos que aumentam o consumo de combustível

O carro pode dizer muito da personalidade do motorista. Veja se você tem costume de fazer algo que aumenta o gasto com combustível:

  • Pé de chumbo – evite aceleradas bruscas e desnecessárias. Elas afetam muito a média de consumo.
  • Alta rotação – uma das funções do conta-giros do painel é dar subsídio ao motorista para conseguir a maior velocidade com a menor rotação do motor (não a maior).
  • Vidros abertos – andar com a janela aberta interfere na aerodinâmica e no consumo, principalmente a mais de 80 km/h.
Oficina do G1: andar com vidro aberto economiza combustível?

Oficina do G1: andar com vidro aberto economiza combustível?

  • Rotas – tudo bem que hoje quem escolhe o caminho é o GPS do celular, mas se você sabe como chegar, tente pegar rotas com menos semáforos e curvas.
  • Na banguela? – aquele costume de deixar o carro em ponto morto em descidas é coisa do passado. O veículo engrenado gasta menos porque a injeção corta o combustível.
  • No trânsito – próximo aos semáforos, por exemplo, diminua a velocidade se estiver vermelho. Evite o “zigue-zague” e freadas bruscas.
  • Pneus – a calibragem influencia diretamente no consumo e deve ser feita pelo menos a cada 15 dias.
  • Luz no painel – não ignore a luz de injeção acesa no painel. Pode ser uma pequena falha, mas também pode aumentar o consumo.
  • Peso – quanto mais pesado, mas o veículo consome. Então retire o “armário” do porta-malas.
  • Troca de marcha – uso do câmbio deve ser suave, sem necessidade de “esticar” a marcha. Andar com uma marcha alta em baixa velocidade também aumenta o consumo.
  • Velocidade – outra atitude eficiente é não andar em altas velocidades. Um carro consome cerca de 20% a mais quando está a 100 km/h do que quando está a 80 km/h.
  • Rotina – Se o trajeto for curto, deixe o carro em casa. Um pouco de exercício não faz mal a ninguém.

Álcool ou gasolina?

Para ver qual é mais vantajoso, você pode acessar a calculadora de combustível do G1 ou então simplesmente multiplicar o preço da gasolina por 0,7. O resultado é o preço máximo que o etanol vale a pena.

Por exemplo, se o litro da gasolina custa R$ 3,50, multiplique este valor 0,7. O resultado é 2,45. Então, o etanol seria vantajoso até R$ 2,44 o litro. Se for R$ 2,45, dá na mesma. Se for mais do que isso, não compensaria.

 Fonte: G1

Denatran suspende regulamentação de parcelamento de multas com cartão de crédito

Decisão foi publicada no ‘Diário Oficial’ desta segunda (21). Em nota, órgão informou que parcelamentos vigentes não serão afetados, acrescentando que nova portaria será publicada.

Denatran suspende portaria que regulamentava o pagamento de multas de trânsito com cartões de débito e crédito.  (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)

Denatran suspende portaria que regulamentava o pagamento de multas de trânsito com cartões de débito e crédito. (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) suspendeu a portaria que regulamentava o pagamento de multas de trânsito com cartões de débito e crédito. A decisão foi publicada no “Diário Oficial da União” desta segunda-feira (21).

Em nota (leia a íntegra mais abaixo), o Denatran informou que a medida não interfere nos parcelamentos já vigentes.

Os procedimentos para a implementação do sistema foram divulgados no fim de março, pelo próprio Denatran.

serviço, no entanto, não era obrigatório e cada órgão de trânsito precisava habilitar as operadoras de cartão de crédito para oferecer o serviço.

À época, o Denatran informou que o parcelamento envolveria apenas a operadora do cartão e o proprietário.

Os órgãos de trânsito continuariam recebendo o valor à vista e a regularização do veículo seria imediata. A cobrança de juros seria definida pela entidade financeira do cartão.

Íntegra

Leia abaixo a íntegra da nota do Denatran:

O Departamento Nacional de Trânsito informa que a suspensão da Portaria nº 53/2018 não inviabiliza a realização do parcelamento de multas vigente, respaldado pela Resolução CONTRAN nº 697/2017. Portanto, a Resolução continua em vigor e não suspendeu o parcelamento para aqueles Órgãos que já implementaram a possibilidade do uso de cartões de débito ou crédito para o pagamento parcelado das multas de trânsito.

O ato publicado no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (21) suspende os procedimentos técnicos que deveriam ser adotados pelos órgãos fiscalizadores do Sistema Nacional de Trânsito para a prática do parcelamento.

O objetivo da suspensão é de proporcionar melhores condições ao cidadão que optar pelo referido parcelamento, além de incluir, em um normativo que será publicado em breve, outros tributos, como o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e o Licenciamento Anual, por exemplo.

O Denatran afirma que não terá alteração nos processos já iniciados pelos condutores que optaram pelo parcelamento das multas de trânsito.

Fonte: G1

COMBO TOTAL, economize R$ 292

 

Uma das melhores formas de economizar é fazer a manutenção periódica do carro e evitar despesas com consertos, que geralmente são muito caros. Você leva seu veículo na oficina para revisões preventivas?

A CFH Auto Serviço tem um grande incentivo para essa necessidade, produtos e serviços que atendem por completo o que seu automóvel precisa:

 

 

✅ Filtro Ar
✅ Filtro Cabine
✅ Alinhamento
✅ Óleo Mobil 5W30
✅ Filtro Combustível
✅ Filtro Lubrificante
✅ Reaperto Suspensão
✅ Troca Fluido de Freio
✅ Diagnóstico de Anomalia
✅ Higienização Ar Condicionado
✅ Revisão Elétrica Lanterna e Faróis

 

Tudo isso de R$ 692,18 por R$ 399,99. Uma economia de R$ 292.

E esse valor pode ser dividido ainda em 6x de R$ 66,66.

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Veja 5 itens de manutenção normalmente esquecidos

Muita gente não se lembra de trocar ou verificar determinados componentes; saiba quais são e porque eles merecem atenção

Seu carro está com a manutenção em dia? Tem certeza? Mesmo que a resposta pareça ser um “sim”, pode ser que o proprietário ou até o mecânico tenha se esquecido de determinados itens. Afinal, enquanto alguns sistemas e equipamentos exigem substituição mais constante, outros podem ser verificados de modo mais esporádico. É aí que mora o perigo: como não precisam de atenção periódica, eles acabam passando despercebidos.

Uma vez que negligenciar a manutenção do carro pode gerar prejuízos financeiros e até comprometer a segurança, o AutoPapo consultou Francisco Satkunas, conselheiro da SAE Brasil, e listou cinco itens que, muitas vezes, acabam sendo esquecidos. Preste atenção a eles:

1. Filtro antipólen do ar-condicionado

manutenção do filtro de cabine

“Muitas vezes as pessoas esquecem que o ar-condicionado tem o filtro de pólen, ou filtro de partículas,” diz Satkunas. Ele explica que esse item, responsável por impedir que o ar do habitáculo fique muito contaminado, tem papel importante na saúde dos ocupantes do veículo. “Para quem costuma fumar dentro do carro, a troca é ainda mais essencial,” destaca.

O especialista da SAE aconselha que, além da substituição do filtro, cuja vida útil é prescrita no manual do proprietário, a manutenção inclua também uma verificação na tubulação e na tomada de ar do sistema, geralmente localizada na grelha abaixo do para-brisa. “Folhas às vezes penetram ali e podem entupir os dutos. E isso afeta a performance do ar-condicionado”, aconselha.

2. Palhetas do limpador de para-brisa

 limpador de para brisa exige verificação

As palhetas do limpador de para-brisa geralmente são lembradas apenas durante o período chuvoso. Esses componentes não têm uma durabilidade pré-determinada, mas Satkunas recomenda que o motorista os confira de modo prévio: “a pior coisa é acionar o limpador debaixo de chuva e perceber que as palhetas não estão conseguindo varrer o vidro. Isso compromete a segurança”, adverte.

Além de verificá-las, o especialista aconselha que o proprietário do veículo limpe as palhetas, mas apenas com um pano úmido. Vale lembrar ainda que, em alguns tipos de carro, o vidro traseiro também tem um limpador. “As pessoas se esquecem da palheta traseira com ainda mais frequência que as do para-brisa,” destaca.

3. Lonas (ou pastilhas) de freio do eixo traseiro

manutenção de freios a disco e pastilhas

É normal que os freios dianteiros se desgastem mais rapidamente que os traseiros. Por isso, eles costumam receber mais atenção do mecânico. “A gente esquece que na traseira existem freios também, porque 70% do esforço de frenagem se concentra nas rodas dianteiras, o que faz com que as pastilhas desse eixo se desgastem primeiro. Mas é preciso verificar todo o conjunto”, aconselha Satkunas.

O conselheiro da SAE Brasil lembra que, na maioria dos automóveis, o sistema traseiro de freios é composto por um mecanismo com lonas e sapatas, ao passo que modelos mais sofisticados utilizam discos e pastilhas. Nos dois tipos de arquitetura, a manutenção periódica se faz necessária. “Pode parecer que 30% (da frenagem) é pouco, mas não é”, sintetiza.

4. Fluido de freio

O fluido de freio é essencial para o funcionamento do sistema. Mas sua vida útil, prescrita no manual do proprietário, não é das mais longas: como esse componente é higroscópico, ou seja, absorve umidade, sua eficiência vai caindo drasticamente à medida que ele vai se misturando com a água.

Ocorre que o sistema de freios atinge temperaturas extremamente elevadas quando é acionado. Se tiver absorvido umidade, o fluido pode até ferver em uma situação mais severa. “A temperatura de ebulição do fluido pode cair em mais de 100 ºc, o que aumenta significativamente o espaço de frenagem e faz a diferença entre sofrer ou não um acidente”, alerta Satkunas.

5. Fluido de arrefecimento do motor

O motor tem uma temperatura ideal de funcionamento: se estiver mais frio ou mais quente que o previsto pelo projeto, não atingirá sua máxima eficiência energética. Além do mais, se o componente chegar a temperaturas muito elevadas ou permanecer em uso por períodos prolongados acima do grau ideal, poderá ter a durabilidade comprometida ou até sofrer danos imediatos. Por isso, é preciso trocar o fluido do sistema de arrefecimento de acordo com a quilometragem prescrita no manual.

 

Detran libera curso para tirar pontos da CNH

No estado de São Paulo, Departamento de Trânsito disponibiliza reciclagem preventiva para motoristas profissionais

O Detran de São Paulo disponibilizou hoje (16/5) a reciclagem preventiva para motoristas profissionais que exercem atividade remunerada nas categorias C, D e E.  Previsto na resolução 723 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), que regulamentou o artigo 261 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o curso é opcional.

Tal curso pode ser feito pelo condutor que tenha a inscrição “exerce atividade remunerada” no verso da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), seja habilitado exclusivamente nas categorias C (veículos de carga, como caminhões), D (veículos de transporte de passageiros, como ônibus e vans) ou E (veículo conjugado, como carreta com reboque ou trailer) e tenha atingido de 14 a 19 pontos. Ou seja, motoristas com CNH A (motos) ou B (veículos de passeio) não têm direito ao curso preventivo mesmo tendo a EAR.

É possível pedir para fazer o curso apenas uma vez a cada 12 meses. Ele dá ao motorista profissional a oportunidade de se reciclar e ter retirada de seu prontuário a pontuação acumulada na CNH por infrações de trânsito. Desta forma, apenas se somar outros 20 pontos nos 12 meses seguintes terá a CNH suspensa.

Para solicitar a reciclagem preventiva, o interessado deve ir até a uma unidade do Detran.SP. Se os requisitos forem preenchidos, ele receberá uma autorização a ser entregue a uma autoescola, onde contratará o curso.  Após a emissão da permissão, o condutor terá 15 dias para iniciar o curso e, a partir daí, 40 dias para terminá-lo.

O curso de reciclagem preventiva é o mesmo já existente para condutores infratores que têm a CNH suspensa e é oferecido pelas autoescolas. Ele tem aspecto educacional e visa levar o motorista a rever seus conhecimentos e mudar a postura no trânsito, analisando temas como legislação de trânsito, direção defensiva, noções de primeiros socorros no trânsito e relacionamento interpessoal. Ao final, é preciso fazer uma prova de 30 questões e acertar pelo menos 21 (70%) para ser aprovado.

Como estabelece o CTB, todo condutor que atinge 20 ou mais pontos em 12 meses tem o direito de dirigir suspenso por no mínimo 6 meses e precisa passar pela reciclagem. Também tem a CNH suspensa quem comete uma única infração gravíssima que tem como penalidade prevista no CTB a suspensão.

Fonte: iCarros

O teste da relação entre velocidade e consumo

Entenda como a velocidade afeta seu bolso. Reduzir o tempo de viagem em 33% pode significar um aumento de 103% no gasto com combustível

Consumo - Hyundai Azera

 (arquivo/Quatro Rodas)

Este é um teste tão diferente quanto os quatro carros convocados para protagonizá-lo: Fox 1.0 três-cilindros (82 cv), Grand Siena 1.6 (117 cv), Fusion 2.0 turbo (240 cv) e Azera 3.0 V6 (250 cv).

A ideia da reunião: descobrir o quanto o aumento da velocidade de cruzeiro influencia na elevação do consumo e, consequentemente, dos gastos com combustível.

Numa viagem simulada de 200 km, o teste analisou o consumo médio em três velocidades constantes (80, 100 e 120 km/h). A partir dos resultados criamos tabelas cujos indicativos podem fazer com que você repita o teste com seu carro e reveja o ritmo de suas próximas viagens.

Antes de iniciar o teste, abastecemos os carros no mesmo posto: etanol para os flexíveis Fox e Grand Siena e gasolina para Azera e Fusion. Em seguida, os pneus foram calibrados com a pressão recomendada pela fábrica.

As medições foram realizadas no mesmo padrão dos testes da QUATRO RODAS: ar-condicionado e demais equipamentos desligados, vidros fechados e apenas o piloto a bordo.

Os números apresentados abaixo refletem a média de duas passagens em cada velocidade. Para percorrer os 200 km, claro, o tempo gasto é o mesmo independentemente do carro: 2h30 minutos a 80 km/h; 2 horas a 100 km/h; e 1h40 minutos a 120 km/h.

Para as tabelas mais abaixo, consideramos o preço médio da gasolina (R$ 3,40) e do etanol (R$ 2,25) na cidade de São Paulo durante o mês de agosto de 2016.

A maior diferença no bolso foi a encontrada no Fusion 2.0. A 80 km/h, foram consumidos 8,26 litros de gasolina, o equivalente a R$ 31,48. Se a velocidade for aumentada para 120 km/h, a conta sobe para R$ 67,34. O gasto adicional de R$ 35,84, porém, traz como vantagem uma redução de 50 minutos no tempo de uma viagem de 200 km.

Por outro lado, além da economia em reais, outra vantagem de aliviar a pressão sobre o acelerador está no aumento da autonomia.

Se a 120 km/h a distância até o seu destino for maior que a nossa viagem imaginária e exigir uma parada para encher o tanque (algo que raramente consome menos que 15 minutos), talvez seja mais vantajoso reduzir a velocidade para 100 km/h (aumentando o tempo de viagem em 10 minutos a cada 100 km) e passar direto pelo posto.

Com 48 litros de capacidade, o tanque do Grand Siena, por exemplo, garante autonomia de 422 km a 120 km/h, mas sobe para 619 km a 100 km/h.

No caso do Fox 1.0, uma diferença de apenas 20 km/h na velocidade (de 100 km/h para 120 km/h) aumenta o consumo de combustível em nada menos que 50%.

Fox 1.0 três cilindros – 200 km – etanol

Volkswagen Fox 1.0 três cilindros

Velocidade 80 km/h 100 km/h 120 km/h
Tempo 150 minutos 120 minutos 100 minutos
Custo R$ 21,33 R$ 28,84 R$ 43,26
Consumo total 9,48 litros 12,82 litros 19,23 litros
Consumo médio 21,1 km/l 15,6 km/l 10,4 km/l
RPM 2.450 3.200 3.800

Grand Siena 1.6 – 200 km – etanol

Fiat Grand Siena 1.6 16V

Velocidade 80 km/h 100 km/h 120 km/h
Tempo 150 minutos 120 minutos 100 minutos
Custo R$ 30,82 R$ 34,87 R$ 51,14
Consumo total 13,7 litros 15,5 litros 22,73 litros
Consumo médio 14,6 km/l 12,9 km/l 8,8 km/l
RPM 2.100 2.600 3.200

Fusion 2.0 turbo – 200 km – gasolina

Ford Fusion 2.0 EcoBoost

Velocidade 80 km/h 100 km/h 120 km/h
Tempo 150 minutos 120 minutos 100 minutos
Custo R$ 31,48 R$ 44,16 R$ 67,32
Consumo total 9,26 litros 12,99 litros 19,8 litros
Consumo médio 21,6 km/l 15,4 km/l 10,1 km/l
RPM 1.500 2.000 2.400

Azera 3.0 V6 – 200 km – gasolina

Hyundai Azera 3.0 V6

Velocidade 80 km/h 100 km/h 120 km/h
Tempo 150 minutos 120 minutos 100 minutos
Custo R$ 41,20 R$ 51,13 R$ 64,77
Consumo total 12,12 litros 15,04 litros 19,05 litros
Consumo médio 16,5 km/l 13,3 km/l 10,5 km/l
RPM 1.450 1.750 2.150

Fonte: Quatro Rodas

Dicas para conservar seu veículo

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Manter o carro em bom estado significa te-lo por muitos e muitos anos em condições seguras de condução, além de manter boa parte da eficiência do conjunto e o conforto, bem como seu desempenho. Outro ponto é que os cuidados com a conservação e manutenção do automóvel, representarão também economia de dinheiro, uma vez que, quando feitas corretamente, a vida útil do veículo sobe e os gastos com itens que quebram são bastante reduzidos.

Para ter o automóvel por um bom tempo, ainda mais quem se apegou ao carro de tal forma que não pretende vende-lo tão cedo, a dica é seguir alguns passos para que o carro possa continuar lhe servindo bem por um longo período. São dicas que qualquer pessoa pode executar ou contratar em serviço para sua realização, mas que são fundamentais para a continuidade do veículo. E onde começam as dicas de conservação de um automóvel?

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Manual

Um bom início é pelo manual do proprietário, mas antes disso, nos sites das marcas de automóvel, geralmente são divulgadas dicas de como conservar o veículo, seja para lavagem, seja para conservação de alguns itens do veículo ou mesmo para pequenos reparos. Mas, não há lugar melhorar para explorar o carro que o manual. Aquele livro grosso que muita gente ignora, tem todos os detalhes e dicas que o proprietário precisa saber sobre o veículo e também como conserva-lo.

Para quem não quer ficar folheando ou não quer ir até o automóvel para acessar seu conteúdo, especialmente em apartamentos, pode acessar o material através de site da marca do veículo, baixando imediatamente o arquivo em pdf com o manual do carro. Nesse caso é prático, pois pode ser visto no computador pessoal, no tablet ou no smartphone. Existem diversas instruções, desde as mais simples e óbvias até as que requerem mais atenção, mas nada complicado.

Ali se encontram dicas sobre calibragem dos pneus, capacidade de lotação e carga, ajustes dos equipamentos de segurança, substituição de óleo e filtros, entre outros. Uma boa estudada no manual ajudará a conhecer de fato o modelo do carro e a saber o que fazer, tanto no dia a dia, quando em eventuais imprevistos. Então, começar pelo manual é meio caminho andado.

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Registro

Faça um registro de todos os serviços que realizar no carro, mesmo aqueles feitos em revisões, concessionária ou oficina especializada. Data, quilometragem e o motivo do serviço precisam ser registrados em papel ou em dispositivo eletrônico, como tablet, smartphone ou computador. Isso é bom para que mais adiante se possa fazer novamente o mesmo serviço ou para ter uma ideia de custo antecipado, assim como todo registro é bom na hora da revenda, pois demonstra zelo do proprietário com a manutenção e conservação do veículo.

Manutenção em dia

Se o carro é novo, cumpra as revisões religiosamente. Faça todos os serviços necessários e os que não forem cobertos em tais paradas programadas, faça na própria revenda autorizada ou em oficinas especializadas. Alguns itens comuns estão livres da garantia e isso pode ser feito fora da rede sem prejuízo da cobertura. Se o carro for usado, também seja organizado nessa parte.

Faça revisões e eventuais reparados em locais de boa reputação profissional. Muitas vezes, o barato sai caro. Por isso, tenha em mente que não existe almoço grátis. Mesmo assim, não faça na primeira oficina onde parar. Faça orçamentos, pesquise e, de preferência, compre as peças se achar importante.

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Pressões e trocas

Um carro em dia com a manutenção deve estar sempre com os pneus calibrados e as rodas devidamente alinhadas e balanceadas. A calibração deve ser feita semanalmente e nas especificações indicadas no manual ou nas tarjetas indicadoras nas portas, se houver. Além da manter o carro alinhado e balanceado, é importante fazer o rodízio de pneus, para que haja um desgaste uniforme, a fim de que a troca possa ser feita com todo o conjunto.

Incluir o estepe no processo é uma opção interessante também. No material rodante, quando a vida útil chega ao limite, um indicador na canaleta da superfície do pneu apontará que o desgaste chegou ao fim do nível de segurança. Pastilhas de freio também precisam ser trocadas conforme indicado no manual do veículo ou no plano de revisão do carro, sendo que com determinado tempo, é necessária uma retífica do disco ou mesmo sua substituição.

Nas revisões programadas o fluído de freio também é trocado, mas se for o caso de um carro usado, em média ele precisa de 30.000 km de intervalo entre as trocas. Evoluindo para o motor, outra dica é fazer as substituições dos demais fluídos conforme indicado, mesmo fora da garantia.

Óleo lubrificante e seu filtro precisam ser trocados, em geral, a cada 10.000 km, mas isso vai depender da marca e do modelo. Com o tempo, se desejar, reduza o intervalo entre as trocas devido ao desgaste natural do propulsor. A especificação deve ser a mesma indicada pelo fabricante. Não altere tamanho dos pneus ou rodas em prejuízo ao consumo, conforto e até segurança.

Líquido de arrefecimento, fluído da direção hidráulica (se houver esse sistema), gasolina do reservatório da partida a frio (se houver) e mesmo a água do lavador de para-brisa e/ou vidro traseiro, precisam estar completos e novos. O filtro de combustível é outro trocado em revisão, mas se já não tem mais a garantia, faça de acordo com a quilometragem (indicada também no manual).

As velas duram bem mais hoje em dia, mas quando chegar o momento, procure originais ou da marca que o fabricante utiliza. Em carro automático, observe se há complemento para fazer, pois algumas caixas precisam completar o óleo a partir de 40.000 km e outras nem precisam de qualquer adição ou substituição de fluído.

Preste atenção à tensão das correias e ao tempo de troca. Lembre-se que correntes e correias lubrificadas para o comando de válvulas agora duram uma vida útil de motor. No caso da suspensão, faça a inspeção do estado da mesma em oficinas especializadas caso não haja mais garantia, pois durante a mesma, um dos pontos geralmente verificados é esse conjunto. Buchas, batentes, molas e amortecedores precisam estar em dia para oferecer segurança e conforto na condução. Na parte elétrica, o que queimar, troque imediatamente, se possível.

carros-chile-13-1024x560 Dicas para conservar seu veículo

Detalhes

Além de tudo isso, é preciso ficar de olho em detalhes. Um deles é o limpador do para-brisa e o do vidro traseiro. Troque regularmente, conforme indicado, as palhetas para que a varredura da água seja perfeita. O uso de líquidos para limpeza dos vidros também é recomendável, desde que não vá contra o indicado no manual. Mantenha sempre limpa as buchas, borrachas e batentes das portas e vidros, especialmente se receberem películas para escurecimento. Troque as borrachas que estiverem ressecadas. Passe um lubrificante em spray nas dobradiças e travas.

Manter a lavagem do veículo em dia é outro ponto. Lavar a cada uma ou duas semanas é importante e o enceramento da lataria uma vez por mês, pelo menos. Cristalização ou vitrificação é uma boa para manter a estética do carro e, se possível, deixe o carro geralmente em local coberto.

Por dentro, a higienização é algo fundamental, inclusive com a limpeza e oxi-sanitização do ar-condicionado. Mantenha partes plásticas limpas e tecido dos bancos devidamente aspirado. Em revestidos de couro, use também um produto para sua hidratação, pois uma coisa feia é um banco de couro todo rachado. Os cintos precisam ser limpos também e o carro totalmente aspirado e odorizado. Como já dito, cumpra sempre o cronograma de manutenção e conservação do veículo, usando sempre produtos apropriados para o mesmo e sempre em especialistas com recomendação.

Fontes: Notícias Automotivas

Fotos do Dia das Mães na CFH Auto Serviço

Estamos tão orgulhosos do nosso evento para o comemorar o Dia das Mães, já queremos repetir a dose. Confere o que rolou:

  • Módulo teórico com o gerente comercial Alexandre Brito;
  • Módulo prático com o chefe de oficina José Clautami;
  • Coffee-break cuidadosamente diversificado para agradar à maior variedade de gosto possível;
  • Apostila para melhor acompanhamento das aulas e posterior consulta;
  • Kit automotivo e brinde temático para todas as participantes;
  • Muita interação e confraternização, foi uma manhã realmente prazerosa.

Fica atento a nossas redes sociais, muito mais está por vir. Veja as fotos:

 

 

CFH promove curso de mecânica básica para MÃES

Para comemorar o Dia das Mães, vamos reunir uma turma de mulheres e discutir muito sobre óleo do motor, leitura de painel, troca de pneus, entre outras informações importantes para garantir a manutenção do carro e, principalmente, a segurança da família. O curso ocorrerá pela manhã, na sede da oficina, em Teresina-Piauí.

Essa é a terceira edição do curso, todas as datas comemorativas são uma grande oportunidade para nos reunir com nossos clientes e promover valores importantes como a prevenção.

Fica de olho em nossas redes sociais para participar dos eventos que são de seu interesse, todos são bem-vindos em nossa oficina, a única com serviços autorizados e venda de peças genuínas MWM.

Curso Mecânica Básica, Edição Dia das Mulheres, 2018
Alunas e Instrutores Curso Mecânica Básica, Edição Dia das Mulheres, 2018 , 2018