Carro seminovo: 5 bons motivos para fugir do veículo novo

Com até 3 anos e 30 mil km, carro seminovo pode ser boa opção. Confira razões que vão ajudar a escolher um usado no lugar do novo

Comprar um carro seminovo ou um zero quilômetros? Cada um tem suas vantagens, mas em tempos de crise, o usado fica bem mais atraente.
Comprar um carro seminovo ou um zero quilômetros? Cada um tem suas vantagens, mas em tempos de crise, o usado fica bem mais atraente.

É de praxe. Se há uma discussão sobre carros, logo irá aparecer alguém falando: “Não compre carro novo, sempre dá para pegar um usado bem melhor e por menos grana”. E essa pessoa tem toda a razão. Com a depreciação dos novos e a situação de crise na economia, comprar um zero quilômetro é um luxo que poucos podem pagar. Por isso que as vendas de carros seminovos e usados subiram 21% no primeiro semestre do ano, enquanto o mercado dos novos caiu 21,5%.

“Com a atual crise econômica, veículos zero quilômetro, por custarem mais caro, ficam fora de cogitação para a maior parte da população brasileira”, explica José Félix, responsável pela área de varejo do Grupo DEKRA, especializado em serviços de inspeção e vistoria veicular. “Nos primeiros anos de uso, os modelos zero sofrem a maior desvalorização de sua vida útil. Neste cenário, optar por um carro seminovo pode ser a escolha mais inteligente”.

Quando Félix fala em seminovos, ele especifica os carros com até três anos de uso e com menos de 30 mil quilômetros rodados. “Tomando alguns cuidados, como checagem da procedência e a vistoria do veículo, é possível comprar um seminovo em boas condições, com segurança e comodidade”, complexa Félix. Confira cinco razões para optar por um carro usado no lugar de um zero quilômetro:

Pague menos, leve mais

O carro mais barato do Brasil, no momento, é o Fiat Palio Fire, por R$ 30.040. No entanto, mesmo passando dos R$ 30 mil, é um carro que vem sem ar-condicionado, rádio ou vidros elétricos. Com esse mesmo valor, é possível comprar um carro seminovo bem acima, com mais equipamentos e motor melhor. Se procurar bem, encontra-se até algumas boas ofertas, como um Volkswagen Gol 1.6 Trendline ou até mesmo um Peugeot 208 1.5 com alguns opcionais.

Menor perda na troca

No momento em que compramos um carro, ele já perde boa parte de seu valor. A desvalorização segue forte por até três anos, quando estabiliza. Trocar de automóvel logo depois disso significa perder boa parte do dinheiro gasto. Ao optar por um carro seminovo, a depreciação inicial já passou, o que significa menos perda para o comprador – algo importante para quem tem o hábito de trocar rapidamente de veículos.

Bater não é tão ruim assim

É seu primeiro carro? Vá para um seminovo. O custo de manutenção é menor do que um veículo novo e é mais fácil de encontrar peças – quando o Hyundai HB20 foi lançado, a espera por algumas peças para reparo chegava até três meses. Também há o aspecto psicológico: como o carro custou menos, inconscientemente o dono irá dirigir com mais tranquilidade, sem o stress causado pelo medo de bater o veículo novo em folha. Sem essa barreira, o risco de cometer um erro é menor.

Menos taxas

O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, também conhecido como IPVA, é calculado sobre o valor do automóvel. Isso significa que, como o usado vai perdendo valor de mercado, o valor do imposto do carro seminovo vai diminuindo junto. Além disso, um veículo novo precisa ser registrado, enquanto o seminovo pede apenas pela transferência do documento, um custo muito menor do que o de registro.

Defeitos resolvidos (ou parte deles)

Um carro novo não é garantia de não ter dor de cabeça com defeitos. Em alguns casos, um modelo recém-lançado pode ter um defeito crônico que, dependendo da marca e da gravidade, pode demorar anos para ser resolvido. Com um carro seminovo, a chance desse problema já ter sido solucionado em um recall é muito maior e o dono anterior já teve a tarefa de ficar esperando uma concessionária arrumar a falha. Se for um problema sem solução, basta escolher outro modelo e fugir do mico.

Fonte: Carros – iG

Por que a escala do velocímetro vai muito além da velocidade que o carro pode atingir?

Velocímetro da Fiat Toro

 

Por que um velocímetro vai até 240 km/h, caso da Fiat Toro, se o automóvel muitas vezes não passa de 190 km/h?

A razão é simples: questão de marketing, principalmente. E isso ocorre com todos os fabricantes de automóveis. A diferença é que alguns exageram mais, outros menos.

Essas empresas adotam velocímetros cuja escala vai muito além da velocidade máxima efetiva – mesmo considerando o erro do velocímetro (que geralmente exibe uma velocidade maior que a real), influência do vento ou declives da pista – como uma forma de passar a impressão de um desempenho maior do que de fato o veículo tem.

 No caso da Toro, a própria Fiat explica que não há um padrão estabelecido de escala do velocímetro para os seus carros, podendo variar de um modelo para outro. O do Punto T-Jet, por exemplo, indicava otimistas 270 km/h, enquanto a máxima divulgada pela própria fábrica era de 203 km/h. Outro caso clássico foi o do Renault Clio 1.0, que durante certo tempo teve um velocímetro com escala até os 250 km/h.
Mas o mais emblemático talvez seja o do Effa M100, famoso por não ter completado nosso teste de Longa Duração por deficiências no produto e na rede de pós-venda. Apesar de a fábrica divulgar uma máxima de 120 km/h (no teste da QUATRO RODAS em 2008, ele atingiu apenas 117 km/h), seu velocímetro ia até 200 km/h. Haja coração!
Painel de instrumentos do Effa M100

Fonte: Quatro Rodas

Veja 16 dicas na hora de comprar um usado

Usado

Por João Anacleto // Foto: Divulgação

A grana está curta para comprar um carro 0 km e vai optar por um seminovo? Selecionamos 16 dicas que vão te ajudar a fazer um bom negócio e evitar que você entre em uma fria. 

PREÇO

Antes de tudo tenha uma base de valores para saber exatamente o quanto custa o carro que você está procurando. A tabela FIPE é uma excelente base de pesquisa. Se a unidade escolhida estiver com preço em torno de 5%, para cima ou para baixo, negocie. Acima disso, você tem que pechinchar. E muito abaixo, pode desconfiar. Tem algo errado aí.

LUGAR

Procure sempre ir acompanhado ou marque em um local movimentado para fechar o negócio. Em especial quando o carro for de algum particular, e não de uma agência. Prefira fazer a visita durante a luz do dia. Não é raro os compradores sofrerem golpes, extorsões e até assaltos na hora de ver o carro combinado previamente.

REVENDAS

É claro que comprar de uma pessoa física sai mais barato, no entanto se você compra em uma revenda, está amparado pelo Código de Defesa do Consumidor. Sim, há uma lei que obriga que a empresa dê, pelo menos, três meses de garantia para o produto adquirido, independente de qual for o defeito. No particular você fica descoberto pela lei.

PAGUE À VISTA

Em época de recessão é raro quem tenha dinheiro na mão. No entanto, com o declínio da renda média também está difícil aprovar o crédito. Hoje a taxa varia entre 1,6% e 3,9%, dependendo do valor do crédito e do número de parcelas. E mais uma: carro usado não tem facilitação. O “taxa zero” e o “sem entrada” são coisas de 0 km.

LEVE A LUPA

Você escolheu o carro, combinou com o dono e foi lá dar uma olhada. Quando chega… o veículo está sujo, empoeirado. Fique esperto! Alguns vendedores deixam o carro assim para você não perceber falhas na pintura, riscos ou possíveis batidas leves. Se for o caso e você quiser muito o automóvel, pague um lava-rápido. Vale o investimento.

O MECÂNICO

Não adianta você entrar no carro, acelerar três vezes, ficar ali fingindo que conhece o ronco do motor e achar que está bom. Caso não tenha noções de mecânica, leve junto alguém que manje do métiêr. Um válvula batendo, o óleo que não sobe ou um radiador entupido podem se tornar problemas graves se você não detectar na hora.

PNEUS

Pneus gastos nem sempre significam  carro mal cuidado. Normalmente são sinônimo de honestidade. Mas, para isso, faça uma conta simples. O jogo de pneus dura entre 40 mil e 50 mil km. Então você sempre calcula a quilometragem com base nisso. Se pegar um carro com 30 mil km e pneus novos, há grande chance de o hodômetro ter sido fraudado.

PEDAIS

Outros que pegam o fraudador de hodômetro no pulo. Ele estão sempre gastos de acordo com o tempo em que foram usados. A não ser que o dono seja um alpinista que dirige com botas com cravos de alumínio, um carro de 40 mil km não deve ter os pedais desgastados a ponto de você não conseguir enxergar as ranhuras da borracha.

TUDO À MÃO

Outro ponto que “entrega” a idade do carro são as partes que o motorista mais toca com as mãos. O suor e a exposição ao sol acabam por deteriorar volante e manopla de câmbio, mesmo se as peças forem forradas de couro. Se o carro estiver com baixa quilometragem e tais peças apresentarem desgaste desista do negócio na hora.

EQUIPAMENTOS

Ar-condicionado, rádio Double-din, sistema flex, direção hidráulica, bancos de couro… Tudo isso é mais bem feito quando sai de fábrica junto com o carro. Não arrisque em comprar um carro usado ou seminovo que teve esses itens instalados fora da fábrica. Isso serve também para vidros e travas elétricas. Só o alarme passa nessa peneira.

CHASSIS

Tal problema você resolve na hora em que o seguro chega para fazer a vistoria. Mas até isso acontecer o seu cheque já pode ter compensado e aí haja Doril. Assim, olhe sempre os números em baixo relevo que ficam no motor e no assoalho do carro. Confronte com os que aparecem nos vidros. Se algum deles não bater, anote a placa e chame a polícia.

VOLTINHA BÁSICA

Seja cara de pau, afinal você é o cliente do momento e sempre terá razão. Faça um test-drive. Cheque tudo, desde como o volante está alinhado, qual o barulho que a porta faz e se há os “grilos” quando se passa por buracos. Tente, também, manter a aceleração em rotações mais altas por um tempo para ver se o motor não falha.

PORTA-MALAS  E CAPÔ

Aqui estão os calcanhares de Aquiles de quem quer enganar o comprador. A tarefa é simples e até a sua avó com miopia pode ver. Na frente olhe os parafusos que juntam pecas da carroceria ao monobloco. Se eles estiverem de cores diferentes do restante, possivelmente o carro foi batido. Na traseira é só tirar o tapete do porta-malas e conferir a cor.

BANCOS

Outros que entregam a idade do carro. Ainda que seja de couro, é nítida a diferença entre um estofamento de um veículo de 30 mil km e outro que rodou mais de 50 mil km. Sempre que for ver um carro compare com as fotos da época do lançamento. Procure na internet as fotos originais da cabine.

AMIZADE

Sempre que for possível juntar o seu desejo de comprar um carro com a vontade de um amigo vender, não deixe passar! Tenha certeza de que a pessoa que conhece você está com mais medo de vender o carro do que você de comprá-lo. E se der algum problema, é mais fácil entrar em um acordo e achar a quem reclamar. Taí uma boa oportunidade de negócio.

SAIA DA CIDADE

Às vezes o carro que você quer, mas acha que está caro demais, pode ser encontrado mais barato em outra cidade. A pesquisa pode começar pela internet, mas você deve concluí-la no local de venda. É o caso das picapes 4×4. Não adianta querer vendê-las bem em São Paulo. No Sul e no Centro-Oeste elas são muito mais procuradas e, claro, valorizadas.

Lubrificante: sabia que ele ajuda a economizar combustível?

De uma maneira geral, as pessoas não associam uma coisa à outra. Mas elas estão intrinsecamente ligadas. O óleo que lubrifica o motor do seu carro pode sim auxiliar na redução do consumo de combustível. Vamos explicar. Você sabe que o lubrificante do motor tem uma viscosidade, que a grosso modo pode ser traduzida como facilidade ou dificuldade de escoar, dependendo da temperatura em que se encontra. Quanto mais quente mais “fino’ e quanto mais frio mais “grosso” fica o óleo.

No manual do proprietário de cada carro está especificada a viscosidade recomendado para aquele motor. Você consegue entender que, se utilizar um óleo de viscosidade mais alta que a recomendada pelo fabricante, mais esforço vai requerer do motor para que o óleo atinja todas as partes a serem lubrificadas.

Além de dificultar a lubrificação, aumentando o desgaste, você exigirá mais do motor para manter esse óleo mais grosso em circulação. É claro que isso acarretará um aumento no consumo de combustível. Pequeno, é claro, mais ele acontecerá. O mais serio, neste caso, é que você estará lubrificando mal o motor, o que resultará uma redução de sua vida útil. Isso acontecerá, principalmente, nas partidas a frio, no transito, e sempre que o motor for muito exigido em baixas rotações.

Em contrapartida, se você optar por um óleo mais “fino”, ou seja, de viscosidade inferior
àquela recomendada pelo fabricante do seu veiculo, objetivando a redução dos esforços e a consequente redução no consumo, poderá estar correndo outro risco: a baixa pressão do lubrificante na linha que conduz o óleo as peças móveis ser insuficiente, podendo, até mesmo, acarretar na falta de lubrificação nas partes altas do motor.

Ficou claro que o grande lance é utilizar exatamente o lubrificante recomendado pelo fabricante do motor? Sem sustos e nem riscos. Dá para melhorar? É possível sim. E vamos explicar como.

O mercado de lubrificantes evoluiu muito nas ultimas décadas. O surgimento comercial de óleos 100% sintéticos, desenvolvidos sem a utilização de óleos minerais em sua composição, criaram lubrificantes absolutamente estáveis e homogêneos nas mais variadas gamas de temperaturas, mantendo o motor com sua lubrificação máxima, com o mínimo esforço para girar. Óleos de primeiríssima linha, dignos de carros de competição, que se moldam as exigências do motor. Suas desvantagens? O altíssimo preço pelo qual essas verdadeiras maravilhas tecnológicas são vendidos. Em contrapartida, garantem longevidade e confiabilidade ao motor por muitos e muitos anos.

Existem outros segredos? Quando o assunto é lubrificação, os segredos não param. Se o motor do seu carro já está desgastado pelo tempo e pelo uso, já está ruidoso pelos grandes aumentos das folgas internas, há um paliativo. São aqueles aditivos que reduzem as folgas e consequentemente o ruído de funcionamento. Estou falando desses aditivos como Bardhal Prolonga, STP ou Wynn’s, que se assemelham ao mel tamanha é a sua viscosidade. Eles acalmam a maioria dos ruídos internos de um motor cansado.

Há também os aditivos que reduzem os atritos internos do motor, como Molycote, Militec e outros a base de teflon. Esses reduzem os atritos internos, melhorando a performance e a durabilidade dos motores. Como a uma redução no atrito interno, sente-se até mesmo uma ligeira melhora no desempenho do carro. Para quem é preciosista com a lubrificação do seu carro, uma boa dica que eu particularmente uso e atesto bons resultados.

Fonte: Motor Show

Harley-Davidson e Marvel criam motos dos super-heróis

Motos Harley-Davidson customizadas Marvel (Foto: Divulgação)

A Harley-Davidson e a Marvel se uniram para criar motocicletas customizadas com a temática de heróis e vilões do mundo dos quadrinhos.

Do Homem-Aranha ao Homem de Ferro, do Pantera Negar ao Capitão América as motos foram inspiradas nos uniformes e poderes de cada personagem.

Esta não é a primeira vez que as empresas fazem negócios juntas.

O projeto de moto elétrica da Harley apareceu em “Os Vingadores 2 – A era de Ultron” e os modelos da marca têm presença constante nos filmes do Capitão América.

Dessa vez, a parceria foi entre concessionários Harley-Davidson da Austrália e Nova Zelândia e a Marvel.

O projeto, chamado de Super Hero Customs, teve um site criado para que os fãs possam votar na moto favorita e concorrer a prêmios.

Capitão América

Harley-Davidson Street Glide Special do Capitão América (Foto: Divulgação)Harley-Davidson Street Glide Special do Capitão América (Foto: Divulgação)

Homem-Aranha

Harley-Davidson 883 do Homem-aranha (Foto: Divulgação)Harley-Davidson 883 do Homem-aranha (Foto: Divulgação)

Pantera Negra

Harley-Davidson Breakout do Pantera Negra (Foto: Divulgação)Harley-Davidson Breakout do Pantera Negra (Foto: Divulgação)

Homem de Ferro

Harley-Davidson V-Rod do Homem de Ferro (Foto: Divulgação)Harley-Davidson V-Rod do Homem de Ferro (Foto: Divulgação)

Fonte: G1

Como fazer uma viagem de moto pelo mundo sem dinheiro?

Muitas pessoas sonham em viajar pelo mundo de moto, mas, a grande maioria não parte porque precisa de um montão de dinheiro para fazê-lo. É verdade, mas existem alternativas para pessoas de atitude!

Quando Daniel Rintz decidiu que iria viajar pelo mundo, ele não tinha nenhuma poupança financeira para tal. Apenas uma antiga BMW R80GS, a qual deu o nome de Marianne.

 

 

Sua idéia era trabalhar durante a viagem, sobrevivendo apenas do dinheiro que fizesse no caminho. Trabalhou em canteiros de obras, campos de arroz… foi também instrutor de Photoshop na Universidade do Cairo. Desenvolveu sites sempre que apareceu o serviço e tinha conexão com a Internet.

Ao longo do caminho ele rodou por áreas em zonas de guerra, experimentou problemas mecânicos e teve que lidar constantemente com a ameaça de ficar sem dinheiro. Viajou sozinho, sem patrocinador e sem dinheiro em caixa. Um dos divisores da sua longa viagem ocorreu quando sua moto quebrou no Paquistão, perto da fronteira com o Afeganistão. Naquele momento ele só tinha no bolso U$10. Foi a partir dai que ele finalmente parou de tentar controlar sua situação… e foi onde tudo se tornou mais fácil.

 

 

Daniel viajou 27 países por dois anos e oito meses, a captura de 100 horas de filmagem da sua jornada. Ao voltar para casa, ele estava determinado em fazer um documentário, mas, mais uma vez, não tinha dinheiro! Novamente, isso não o impediu para realizar seu sonho e foi atrás de financiamento para o seu filme, através de um site chamado Indiegogo. A campanha no site acabou levantando pouco mais de 26 mil dólares americanos e Daniel foi capaz de produzir seu filme, com o título “Somewhere Else Tomorrow” (Em algum lugar amanhã – na tradução livre). O filme foi mostrado numa feira de aventura, chamada Overland Expo, no estado do Arizona/EUA, em 2014. A história oferece uma mensagem inspiradora para viajantes/aventureiros, incentiva a buscar coragem em seguir seus sonhos.

Daniel é nascido na Alemanha, mas mora nos Estados Unidos. O filme dele está a venda na Internet, mas não sei se é feita a venda para entrega no Brasil. Recomendo!

Confira mais no link – www.open-explorers.com/movie.html

Fonte: Rock Riders

Mito ou verdade: ‘Viajar com vidro aberto e ar desligado economiza combustível’

Muita gente acredita que, desligando o ar-condicionado e abrindo os vidros, vai conseguir diminuir significativamente consumo de combustível do carro.

Porém, viajar em velocidade superior a 70 km/h com os vidros abertos é derrubar anos de desenvolvimento de carroceria: o coeficiente de atrito (Cx) aumenta muito nessa situação e, consequentemente, o consumo também cresce.

Quanto melhor for a aerodinâmica do carro (Cx baixo), maior será o consumo de combustível caso os vidros estejam abertos. Explicando melhor: se você tiver dois veículos a 100 km/h, um sedã (baixo Cx) e um SUV (alto Cx), o sedã consumirá cerca de 20% a mais com os vidros abertos e o SUV pode “beber” apenas 8% a mais.

Uma dica bacana, para quem possui a função consumo instantâneo no computador de bordo do carro, é fazer a experiência na estrada. Mantenha a velocidade a 100km/h e verifique o consumo instantâneo com o ar desligado. Depois abaixe os vidros, mantendo a mesma velocidade, e verifique novamente o consumo instantâneo. Este teste dará uma ideia de quanto a aerodinâmica do seu carro representa  no consumo de combustível.

O ar é sempre um vilão?

O ar-condicionado ligado consome entre 10% e 20% a mais de combustível. Esse consumo varia de acordo com a frequência em que o compressor fica ligado. Para dias mais quentes e trânsito lento, o consumo será maior. Para ter mais exatidão, você pode fazer o mesmo teste acima, com ar ligado e depois desligado, mas com vidros fechados.

Nos carros mais antigos, abaixo dos anos 2000, o ar-condicionado exige maior esforço do motor e, consequentemente, o consumo de combustível será maior.

Então, é mito ou verdade? A resposta é: em termos. De maneira geral, podemos dizer que, acima de 70 km/h, o melhor é usar vidro fechado e ar ligado, por causa da aerodinâmica e também do conforto. Abaixo desta velocidade, desligar o ar e rodar com os vidros abertos pode surtir efeito na economia de combustível.

Viajar com com vidro aberto e ar desligado economiza combustível? G1 explica

Fonte: Oficina do G1

Monja Coen e suas palavras sobre pilotar uma moto

Líder da comunidade Zen Budista no Brasil e motociclista…

“Quilometro por quilometro, instante por instante. A moto tem muito isso, você tem de estar inteiro, com atenção permanente. Você e a moto tem de se tornar um corpo só, e não uma dualidade. Se você pensar que é você e a moto, você cai. Tem de pensar que é uma coisa só. E prestar muita atenção porque você está em contato com o vento, sem proteção. Justamente por isso, seu estado de alerta tem de ser maior.

As pessoas estariam mais saudáveis se andassem de moto porque é necessário um controle – e isso faz muito bem para o corpo e para a mente. A moto exige muita consciência.

O que a moto tem de similar com a meditação é que você não pode ficar guiando a moto divagando, pensando em problemas e dificuldades. Tem de esvaziar a mente, e isso não significa ficar sem nada na mente, e sim estar com ela aberta para as inúmeras possibilidades.

Eu costumo dizer que a plena atenção, na meditação, é como uma lente grande-angular, que não tem foco único, mas está aberta a todas possibilidades. Ela não vai focar somente você, e sim todo o ambiente ao seu redor. E mesmo assim você estará em foco perfeito. Este é o foco que a moto exige: o foco do meu caminho, da direção e de tudo que há à volta.

A moto é como a vida. É ela que diz a você quando mudar a marcha, você não escolhe. Tem de ficar em sintonia com ela. E essa é a sintonia que a gente tem de ter com a vida. Quando é que eu não posso acelerar? Quando é que devo ir mais devagar? A moto é uma filosofia de vida. Se você não ouvir e sentir, cai. Existe uma frase no budismo que diz assim: “Vá reto por uma estrada cheia de curvas”. As pessoas pensam que você vai entrar na curva e se matar, mas não é nada disso. Seja macio na curva, seja a curva quando ela aparece. E isso a moto ensina, a ser flexível”.

Monja Coen pilota desde os anos 70, foi uma das primeiras mulheres a pilotar uma moto no Brasil.

Fonte: Rock Riders

Motores elétricos no lugar de amortecedores

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Você já pensou em colocar motores elétricos no lugar dos amortecedores de um automóvel? Parece algo estranho, mas a Audi pensou. E não é só para melhorar o conforto ou o desempenho. Tem um motivo muito mais nobre: recuperar a energia cinética na suspensão para aproveita-la em forma de energia elétrica.

Como na mobilidade futura, a recuperação de energia tem uma importância muito grande, inclusive na suspensão, a Audi criou um protótipo denominado eROT (elétrico rotacional), no qual amortecedores rotativos eletromecânicos substituem os atuais telescópicos hidráulicos.

Segundo o Dr. Stefan Knirsch, do Conselho Técnico da Audi, cada buraco, lombada ou curva, induz energia cinética no veículo. Os amortecedores atuais absorvem essa energia, que é perdida imediatamente ao ser transformada em calor. Com os novos amortecedores eletromecânicos, acoplados a um sistema elétrico de 48 volts, essa energia pode ser utilizada em alguma outra parte do veículo, além de permitir possibilidades inteiramente novas de ajuste da suspensão.

O sistema eROT, que no fundo é uma suspensão ativamente controlada, segundo a Audi, adapta-se de forma ideal às irregularidades do terreno e ao estilo de condução do motorista. E, por meio de softwares, é possível controlar os movimentos das rodas com uma eficiência e possibilidade de acerto de suspensão muito maior do que com os amortecedores convencionais. Ou seja, segundo a Audi, com o eROT é possível configurar o amortecimento no ciclo de compressão para ser confortavelmente suave, sem comprometer a absorção de energia necessária durante o ciclo de expansão. Além disso, os “moto-geradores” instalados horizontalmente no eixo traseiro, no lugar dos telescópicos verticais, permitem um ganho no espaço do porta-malas.

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O sistema eROT permite, ainda, uma segunda função, podendo converter a energia cinética em elétrica, tanto no ciclo de amortecimento como no de expansão. Isso é feito por meio de um braço mecânico ligado ao cubo da roda, que transmite a força desse movimento por meio de uma série de engrenagens, para o moto-gerador. Este, por sua vez, a converte em eletricidade. O resultado dessa recuperação foi de 100 a 150 watts, em média, nos testes realizados em ruas e estradas alemãs, sendo de 3 watts em rodovias recém-pavimentadas e até 613 watts em vias secundárias, de piso irregular.

Essa nova tecnologia é baseada em um sistema elétrico de 48 volts, com baterias de íons de lítio com capacidade de 0,5 kW/h e pico de saída de 13 kW, que é ligado ao sistema convencional de 12 volts do carro, por um conversor de corrente contínua. Para ser viável no futuro é preciso que o veículo tenha o sistema elétrico de 48 volts, o que já está em estudo na Audi. Tanto que, no próximo protótipo, planejado para o ano que vem, o sistema elétrico de 48 volts servirá como sistema primário para alimentar uma tração híbrida de alto desempenho, capaz de permitir uma economia de combustível de 0,7 litro para cada 100 quilômetros rodados.

Imagens: divulgação Audi.

Fontes: Motorpress

Feliz Aniversário, Teresina!

Teresina é pura energia! O trânsito é fluído, as principais calçadas são espaços para maratonas e a temperatura na sombra lembra o calor humano de seus conterrâneos! a cidade aquece, move, inspira, atrai, agrada, intriga, emite, desenvolve, evolui! e muito mais vem aí após seus 164 anos.

Teresina 2016