Cabine de Ar: O motor também respira

Às vezes deixado de lado, filtro de ar em más condições traz graves consequências ao motor

Ficar doente nunca é legal. Quem é alérgico sabe muito bem o quanto é incômodo conviver com a respiração dificultada. Quando se está nesta situação, recorre-se a todo tipo de método para se sentir melhor e, quando isso é alcançado, a sensação de alívio é incomparável. Agora, você sabia que seu carro passa por situação parecida? Pois é, muita gente não sabe a verdadeira função do filtro de ar do motor e, por isso, relega sua troca o que provoca uma série de malefícios para o conjunto.

Função importante

O filtro de ar tem o papel de ser um protetor para o motor, pois impede a entrada de contaminantes nos cilindros, como poeira, fuligem, areia e até água, em diminutas quantidades. Com isso, além de garantir que o ar admitido esteja isento de partículas nocivas, controla a quantidade de oxigênio que irá para a câmara de combustão.

Para cumprir essa missão, normalmente, o filtro é composto por um papel plissado microporoso – como uma sanfona – por onde o ar tem sua passagem forçada, que retém os compostos indesejados. Pode ser construído também em material sintético, têxtil ou algodão, dependendo da aplicação, mas com a mesma responsabilidade.

Suas laterais, geralmente, possuem uma estrutura rígida que lhe confere a forma para se encaixar hermeticamente em seu compartimento no sistema de admissão de ar do motor. “Motores diesel pesados costumam contar com um sistema de dupla filtragem. Ou seja: além do filtro de papel (primário) o ar passar por uma segunda filtragem por um filtro de composto por material têxtil parecido com feltro (secundário)”, explica o Engenheiro mecânico Fernando Landulfo, professor da escola de engenharia da FMU.

Um mau e um bom filtro

Um elemento filtrante que não esteja cumprindo sua missão acarreta em problemas sérios ao motor do veículo. O primeiro sintoma que o proprietário detecta quando o filtro não está cumprindo seu papel é que o o carro perde o fôlego. Este é um indício de que o sistema de admissão de ar pode estar obstruído, muito provavelmente pela existência de um filtro saturado.

Outro sintoma comum é o aumento do consumo de combustível. A filtragem ruim gera queimas ineficientes no motor e levam o proprietário a “sentir no bolso” as cada vez mais constantes visitas ao posto de gasolina.

Se um mau filtro é aquele que obstrui a passagem de ar para o motor, um bom filtro é aquele que permite sua passagem sem restrições? Não. O segredo neste caso está no equilíbrio. Se a passagem de ar fosse liberada, as impurezas também passariam e o excesso de ar também provocaria instabilidade na queima.

“A restrição provocada pelo filtro de ar é prevista pelos projetistas do motor. Logo, em hipótese alguma, o mesmo deve ser removido”, acrescenta Landulfo. Portanto, o segredo do sucesso está em realizar a troca rigorosamente no prazo estipulado pelo fabricante do veículo, exceção feita para veículos que trafegam em ruas de pouca ou nenhuma pavimentação. Nestes casos, é considerado uso severo e a substituição do componente deverá ocorrer na metade do tempo aconselhado.

E para trocar?

Não há segredo. O filtro, normalmente, fica localizado dentro de uma caixa plástica, em cima ou ao lado do motor. Na maioria das vezes esta caixa é fechada por travas simples, mas há caso em que possam existir parafusos combinados às travas ou até somente parafusos para a vedação.

Removendo-os, dá para se ter acesso ao filtro de ar. Basta retirá-lo e, em seu lugar, instalar o elemento filtrante novo. Não esqueça de fechar corretamente a caixa de ar, pois entradas de ar fora da calibração correta (as famosas entradas de ar falso) também podem causar falhas no funcionamento do motor. “É também importante limpar a parte interior da caixa do filtro de ar, na hora da troca do elemento”, finaliza Landulfo.

Fonte: Terra

Faça a manutenção do seu carro e/ou picape com economia de tempo e dinheiro

Evite imprevistos, evite estresse, economize tempo e dinheiro!

PARA PICAPES

Traz sua picape para nossa oficina porque oportunidade como essa nunca se viu:

 

✅ Troca fluido de freio;
✅ Reaperto suspensão;
✅ Diagnóstico de anomalia;
✅ Higienização ar condicionado;
✅ Alinhamento e balanceamento;
✅ Troca e limpeza e arrefecimento;
✅ Revisão elétrica.

 

 

 

Todos esses serviços, juntos, com 50% de desconto no combo. De R$776,00 por R$388,00; uma oferta para os donos de caminhonete garantirem sua segurança dentro e fora da cidade.

CFH Auto Serviço, há 15 anos especialista em picapes.

 

 

 

 

PARA CARRO PASSEIO

Uma das melhores formas de economizar é fazer a manutenção periódica do carro e evitar despesas com consertos, que geralmente são muito caros. Você leva seu veículo na oficina para revisões preventivas?

A CFH Auto Serviço tem um grande incentivo para essa necessidade, produtos e serviços que atendem por completo o que seu automóvel precisa:

 

✅ Filtro Ar
✅ Filtro Cabine
✅ Alinhamento
✅ Óleo Mobil 5W30
✅ Filtro Combustível
✅ Filtro Lubrificante
✅ Reaperto Suspensão
✅ Troca Fluido de Freio
✅ Diagnóstico de Anomalia
✅ Higienização Ar Condicionado
✅ Revisão Elétrica Lanterna e Faróis

Tudo isso de R$ 692,18 por R$ 399,99. Uma economia de R$ 292.

E esse valor pode ser dividido ainda em 6x de R$ 66,66.

Válido somente para carro passeio. Consulte todas as condições.

Agenda sua manutenção pelo telefone 3303-4353 ou Whatsapp 998024512

Será o fim dos semáforos?

Carros conectados, que conversam entre si, podem regular a velocidade para evitar que cheguem ao mesmo tempo nos cruzamentos

cruzamento batida

A Ford apresentou no Reino Unido uma tecnologia que pode tornar os semáforos coisa do passado. A ideia central é que os veículos conversem entre si (V2V, comunicação de veículo para veículo) e se entendam para que cada um atravesse o cruzamento sem que tenham de parar. A negociação envolveria somente a diminuição da velocidade, para que os automóveis não chegassem ao mesmo tempo nos cruzamentos.

De acordo com dados divulgados pela Ford, o motorista médio passa dois dias por ano esperando em semáforos.

O sistema é inspirado na forma como os pedestres negociam seu caminho nas calçadas, diminuindo ou aumentando a velocidade para evitar esbarrões. A tecnologia foi demonstrada pela Ford no Reino Unido, dentro do programa Autodrive.

Maior parte dos acidentes ocorre em cruzamentos

No teste, os carros foram equipados com sistemas de comunicação V2V, que informam sua localização, direção e velocidade. O sistema identifica um cruzamento próximo e a trajetória dos veículos ao redor. Então, sugere a velocidade ideal de cada veículo para atravessar o cruzamento com segurança.

Ainda segundos dados da montadora, até 60% dos acidentes de trânsito são causados em cruzamentos. Evitar essas paradas, além de ganhar tempo, também pode economizar combustível.

Os veículos da demonstração foram dirigidos por motoristas, mas a tecnologia poderá ser usada também em veículos autônomos. A automação de como os veículos negociam entre si a prioridade nos cruzamentos pode trazer, um dia, o fim dos semáforos e sinais de trânsito.

Fonte: Estadão

Justiça suspende adoção de placas de veículos do Mercosul

A decisão atende a pedido da Associação das Empresas Fabricantes e Lacradoras de Placas Automotivas do Estado de Santa Catarina

A desembargadora Daniele Maranhão da Costa, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, suspendeu, em decisão liminar, a adoção das novas placas de identificação dos veículos brasileiros no padrão dos países do Mercosul. As novas placas seriam implementadas no Brasil até 1º de dezembro.

A decisão atende a pedido da Associação das Empresas Fabricantes e Lacradoras de Placas Automotivas do Estado de Santa Catarina (Aplasc).

Na decisão, a desembargadora argumenta que as resoluções nº 729/18 e 733/18 do Conselho Nacional de Trânsito (Conatran) atribuem competência ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para fazer o credenciamento de empresas fabricantes e estampadoras de placas. Entretanto, diz a desembargadora, a atribuição é conferida aos Departamentos de Trânsito (Detrans) dos estados.

Para a desembargadora, a União não traz nenhum argumento que legitime a transferência de atribuição quanto ao credenciamento, embora traga como justificativa a necessidade de solucionar problema relacionado ao monopólio no setor. “Entretanto, sem adentrar na pertinência dessas afirmações, o fato é que não pode, a despeito de solucionar um problema, criar outro, abstraindo da previsão expressa em lei que diz ser dos Detrans a competência para a atividade de credenciamento”, diz na decisão.

Além disso, a desembargadora ressalta que a União não criou o sistema de consultas e de intercâmbio de informações de veículos em circulação no Mercosul. Na decisão, a desembargadora diz que a União reconhece que o sistema não foi implementado no Brasil e “sua defesa se restringe a reduzir a importância da providência”.

A desembargadora cita a argumentação da União de que informação da área técnica do Denatran considera não ser um impeditivo para adoção das novas placas a criação do sistema. Isso porque seriam necessárias apenas adaptações ao Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), sistema já existente e em pleno funcionamento.

“Ora, não é o Denatran ou o Judiciário ou a agravante [quem entrou com a ação na Justiça] que definem a importância da criação do sistema integrador, mas é uma condicionante que vem expressa no próprio tratado [do Mercosul]”, destaca a desembargadora. Ela acrescenta que é “impensável a adoção de um novo modelo de placas automotivas, que com certeza vai gerar gastos ao usuário, sem a contrapartida da implementação do sistema de informação integrado, sob pena de inverter indevidamente a ordem das coisas, pois a mudança do modelo visa a viabilizar a integração das informações com vistas à maior segurança e integração entre os países signatários do tratado”.

Em maio deste ano, a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que regulamenta a produção das placas foi publicada no Diário Oficial da União. Por essa resolução, as novas placas deverão ser implementadas no Brasil até 1º de dezembro deste ano em veículos a serem registrados, que estejam em processo de transferência de município ou propriedade ou quando houver a necessidade de substituição das placas.

Fonte: Exame

Como lavar carros por dentro?

Como lavar carros por dentro?

A limpeza exterior do carro é algo bem corriqueiro e na maioria das vezes, é o que se lava de fato no carro. Na pressa, muitas vezes os donos acabam passando apenas naquele lava-jato para dar uma ducha no carro e demoram a limpar o interior do veículo, exatamente o local que mais deve estar limpo no automóvel. Mas, então, como lavar carros por dentro?

Como lavar carros por dentro?

Nem sempre a limpeza em lava-rápidos fica perfeita por dentro, ainda mais em locais que passam o famoso silicone sobre painel e outras partes plásticas ou mesmo emprega jato de água em regiões do ambiente interno que jamais devem receber qualquer quantidade de água.

Quando se fala em lavar carros por dentro, a primeira coisa que vem a mente são aqueles vídeos onde pseudo profissionais que ensaboam todo o interior e depois metem um jato d´água como se fosse uma parte do exterior do veículo, impermeável. Nada disso!

Trata-se de uma limpeza específica, dedicada a manter a higiene interna e a aparência também, contribuindo para um habitáculo agradável e saudável. Assim como a parte exterior do carro, onde pintura e pneus são as partes que requerem maior cuidado, no interior são os bancos e os revestimentos.

Como lavar carros por dentro?

Então, antes de iniciar a lavagem interna é necessário vasculhar cada canto atrás de itens que possam atrapalhar o serviço, especialmente itens pessoais que pareçam perdidos. Isso é importante, pois o passo seguinte será a aspiração de parte da sujeira, com um aparelho aspirador de pó, e estes podem ser sugados pelo bico de limpeza.

Antes, obrigatoriamente, deve-se retirar os tapetes, sejam de carpete ou borracha. Assim, com o interior livre deve-se iniciar a limpeza com uma boa aspiração de pó, areia e outras sujeiras que possam ser removidas com o aparelho. Feito isso, o passo seguinte é dividir o interior por partes, para que cada uma seja feita individualmente e de uma forma específica. São elas: teto, estofados, painel, vidros e tapetes.

Como lavar carros por dentro?

Teto

Tal como por fora, o ideal é começar a lavar carros por dentro a partir do teto. Para isso é preciso inicialmente passar um pano seco ou escova bem macia para retirar o excesso de poeira ou pó, entre outras coisas, que possam estar grudadas ao tecido do teto e colunas. Depois, é necessário borrifar uma mistura de água, detergente neutro e desinfetante.

Isso vai permitir que o detergente retire gorduras e outros elementos fixados no revestimento e que o desinfetante mata ácaros e outras bactérias nocivas à saúde humana, além de perfumar o revestimento dessa parte do habitáculo.

Então, a seguir, passe um pano seco para remover a sujeira que se desprender e por fim, use um pano seco ou bem torcido para remover o excesso de umidade provocada pela mistura aplicada.

Como lavar carros por dentro?

Estofados

Se o teto pode acumular muita sujeira, os bancos então nem se fala… Lá podem se acumular resto de alimentos, pelos de animais, cabelos humanos, poeira e outras substâncias. É nesse parte que os ocupantes ficam mais em contato com o carro. Nesse caso, os bancos já estarão aspirados, conforme indicado antes.

Assim, utilize um pano seco para retirar o excesso de pó e depois passe um pano úmido com detergente neutro, mas em quantidade muito pequena, a fim de evitar manchas e umidade em excesso, visto que a espuma geralmente acumula água facilmente. Então, nada de ensaboar os bancos como se fosse um tapete de sala…

Em bancos em couro, utilize somente um pano úmido e sem detergente, pois há risco de manchar. Depois de seco, aplique um produto específico para hidratação do couro. No caso geral, após a limpeza dos assentos e partes em tecido nas portas e/ou painel, deixe o carro secar naturalmente por duas horas à sombra ou sob sol fraco. Portas e janelas devem ser mantidas abertas.

Como lavar carros por dentro?

Painel

O painel é uma parte importante do acabamento do veículo, vistoso, o conjunto frontal limpo e em bom estado valoriza ainda mais o carro na hora da revenda e, igualmente, durante a vida junto ao proprietário. Assim, é imprescindível que se faça uma boa limpeza nessa área. Para começar, use um pano seco para retirar o excesso de poeira.

Passe então um pano úmido com detergente neutro. Só isso já é o bastante para manter o revestimento preservado, visto que a aplicação de silicone até dá um brilho extra ao acabamento, mas o mantém gorduroso, o que facilita o acúmulo de sujeira e a evaporação do produto, que pode aderir ao vidro do para-brisa, prejudicando a visibilidade.

O volante e a alavanca também devem ser limpos com atenção, pois há um bom acúmulo de bactérias. O acrílico do cluster deve ser limpo com um pano seco. Limpe também o túnel central e outras partes da mesma forma, sempre com pano úmido e detergente neutro.

Como lavar carros por dentro?

Vidros

Não parece, mas os vidros também sujam por dentro. Marcas de dedo ou gorduras em geral acabam por aderir à superfície do vidro por dentro. Assim, para esta limpeza, utilize um produto limpa-vidros com um pano seco, a fim de retirar a sujeira impregnada no local. Logo depois, utilize outro pano seco, macio, mas dessa vez, apenas para retirar o excesso do produto e dar o acabamento final.

Dessa maneira, o vidro fica protegido por mais tempo no interior, melhorando assim a visibilidade e a aparência. Também ajuda a manter o movimento dos vidros sem sujeira ou poeira para criar resistência.

Como lavar carros por dentro?

Tapetes

No processo de lavar carros por dentro, os tapetes devem ser limpos fora do carro. Se forem de carpete, precisam ser aspirados e limpos com um pano úmido. Deixe-os secar completamente antes de colocar de volta no automóvel.

Se os mesmos forem de borracha, lave-os com água, detergente neutro e esfregue para retirar a sujeira mais grossa. Pode secar com um pano úmido, mas de preferência evite deixa-los úmidos no interior do carro.

Para evitar uma sujeira maior nos tapetes, pode-se colocar folhas de papel ou jornais para isso, exceto sobre o tapete do motorista, pois tais papéis são lisos e prejudicam os movimentos dos pés nos pedais.

Fonte: Notícias Automotivas

Como aumentar a vida útil da bateria do carro

Quanto mais você rodar com ele, melhor. Veja alguns ‘pecados’ que afetam o funcionamento.

O voltímetro pode identificar uma bateria descarregada, mas não é suficiente para condená-la — Foto: Denis Marum/G1

O voltímetro pode identificar uma bateria descarregada, mas não é suficiente para condená-la — Foto: Denis Marum/G1

É difícil achar alguém que já não tenha ficado sem carga na bateria. De forma bem simples, vou dar algumas dicas para manter a sua sempre pronta para uso.

Mas quanto tempo uma bateria pode durar? Para quem usa pouco o carro, 2 anos. Para aquele que roda bastante, ela pode passar dos 4 anos – lembre-se: carro quem anda mais prolonga a vida da bateria.

Veja mais dicas:

1) Tem que andar!

Muita gente acha que funcionar o carro de vez em quando é suficiente, só que não!

Quando a bateria fica imóvel por muito tempo (mais de 3 meses), o ácido da solução que está entre as placas se acumula no fundo da bateria e corrói as placas de chumbo. Por isso, é preciso movimentá-la para manter a solução homogênea. Em carro que anda muito a bateria dura mais.

Você deve estar pensando: se a bateria estiver mais de 6 meses parada na loja vou comprar uma bateria nova com sua capacidade de carga diminuída? É bem possível.

Se o carro ficar parado por muito tempo, a bateria vai descarregar… Acontece o processo conhecido como sulfatação, que diminui sensivelmente a vida da peça. É assim: o sulfato de chumbo que se forma através de cristais diminui a área útil das placas, limitando a capacidade de carga.

Então, toda vez que seus bornes apresentarem uma tensão abaixo de 12,30 V a bateria deve ser recarregada.

2) Risco para motor de partida

Não insista mais de 3 vezes em dar partida no carro: há risco de queimar o motor de partida — Foto: Molly Riley/AP

Não insista mais de 3 vezes em dar partida no carro: há risco de queimar o motor de partida — Foto: Molly Riley/AP

Se levar mais de 3 segundos para seu carro pegar, seu motor de partida corre o risco de queimar. Então, não é bom passar da terceira tentativa.

3) Boa e barata? Difícil

Bateria boa depende da pureza dos materiais empregados. Não se iluda com propagandas com modelos bonitas ou algum famoso do mundo automobilístico: é difícil achar uma bateria boa e barata.

Lembre-se dos cuidados acima. Afinal, bateria sem qualidade pode custar um motor de partida.

4) Recondicionada vale?

Bateria recondicionada não é um bom negócio, assim como dar carga rápida é um procedimento não recomendado pelos fabricantes.

E não vá atrás de receitas caseiras para recuperar sua bateria: os riscos de acidentes são muito grandes. A manipulação e manutenção devem ser feitas por pessoa especializada.

5) Só voltímetro não basta

Não se deve utilizar apenas um voltímetro para avaliar o estado da bateria: você poderá condenar indevidamente o item. — Foto: Denis Marum/G1

Não se deve utilizar apenas um voltímetro para avaliar o estado da bateria: você poderá condenar indevidamente o item. — Foto: Denis Marum/G1

O voltímetro pode identificar uma bateria descarregada, mas não é suficiente para condená-la.

Como disse, o motor de partida consome alta amperagem por curto espaço de tempo. Portanto, apenas medir a voltagem instantânea não é suficiente para condenar uma bateria. É preciso carregá-la e depois utilizar um aparelho específico para medir a descarga: o “analisador de baterias”.

Saiba mais

Afinal, o que é uma bateria? São várias pilhas ligadas em série dentro de uma carcaça plástica que transforma energia química em energia elétrica.

Hoje falamos do modelo de placas imersas. São pares de placas de chumbo imersas (“flooded”) em uma solução (de água mais ácido sulfúrico) que tem por objetivo armazenar energia para dar partida no carro.

Sim, ela também mantém todo o circuito elétrico do carro, mas a função principal é dar a partida.

Através de uma reação química essa solução ácida fica alternando entre óxido de chumbo (carregada) e sulfato de chumbo (descarregada). Esse processo ocorre através do recebimento de energia elétrica produzida pelo alternador do carro.

Existem tipos de bateria, cujo os cuidados são diferentes do que indiquei aqui. Em breve vamos conversar sobre as famosas baterias de lítio.

Até a próxima!

Fonte: G1 Auto Esporte

Pontos cegos: como regular os retrovisores corretamente

Muita gente não ajusta os espelhos do modo adequado, o que pode reduzir o campo de visão em até 40%, comprometendo a segurança

Regular os retrovisores do carro é algo bem simples, mas de extrema importância. Afinal, são eles que permitem que o motorista visualize veículos ou pedestres localizados em seus flancos ou na sua retaguarda, nos chamados pontos cegos. Porém, muita gente acaba não ajustando corretamente os espelhos, seja por preguiça ou até por desconhecimento.

Antes de mais nada, é preciso destacar que não dar a devida atenção a esse equipamento pode trazer sérios riscos à segurança: “Regulando os retrovisores laterais de forma inadequada, ou seja, com grande parte do veículo sendo visível no espelho, você pode aumentar a área de ponto cego em até 40%, o que pode ser crucial para evitar um acidente”, explica Alessandro Rubio, coordenador técnico do Cesvi Brasil/Mapfre.

Pontos cegos: como regular os retrovisores corretamente
Regulagem correta é a diferença entre ver veículos posicionados nas laterais…

“Os espelhos retrovisores auxiliam o motorista a enxergar áreas que não podemos ver diretamente com os olhos, e, com uma regulagem adequada, eles reduzem significativamente os pontos cegos ao redor do veículo. Essa regulagem adequada pode tornar visível, por exemplo, uma motocicleta, que não seria notada pelos retrovisores quando esses estão mal-regulados”, prossegue Rubio.

Como regular os retrovisores

A regra básica para ajustar os espelhos é fazê-los cobrir a maior campo visual possível. “O retrovisor interno deve abranger a maior área possível do vidro traseiro. Já os externos devem pegar o mínimo possível a lateral do carro”, explica o coordenador técnico do Cesvi Brasil/Mapfre. Ou seja, os motoristas que posicionam as lentes do equipamento de modo a mostrar grande parte das laterais do veículo estão aumentando os pontos cegos e, consequentemente, reduzindo a visibilidade e a segurança.

Pontos cegos: como regular os retrovisores corretamente
Ou não enxergá-los, se a lente estiver ajustada de modo a reduzir o campo visual

Vale lembrar que o retrovisor do lado esquerdo, mais perto do motorista, costuma ter a lente plana, enquanto o do lado direito, próximo ao carona, é geralmente convexo ou biconvexo. “Essas diferenças são para melhorar o campo de visão do motorista. Espelhos convexos geralmente são utilizados para que o campo de visão seja ligeiramente ampliado”, explica Rubio. Por isso, os objetos mostrados pelo equipamento do lado direito costumam estar mais próximos que os vistos pelo lado esquerdo.

Mais recursos para minimizar pontos cegos

Alguns modelos de automóveis, geralmente mais luxuosos, costumam dispor de recursos adicionais aos retrovisores. “Espelhos externos antiembaçante são dotados de aquecimento, que retiram as gotículas de água do vidro e melhoram a visibilidade (essa função é parecida com o antiembaçante do vidro traseiro). Já os espelhos internos eletrocrômicos são dotados de tecnologia que identifica a intensidade de luz dos faróis do veículo traseiro e ‘escurecem’ a lente automaticamente, diminuindo o reflexo da luz nos olhos do motorista”, pontua o especialista do Cesvi Brasil/Mapfre.

Há ainda o alerta de ponto cego, que por meio de sensores e câmeras, identifica a presença de objetos nas laterais do veículo, que podem estar fora do alcance da visão do motorista, em um ponto cego. Então, o sistema ativa uma luz, que se acende na lente do próprio retrovisor. Em todos esses casos, o condutor deve manter os recursos ativados para melhorar sua visibilidade.

Fotos Alexandre Carneiro | Fonte: AutoPapo

Volante e pedais? Carros do futuro não precisarão mais disso

Departamento de Transportes dos EUA defende a revisão da exigência dos equipamentos para operarem nas estradas

São Paulo — Promessa de transporte nos próximos anos, os carros autônomos não precisarão conter equipamentos como volante, pedais e espelhos. Um relatório lançado na última semana pela Administração Nacional de Segurança no Trânsito nas Estradas (NHTSA) nos Estados Unidos defende a revisão de regras de segurança e aponta mudanças para o setor.

Segundo o relatório obtido pela Reuters, a agência americana pretende reformular as regras que atualmente impedem a operação de carros totalmente autônomos nas estradas por não possuírem tais equipamentos, defendendo que certos padrões são necessários apenas quando um motorista humano é o responsável pela direção do veículo.

Elaine Chao, Secretária de Transportes dos Estados Unidos, afirmou no relatório que os carros autônomos têm grande potencial para reduzir drasticamente os acidentes de trânsito e as mortes em estradas, mas que o público tem “preocupações legítimas sobre segurança e privacidade em tecnologias autônomas”.

Liberdade de escolha

A agência afirmou ainda que veículos autônomos “precisam ser mais flexíveis e responsivos, neutros em termos de tecnologia e voltados para o desempenho”, sinalizando a orientação que seguirá nas futuras mudanças. O Departamento de Transportes não defenderá o fim dos carros dirigidos por humanos durante a administração de Donald Trump, em nome da “liberdade dos americanos de dirigirem seus próprios veículos e fazerem suas escolhas”.

 Grandes empresas de veículos têm investido muito no setor de autônomos e pretendem lançar seus modelos em breve. A General Motors já apresentou petições pedindo a alteração das regras de segurança permitindo a ausência de controles humanos para uma frota de compartilhamento de veículos que espera lançar em 2019, assim como a Ford, que planeja colocar seus modelos no mercado em 2021.
Fonte: Exame

Jogo do bicho: 10 espécies que habitam o seu carro

Alguns equipamentos automotivos são popularmente conhecidos por nomes de animais; listamos 10 desses itens curiosos

O que macaco, girafa e burrinho têm a ver com o carro? Muita coisa! É que alguns equipamentos automotivos recebem nomes de animais. É um verdadeiro jogo do bicho em quatro rodas! O AutoPapo listou 10 itens que podem ser encontrados tanto na natureza quanto em uma oficina mecânica ou até mesmo no próprio veículo. Confira:

1. Macaco

Jogo do bicho do automóvel: macaco

Esse é fácil! Todo mundo sabe qual é a finalidade do macaco do carro, não é? Ele serve para elevar o veículo, de modo que o motorista possa trocar um pneu, caso seja necessário. Normalmente, esse bicho habita o porta-malas, mas há exceções. No Toyota Etios, por exemplo, o primata vive debaixo do banco, no habitáculo do veículo.

2. Jacaré

Na estranha natureza do carro, o réptil descende do mamífero. Seria um anima mutante? Nada disso: é que jacaré é a denominação de um tipo específico de macaco, com acionamento hidráulico. Nesse caso, o jogo do bicho tem duas respostas! Trata-se de um equipamento mais rápido e fácil de operar, porém maior e mais pesado. Por isso, geralmente está presente apenas em veículos de carga. Versões ainda mais parrudas são usadas por profissionais, em oficinas e borracharias.

3. Burrinho

Seu nome científico é cilindro de freio. Porém, a maioria das pessoas o conhece apenas como burrinho mesmo. Veículos que utilizam sistema com discos nas quatro rodas têm apenas um: o cilindro mestre. Os modelos com tambores no eixo traseiro têm mais dois desses componentes: um para cada roda posterior.

4. Girafa

Ela tem pescoço alto, mas não é originária da África nem serve de alimento para leões. A girafa em questão vive em oficinas mecânicas e serve para içar os motores dos veículos. Em outras palavras, é um guindaste. Nesse caso, o apelido caiu bem melhor que o nome original.

5. Borboleta

Jogo do bicho do automóvel: borboleta

Tanto no sentido biológico quanto no mecânico, a borboleta tem função importantíssima. No primeiro, ela poliniza e equilibra a cadeia alimentar. No segundo, ela controla a mistura ar-combustível do motor. Quando suas asas estão ruins, ela deixa o carro falhando.

6. Tartaruga

Na relação com os carros, sobra até para a tartaruga. Esse é o apelido das estruturas que servem para transportar o veículo por pequenas distâncias, com as rodas travadas. Os órgãos de fiscalização de trânsito, por exemplo, utilizam-no para guinchar automóveis estacionados em locais proibidos. Nesse caso, é o fim da partida para quem burla as leis no jogo do bicho em quatro rodas.

7. Porca

Várias porcas habitam diferentes partes do carro. As mais lembradas são as que circundam os parafusos das rodas. Não as deixe fugir se for preciso trocar um pneu: será impossível fixá-lo e o jogo do bicho do carro terá resultado bastante desfavorável.

8. Cavalos

Jogo do bicho do automóvel: cavalos do motor

Todo carro tem muitos cavalos sob o capô. Muitos mesmo! Na atualidade, mesmo os carros 1.0 mais fracos costumam ter até 70 deles produzidos pelo motor. Os modelos mais possantes têm um verdadeiro haras, com 200 equinos ou mais. É potência para ficar sempre à frente no páreo!

9. Aranha

O habitat da aranha é o mesmo dos cavalos: sob o capô. Nesse caso, porém, não é preciso temer o aracnídeo, pois ele é inofensivo. Sua função é apenas conectar o motor ao escapamento. Ela pode ter mais ou menos pernas, dependendo do número de cilindros. Em outras palavras, trata-se apenas de um apelido para o coletor de escape.

10. Grilo

Eis um passageiro indesejado, um verdadeiro clandestino dos automóveis. Os grilos geralmente habitam o painel de modelos mais velhos, com dezenas de milhares de quilômetros. A presença deles é logo notada pelo barulhinho, que geralmente irrita bastante o motorista.

 

Elétrico é mais caro para reparar que carro a combustão

Estudo mostra que mão de obra para carro elétrico é mais barata, mas, ao incluir peças, reparo custa mais que de carros a combustão

elétrico

CARRO HÍBRIDO SENDO CARREGADO. CRÉDITO: MARK BLINCH/REUTERS

O custo de manutenção de um carro elétrico é maior que o de um modelo equivalente com motor a combustão. Para os chamados carros “verdes”, o preço da mão de obra é 31% mais barata, mas as peças são cerca de 9% maior quando comparadas com as de veículos movidos a gasolina, diesel ou etanol.

Essa é a principal conclusão de um estudo feito pelo Centro de Experimentação e Segurança Viária Argentina e divulgado pelo CESVI Brasil. O levantamento foi baseado nos resultados de testes de colisão a 15 km/h. Essa é a regra utilizada pelo conselho dos centros de pesquisas de reparação automotiva do mundo todo.

Os sistemas de absorção de impactos dos carros elétricos são mais modernos que os de veículos com motor a combustão. Por isso, são também mais caros. Em média, o custo para reparar a dianteira de um carro elétrico é cerca de 3% mais alto que para outro equivalente com motor a combustão. No caso de reparo da traseira, o valor para o elétrico é 2% maior.

O CESVI Brasil também checou preços de peças de veículos híbridos (com motor a combustão e elétrico) à venda no Brasil por meio do ÓRION, sistema eletrônico que permite orçar valores de reparos. Foram cotadas peças do Toyota Prius, Ford Fusion e BMW 750i Hybrid – todos já tiveram sinistros registrados no sistema.

Embora não tenha divulgado detalhes, o CESVI informou que os valores dos itens não apresentaram diferença significativa em relação ao de carros equivalentes “convencionais”.

Ainda sem incentivos concretos por parte do governo, o mercado de carros híbridos e elétricos no Brasil é pouco representativo. Os modelos disponíveis são caros e a maioria faz parte do segmento de luxo. O mais acessível é o híbrido Toyota Prius. Importado do Japão, o hatch tem tabela de R$ 126.600.

Da lista de híbridos à venda no País também faz parte o mexicano Ford Fusion Hybrid, com preço de R$ 162.520. Outros japoneses são CT200h (R$ 135.750), NX300h (R$ 229.670) e LS500h (R$ 760 mil), todos da Lexus.

Da Volvo, há os utilitários-esportivos XC60 (feito na China e tabelado a R$ 299.950) e XC90 (a partir de R$ 299.950), além do recém-lançado sedã S90 (R$ 365.950), também chinês. Da Alemanha vêm os Porsche Panamera Hybrid (R$ 529 mil) e Cayenne S E-Hybrid (R$ 420 mil), além do BMW i8 (R$ 799.950).

Elétricos

Por ora, apenas a BMW oferece um modelo 100% elétrico no Brasil. Trata-se do hatch i3, cuja tabela é de R$ 199.950. A lista será ampliada em breve. A Jaguar já confirmou a venda do SUV I-Pace até o fim deste ano por cerca de R$ 350 mil.

Da Nissan, o Leaf estará no Salão do Automóvel, em novembro. A previsão é que as vendas tenham início no primeiro trimestre de 2019. A tabela ficará entre R$ 150 mil e R$ 200 mil.

Outro que estará no Salão é o Chevrolet Bolt. A marca vem promovendo o hatch no Brasil há algum tempo, mas ainda não revelou quando deve iniciar suas vendas.

Fonte: Estadão