Seguro DPVAT 2019 tem redução média de 63,3%; veja os valores

Para automóveis, seguro obrigatório caiu de R$ 41,40 para R$ 12, com redução de 71%.

DPVAT 2019 tem redução média de 63,3% — Foto: Abraão Cruz/TV Globo

DPVAT 2019 tem redução média de 63,3% — Foto: Abraão Cruz/TV Globo

O seguro obrigatório, o DPVAT, terá redução média de 63,3% em 2019, anunciou o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que é vinculado ao Ministério da Fazenda, nesta quinta-feira (13).
  • Automóveis particulares: de R$ 41,40 (2018) para R$ 12,00 (2019), redução de 71%;
  • Táxis e carros de aluguel: de R$ 41,40 (2018) para R$ 12,00 (2019), redução de 71%;
  • Ônibus, micro-ônibus e lotação com cobrança de frete: de R$ 160,05 (2018) para R$ 33,61, redução de 79%;
  • Micro-ônibus com cobrança de frete, mas com lotação não superior a dez passageiros, e ônibus, micro-ônibus e lotações sem cobrança de frete: R$ 99,24 (2018) para R$ 20,84, redução de 79%;
  • Ciclomotores (cinquentinhas): R$ 53,24 (2018) para R$ 15,43 ( 2019), redução de 71%;
  • Motocicletas e motonetas: R$ 180,65 (2018) para R$ 80,11, redução de 56%;
  • Máquinas de terraplanagem, tratores de pneus com reboques acoplados, caminhões ou veículos “pick-up”, reboques e semirreboques: de R$ 43,33 (2018) para R$ 12,56 (2019), redução de 71%.

De acordo com a entidade, a redução dos prêmios tarifários foi possível devido ao valor de recursos acumulado em reservas superior às necessidades de atuação do Seguro DPVAT.

O excesso de recursos vindos do pagamento do Seguro DPVAT é consequência das ações de combate a fraude, que levaram à uma redução significativa dos acidentes que geraram indenizações, somadas à “rentabilidade dos recursos acumulados”, afirma o CNSP.

O Ministério da Fazenda informa que o total de R$ 2 bilhões de indenizações são pagas pelo Seguro DPVAT por ano no Brasil.

Motos

Como as motos representam 74% das indenizações, a redução do valor foi menor para este tipo de veículo, que corresponde à 27% da frota nacional. Essa foi uma maneira de diminuir o subsídio às motos no DPVAT, disse o CNSP.

O valor do DPVAT para motos caiu 56%, chegando ao valor de R$ 80,11 para 2019, enquanto a cobrança em 2018 era de R$ 180,65.
DPVAT para motos foi o que teve a menor redução — Foto: Eliezer Prado/TV Diário

DPVAT para motos foi o que teve a menor redução — Foto: Eliezer Prado/TV Diário

O que é o DPVAT

O seguro DPVAT (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), instituído por lei desde 1974, cobre casos de morte, invalidez permanente ou despesas com assistências médica e suplementares (DAMS) por lesões de menor gravidade causadas por acidentes de trânsito em todo o país.

O recolhimento do seguro é anual e obrigatório para todos os proprietários de veículos.

A data de vencimento é junto com a do IPVA, e o pagamento é requisito para o motorista obter o licenciamento anual do veículo.

Vítimas e seus herdeiros (no caso de morte) têm um prazo de 3 anos após o acidente para dar entrada no seguro. Informações de como receber o DPVAT podem ser obtidas pelo telefone 0800-022-1204.

Do total arrecadado pelo DPVAT:

  • 45% são destinados para para o Sistema Único de Saúde (SUS);
  • 5% vão para o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran);
  • 50% vão para o pagamento de sinistros e despesas administrativas.

Fonte: G1

As principais dicas para quando for comprar um carro novo ou usado

Pesquisar antes de decidir aumenta as chances do comprador se satisfazer com a escolha

BMW série 7 A conquista do carro novo é motivo de prazer

A conquista do carro novo é motivo de prazer (Divulgação/BMW)

O prazer de comprar um carro é algo instantâneo. Para ser duradouro ele depende de o modelo satisfazer as expectativas do proprietário. Caso contrário, a aquisição pode se resumir a duas alegrias: a da compra e a da venda.

O segredo para acertar na escolha é segurar a emoção e se preparar para a fazer uma escolha sem pressa e consciente. Como se consegue isso? Reunindo um conjunto de informações sobre o modelo pretendido.

Toyota Prius Conheça bem as características do modelo desejado

Conheça bem as características do modelo desejado (Silvio Gioia/Quatro Rodas)

Se o objetivo é comprar um carro zero, a missão é relativamente simples. Afinal, existem informações em abundância e à vontade fornecidas por Quatro Rodas, pelas fábricas e pelos amigos.

Por esses canais, é possível saber as características técnicas dos veículos, comportamento dinâmico, preço, rivais no segmento, etc.

Se o objetivo é comprar um usado, será necessário reunir um pouco mais de dados. Além das informações levantadas no caso do carro novo, para o usado é importante analisar a unidade específica que se pretende comprar,

Será preciso analisar as ofertas semelhantes no mercado para acumular referências e saber reconhecer um modelo bem conservado e com preço justo.

Cuidados com o carro As lojas aceitam carros usados para facilitar a negociação

As lojas aceitam carros usados para facilitar a negociação (Arquivo/Quatro Rodas)

Isso se faz, procurando o carro nos classificados, indo ver os exemplares oferecidos por particulares e por lojistas. Entrando no carro, olhando com olhos de enxergar para o estado de conservação de pintura, pneus, instrumentos, bancos, etc.

Quando vendi uma Saveiro que tive, o comprador olhou a picape e disse: “Seu carro está perfeito. Você não sabe o que eu vi por aí.”

Como já sabia como era a oferta de Saveiro no mercado, já havia visto várias antes, mais novas, mais antigas, mais caras, baratas e em diferentes estados de conservação, o comprador de minha não teve dúvidas na hora de fechar negócio. (Modéstia à parte, eu cuido bem dos meus carros.)

A decisão será tanto melhor quanto maior for o repertório do comprador e também vale a pena recorrer à assessoria de profissionais, como um mecânico de confiança.

O caso em que recomendo maiores paciência e dedicação para encontrar o modelo certo é quando se procura um carro antigo.

No universo dos clássicos é possível encontrar de tudo, em termos de estado de conservação, originalidade e preços, que o comprador só pode avaliar se tiver conhecimento do que existe no mercado.

Chevrolet-Cruze---LongaTomando cuidados prévios, as chances prolongar a satisfação com a aquisição será muito maior do que uma compra feita por impulso.

Tomando cuidados prévios, as chances prolongar a satisfação com a aquisição será muito maior do que uma compra feita por impulso. (Arquivo/Quatro Rodas)

Fonte: Quatro Rodas

Nova CNH é adiada. Agora, entrará em vigor apenas em 2023

Documento passará a ser um cartão com chip e poderá efetuar pagamento de tarifas de pedágio, metrô e ônibus

Nova CNH será de plástico e terá um microchip que terá uma série de informações do motorista, entre as novidades
Divulgação

Nova CNH será de plástico e terá um microchip que terá uma série de informações do motorista, entre as novidades

É adiado o prazo para entrar em vigor o novo modelo de Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Agora só passará a valer a partir de 2022. De acordo com a Resolução nº 747, “órgãos e entidades executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal” terão até 31 de dezembro de 2022 para “adequar seus procedimentos”.

Portanto, apenas depois disso é que a CNH será atualizada no País. Ou seja, as mudanças serão implementadas, de fato, a partir de 2023. As diferenças começam pelo aspecto de um cartão de crédito, feito de material plástico. haverá um microchip que vai armazenar diveras informações do motorista, inclusive biométricas, e um código QR parecido com o impresso na CNH atual a partir de maio último.

Outra novidade importante é que com a nova CNH será possível pagar tarifas de pedágio, metrô e ônibus. Além disso, o novo documentos poderá servir como identificação em bancos e outros órgãos públicos como uma forma mais segura para evitar fraudes.

O custo de emissão da nova CNH vai variar de acordo com o que definir o Detran de cada estado  e o novo documento será emitido automaticamente conforme for sendo necessária a renovação.

Antes de todas as mudanças previstas na CNH, o documento já passou por uma série de alterações recentes para aumentar a segurança e a praticidade. Além de ter mudado de cor, a partir de fevereiro passou a valer a versão digital, armazenada no celular, que substituiu a impressa.

Como funciona o QR Code da CNH

Código QR Code fica impresso no verso da CNH e pode ser lido com um aplicativo gratuito no celular
Divulgação/Detran

Código QR Code fica impresso no verso da CNH e pode ser lido com um aplicativo gratuito no celular

 A resolução 598 do Conselho Nacional de Trânsito (Conatran)  determina que a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) deve vir com o QR Code impresso no verso do documento. O código, lido facilmente por máquinas específicas ou por aplicativos para celulares, servirá para evitar fraudes e falsificações da habilitação. As CNHs emitidas a partir de maio virão com a novidade e a mudança será feita gradativamente.

Localizado no verso de toda CNH , o QR Code ocupa um quadrado de 5 cm x 5 cm, todo na cor preta. Para ler o código, gerado automaticamente pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), basta baixar o aplicativo Lince (disponível para Android e iOS) criado pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), empresa pública que também cuida do banco de dados do Denatran.

Ao ler o QR Code no verso da CNH , o aplicativo mostra todos os dados do condutor, incluindo foto, puxando as informações diretamente do sistema do Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renach). Dessa forma, os agentes de trânsito podem verificar na hora se as informações no documento físico são as mesmas do banco de dados, identificando falsificações  na hora, inclive mostrando a foto do motorista.

Fonte: Carros – iG

Dirigir sem habilitação: qual é a punição?

Dirigir sem habilitação: qual é a punição?

Na prática, existem diversas formas de dirigir sem a habilitação, ou Carteira Nacional de Habilitação.

Desde trafegar pelas vias sem ser aprovado por uma Autoescola e pelo Detran, ou simplesmente por circular com o documento cassado e até por esquecer a CNH em casa.

Para todas essas infrações, existem punições severas. Antes de entrar em detalhes, é importante destacar que o Código de Trânsito Brasileiro, o CTB, reconhece diversas ocasiões que se enquadram na expressão “dirigir sem habilitação”, por isso, realizamos uma divisão para explicar da maneira mais detalhada.

1) Dirigir sem habilitação: pessoas que não possuem a CNH

Este é o primeiro caso e uma das mais graves infrações de trânsito. Como já mencionamos aqui no Notícias Automotivas, para uma pessoa poder dirigir legalmente em território nacional, é necessário passar por um processo de primeira habilitação: permissão para dirigir – regras.

Dirigir sem habilitação: qual é a punição?

O cidadão deve, primeiramente, procurar uma autoescola, igualmente conhecido como Centro de Formação de Condutores, do seu interesse e confiança para dar início ao procedimento de habilitação. Em seguida, deverá se dirigir até uma unidade do Departamento Estadual de Trânsito da sua cidade para fazer o registro da biometria e pagar as taxas do órgão.

O próximo passo será os exames solicitados, são dois, psicológico e o de aptidão física e mental. Eles não devem ser realizados em qualquer clínica e sim nas credenciadas com o Detran.

Se aprovado, o candidato está autorizado para prosseguir com as aulas do CFC (Centro de Formação de Condutores), onde passará pelo curso e terá algumas aulas de Legislação de Trânsito, Primeiros Socorros, Direção Defensiva, Meio Ambiente e Cidadania, e Noções de Mecânica Básica.

Dirigir sem habilitação: qual é a punição?

Após receber o certificado do CFC, o cidadão fará a prova do Detran, se houver aprovação, o mesmo estará liberado, agora, para iniciar as aulas práticas de volante. Posteriormente, ele passará por outra avaliação de volante com fiscais do Departamento Estadual de Trânsito. Se ocorrer a aprovação, pronto, o aluno receberá a sua primeira habilitação.

Todos os iniciantes, irão obter a famosa Permissão Para Dirigir, também conhecida como PPD, com validade de 12 meses. Futuramente, após um ano, se não sofrer nenhuma infração grave ou gravíssima, ele adquire a Carteira Nacional de Habilitação definitiva, com duração de 5 anos e de 3 para maiores de 65 anos.

Como podemos ver, existe uma grande burocracia e o processo todo é caro e leva alguns meses, se não for cumprido até a última etapa com aprovação, o mesmo estará impedido de dirigir.

Dirigir sem habilitação: qual é a punição?

Se o desabilitado ainda cometer infrações, sofrerá penalidade de acordo com o inciso I do art. 162 do Código de Trânsito Brasileiro: recebimento de multa triplicada, ou seja, um total de R$ 880,41 mais apreensão do automóvel. A irregularidade é considerada infração gravíssima e há a aplicação de 7 pontos na CNH.

Para que a punição aconteça, é necessidade que haja uma abordagem das autoridades: Polícia Militar, Civil ou Rodoviária. Sem a checagem dos oficiais, não é possível o Detran conhecer os infratores.

2) Dirigir sem habilitação: os habilitados, sem o porte do documento

Esta é outra infração consideravelmente “comum”, isso porque muitos motoristas acabam esquecendo de carregar a CNH consigo. O simples esquecimento do documento também é reconhecido como “dirigir sem habilitação”.

O art. 232 do CTB, menciona que o não porte da Permissão Para Dirigir ou da CNH, acarretará multa no valor de R$ 88,38, considerada leve, com aplicação de 3 pontos. Neste caso, também há a retenção do carro.

Dirigir sem habilitação: qual é a punição?

Aqui também é preciso ocorrer uma abordagem dos agentes. Contudo, é possível sair com o carro no mesmo dia. Para que isso seja viável, o infrator tem o direito de ligar para algum conhecido que possa levar o documento até o local da autuação, ou o próprio pode fazer isso, sem o carro, obviamente.

A segunda possibilidade será o agente verificar o registro do condutor no sistema onde contém os dados no Departamento Estadual de Trânsito ou no RENACH.

Dirigir sem habilitação: qual é a punição?

Para facilitar a vida dos esquecidos, hoje em dia é possível utilizar a CNH digital, sem a necessidade de portar a física de papel.

3) Dirigir sem habilitação: CNH irregular

Aqui, falamos também de outra situação considerada muito grave para o Detran. Se enquadram nesta categoria, os condutores que tiveram o seu documento confiscado temporariamente, isto é, aqueles com CNH suspensa ou cassada.

Dirigir sem habilitação: qual é a punição?

O CTB organiza por meio do artigo 162 essas ocorrências em cinco incisos: a primeira é a Permissão Para Dirigir ou CNH cassada, ou suspensa; também se inclui aqueles com o documento vencido, categoria desigual ao do automóvel dirigido e sem utilizar o requerimento expresso na carteira de motorista, como, por exemplo, óculos de grau ou lente de contato.

Trafegar pelas ruas e avenidas com a CNH suspensa ou cassada, é considerada infração gravíssima, com multa de R$ 880,41 e 7 pontos na carteira. Além disso, há o recolhimento do veículo envolvido na autuação.

Dirigir sem habilitação: qual é a punição?

Como informamos anteriormente, a carteira de motorista possui uma validade e após o vencimento deve ser substituída. Todo cidadão tem trinta dias de tolerância para fazer a renovação, caso esse limite não seja respeitado e se o condutor for parado por um agente, haverá a retenção do carro, multa de 293,47 e 7 pontos na carteira, sendo considerada infração gravíssima.

Existe outra penalidade considerada gravíssima, que é aquela onde o condutor dirige outro automóvel sem possuir a categoria. Todos sabemos que no Brasil, trabalhamos com 5, indo de A até a letra E.

Dirigir sem habilitação: qual é a punição?

Quando não acontece o cumprimento desta lei, o infrator receberá uma multa de R$ 880,41 e mais 7 pontos na CNH, além, é claro, da apreensão do carro.

Lembra que no início desta matéria informamos que um dos processos para a primeira habilitação depende de exames psicológico e o de aptidão física e mental em clínicas credenciadas ao Detran? Pois, bem, eles devem ser seguidos a sério, inclusive, após a aprovação.

Dirigir sem habilitação: qual é a punição?

Na Carteira Nacional de Habilitação consta se é necessário a utilização de algum item para a segurança do motorista, como um óculos ou mesmo uma lente de contato, situação que foi constatada na hora da realização do exame.

Caso não haja o cumprimento da informação expressa no documento, o indivíduo terá o seu veículo retido até solucionar a irregularidade e multa por estar cometendo infração gravíssima, já que pode afetar a segurança de inocentes, com sete pontos na sua carteira e ainda terá que desembolsar R$ 293,47.

Fonte: Notícias Automotivas

Volkswagen decreta fim dos motores a combustão

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VOLKSWAGEN ID CROZZCrédito: Volkswagen/Divulgação

O ano de 2026 será o último de motores a combustão nas linhas de produção da Volkswagen. A partir daí, a marca alemã focará todos os seus esforços em tecnologias de eletrificação, abandonando de vez o uso de gasolina, diesel e etanol. A informação vem da agência de notícias Bloomberg.

A intenção da empresa é reduzir os impactos ambientais provocados pelas emissões de poluentes na atmosfera. E se livrar de vez do fantasma do “Dieselgate”. Que gerou multas gigantescas para a montadora e uma séria crise de imagem.

O chefe de estratégia da Volkswagen, Michael Jost, disse, no entanto, que antes disso acontecer em larga escala, alguns modelos icônicos, como o Golf, poderão ser totalmente eletrificados para já acostumar os clientes.

Elétricos da Volkswagen já estão confirmados

Alguns modelos totalmente elétricos também já estão na agulha para serem lançados. No ano que vem entra em produção o ID Neo, um compacto moderninho. No ano seguinte, em 2020, surge o SUV ID Crozz, seguido da nova geração da Kombi, a ID Buzz, confirmada para 2022.

Fonte: Estadão

Faróis, lanternas, luzes de freios e seta sem funcionar geram multa

Com a chegada das férias, é importante manter o sistema de iluminação do veículo em boas condições. O artigo 223 do Código de Trânsito Brasileiro define que transitar com o farol desregulado ou com o facho de luz alta de forma a perturbar a visão de outro motorista é infração grave, que resulta em multa no valor de R$ 195,23 e cinco pontos na carteira de habilitação do motorista.

De acordo com dados apresentados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), de janeiro a agosto de 2018, 2.295 multas foram aplicadas no Brasil por conta do farol desregulado ou com o farol alto perturbando a visão de outro condutor.

A fabricante de sistema de iluminação automotiva Arteb, destaca que ao fazer a revisão preventiva para verificar a necessidade de alinhamento dos faróis é importante também analisar as condições das lentes. Quando amareladas, com riscos profundos ou trincadas, podem comprometer o foco de luz.  “Os faróis sofrem desgastes devido não só ao tempo de uso, mas também utilização de alguns produtos durante a lavagem do carro ou infiltração de água”, explica o engenheiro da empresa, Egidio Vertamatti.

Fonte: Revista Carro

As startups que vão fazer você desistir de ter o seu carro

Cada vez pessoas mais consideram usar serviços, que normalmente funcionam a partir de um smartphone, ao invés de ter um carro próprio

O setor da mobilidade urbana está mudando rapidamente em várias frentes, com bicicletas e patinetes compartilhados, aplicativos de carona e que conectam motoristas e usuários. Os carros passam a maior parte do tempo parados na garagem e seguro e manutenção custam caro.

Cada vez pessoas mais consideram usar outros tipos de serviços, que normalmente funcionam a partir de um smartphone. As transformações, que confrontam o modelo tradicional de possuir um carro, ameaçam companhias gigantes e multinacionais, como montadoras e locadoras de veículos.

“A verdade é que a tendência de carros compartilhados está aqui para ficar e, combinada com outras tendências, como carros elétricos, autônomos e conectividade crescente, estão ajudando a transformar a indústria automotiva”, escreveu o Itaú BBA em relatório sobre o assunto.

O mercado brasileiro ainda é pequeno em comparação aos mais desenvolvidos. Há mais de 7 milhões de usuários de carros compartilhados pelo mundo, enquanto no Brasil apenas 87 mil usuários usam os serviços, apenas 1,2% do total, segundo relatório do banco.

Isso porque vandalismo e altos custos de estacionamento nas grandes cidades brasileiras, justamente onde o serviço teria maior demanda, elevam o custo da operação. Não é fácil para uma startup entrar nesse mercado. “O modelo ainda enfrenta desafios em termos de custos, que podem afetar a viabilidade do projeto”, escreve o Itaú BBA.

Apesar das dificuldades, nos últimos anos surgiram algumas startups dispostas a arriscar e inovar no mercado. O relatório do Itaú citou as mais proeminentes.

A Zazcar, criada em 2009, foi a pioneira no país a lançar um aplicativo de compartilhamento de veículos. Ela opera em São Paulo apenas com viagens circulares, ou seja, o usuário precisa deixar o carro em um ponto específico – no caso, estacionamentos.

Com viagens que podem ser de 1 hora a 48 horas, a frota é formada principalmente de modelos Ford Ka. No início deste ano, a startup recebeu um investimento de 7,5 milhões de reais da firma de venture capital Inseed Investimentos. Na época, operava com 130 carros e planejava alcançar 400 até o fim do ano. O valor também seria usado para aumentar a equipe e em marketing.

A Urbano LD, criada em 2017, chegou com uma novidade. Ela atua com veículos elétricos da BWM e da Smart. São 65 carros espalhados por pequenos bolsões na cidade de São Paulo.

Também criada em São Paulo, em 2017, A Turbi opera atualmente 60 carros. O plano é chegar a 150 nos próximos meses. Recebeu um investimento de 4 milhões de reais, que deve ser usado a partir de 2019.

A única da lista elaborada pelo Itaú BBA que não atua em São Paulo é a Vamo. Ela é de Fortaleza e foi criada em parceria da prefeitura com a Sertell, empresa de soluções tecnológicas para mobilidade, e a Hapvida, maior operadora de planos de saúde do Norte e Nordeste. Atualmente, tem 20 carros elétricos e 12 estações de recarga na cidade.

Ameaçadas

A tendência deixou as montadoras em alerta. Com as ameaças ao seu modelo de negócios tradicional, muitas decidiram criar subsidiárias ou incorporar startups de compartilhamento. É o caso da DriveNow, subsidiária da BMW, que tem 6 mil carros BMW e Mini espalhados em 12 cidades na Europa e um milhão de usuários.

Nessa categoria também está a Car2Go, fundada em 2008. É uma subsidiária da Daimler, fabricante de automóveis e dona da Mercedes-Benz, com mais de três milhões de usuários em 26 locais pelo mundo, na América do Norte, Ásia e Europa.

A General Motors criou a Maven, empresa de compartilhamento presente em 18 cidades nos Estados Unidos e Canadá. Em comparação a seus concorrentes ainda é pequena, com 100 mil usuários no ano passado. Além de oferecer carros para serem compartilhados, a plataforma também permite que um usuário alugue seu carro para motoristas do Lyft e Uber.

A nova tendência não atinge apenas as montadoras. Locadoras tradicionais também precisam rever o seu negócio.

A locadora Avis adquiriu a Zipcar em 2013, por 500 milhões de dólares. O investimento tem retorno e no ano passado a companhia foi responsável por 9% do faturamento do grupo. A Zipcar cobra uma mensalidade de seus usuários, que recebem um cartão para desbloquear os carros. Tem um milhão de usuários, 12 mil veículos em 500 cidades e 6000 campus universitários.

A Europcar quer se tornar “uma alternativa atraente para a posse de carro”, de acordo com o relatório do Itaú. Para isso, se tornou acionista majoritária na Ubeeqo, serviço de carro compartilhado encontrado em algumas cidades da Europa. Também investiu em outras startups de compartilhamento, como a GoCar e E-Car.

Fonte: Exame

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Placa do Mercosul entrará em vigor em dezembro, mas Contran dá prazos diferentes para cada estado

Veja como fica a situação para cada Detran. Até o último dia do ano, todos deverão ter adotado o novo padrão, que vale para primeiro emplacamento ou troca de município.

Primeiras placas do padrão Mercosul foram instaladas no Rio de Janeiro — Foto: Ministério das Cidades

Primeiras placas do padrão Mercosul foram instaladas no Rio de Janeiro — Foto: Ministério das Cidades

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) anunciou nesta sexta-feira (30) que as placas padrão Mercosul para veículos começarão a valer agora em dezembro, mas não a partir do dia 1º, como dizia o prazo anterior. Agora, cada estado terá um prazo especifico.

O Rio de Janeiro é o único estado que já estava emplacando, por isso passa a ter a obrigatoriedade de usar o novo padrão a partir desta segunda-feira (3). São Paulo, dono da maior frota do Brasil, deverá começar com as placas do Mercosul somente no último dia do ano.

Veja os prazos para cada estado e o DF:

  • Rio de Janeiro – até 3 dezembro
  • Amazonas, Espírito Santo, Goiás, Pernambuco e Rondônia – até 10 de dezembro
  • Bahia, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul – até 17 de dezembro
  • Acre, Alagoas, Maranhão, Paraná e Piauí – até 24 de dezembro
  • Amapá, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Geras, Pará, Paraíba, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins – 31 de dezembro

Quem precisa trocar

O novo padrão só precisa ser adotado para o primeiro emplacamento e, para quem tiver a placa antiga, no caso da troca de município ou propriedade.

Novo padrão de placas, já adotado no Rio de Janeiro, prevê combinação de 4 letras e 3 números — Foto: Karina Almeida e Claudia Peixoto/G1Novo padrão de placas, já adotado no Rio de Janeiro, prevê combinação de 4 letras e 3 números — Foto: Karina Almeida e Claudia Peixoto/G1

Novo padrão de placas, já adotado no Rio de Janeiro, prevê combinação de 4 letras e 3 números — Foto: Karina Almeida e Claudia Peixoto/G1

‘Novela’

Este é a quarta mudança no cronograma de adoção da placa do Mercosul no Brasil. O padrão já é usado na Argentina e no Uruguai.

Ela foi anunciada em 2014, deveria ter entrado em vigor por aqui em janeiro de 2016, foi adiada para 2017 e depois por tempo indeterminado.

Uma disputa judicial chegou a interromper a obrigatoriedade, mas o governo recorreu e retomou os emplacamentos.

Os últimos capítulos envolveram uma autorização para a redução do tamanho caso as placas não se encaixem nos locais determinados nos veículos e a retirada dos símbolos de identificação de estado e município.

Fonte: G1

Qual consome menos: janelas abertas ou ar?

A estação mais quente do ano chegou com tudo e com isso um antigo debate: O que gasta menos combustível? Deixar as janelas abertas ou ar-condicionado ligado?

combustível

Segundo estudo realizado pela Sociedade de Engenharia Automotiva (SAE), nos EUA, dirigir com o ar-condicionado ligado é a melhor maneira de economizar combustível. Mas em alguns casos pode não ser a opção mais indicada.

“Há dois fatores que devem ser considerados ao abordar esse assunto, primeiro: à forma de funcionamento do compressor de ar no veículo e a quantidade a mais de combustível que o motor precisa para operar e o segundo seria conhecido como arrasto”, explica o sócio-fundador da Cobli, startup especializada em rastreamento, telemetria e gestão de frotas, Rodrigo Mourad.

O arrasto é a resistência que o carro e todos os objetos em movimento encontram quando se deslocam pelo ar a qualquer velocidade. Hoje praticamente todos os carros são projetados para serem aerodinâmicos, porém isso é afetado quando os veículos andam com os vidros abertos, pois o ar entra pelas janelas e causa uma maior resistência.

A pesquisa realizada pela SAE aconteceu no túnel de vento da General Motors e demonstra esse “fenômeno”. Nela foram usados deslocamentos de ar frontal e lateral e indicou que ao dirigir a velocidades superiores a 80 km/h com as janelas abertas, há uma diminuição da eficiência de combustível de até 20%. Número superior se comparado ao gasto relacionado ao uso do ar-condicionado, que elevaria o consumo de combustível em cerca de 10%, devido à força que o motor precisa desempenhar para ligar o compressor do ar.

Mas, e no dia-dia, como funciona? “Quanto menor a velocidade, menor a influência da resistência do ar. Então se o veículo trafega pela cidade, por exemplo, é mais eficiente dirigir com as janelas abertas, pois o atrito com o ar quase não afetará o consumo” diz Mourad.

Outro ponto que deve ser analisado é que quando o automóvel está mais devagar o motor entrega menos potência, isso significa que ele teria que trabalhar muito mais para alimentar acessórios como o compressor de ar.

Usando os estudos como base, Rodrigo recomenda: “Nas estradas, em velocidades mais altas, ligue o ar. Se estiver na cidade, em menor velocidade, abaixe as janelas. Mas sempre com segurança!”.

Fonte: Revista Carro