“Fabricantes economizam em segurança”, diz Latin NCAP

Versa - Tsuru Latin NCAP

A América Latina estaria pelo menos 13 anos atrasada em relação à Europa quando o assunto é segurança dos carros. E os fabricantes instalados por aqui economizariam neste quesito, segundo Alejandro Furas, secretário-geral do Latin NCAP e Diretor Técnico do Global NCAP. A constatação foi feita em uma entrevista ao jornal Clarín, da Argentina, que contou com mais uma série de depoimentos dizendo algo de que já desconfiamos faz tempo: segurança não é prioridade por essas bandas. Seja nas prioridades de compra dos consumidores, seja no planejamento das fabricantes.

Azar não só das pessoas que se ferem ou morrem em acidentes de carro, mas também da economia. Segundo o Global NCAP, mais de US$ 143 bilhões poderiam ser economizados entre 2016 e 2030 se os veículos vendidos por aqui atendessem a todas as 77 solicitações da ONU em termos de segurança automotiva. E a coisa toda fica um pouco pior. “Na América Latina, o estudo demonstrou que há modelos que vão piorando em termos de qualidade construtiva na medida em que passam os anos de sua produção, sempre em prejuízo da segurança, enquanto os governos não conseguiram perceber essa piora, apesar dos controles que dizem ter”, disse Furas.

Um exemplo recente foi a descoberta de que muitos modelos deixaram de ter barras de proteção laterais, um item que era considerado tão padrão na indústria que ninguém desconfiava que pudesse ter sido tirado de circulação. Segundo o Clarín, Furas disse que, se duas unidades de um mesmo modelo, um feito na América Latina e o outro na Europa, sofrerem o mesmo tipo de acidente, “na Argentina ele se enruga inteiro e lá a estrutura fica quase intacta”.

Para corrigir a situação, o Latin NCAP sugere que os governos deveriam ter estruturas próprias de avaliação e medição dos automóveis, como a que o Inmetro planeja criar na antiga fábrica da FNM em Xerém, no Rio de Janeiro.

Fotos: divulgação

Fonte: Carplace

Bati o carro, e agora? Confira cinco dicas

Carro

Quem dirige está suscetível, a qualquer momento, a sofrer um acidente no trânsito – mesmo que você seja prudente e respeite as leis. E quando a colisão for inevitável, a pergunta que fica é: você sabe como proceder? Aqui vão cinco dicas para você seguir e agir corretamente em caso de sinistro.

AVALIE

Verifique se há feridos. Caso haja, ligue e peça assistência ao SAMU (192) ou ao Corpo de Bombeiros (193) imediatamente. Omissão de socorro é crime. Se não houver vítimas, é preciso pegar os dados do causador do acidente. Use também o triângulo de sinalização para indicar aos demais motoristas que há ali uma situação crítica. Não sinalizar é uma infração de trânsito.

VEÍCULOS

É recomendado não mexer nos veículos quando o acidente tiver vítimas. Caso contrário, não é necessário ficar com os carros ocupando duas ou três faixas da via. A legislação federal permite a remoção dos carros que estejam atrapalhando terceiros. Ponha em um lugar que não prejudique outros veículos e também pedestres.

B.O

O Boletim de Ocorrência (B.O) não é obrigatório. Entretanto, se não houver acerto entre as partes, providencie esse documento que, em alguns Estados, se chama Boletim de Registros de Acidentes de Trânsito (Brat). Em lugares como Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo ele pode ser preenchido online e na hora – é possível anexar fotos do acidente. Se as partes divergirem, cada um pode registrar o B.O contando a sua versão. Caberá à PM e, se for o caso, à Justiça julgar quem está com a razão.

SEGURO

O causador deve arcar com todas as despesas do incidente. Se ele estiver segurado, é obrigação entrar em contato imediatamente com a companhia seguradora e verificar a cobertura do serviço. Caso não cubra, o culpado deve pagar do bolso.

DPVAT

Vítimas de trânsito têm direito ao Seguro Obrigatório (DPVAT). As vítimas (ou seus parentes) só podem pedir a indenização se tiverem o Brat e registros médicos. O seguro cobre morte ou lesões por colisões e atropelamentos.

Fonte: Car and Driver

Multas de trânsito poderão ser parceladas em até seis vezes

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Em breve, poderá haver a possibilidade de fazer o parcelamento em até seis parcelas mensais do valor de uma multa de trânsito. A Comissão de Viação e Transportes aprovou a proposta de autoria da deputada Christiane de Souza Yared (PR-PR), que substitui o Projeto de Lei 3840/15 do deputado Diego Garcia (PHS-PR).

O projeto original de Garcia permite o parcelamento das multas em até 12 parcelas, inclusive no cartão de crédito. No entanto, para a deputada Yared, “ao se exigir dos órgãos de trânsito que recebam os valores das multas dessa maneira, esquece-se a premissa de que as administradoras de cartão de crédito e os governos, forçosamente, teriam de firmar contrato entre si, a fim de viabilizar a nova forma de pagamento”.

O parcelamento da multa de trânsito deverá ser requerido pelo motorista junto ao órgão ou entidade de trânsito responsável pela multa. Caso o infrator deixe de pagar uma parcela até a data estabelecida, as demais parcelas serão consideradas vencidas, sendo necessário quitar a multa integralmente, sem a opção de um novo parcelamento. Além disso, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) deverá regulamentar os dispositivos, inclusive definindo os valores mínimos de parcelamento.

A proposta passará por análise pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Caso aprovada, os órgãos e entidades de trânsito dos estados, Distrito Federal e dos municípios só poderão adotar o parcelamento das multas de trânsito caso a respectiva norma permitir.

Fonte: Notícias Automotivas

Seis tecnologias automotivas que vieram dos aviões

Freios ABS, HUD, navegação GPS, piloto automático, Drive by Wire: todos eles foram desenvolvidos para aviões e aproveitados em automóveis

Freios ABS

Já imaginou ter de parar um Antonov 225 sem freios ABS?

Já imaginou ter de parar um Antonov 225 sem freios ABS? (Reprodução)

Devido aos pesos, velocidades e distâncias envolvidas, frear uma aeronave durante o pouso sempre foi uma tarefa bastante delicada – principalmente com piso molhado. Os primeiros sistemas anti-derrapagem datam da década de 1920, mas foi só nos anos 50 (em plena Guerra Fria) que sua aplicação em aviões começou para valer.

Quase ao mesmo tempo, experiências foram feitas com motocicletas. Em 1966, o inglês Jensen Interceptor tornou-se o primeiro veículo de produção a oferecer freios ABS com acionamento mecânico. Na década seguinte, surgiram os sistemas eletrônicos mais parecidos com os que vemos hoje em nossos automóveis.

 

Head-Up Display (HUD)

O HUD (Head-up Display) de um caça mostra dados de voo, navegação, busca de alvos e seleção de armas

O HUD (Head-up Display) de um caça mostra dados de voo, navegação, busca de alvos e seleção de armas (Reprodução)

Desde a Segunda Guerra Mundial, pilotos de caça já haviam percebido que um visor capaz de projetar informações no nível dos olhos facilitaria bastante suas vidas, diminuindo a necessidade de olhar para os instrumentos durante o voo. O primeiro HUD foi desenvolvido na Inglaterra e entrou em serviço em 1961, a bordo do jato de ataque Bucanner.

O equipamento virou padrão nos aviões de caça a partir da década de 1970, e hoje equipa inclusive aviões de transporte e de passageiros. Nos automóveis, o HUD só começou a ser oferecido nos anos 90, em modelos bem luxuosos. Hoje, já é possível adquirir kits para a instalação em qualquer modelo.

 

Detector de radar

Um detector de radar utilizado em aviões de combate

Um detector de radar utilizado em aviões de combate (Divulgação)

O conceito de radar também foi desenvolvido durante a Segunda Guerra Mundial pelos britânicos, com o objetivo de localizar os bombardeiros e caças alemães que atacavam a Inglaterra. Logo ficou claro que as ondas eletromagnéticas emitidas pelos radares também poderiam ser facilmente detectadas pelos alvos, permitindo que estes adotassem manobras evasivas ou contramedidas eletrônicas assim que fossem alertados.

O princípio de funcionamento dos chamados RWR (Radar Warning Receiver) até hoje utilizados em aviões de combate é basicamente o mesmo dos detectores de radar que alertam os motoristas sobre a presença de radares de trânsito. Mas vale lembrar: estes equipamentos são proibidos no Brasil!

Além disso, os próprios radares hoje são largamente utilizados por automóveis equipados com sensores de estacionamento, sistemas de piloto automático adaptativo e de alertas para objetos em movimento.

 

Fly by Wire

Módulos de controle do primeiro avião equipado com FBW digital

Módulos de controle do primeiro avião equipado com FBW digital (Divulgação)

Durante décadas, os comandos de controle de um avião eram convencionais: qualquer movimento no manche era transmitido fisicamente por cabos, roldanas e bombas hidráulicas até as superfícies de controle nas asas e cauda.

Em 1972, um caça americano F-8 Crusader foi o primeiro avião a ser equipado com controles digitais, chamados de Fly by Wire (FBW). Nele, as centenas de metros de cabos de aço foram substituídos por fios conectados a motores elétricos controlados por computador.

Além da enorme redução de peso e complexidade mecânica, o FBW permite que os controles de um avião sejam programados para jamais extrapar os limites de segurança em voo.

Ao ser transposto para os automóveis, o conceito passou a ser chamado de Drive by Wire. Sua utilização começou nos aceleradores eletrônicos, existentes no Brasil desde a década passada. Em veículos elétricos, já existe o Brake by Wire, que subsitui os componentes hidráulicos dos freios por atuadores eletrônicos com sistemas de regeneração.

O próximo passo é o Steer by Wire, uma evolução radical da direção com assistência elétrica que eliminaria a coluna de direção. Em 2014, o Infiniti Q50 tornou-se o primeiro veículo de produção a oferecer tal sistema, dispensando qualquer conexão mecânica entre o volante e as rodas.

 

GPS

Um dos primeiros (e enormes) receptores de GPS fabricados nos EUA

Um dos primeiros (e enormes) receptores de GPS fabricados nos EUA (Divulgação)

Sistemas de navegação capazes de determinar a localização de um avião também existem desde a Segunda Guerra Mundial, geralmente baseados na transmissão e recepção de sinais de rádio. Mas eles sempre sofreram com a imprecisão.

A partir de 1972, a Força Aérea Americana começou o desenvolvimento da primeira rede de satélites para localização via GPS, inicialmente para uso militar em mísseis balísticos e aviões. O sistema foi utilizado em combate durante a Guerra do Golfo de 1991, e logo acabou liberado para melhorar a segurança de voos de passageiros comerciais.

Com a miniaturização dos receptores GPS e o aumento de sua precisão, sua aplicação em automóveis era um passo lógico. Os primeiros sistemas embutidos foram lançados na metade da década de 1990. Hoje, a tecnologia já faz parte de qualquer smartphone.

 

Piloto automático

Esta piada só os mais velhos irão entender...

Esta piada só os mais velhos irão entender… (Reprodução)

Nos aviões, o tipo mais primitvo de piloto automático – aquele capaz de manter o avião estabilizado na mesma altitude – data da década de 1930. Em 1947, um avião de transporte C-54 conseguiu cruzar o Atlântico sendo controlado pelo piloto automático desde a decolagem até o pouso. Hoje, os pilotos automáticos estão conectados aos radares, GPS e FBW das aeronaves para diminuir a carga de trabalho dos pilotos, principalmente em longos voos.

A evolução do conceito em carros está sendo parecida, mas bem mais lenta e gradual. Começou com os controles de velocidade de cruzeiro, passou para os sistemas com capacidade adaptativa (capazes de manter a distância em relação ao carro da frente), e agora rumam em direção aos veículos 100% autônomos.

Fonte: Quatro Rodas

Audi, BMW, Daimler, Ford e Porsche se unem por carros elétricos

Os grupos BMW, Daimler, Ford e Volkswagen, este último por meio de suas marcas Audi e Porsche, assinaram um memorando de entendimento para criar uma joint venture e construir uma rede de recarga elétrica ultrarrápida para veículos elétricos movidos a bateria. A ideia é cobrir todas as rotas de viagens de longa distância da Europa. Em nota conjunta, as empresas defendem que este será um importante passo para facilitar a adoção em massa pelo mercado de veículos elétricos a bateria.

As fabricantes não divulgaram o valor previsto para o projeto e em nota conjunta informam que são “investimentos substanciais” para criar a rede. Na nota, explicam ainda que as empresas fundadoras terão participação igualitária na joint venture, enquanto outras fabricantes serão incentivadas a participar da rede. A associação também estará aberta à cooperação de outras empresas e parceiros regionais. O acordo está sujeito à execução dos contratos definitivos e aprovação de controles de associação em várias jurisdições.

Projetada para ser uma rede de carregamento de alta potência, com níveis de até 350 kW, a construção está prevista para começar em 2017 com pelo menos 400 postos, ultrapassando a casa dos 1 mil postos até 2020, com estações abertas ao longo das rodovias e vias de tráfego mais importantes do continente, o que ainda não é possível para a maioria dos condutores de veículos elétricos por limitação de postos de recarga em centros urbanos. Segundo as empresas, a experiência de recarga de veículos elétricos deverá evoluir ao ponto de se tornar tão comum como é o reabastecimento em postos de combustíveis convencionais.

A rede será baseada na tecnologia padrão CCS (sistema combinado de carga, na sigla em inglês), cuja infraestrutura planejada amplia o padrão técnico existente para carga de veículos elétricos em corrente alternada e contínua (AC e DC) para o próximo nível de capacidade para carregamento rápido em corrente contínua com até 350 kW. Com essas especificações técnicas, a rede deverá atender todos os veículos equipados no padrão CCS.

Em nota, todas as montadoras manifestaram que o projeto da rede de recarga ultrarrápida faz parte de suas estratégias de lançamentos de veículos elétricos, visando o futuro deste segmento:

“Esta rede de carga de alta capacidade dá aos motoristas outro forte argumento para optarem pela mobilidade elétrica”, afirma Harald Krüger, presidente do conselho de direção do Grupo BMW. “O Grupo BMW deu início a vários projetos de infraestrutura pública de carga de baterias ao longo dos últimos anos. O projeto conjunto é mais um importante marco que demonstra claramente que marcas concorrentes estão combinando suas forças para alavancar a mobilidade elétrica.”

“O desenvolvimento da mobilidade elétrica exige duas coisas: veículos convincentes e uma ampla infraestrutura de carga para as baterias. Com nossa nova marca EQ, estamos lançando nossa ofensiva na área de veículos elétricos: até 2025, nosso portfólio vai incluir mais de dez carros para passageiros totalmente elétricos. Juntamente com nossos parceiros, estamos instalando agora a infraestrutura de cara mais poderosa da Europa”, declara o Deter Zetsche, presidente do conselho de administração da Daimler e diretor da Mercedes-Benz Cars. “A disponibilidade de estações de alta potência viabiliza a mobilidade elétrica em longas distâncias pela primeira vez e irá convencer mais e mais clientes a optarem por veículos elétricos.”

“Uma infraestrutura confiável de carga ultrarrápida é importante para a adoção em massa pelos consumidores e tem o potencial de transformar as possibilidades para a direção elétrica”, diz Mark Fields, presidente e CEO da Ford. “A Ford está empenhada no desenvolvimento de veículos e tecnologias que tornem melhores as vidas das pessoas e esta rede de carga irá tornar mais fácil e prático para os consumidores de toda a Europa possuir veículos elétricos.”

“Serviços confiáveis de carga são um fator chave para os motoristas optarem por um veículo elétrico. Com essa cooperação, queremos impulsionar uma adoção mais ampla da eletromobilidade pelo mercado e acelerar a mudança no sentido de uma condução livre de emissões” declarou Rupert Stadler, presidente do conselho de direção da Audi.

“Para nós há dois pontos decisivos: carga ultrarrápida e a localização das estações de carga nos pontos corretos”, afirma Oliver Blume, presidente do conselho executivo da Porsche. “Juntos, esses dois fatores permitem que viajemos num carro movido totalmente à eletricidade da mesma forma que num veículo convencional com motor a combustão. Como fabricantes de automóveis, nós moldamos nosso futuro de forma ativa, não apenas desenvolvendo veículos movidos totalmente à eletricidade, mas também construindo a infraestrutura necessária para eles.”

Fonte: Automotive Business

Seis tecnologias acessíveis que ajudam a reduzir o consumo

Soluções de eficiência energética de carros caros começam a ganhar espaço entre os mais baratos para baixar consumo e emissões

Regras de eficiência energéticas cada vez mais rígidas são o grande desafio das fabricantes. Mas em vez de os engenheiros passarem noites em claro buscando novas soluções, o que estão fazendo é utilizar sistemas e estratégias já vistos em modelos mais caros. Nessa hora, vale qualquer percentual de melhora no consumo e nas emissões.

Grade ativa do radiador

Grade Ativa do chevrolet spin

Grade ativa abre e fecha automaticamente a passagem de ar para o radiador quando é conveniente (divulgação/Chevrolet)

Na recém-lançada Chevrolet Spin 2017, assim como no Ford Fusion e BMW Série 7, a tomada de ar do radiador pode ser aberta ou fechada em função da temperatura, velocidade e uso do ar-condicionado. Não é só questão de aerodinâmica: também faz o motor trabalhar na temperatura ideal. Consumo e emissões cairiam até 2%, segundo a GM.

Alternador que recupera energia

A linha 2017 do SUV ganhou o alternador que recupera energia

A linha 2017 do SUV ganhou o alternador que recupera energia (divulgação/Renault)

Os novos Uno e Duster 2017 ganharam sistema de regeneração de energia. Não confunda com freios regenerativos, pois ele ativa o alternador (de rendimento maior) quando se tira o pé do acelerador, passando a armazenar a energia na bateria. A recarga ocorre sem gasto de combustível e sem penalizar o desempenho. Estima-se no Fiat um consumo 1,2% menor.

Start-stop

O Uno foi o primeiro modelo nacional a contar com a tecnologia start-stop

O Uno foi o primeiro modelo nacional popular a contar com a tecnologia start-stop (divulgação/Fiat)

Foi o Uno o primeiro nacional com sistema start-stop, em 2014 na versão Evolution, quando o equipamento só era comum nos sedãs de luxo. O recurso desliga o motor de forma instantânea quando o veículo para e volta a ligá-lo quando o freio (nos automáticos) ou a embreagem (nos carros manuais) são aliviados. Agora o item é de série em todas as versões do Uno equipadas com o novo motor 1.3 Firefly. De acordo com a Fiat, ele reduz o gasto de combustível em 2%.

Chevrolet mais baixos

spin e cobalt 2017

Cobalt e Spin tiveram a suspensão rebaixada em 1 cm para ganhar eficiência energética

Em geral, carros adaptados para o Brasil costumam ficar mais altos para lidar melhor com buracos e valetas. Mas hoje é preciso compensar isso: um vão muito alto em relação ao solo aumenta o arrasto aerodinâmico, piorando o consumo. Os Chevrolet Onix, Spin e Cobalt 2017 tiveram sua suspensão rebaixada em 1 cm justamente por isso.

Defletores de ar

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O Jeep Renegade 1.8 flex tem para-choque frontal mais baixo que a versão a diesel para melhorar a circulação de ar e melhorar o desempenho (divulgação/Jeep)

Cada vez mais importantes, eles estão posicionados na base do para-choque frontal ou fechando espaços vazios sob o carro, o que melhora a passagem do ar por debaixo do automóvel. É por isso que o Jeep Renegade 1.8 flex tem para-choque frontal mais baixo, diferentemente da versão diesel.

Direção elétrica

Chevrolet Onix Activ

A direção elétrica pode melhorar o consumo de combustível entre 1% e 2% (João Mantovani/Quatro Rodas)

Outra tendência muito forte na indústria é a troca da direção hidráulica pela elétrica. Dos subcompactos às picapes médias, a justificativa é a mesma: além de ser mais simples e leve, o conjunto elétrico não rouba potência do motor diretamente, mas apenas na geração de energia que a movimenta. Sozinha, essa tecnologia pode melhorar o consumo entre 1% e 2%, dependendo do porte do carro.

Fonte: Quatro Rodas

Multa de trânsito poderá ser substituída por serviço comunitário

 Carlos Bezerra
Para Carlos Bezerra, medida aliviaria a situação financeira do infrator e o conscientizaria quanto à necessidade de obedecer a lei

A Câmara dos Deputados analisa a possibilidade de instituir a prestação de serviço comunitário como pena alternativa à multa de trânsito. A sugestão foi apresentada pelo deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT) por meio do Projeto de Lei 5728/16.

A proposta altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), na parte que trata das penalidades para as infrações. Atualmente, as punições previstas no código são advertência por escrito, multa, suspensão do direito de dirigir, apreensão do veículo, cassação da carteira de motorista, cassação da permissão para dirigir e participação obrigatória em curso de reciclagem.

A prestação de serviço comunitário prevista no projeto de Bezerra seria realizada em entidade de atendimento a vítimas de acidentes de trânsito. Segundo o texto, nos casos em que for aplicada multa, o infrator poderá requerer a sua substituição pela prestação de serviço, de acordo com normas e critérios a serem definidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

 

Arrecadação crescente
Carlos Bezerra acredita que as multas vêm perdendo seu valor educativo para uma arrecadação crescente de valores pelos órgãos de trânsito. Nos últimos anos, afirma, esses órgãos apertaram a fiscalização e implantaram milhares de aparelhos eletrônicos, que levaram ao crescimento significativo da quantidade de multas aplicadas. Na contramão, os motoristas multados muitas vezes não conseguem pagar os valores devidos e, consequentemente, ficam sem renovar o licenciamento do veículo.

A substituição de multas por serviço comunitário, na opinião do deputado, aliviaria a situação financeira do infrator e possibilitaria a regularização da documentação do veículo. “Também contribuiria efetivamente para a conscientização desses cidadãos quanto aos riscos da condução de veículos em desacordo com as normas de trânsito”, afirma Bezerra.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Alexandre Pôrto
Fonte: Agência Câmara Notícia

Modelos que deram cano no Salão do Automóvel

Dias antes do Salão de São Paulo, nós fizemos a lista de modelos que precisavam, sem falta, serem vistos pelos visitantes. Bem, alguns resolveram não aparecer em seus estandes, outros erraram de Salão e pousaram em Los Angeles. E há também os que nem deram satisfação. Veja quais foram:

Ford EcoSport 2018

Novo Ford EcoSport 

Chegamos com tudo para conhecer a reestilização do EcoSport. Mas o máximo que está no Salão é o Ka Trail, versão aventureira do compacto. A Ford decidiu que o Salão de Los Angeles teria a honra de estrear para o mundo as mudanças do SUV compacto. Com novo desenho frontal e novo painel, com melhor acabamento, o Eco será vendido nos Estados Unidos pela primeira vez, mas só em 2018. Apesar de ser mostrado lá primeiro, aqui ele começará a ser vendido antes, no primeiro semestre de 2017. Mas manterá o estepe na traseira e não terá motor 1.0 Ecoboost. O Eco nacional terá como atração o inédito motor 1.5 3-cilindros da família Dragon.

Hyundai Veloster

Hyundai Veloster Turbo

Em 2014, a importadora Caoa chegou a anunciar sua venda no ano seguinte. Em 2016, rolaram boatos de que a versão turbo do tão polêmico Veloster finalmente desembarcaria. Para o Salão, nem sua sombra. Mas, veja só, as lojas estão vendendo as poucas unidades que chegaram ao Brasil para homologação em 2014 com preço de R$ 140.000. Ao menos os coreanos surpreenderam com o novo Tucson equipada com motor 1.6 turbo, já produzido em Anápolis (GO).

Kia Rio 2017

Kia Rio

Antiga promessa para o Brasil, o hatchback Rio continua sendo uma lenda urbana. Agora com a fábrica da Kia no México para abastecer o nosso mercado, ele era aguardado ao menos como visitante em sua nova geração, apresentada no Salão de Paris. Seu estilo perdeu o jeito asiático graças aos centros de design da marca nos Estados Unidos e Europa. Para São Paulo, veio o Niro, um SUV híbrido que a princípio não será vendido no Brasil. E o Rio virou promessa (de novo!) para 2017.

Mercedes Benz Classe X

Mercedes-Benz Classe X

Um dos mercados mais cotados para receber a primeira picape média da Mercedes-Benz é o Brasil, com fabricação na Argentina. Por isso, havia expectativa de conhecer ao menos seu conceito, apresentado semanas antes na Suécia. A inédita Classe X dividirá plataforma com a Nissan Frontier, que estava no estande logo à frente no São Paulo Expo, mas será bem mais luxuosa e equipada. Vendas locais só em 2018.

VW Golf GTE

Volkswagen Golf GTE

O Golf híbrido plug-in foi ao Salão em 2014 e a Volkswagen chegou a estudar sua venda no Brasil para concorrer no pequeno segmento dos carros “verdes”. Esperado para 2016, desta vez como lançamento, foi uma ausência no estande da marca. Por ser importado, ele deverá passar pela mesma reestilização que foi apresentada na Europa este mês antes de qualquer ação no Brasil.

BMW G 310 R1

BMW G 310R

Primeira moto compacta no portfólio da BMW Motorrad, a G 310R era uma das presenças aguardadas para o Salão. Isso porque ela será feita no Brasil em 2017, na fábrica que a BMW acabou de inaugurar em Manaus (AM). Ela será rival da Yamaha MT03 com preço na faixa dos R$ 25.000, usando motor monocilíndrico de 310 cc e 34 cv. No Salão só estava a F700 GS, que assume por enquanto o lugar de moto de entrada da marca.

Fonte: Carplace

Dicas de manutenção e segurança veiculadas pela Harley-Davidson

Fabricante fornece dicas para viagens de moto…

A Harley-Davidson divulgou algumas dicas e recomendações de manutenção e segurança para os proprietários de motocicletas da marca, para garantir o bom desempenho da moto no dia a dia, antes de ir para a estrada e durante uma viagem de moto. Diversos itens merecem atenção e podem ser verificados facilmente, como a periodicidade correta das revisões de quilometragem, eventuais ruídos, o bom estado dos freios, condições dos pneus e cabos, limpeza correta, funcionamento normal do sistema elétrico, entre outros.

 

 

A exemplo das revisões periódicas, a Harley-Davidson recomenda que a primeira delas, referente aos 1.600 km rodados, seja realizada quando a motocicleta atingir um ano de aquisição, mesmo que a quilometragem esteja abaixo da mencionada. A garantia da moto continuará sendo válida por dois anos, independente da frequência de uso.

Os pneus calibrados da maneira correta são essenciais para uma viagem segura, pois caso estejam fora dos limites adequados de pressão, por exemplo, influenciam diretamente na estabilidade de condução da motocicleta. Por isso, devem estar calibrados seguindo os valores especificados no manual do proprietário de cada modelo. Utilizar a moto com os pneus abaixo da pressão recomendada reduz a sua durabilidade, aumenta o consumo de combustível e fovorece riscos de acidente. Já a pressão acima da recomendada reduz a área de contato com o solo e, consequentemente, a aderência do pneu. Isso aumenta o risco de acidentes durante frenagens de emergência, além de reduzir o conforto, uma vez que o pneu trabalha em conjunto com a suspensão da motocicleta.

Outra ação que precisa ser tomada antes de viajar é a verificação visual das pastilhas de freio com relação à área de atrito e contato com os discos, pois, em alguns casos, contam com uma linha de referência que indica sua vida útil. A verificação feita na oficina especializada é necessária para reconhecer outros problemas não visíveis. O principal motivo que pode levar o sistema de freio a fazer ruído durante o acionamento é o desgaste excessivo da área de atrito (pastilhas). Outros motivos comuns são sujeira acumulada e o tipo de material empregado na fabricação das pastilhas, sendo necessário utilizar sempre peças originais durante os procedimentos de manutenção.

 

 

A vela de ignição é um dos componentes mais importantes no processo de combustão e funcionamento do motor, dessa forma, ela sofre desgaste e, com o passar do tempo, deve ser substituída. Durante os processos de manutenção da motocicleta a vela é removida e analisada visualmente pelo técnico para identificar problemas com a mistura de ar com combustível, além de averiguar a presença de contaminantes ou de queima irregular.

No que se refere à bateria, a utilizada pela Harley-Davidson é do tipo AGM e livre de manutenção. Isso significa que não existe a necessidade de abastecê-la com água ou qualquer outra solução. A motocicleta, quando inativa por longos períodos, tende a perder a carga acumulada e, em casos extremos, a capacidade da bateria de alimentar o sistema elétrico da moto, principalmente o funcionamento da partida. Dessa forma, é recomendado o uso periódico da motocicleta ou a remoção do cabo negativo da bateria (ou fusível Maxi) quando surgir essa necessidade.

A parte elétrica também merece cuidado especial, pois hoje todos os modelos de motocicletas Harley-Davidson utilizam sistemas eletrônicos sofisticados e de alta confiabilidade. As panes elétricas podem ser causadas por conectores com folgas excessivas ou roteamento incorreto da fiação elétrica. Em alguns casos panes elétricas podem desativar o sistema de ignição e injeção, de modo a impedir o funcionamento da moto. Uma análise detalhada do sistema deve ser realizada por um técnico especializado para garantir um diagnóstico seguro. É preciso ter cuidado na hora da limpeza da motocicleta, pois a utilização de aparelhos de alta pressão pode causar infiltração e danificar cabos e peças do sistema elétrico-eletrônico.

A correia de transmissão é um dos itens que deve ser inspecionado em todas as revisões feitas em concessionária autorizada da H-D, com relação ao seu desgate e folga. A correia não possui um tempo de vida útil estipulado, já que são feitas de material de longa duração (aramida ou fibra de carbono) que passam de 100 mil quilômetros. A limpeza da correia deve ser realizada pelo proprietário apenas utilizando pincel e água. A folga varia de modelo para modelo de acordo com as informações do manual de serviço.

O filtro de ar é outro item que não possui um tempo estipulado para substituição. Durante a manutenção periódica, o técnico analisará as condições do mesmo com relação a perfurações e obstruções. Na maioria dos modelos é possível realizar a limpeza lavando com solução neutra e secagem em ar ambiente ou de baixa pressão.

O sistema ABS não necessita de nenhum cuidado especial por parte do cliente, porém, na manutenção periódica, são utilizados equipamentos específicos para substituição do fluido de freio.

Os novos motores Twin Cam 103™ High Output com refrigeração líquida devem ter o nível do líquido de arrefecimento inspecionado e completado, se necessário, em oficina autorizada. O sistema conta com uma bomba de água elétrica, além de dois radiadores e duas ventoinhas de refrigeração. A manutenção está exclusivamente ligada ao líquido de arrefecimento utilizado no sistema.

 

 

Segurança

Além de checar o estado geral de funcionamento da motocicleta, também é necessário o cuidado em usar a vestimenta apropriada, como um capacete confortável, calçado fechado, jaqueta e calça com proteções. O capacete, apesar de não ter data de validade, é recomendado que seja substituído a cada três anos se tiver uso diário, por conta do contato intenso com intempéries como sol e chuva, por exemplo. No caso de envolvimento em acidentes ou quedas, o capacete deve ser descartado obrigatoriamente.

Para quem pretende passar muitas horas viajando é recomendado, além das manutenções em dia, descansar antes de pegar estrada e realizar paradas periódicas durante o percurso. Itens básicos de manutenção como vela, fusível, câmara de ar e ferramentas presentes no kit da motocicleta são úteis em caso de pequenas emergências.

A pilotagem na chuva requer manobras mais suaves e atenção redobrada. Evitar passar por acúmulos de água é importante, pois podem esconder buracos ou mesmo levar à aquaplanagem. Isso minimiza a eficiência do sistema de freio. Uma dica nessas situações é a combinação do freio dianteiro com o freio motor. Manter distância adequada, controlar a velocidade e evitar frenagens bruscas também garantem uma viagem mais segura. Assim, a aventura e o desejo de liberdade sobre duas rodas serão melhor aproveitados durante todo o passeio com a sua Harley-Davidson.

 

Fonte: Harley-Davidson, divulgação por RockRiders.com.br

Os 15 principais lançamentos do Salão do Automóvel 2016

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Se você quer conferir antecipadamente as novidades do mercado nacional para 2017, basta visitar o Salão do Automóvel de São Paulo, que estará aberto ao público até o dia 20 de novembro. O evento reúne lançamentos de todas as categorias, que chegarão às concessionárias já em dezembro ou em meados do ano que vem.

Nesta matéria, reunimos os principais lançamentos da mostra automotiva, considerando os que deverão causar “impacto” em seus respectivos segmentos. Confira:

Honda WR-V

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É bastante provável que o novo Honda WR-V vá vender bastante no Brasil, já que vai oferecer uma proposta semelhante à de um jipinho aventureiro por um preço mais em conta que o do atual HR-V (cerca de R$ 70 mil). O novo carro começará a ser vendido por aqui no primeiro semestre de 2017 com direito a um visual mais robusto que o do Fit, seu modelo de base.

Entre os diferenciais, há faróis com formato exclusivo, grade mais ampla com uma grossa barra cromada e detalhes em preto brilhante, para-choque com novas formas, detalhes plásticos nos para-choques, caixas de roda e parte inferior das portas, rodas de liga-leve com novo desenho, lanternas traseiras e tampa do porta-malas com novo formato, rack de teto e suspensão elevada.

O motor deverá ser o mesmo 1.5 litro, com câmbio automático tipo CVT.

Hyundai Creta

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Se você está de olho em um crossover compacto, a dica é esperar, já que a Hyundai chega em 2017 com o novo Creta. O automóvel, que já é disponível lá fora, será vendido por aqui com algumas exclusividades e produção nacional ao lado da linha HB20 na planta de Piracicaba (SP).

A versão mais cara será equipada de série com sistema multimídia com Apple CarPlay, Android Auto e navegador GPS, seis airbags, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, faróis direcionais, destravamento das portas e partida do motor sem chave, direção elétrica progressiva, ar-condicionado automático digital com saída para o banco traseiro, banco do motorista com ventilação, entre outros.

Quando aos motores, o novo Hyundai Creta oferecerá o 1.6 litro flex de até 130 cv com câmbio manual ou automático de seis marchas e 16,5 kgfm e o 2.0 litros flex de até 166 cv e 20,5 kgfm apenas com a transmissão automática. O preço inicial deverá ser de cerca de R$ 80 mil.

Ford Mustang

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A Ford, enfim, acordou e trará ao Brasil o Mustang para incomodar o Chevrolet Camaro. A nova geração do muscle-car está presente no Salão de São Paulo e será vendida por aqui a partir do último trimestre do ano que vem, provavelmente por cerca de R$ 300 mil.

Ao que tudo indica, o novo Ford Mustang chegará na versão GT, com um motor V8 de 5.0 litros, que rende até 441 cavalos de potência e 55,3 kgfm de torque, associado a um câmbio automático de seis marchas e tração traseira.

Ainda no evento, a Ford exibe o Mustang Shelby GT350R, com um propulsor 5.2 V8 de 533 cv e 59,3 kgfm e câmbio de seis velocidades.

Chevrolet Tracker 2017

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O Chevrolet Tracker acaba de se renovar para enfrentar a nova concorrência do segmento. A linha 2017 do crossover compacto chega com visual renovado, interior redesenhado e com acabamento mais esmerado e lista de equipamentos mais recheada, com sistema multimídia MyLink com Apple CarPlay e Android Auto, sistema OnStar, alerta de ponto cego, direção elétrica, destravamento das portas e partida sem chave, entre outros.

O grande destaque, porém, fica por conta do novo motor 1.4 litro turbo flex de quatro cilindros, que substitui o antigo 1.8 litro flex aspirado. Trata-se da mesma unidade do novo Cruze, que tem 153 cavalos de potência e 24,5 kgfm de torque, associado a uma transmissão automática de seis velocidades.

Hyundai New Tucson

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A outra grande novidade da Hyundai no Salão do Automóvel é a nova geração do Tucson, que chega como “New Tucson” e não substitui suas gerações anteriores, o Tucson e o ix35, que seguem sendo vendidos com preços mais em conta. O carro será oferecido por a partir de R$ 138.990.

O novo utilitário-esportivo médio da Hyundai contará com um inédito motor 1.6 litro turbo a gasolina de 177 cv e 27 kgfm, com transmissão automatizada de sete marchas e dupla embreagem e tração dianteira.

Renault Kwid

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Para incomodar o Fiat Mobi e o Volkswagen up! e também substituir o velho Clio, a Renault trará em 2017 o Kwid. O novo hatch compacto (considerado estranhamente pela marca como um SUV compacto) deverá partir de cerca de R$ 30 mil, com um motor 1.0 litro flex de três cilindros, capaz de gerar até 82 cavalos de potência.

O novo Renault Kwid é construído a partir da plataforma CMF-A da aliança Renault-Nissan e contará com diversos itens de segurança a mais em relação ao modelo vendido lá fora, como quatro airbags de série desde a versão mais básica.

Peugeot 3008 2017

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O Peugeot 3008 de nova geração está previsto para chegar às concessionárias nos primeiros meses do ano que vem para reanimar a participação da montadora francesa na categoria de crossovers médios. O novo carro está mais SUV e menos minivan, com um visual mais moderno e ampla tecnologia a bordo, com destaque para o painel de instrumentos configurável.

A versão do novo 3008 a ser destinada ao mercado nacional será equipada com o mesmo motor 1.6 litro THP (turbo) de quatro cilindros a gasolina, que consegue gerar 165 cavalos de potência e 25 kgfm de torque, associado a um câmbio automático de seis velocidades.

Porsche Panamera Turbo 2017

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A nova geração do Panamera Turbo está chamando a atenção do público no Salão de São Paulo e estreará nas ruas em meados do primeiro trimestre de 2017. O carro traz visual inspirado no superesportivo 911 e interior mais moderno e com novos recursos.

O motor do novo Porsche é um 4.0 V8 a gasolina, que rende 550 cavalos de potência e 78,5 kgfm de torque, acoplado a um câmbio automatizado PDK de oito marchas e dupla embreagem, que segundo a marca é capaz de leva-lo de 0 a 100 km/h em 3,8 segundos e atingir máxima de 306 km/h.

Chery Tiggo 2

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A Chery tem como principal aposta para o mercado brasileiro o inédito Tiggo 2, um jipinho compacto baseado no Celer que estreia em 2017 com produção nacional na planta de Jacareí (SP) e preço de cerca de R$ 50 mil. O novo modelo compartilha uma série de componentes com o hatch, mas ostenta visual exclusivo e interior diferenciado, além de dimensões maiores: são 4,20 metros de comprimento e 2,55 m de distância entre-eixos.

O Tiggo 2 usará o mesmo motor do Celer, um 1.5 litro flex de quatro cilindros, que entrega até 113 cavalos de potência, associado a uma transmissão manual de cinco velocidades.

Nissan Frontier 2017

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O segmento de picapes médias está prestes a ganhar uma outra novidade. A Nissan vai lançar no primeiro trimestre do ano que vem a nova geração da Frontier, que estará disponível inicialmente sob importação do México e, em 2018, será trazida da Argentina. O modelo foi totalmente renovado, destacando o visual mais atual, interior redesenhado, mecânica mais eficiente e lista de equipamentos mais recheada.

A nova Nissan Frontier usará um motor 2.3 litros biturbo a diesel, que entrega 190 cavalos de potência, associado a um câmbio automático de sete velocidades e tração nas quatro rodas. A lista de itens de série contará com controle automático de descida, sistema de auxílio de partida em rampas, luzes diurnas de LED, controle eletrônico de estabilidade, entre outros.

Renault Captur

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Além do Kwid, a Renault prepara para 2017 (mais precisamente em março) o lançamento do Captur. Trata-se de um crossover de porte compacto que, pelo menos por ora, não vai substituir o Duster. O carro já está disponível em pré-venda com preços entre R$ 89 mil e R$ 95 mil.

O novo Renault Captur está sendo produzido na fábrica da marca no Paraná e conta com duas opções de motorização: 1.6 SCe com câmbio manual de seis marchas ou automático CVT X-Tronic e 2.0 litros com transmissão automática de quatro velocidades.

Chevrolet Camaro 2017

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Apresentado recentemente no Brasil, o novo Camaro é uma das estrelas da Chevrolet no Salão de São Paulo. O novo muscle-car é outro modelo que foi totalmente renovado e estará disponível por aqui logo após o evento, com preço de R$ 297 mil, que corresponde à versão especial Fifty limitada a 100 unidades.

A nova geração do Chevrolet Camaro conta com um motor 6.2 V8 a gasolina, de 461 cv e 62,9 kgfm, com transmissão automática de oito velocidades e tração traseira. Segundo a marca, o carro vai de 0 a 100 km/h em 4,2 segundos.

RAM 1500

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Se o desejo era um ter um modelo da RAM na garagem, mas o porte absurdo da 2500 e a necessidade de carteira de habilitação tipo “C” para conduzir uma apareciam como entraves, saiba que o grupo FCA planeja lançar por aqui em 2017 a nova 1500, uma “versão miniatura” da picape atual, que deverá custar cerca de R$ 200 mil para competir com as versões mais caras de S10, Hilux, Ranger e Amarok.

Embora seja menor que a RAM 2500, a RAM 1500 ainda assim é grande: são 5,81 metros de comprimento, ou cerca de 50 cm a mais que as picapes médias do mercado. O motor da picape é um 3.0 V6 de 243 cavalos de potência, com câmbio automático de oito marchas e tração nas quatro rodas. O conjunto inclui ainda seis airbags, suspensão a ar, teto solar elétrico, sistema de som com nove alto-falantes e subwoofer, sistema keyless, bancos dianteiros com aquecimento e ventilação, ar-condicionado de duas zonas, faróis de xenônio, entre outros.

Chevrolet Cruze Sport6 2017

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Seguindo os passos do sedã, a nova geração do Chevrolet Cruze Sport6 (hatch) chegará às concessionárias na próxima semana com visual mais agressivo, interior redesenhado, lista de equipamentos mais recheada e motorização turbo. O novo hatch médio tem os mesmos preços do três-volumes: R$ 89.990 na versão LT, R$ 101.190 na LTZ 1 e R$ 110.990 na LTZ 2.

O Cruze Sport6 2017 é equipado com o motor 1.4 litro Ecotec turbo flex, que desenvolve 153 cv e 24,5 kgfm, atrelado a um câmbio automático de seis marchas.

Land Rover Discovery 2017

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Revelado há poucas semanas no Salão de Paris, o novo Land Rover Discovery marca presença no evento e chegará às concessionárias no primeiro semestre do ano que vem. A nova geração do SUV estreia com visual mais atual, interior mais tecnológico e conjunto mecânico mais eficiente.

O carro deverá usar um motor V6 turbodiesel de 254 cv e outro 3.0 V6 a gasolina de 340 cv, com câmbio automático de oito marchas.

Fonte: Notícias Automotivas