Alinhamento e balanceamento das rodas: o que é e por que fazer

Alinhar e balancear os pneus é de extrema importância para cuidar bem deles. Garante que respondam de forma adequada ao volante, evitando desgaste e reduzindo o consumo.

Quando levamos o carro para trocar os pneus, os mecânicos sempre nos perguntam se queremos fazer o alinhamento e balanceamento das rodas. Embora seja muito importante, algumas pessoas recusam e deixam o carro como está. Rodas desalinhadas e/ou desbalanceadas vão aumentar o desgaste, fazendo com que o dinheiro economizado ao não fazer o serviço seja repassado para um novo conjunto de pneus.

E, afinal, o que é alinhamento e balanceamento? Quando passamos por buracos ou o pneu bate contra o meio-fio, as rodas podem ficar desalinhadas em relação ao volante. É fácil de perceber: se o carro está puxando para um lado quando o volante está reto, é porque está desalinhado, sendo necessário fazer o alinhamento para reajustar os ângulos das rodas para que todas fiquem paralelas entre si e no mesmo ângulo que o volante.

 Já o balanceamento é feito para corrigir o equilíbrio entre as rodas e os pneus, permitindo que os pneus girem sem causar vibrações. O desbalanceamento é quando uma roda está carregando mais peso do que o lado oposto. Para corrigir essa falha, é colocado um peso de chumbo medido na roda oposta ao que está segurando mais peso, distribuindo o peso total do carro em todas as rodas.

Em ambos os casos, essa falha fará com que um pneu se desgaste mais rapidamente. Uma roda desalinhada vai fazer com que as bordas dos pneus se desgastem mais. No caso de uma roda desbalanceada, ela irá trepidar e, pelo peso, o atrito será maior pelo esforço feito para conseguir girar. Além disso, podem surgir alterações na forma de dirigir, o que pode levar a acidentes.

O ideal é fazer o alinhamento e balanceamento a cada 10 mil quilômetros rodados, quando trocar os pneus, ou caso tenha passado por alguma situação que possa ter modificado a alteração na regulagem da geometria da suspensão. Descer e subir guias das calçadas, passar por buracos e valetas muito profundas ou estradas muito acidentadas, por exemplo. Então, se perceber que o carro está puxando para um lado ou vibrando demais, vá ao mecânico.

Se seu carro está com a manutenção em dia, com a suspensão e os amortecedores em bom estado, só será necessário fazer o alinhamento e balanceamento. Então, se algum mecânico falar que você tem que trocar alguma peça, fique de olho. Caso a roda tenha sofrido um impacto forte, pode ser necessário fazer a cambagem, ou seja, arrumar a inclinação da roda. No entanto, é um defeito difícil de acontecer.

Fonte: iG 

Dez carros exclusivos feitos para clientes muito especiais

Cadillac On “The Beast”

Cadillac On "The Beast"Cadillac On “The Beast” | Crédito: Divulgação

“The Beast” (A Fera) é a limusine oficial do presidente dos EUA. Feita sobre chassi do caminhão GMC Topkick, tem blindagem de 12 cm que suporta mísseis leves, um canhão de gás lacrimogênio, tanque de oxigênio, sistema de comunicação via satélite e até bolsa de sangue do tipo de Barack Obama.

A presidência dos EUA possui uma frota de nada menos que 12 exemplares idênticos. Dois deles acompanham as comitivas em viagens internacionais, acompanhados de um Chevrolet Suburban também blindado que funciona como central de comunicações. Para transportá-los, é destacado um avião cargueiro C-17 Globemaster.

Fusca conversível
Fusca conversível

Itamar Franco no Fusca conversível | Crédito: Rogério Montenegro

Em 1993, a pedido do então presidente Itamar Franco – e, dizem os bastidores, bem a contragosto – a VW voltou a fabricar o Fusca, após sete anos de aposentadoria. No relançamento, o político pediu quatro conversíveis para recriar a cena de JK ao inaugurar a fábrica da VW, em 1959. Um deles ficou com o próprio Itamar.

A segunda vida do Fusca no Brasil, porém, teve vida curta: em 1996, após 46 mil unidades produzidas, o modelo definitivamente passou para a história.

Lotec Mercedes-Benz C1000

Lotec Mercedes-Benz C1000

Lotec Mercedes-Benz C1000 | Crédito: Divulgação

Nos anos 90, um bilionário árabe encomendou à Lotec (uma fabricante alemã de carros de corrida e componentes para a Mercedes) um superesportivo único, com uma missão: ser o carro mais rápido do mundo.

Com um V8 biturbo de 1.000 cv, prometia atingir 431 km/h, mas sua aceleração e velocidade nunca foram medidos – e a se julgar pelo fato de que o carro já foi posto à venda pelo menos duas vezes nos úlimos anos, sem encontrar compradores, a dúvida deve persistir.

Porsche 928 Study H50

Porsche 928 H50

Porsche 928 H50 | Crédito: Divulgação

Em 1987, o fundador Ferry Porsche completou 75 anos e ganhou da marca um 928 de entre-eixos alongado e quatro portas, no estio shooting brake.

O Porsche 928 em si, apesar de revolucionário dentro da marca (tinha motor dianteiro refrigerado a água e ótima performance), foi rejeitado pelos fãs mais puristas. Já o protótipo H50 serviu de inspiração para futuros modelos, como o Panamera.

Bentley State Limousine

Bentley State Linousine

Os príncipes William e Harry a bordo do Bentley State Limousine | Crédito: Reprodução

Nos 50 anos do reinado de Elizabeth II, em 2002, a Bentley presenteou-a com um Arnage 91 cm mais longo, 25 cm mais alto e 15 cm mais largo. Com 4 toneladas, o blindado encara até um campo minado.

Mercedes-Benz “Papamóvel”

Mercedes-Benz G 230 "Papamóvel"

Mercedes-Benz G 230 “Papamóvel” | Crédito: Divulgação

Fornecedora dos papas há mais de 80 anos, a MB fez o primeiro papamóvel com cabine transparente blindada, baseado no Classe G. Usado por João Paulo II na Alemanha em 1980, foi depois doado ao Vaticano.

Veyron Pegaso Edition

Bugatti Veyron Pegaso Edition

Bugatti Veyron Pegaso Edition | Crédito: Reprodução

Um barão russo do petróleo que vive em Dubai encomendou em 2007 um Bugatti Veyron com 200 cv além dos 1.001 de série. O resultado é um bólido vermelho metálico e branco-pérola capaz de ir a 435 km/h, com pintura e acabamento exclusivos.

Ferrari 456 GT Venice

Ferrari 456 GT Venice

Ferrari 456 GT Venice | Crédito: Reprodução

Em 1996, a Ferrari atendeu a um pedido do sultão de Brunei Jefri Bolkiah: sete peruas do cupê 456 GT. Mas só ficou com seis, ao custo de US$ 1,5 milhão. A sétima foi para a Pininfarina, responsável pelo projeto.

McLaren X-1

McLaren X-1

McLaren X-1 | Crédito: Divulgação

Em 2012, um cliente anônimo não muito satisfeito com a falta de exclusividade do McLaren MP4-12C solicitou à fabricante algo diferente. O projeto levou mais de dois anos e envolveu uma competição interna entre diversos designers da McLaren.

O resultado, apesar de polêmico, é único. Por baixo da plataforma mecânica do MP4-12C, o X-1 remete aos modelos art-déco da década de 30, com portas no estilo tesoura e carenagens cobrindo as rodas traseiras.

Rolls-Royce Phantom Louis XIII

Rolls-Royce Phantom Louis XIII

Rolls-Royce Phantom Louis XIII | Crédito: Divulgação

O chinês Stephen Hung encomendou por 20 milhões de libras 30 Phantom para os hóspedes do Hotel Louis XIII, que será aberto em 2016, em Macau. Dois terão itens externos e internos banhados a ouro.

Fonte: Quatro Rodas

Hackers chineses conseguem controlar carro da Tesla à distância

Hackers conseguem controlar funções de carro da Tesla (Foto: Reprodução/YouTube)

Uma brecha na eletrônica do Tesla Model S permitiu que hackers chineses controlassem o sedã à distância e em movimento. O experimento foi demonstrado em vídeo (assista aqui).

Para invadir o sistema à distância, os especialistas fizeram o carro se conectar a um ponto de wi-fi malicioso e aproveitaram uma brecha no navegador, enquanto o motorista usava a web para buscar o posto de recarga para a bateria elétrica mais próximo.

A partir dali, os hackers do Keen Security Lab, uma divisão da gigante da internet Tencent, assumiram o controle do sistema de entretenimento, do computador de bordo.

Eles também destravaram as portas do carro, abriram o teto solar, mexeram no ajuste dos bancos e ligaram as setas.

O grupo também conseguiu controlar o carro quando estava em movimento. Eles abriram o porta-malas, rebateram um dos retrovisores durante uma mudança de faixa e acionaram o freio, remotamente.

Tesla cumprimenta hackers

A Tesla reconheceu a vulnerabilidade no sistema e anunciou uma correção no programa de computador nesta terça-feira (20), dizendo que foi avisada há apenas 10 dias sobre a brecha.

A montadora tem a vantagem de poder atualizar o sistema automaticamente, sem que os proprietários precisem levar os carros a lojas para o conserto.

A Tesla cumprimentou os hackers pelo feito e disse que pretende recompensá-los por ajudarem a testar o sistema, permitindo correções antes que isso se tornasse um problema para os clientes.

Tesla Model S (Foto: Divulgação)

Outros casos
Outras montadoras enfrentaram problemas com brechas na eletrônica embarcada nos carros. Um dos casos mais rumorosos foi parecido com esse da Tesla: hackers americanos conseguiram invadir remotamente um Jeep Cherokee e também controlaram o carro em movimento. A vulnerabilidade fez a empresa convocar um recall de milhões de veículos que usavam aquele sistema de conectividade.

Os sistemas de partida sem chave (“keyless”, em inglês) também são considerados arriscados para a segurança. Um estudo da associação alemã de automóveis (Adac) com 24 modelos, divulgado em março passado, mostrou que eles puderam ser abertos e ligados facilmente com uso de equipamentos simples de rádio.

Em agosto último, pesquisadores da Universidade de Birmingnham, na Inglaterra, descobriram que cerca de 100 milhões de veículos do grupo Volkswagen com partida sem chave também são vulneráveis.

Tesla na mira

A ação de hackers foi mais uma dor de cabeça para a Tesla, mas nem perto se compara à de julho passado, quando o Model S foi notícia após um acidente em que o motorista morreu e o sistema de “piloto automático” limitado, chamado Autopilot , estava ativo.

A fatalidade, considerada a primeira com a tecnologia de automação dos carros, esquentou o debate sobre a segurança desses veículos. Recentemente, a Tesla lançou uma atualização do Autopilot e afirmou que ela poderia ter evitado aquela morte.

Fonte: G1

Lista mostra 13 situações que provocam acidentes de moto

Estudo foi feito por união de motoclubes europeus

O experiente motociclista Harold de Beck, membro do motoclube holandês MAG (Motorcycle Action Group), se debruçou em informações relativas a dois mil acidentes que envolveram usuários de motocicletas em seu país. O resultado é um ranking das 13 principais situações que geraram tais acidentes.

A iniciativa de Harold nasceu de uma ação promovida pela Fema, a união das associações de motoclubes de toda a Europa, que convocou seus associados a colaborarem para a realização de uma aprofundada pesquisa sobre o uso da motocicleta no continente. Entre novembro de 2011 e abril de 2015, foram cerca de 18 mil entrevistas.

 

Batizado de “Riderscan”, o estudo tem quase 200 páginas e pode ser obtido no site oficial da Fema (neste link aqui).

13 situações que mais geram acidentes sobre duas rodas

1. Frenagem de emergência

2. Piso escorregadio

3. Erro na execução de uma curva

4. Travamento de roda por frenagem excessiva/errada

5. Desrespeito da preferencial (semáforo ou sinalização de “Pare”)

6. Veículo que ingressa na via saindo de garagem ou de via secundária

7. Veículo que vem em sentido oposto e cruza a frente da moto

8. Veículo trafegando na contramão

9. Veículo que muda de pista e atinge a moto lateralmente

10. Veículo que atinge moto parada por trás

11. Veículo que desvia de obstáculo e atinge a moto lateralmente

12. Veículo que atinge a moto por trás por erro de cálculo na ultrapassagem

13. Moto que bate atrás de outro veículo por não manter distância

Fonte: Uol

Advocacia-Geral da União recorre para manter multa do farol baixo

A AGU (Advocacia-Geral da União) entrou na quarta-feira (14) com recurso na Justiça Federal em Brasília contra a decisão liminar que suspendeu a cobrança de multa a motoristas que transitarem com o farol desligado nas rodovias do País. A liminar considera falta de sinalização.

No dia 2 deste mês, o juiz federal Renato Borelli, da 20ª Vara Federal, determinou em caráter liminar a suspensão das multas até que as rodovias estejam devidamente sinalizadas, com base em ação civil pública movida pela ADPVAT (Associação Nacional de Proteção Mútua aos Proprietários de Veículos Automotores).

A AGU não divulgou o conteúdo do recurso por “estratégia processual” e informou apenas que pediu “reconsideração” da liminar ao mesmo juiz. Enquanto não houver nova decisão, a aplicação de multas pelo não uso do farol baixo nas rodovias continua suspensa no País, até mesmo nas estradas que já têm a sinalização exigida.

A lei federal que determina o uso de farol baixo por todos os veículos, até durante o dia, entrou em vigor em 8 de julho e seu descumprimento é considerado infração média, com multa de R$ 85,13 e anotação de 4 pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação). A partir de novembro, o valor da multa vai subir para R$ 130,16.

 O objetivo da lei, segundo o governo, é aumentar a segurança nas estradas e reduzir o número de acidentes, especialmente as colisões frontais. De acordo com a PRF (Polícia Rodoviária Federal), o uso de farol baixo durante o dia permite que o veículo seja visualizado a uma distância de três quilômetros por quem trafega no sentido contrário.

A implementação da lei foi criticada por motoristas e especialistas em trânsito por causa da falta de sinalização, conforme o Estado mostrou em julho em rodovias estaduais e federais em São Paulo. Para os críticos, a aplicação de multas sem a devida informação aos motoristas passa a impressão de que a medida tem “finalidade arrecadatória”.

Autuações

No primeiro mês de vigência, 124 mil veículos foram autuados pela PRF. Só nas estradas estaduais de São Paulo, houve 17 mil autuações, segundo a Polícia Militar Rodoviária, o que totaliza cerca de R$ 12 milhões em infrações aplicadas.

Em agosto, a Artesp (Agência de Transportes de São Paulo) começou uma campanha nas 20 rodovias privatizadas do Estado, como os Sistemas Anchieta-Imigrantes e Anhanguera-Bandeirantes, com a instalação de 144 faixas e distribuição de 700 mil adesivos nos pedágios, alertando sobre a lei.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: R7

Veja dicas para reduzir riscos de roubo de moto

Rômulo Provetti é experiente em viagens com motos: 'O mais importante é planejar' (Foto: Arquivo Pessoal)
Rômulo Provetti é experiente em viagens com moto: “O mais importante é planejar” (Foto: Arquivo Pessoal)

Um caso de tentativa de assalto seguida de morte de um motociclista em São Paulo retomou discussões sobre a segurança nesse tipo de veículo. Veja abaixo dicas de motociclistas e especialistas sobre como reduzir os riscos de roubo e furto de motos.

Locais e horários visados
“Em São Paulo, as chegadas as rodovias, as marginais, o Centro velho, a Avenida Aricanduva e a Avenida dos Bandeirantes são locais onde há uma grande incidência de roubos de motos”, afirmou o especialista em segurança Diógenes Lucca.

Com relação a horários, ele aconselhou redobrar a atenção no início e no fim do dia.

Atenção a motos com 2 ocupantes
Lucca lembrou que o motociclista já tem por hábito dirigir prestando atenção ao seu entorno, para se proteger dos carros. “Aproveite essa postura para prestar atenção em motocicleta com dois ocupantes. É sinal de risco”, aconselha.

Evite deixar a moto na rua
Lucca afirma que, se a moto não tem seguro, é melhor evitar estacioná-la na rua, apesar de que nem todos os estacionamentos aceitam motos.

Dificulte a vida do ladrão
Caso não tenha alternativa, use correntes e travas, lembra Lucca: “Todos os mecanismos  que você cria para dificultar a vida do criminoso, tanto melhor”.

Alguns modelos possuem travamento de guidão ou outro. O especialista em motos Roberto Agresti aconselhou, na coluna Dicas de Motos, a usar pelo menos uma trava, além da original. Contanto que o movimento de colocá-la e tirá-la seja rápido, para evitar ao máximo ficar parado na rua.

É recomendável travar a moto inclusive na garagem do prédio onde mora. Se, em casa, a moto ficar à vista de quem passa na rua, melhor deixá-la coberta, escreveu ele.

Lucca acrescenta que é interessante usar rastreadores, que podem dar alguma chance de recuperar o veículo.

Cuidado para entrar em casa
Assim como os motoristas, quem conduz moto deve tomar cuidado na hora de entrar em casa. “Minha rua é curta e tem pouco movimento. Se percebo alguém estranho, dou mais uma volta antes de entrar”, aconselha motociclista Rômulo Provetti, que mora em Belo Horizonte e é o criador do site “Viagem de moto”.

Também é recomendável variar os trajetos mais usados.

Tipo de moto faz diferença
Assim como ocorre com carros, as motos mais visadas costumam ser as mais populares, para a revenda de peças. Provetti diz que as esportivas, mais potentes, também costumam ser visadas para serem usadas em assaltos.

“Eu tenho um scooter e uma moto do tipo custom Harley Davidson, que, apesar de chamar a atenção, não é tão visada porque é grande e é mais difícil de guiar do que uma esportiva”, explica.

Rômulo Provetti no Deserto do Atacama, em 2009: ele prefere motos custom, por considerá-las menos visadas (Foto: Arquivo Pessoal)
Rômulo Provetti no Deserto do Atacama, em 2009: ele prefere motos custom, por considerá-las menos visadas (Foto: Arquivo Pessoal)

Vai viajar? Planeje ao máximo
Provetti já realizou viagens pelo Brasil, o deserto do Atacama, a Cordilheira dos Andes e agora se prepara para rodar pelo Hilamaia. Ele diz que, em viagens mais longas, vai sozinho ou com mais uma pessoa. As viagens em grupo são as mais curtas. “Estar em um grupo inibe o assalto, mas não tira 100%. Porém, acredito que o mais importante é planejar muito bem a viagem”, avalia.

O motociclista costuma pesquisar quanto tempo levará para percorrer uma distância e evita jornadas de mais de 10 horas, que podem se estender até a noite. Ele tem um GPS próprio para a moto e mantém o mapa atualizado.

Evite viajar à noite
Provetti diz que procura evitar viajar durante a noite, preferindo chegar às cidades ainda durante o dia. Ele também escolhe os pontos de parada, sempre em postos de gasolina, restaurantes e locais movimentados.

Para fazer passeios turísticos na região de destino, ele deixa a moto no hotel e prefere contratar passeios com guias locais. “Além da segurança e da comodidade, isso também faz com que eu não perca nenhuma atração que poderia passar batida”, observa.

Fonte: G1

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Motorista de caminhão apaixonada pela profissão dá dicas para dirigir na estrada

Aos 39 anos, quando muitas pessoas acham que é tarde para tentar algo novo, a paulistana Ruzimelia Basso mudou radicalmente de vida: deixou de trabalhar como vendedora e virou motorista de caminhão. Apesar de sempre ter gostado de dirigir, ela nunca pensou em fazer disso uma profissão – muito menos guiando um caminhão.

“Quando fiquei desempregada, um conhecido me disse que uma transportadora estava contratando mulheres. Pensei ‘por que não?’. Ele me indicou para a vaga, tirei a habilitação para dirigir veículos de grande porte e comecei a trabalhar”, conta Ruzi.

Essa mudança radical foi há 10 anos e ela já passou por empresas de diferentes segmentos, sempre no banco do motorista. “Trabalhei muito tempo fazendo transporte carga eletrônica, como notebook e computador. Viajava para outros estados e, apesar de irmos sempre de comboio, com um caminhão atrás do outro, eu ia sozinha no meu”.

Dicas para dirigir na estrada
Para espantar o cansaço das longas horas de estrada e se manter atenta ao volante, Ruzi coloca em prática algumas dicas bem simples. “Sempre paro nos postos para ir ao banheiro, beber água, esticar as pernas. Se for preciso, durmo um pouco no caminhão antes de continuar. A gente tem que ser bem cuidadosa, né?”, pondera.

Na hora de dirigir em situações adversas, como com chuva e durante a noite, o cuidado é ainda maior. “Sempre mantenho a velocidade mais baixa do que a máxima da rodovia. Quando chove, a pista fica muito escorregadia e para os caminhões isso é ainda pior. Ele é pesado (ainda mais de estiver carregado) e fica difícil de controlar, dá trabalho para frear. Tem que ir devagar mesmo”, ressalta a motorista.

Atualmente, Ruzi trabalha em uma empresa de serviços urbanos, o que fez diminui o número de viagens, mas não o tempo ao volante. “Dirijo caminhão pipa, caminhão de entulho, enfim, o que precisar. O bom é que sou bem recebida em qualquer lugar. As pessoas ficam admiradas quando veem mulher dirigindo caminhão grande e no trabalho todos os colegas me tratam muito bem”, diz.

Ela admite que, em uma manobra ou outra, já ouviu um “vai pilotar fogão!”, mas acha até graça. “Ué, eu piloto fogão e piloto caminhão. E faço os dois muito bem!”, diverte-se. Segundo ela, esses comentários preconceituosos são raridade e não fazem com que ela perca a paixão pela profissão. “Gosto muito de dirigir. Me sinto livre, vejo movimento, pessoas. Quero continuar até me aposentar”, finaliza.

Fonte: MT Agora

10 coisas que seu carro vai perder nos próximos anos

Com certeza ele irá perder valor, isso é lógico. Mas há outras coisas que vão sumir dentro do carro – e não deve demorar

Citroen C4 Picasso
Câmbio manual em carro caro já é muito raro | Crédito: divulgação

Afogador, quebra vento, antena elétrica, carburador, platinado… Tudo isso a gente já viu desaparecer no mundo dos carros. O dos novos, claro. Você nem precisará esperar sentado para ver alguns equipamentos que são comuns nos carros atuais caírem no ostracismo. Anote a lista a seguir e prepare-se para se sentir saudoso daqui a alguns anos, quando lembrar deles e contar aos seus filhos.

Injeção eletrônica

Volkswagen Gol GTiLogotipo do VW Gol GTi, o primeiro nacional com injeção eletrônica | Crédito: QUATRO RODAS

A chance de a injeção eletrônica convencional (a que injeta o combustível no coletor de admissão) sobreviver no futuro é pouca. O amanhã lhe reserva o trabalho conjunto com o sistema de injeção direta, que injeta combustível dentro do cilindro com altíssima pressão. As vantagens estão no ganho de torque, potência e na redução de consumo e emissões.

Sedãs médios com câmbio manual

Chevrolet Cruze 1.8
Chevrolet Cruze LT manual: extinto em 2014 | Crédito: Marco de Bari

Foi-se o tempo em que carros automáticos eram vistos com receio e até mesmo medo. Estão tão populares que já não faz sentido não abrir mão da embreagem em carros que custam mais de R$ 70 mil, por mais prazeroso que seja para quem gosta de dirigir. Não à toa, Ford Focus Sedan, Peugeot 408, Nissan Sentra e Chevrolet Cruze já não têm opção de câmbio manual no Brasil.

Botões físicos no painel

Volvo V40 T3 Kinetic
Console do Volvo V40 atual tem uma profusão de botões localizados bem próximos uns dos outros | Crédito: QUATRO RODAS

Telas digitais já estão por todos os lados nos automóveis modernos. O próximo passo é concentrar todos os comandos do veículo em telas sensíveis ao toque e até mesmo utilizar gestos para controlar o veículo (como já acontece no BMW Série 7), eliminando botões físicos. É visualmente mais bonito, claro, mas pode não ser tão durável quanto botões.

Grandes motores aspirados

Motor V8 do Mercedes Benz E 63 AMG
Motor V8 de 6,2 litros aspirado da geração passada do Mercedes E 63 AMG | Crédito: QUATRO RODAS

A busca por consumo e emissões menores também rendeu potência extra aos motores. É o útil unido ao agradável, a não ser que você goste dos grandes e pujantes motores que queimam combustível de forma profissional. A lógica é simples: para quê ter um motor grande, se um pequeno faz o mesmo, às vezes até melhor? Assim, os V6 substituem os V8 e motores de quatro cilindros com turbo entram no lugar dos V6.

Rádio com CD-player

CD Player do Sonic modelo 2011 da Chevrolet, testado pela revista Quatro Rodas
CD Player do Chevrolet Sonic, também usado (ainda) no Tracker | Crédito: QUATRO RODAS

O abandono dos CDs é uma realidade. Considerando sistemas multimídia modernos, com Android Auto e Apple Carplay, Chevrolet, Volkswagen e Peugeot estão entre as poucas fabricantes que mantém leitor de discos. E é bem provável que algumas pessoas nem percebam a falta dele. Dá até para arriscar que os pen drives sigam o mesmo caminho.

Direção hidráulica

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Hyundai HB20 tem direção hidráulica, mas o aventureiro HB20X já usa direção elétrica | Crédito: Divulgação

Calma! O volante dos carros continuarão bem leves em manobras. Mas não pela direção hidráulica, mas pela elétrica. Esse sistema funciona de forma independente do motor, é menos complexo e não exige manutenção. Fabricantes que ainda insistem na direção hidráulica justificam a escolha pela percepção de controle do carro que ela passa (principalmente em esportivos), mas já existem sistemas elétricos tão comunicativos quanto. Até a Porsche já se rendeu a essa tecnologia.

Estepe tradicional

Estepe fino provisório
Estepe fino provisório tende a se tornar comum no Brasil | Crédito: Marco de Bari

Kits de reparo para pneus em substituição ao estepe são comuns em carros vendidos no exterior, mas nem isso e nem mesmo os pneus runflat (que rodam por alguns quilômetros mesmo furados) tem grandes chances de se tornarem comuns no Brasil. Por outro lado, estepes de uso temporário, mais estreitos e leves, já estão em carros de entrada, como o Chevrolet Onix. Isso é uma tendência sem volta, aparentemente. E faz sentido: é menos massa suspensa para carregar e mais espaço disponível no bagageiro.

Garantia inferior a três anos

X4 xDrive30d xLine
BMW X4 tem dois anos de garantia enquanto um CrossFox tem três | Crédito: Divulgação

Tempo de garantia do veículo também se tornou argumento de venda no Brasil. Não à toa, entre as grandes fabricantes, a única que ainda não tem garantia total de três anos é a Fiat – que oferece um ano de garantia total e três para motor e câmbio. Curioso é que carros de marcas premium, como Audi, BMW e Mercedes, têm garantia de dois anos – ainda.

Quadro de instrumentos analógicos

Painel de instrumentos do BMW 320i
Painel de instrumentos do BMW 320i atual ainda aposta em mostradores analógicos | Crédito: QUATRO RODAS

Carros com quadro de instrumentos digital existem desde a década de 70, mas as telas simples de LCD não conquistaram tanto quanto as de TFT, coloridas, configuráveis e belas. Estas tendem a se disseminar entre os carros nacionais em poucos anos, visto que até o Fiat Uno tem sua telinha de TFT.

Lâmpadas halógenas

Honda HR-V
Faróis do Honda HR-V têm lâmpadas halógenas e iluminação fraca | Crédito: QUATRO RODAS

Com menor consumo de energia e iluminação mais eficiênte, leds já estão substituindo as lâmpadas convencionais. Primeiro foi no painel, depois nas lanternas traseiras, e agora começa a assumir o lugar até mesmo das lâmpadas de xenônio nos faróis.

Fonte: Quatro Rodas

Justiça Federal suspende “Lei do Farol Baixo” em todo o País

Decisão é da 20ª Vara Federal de Brasília. Juiz entendeu que falta sinalização nas rodovias.

A Justiça Federal de Brasília suspendeu nesta sexta-feira (2) a cobrança de multas para o motorista que não usar o farol baixo durante o dia. A lei está em vigor desde 8 de julho.

“Defiro o pedido de liminar para determinar à parte ré (União) que deixe de aplicar as multas decorrentes da inobservância do inciso I do art. 40 da Lei nº 9.503/1997, com redação dada pela Lei nº 13.290/2016, até que haja a devida sinalização das rodovias. Por fim, estabeleço, em caso de eventual descumprimento desta decisão, multa diária no valor de R$ 5 mil”, determinou o magistrado.

Na decisão, o juiz Renato Borelli, da 20ª Vara Federal em Brasília, entendeu que os condutores não podem ser penalizados pela falta de sinalização sobre a localização exata das rodovias.

O juiz atendeu pedido liminar da ADPVA (Associação Nacional de Proteção Mútua aos Proprietários de Veículos Automotores).

A associação citou o caso específico de Brasília, onde existem várias rodovias dentro do perímetro urbano.

Segurança

“Em cidades como Brasília, exemplificativamente, as ruas, avenidas, vias, estradas e rodovias penetram o perímetro urbano e se entrelaçam. Absolutamente impossível, mesmo para os que bem conhecem a capital da República, identificar quando começa uma via e termina uma rodovia estadual, de modo a se ter certeza quando exigível o farol acesso e quando dispensável”, isse a entidade.

A lei foi sancionada pelo presidente interino Michel Temer no dia 24 de maio. A mudança teve origem em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) e foi aprovada pelo Senado em abril.

A multa para quem descumprisse a regra, considerada infração média, era de R$ 85,13, com a perda de quatro pontos na carteira de habilitação.

O objetivo da medida foi aumentar a segurança nas estradas, reduzindo o número de acidentes frontais.

Segundo o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), estudos indicam que a presença de luzes acesas reduz entre 5% e 10% o número de colisões entre veículos durante o dia.

Fonte: R7