Seu carro demora para pegar de manhã?

Com evolução dos motores flex, frio não é mais 'desculpa' para carro não pegar no inverno (Foto: Suellen Fernandes/ G1)

Com evolução dos motores flex, frio não é mais ‘desculpa’ para carro não pegar no inverno (Foto: Suellen Fernandes/ G1)

Vamos ver quais são os casos mais comuns que podem irritar você logo cedo.

Combustível adulterado

Teste para comprovar quantidade de etanol na gasolina é obrigatória nos postos (Foto: Reprodução/ TV TEM)

Teste para comprovar quantidade de etanol na gasolina é obrigatória nos postos (Foto: Reprodução/ TV TEM)

É o mais frequente. Após uma noite em repouso, a mistura criminosa que venderam acaba por se dividir em fases dentro do tanque e envia para o motor a parte ruim do combustível, e ele não pega. Pode ser água, solventes ou outras substâncias que seu motor não vai conseguir queimar quando estiver frio. Fique ligado se o problema apareceu depois do último abastecimento.

Bomba de combustível

Ela pode estar abrindo o bico. Acontece muito: a bomba está com baixa pressão e não injeta o volume necessário de combustível dentro do motor. Isso pode acontecer pela idade do carro ou quando você abastece continuamente com combustíveis adulterados.

Seu mecânico pode confirmar isso facilmente, instalando um manômetro (medidor de pressão) na linha de combustível (encanamento). Se for o caso, troque logo, pois este é um prenuncio de que a bomba pode parar de funcionar a qualquer momento e você ficará parado na rua.

Válvula de retenção de combustível

Essa peça é responsável por manter o combustível dentro do encanamento quando você desliga o carro. No dia seguinte, o combustível está na linha pronto para entrar no motor.

Quando ela falha, o combustível que estava no encanamento (linha) retorna para o tanque, fazendo com que você tenha que dar 5 partidas para ela sair lá de trás (do tanque) e chegar até o motor, que fica na frente do carro.

Geralmente, a válvula faz parte do conjunto da bomba, então tem que trocar tudo.

Velas e cabos de velas

Oficina do G1 - Velas e cabos (Foto: Denis Marum/G1)

Oficina do G1 – Velas e cabos (Foto: Denis Marum/G1)

Eles devem ser trocados a cada 25.000 km.

Vela ruim produz uma faísca de baixa voltagem: apesar dela estar presente, é muito fraca, incapaz de queimar a mistura ar-combustível. É como aquele velho acendedor de fogão: você vê e ouve a faísca, mas o fogo do forno não acende.

Fonte: G1

3 dicas espertas para não passar aperto com os pneus nas férias

Caso coloque o carro na estrada, neste período de férias, ou mesmo se não for viajar, se atente a 3 atitudes básicas para não ter prejuízo com os pneus

Alguns cuidados básicos podem evitar que a durabilidade dos pneus acabe antes do previsto. É bom ficar esperto antes das viagens ou mesmo no uso cotidiano.

Se você vai viajar com o seu carro neste mês de julho, fique atento para essas três dicas sobre pneus. Se você não for, fique atento também. A primeira é em relação ao rodízio, pois muitas fábricas recomendam que se calibre com pressão diferente entre os pneus dianteiros e traseiros: fez um rodízio e trocou uns pelos outros? Confira a calibragem. A segunda dica já é em relação ao pneu sobressalente: em primeiro lugar, lembre-se de calibrá-lo, pois muitos se esquecem dele lá no porta-malas. Em segundo lugar, verifique na banda lateral a data de fabricação. Se já tem mais do que cinco ou seis anos, cuidado para rodar com ele na estrada em velocidades mais elevadas. E, finalmente, alguns motoristas verificam se apareceram bolhas na banda lateral do pneu, pois elas são muito perigosas. Mas, se esquecem de conferir se elas não apareceram do lado interno dos pneus.

durabilidade dos pneus

Fonte: R7

O que ainda falta saber sobre o Rota 2030

Programa de estímulo à indústria automotiva foi aprovado às pressas em meio à Copa do Mundo e ao calendário eleitoral

Fábrica da VW em São José dos Pinhais: será que um dia sairá um híbrido de lá? (Divulgação/Volkswagen)

Demorou, mas o Rota 2030 finalmente foi aprovado pelo governo. O novo programa visa dar estímulos à modernização da indústria nacional e a eficiência dos automóveis. Mas ele não saiu como planejado.

 Originalmente o Rota deveria ter saído do papel em 2017, em tempo de substituir seu antecessor, o Inovar-Auto. Mas a crise política, aliada aos péssimos índices de popularidade do governo Temer, acabaram postergando o programa.

Aparentemente alguém no Planalto lembrou que este ano teremos eleições e jogo de futebol na Copa do Mundo, e o Rota acabou saindo a toque de caixa, a tempo de ser devidamente usado como palanque pelos políticos sem descumprir as regras de campanha do TSE.

O anúncio confirmou as especulações sobre como seriam oferecidos estímulos fiscais e os benefícios que as montadoras teriam direito, mas não foi muito além disso.

Na última sexta a Anfavea (Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores), grande interessada no Rota, poderia ter adicionado mais informações sobre o tema em sua coletiva de imprensa mensal, mas acabou dando mais dúvidas do que respostas.

O Rota 2030 terá impacto direto no carro que você irá comprar nos próximos anos. Por isso, QUATRO RODAS reuniu tudo o que já se sabe – e o que ainda não ficou claro – a respeito do novo programa de estímulo à indústria automotiva. Mobilidade corporativa: Comprar ou alugar um carro? Veja com a Localiza Hertz qual é a melhor decisão Patrocinado 

Redução pra todo mundo

 O Urus é enorme e esportivo, mas até ele tem seus truques para economizar combustível

A partir de agora toda empresa que quiser vender carros no Brasil precisará apresentar uma redução no consumo médio de seus carros pelos próximos 12 anos. Essa redução é mensurada em MJ/Km (megajoule por quilômetro), mas varia de acordo com o peso do carro.

Por ser uma média, ela não impede que uma determinada marca tenha um carro “gastão”. Para isso, basta ela ter outro modelo muito econômico para compensar. Uma versão extrema dessa compensação foi feita na Europa pela Aston Martin e seu polêmico Cignet.

Essa imposição não será exatamente um problema para marcas premium, que naturalmente vêm reduzindo o consumo de seus carros por conta de regras similares presentes em outros mercados.

Para os carros desenvolvidos no Brasil, porém, a história é outra. Espere uma popularização ainda maior de recursos como start-stop, câmbio de seis marchase, claro, motores turbo.

Taxação antiquada continua

Motor do Ford Fiesta 1.0 Supercharger O IPI menor para 1.0 criou modelos como o Fiesta com compressor

O imposto que mais tem impacto em um automóvel no país é o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Atualmente ele varia de 7% a 25%, mas o problema é como essa alíquota é imposta.

Por décadas o IPI para automóveis é vinculado, basicamente, de acordo com o combustível e a cilindrada do veículo. As principais faixas são para motores de até 1,0 litro, entre 1,1 e 2 litros e acima de 2 litros.

Essa imposição legal fez com que algumas marcas promovessem peripécias técnicas para aproveitar o imposto menor para motores de baixa cilindrada.

Daí vieram modelos peculiares como o Ford EcoSport Supercharger, Volkswagen Gol 1.0 Turbo (em um tempo que não se falava de downsizing) e Fiat Palio Weekend 1.0 6 Marchas.

Hoje em dia os mercados mais maduros cobram impostos de acordo com a eficiência energética do carro, sendo que alguns países ainda incluem na conta o tamanho do veículo.

A Anfavea, porém, perdeu o braço-de-ferro com o governo e ainda terá que amargar o defasado IPI por cilindrada pelo menos pelos próximos cinco anos – há uma renegociação do Rota 2030 prevista para 2023.

Esse cenário poderá gerá distorções exóticas. Se o Fusion 1.0 EcoBoost fosse vendido por aqui, por exemplo, ele pagaria menos IPI que um Renault Sandero R.S..

Segurança de prateleira

Suzuki Jimny A frenagem autônoma de emergência é obrigatória para modelos novos vendidos na Europa desde 2014

Uma ótima notícia para os consumidores é que, finalmente, o governo incluirá uma série de equipamentos de segurança como requisitos para que as fabricantes tenham direito à redução máxima de 2% de IPI para seus carros.

Novamente a Anfavea não deu detalhes sobre quais serão esses itens, mas Antonio Megale, presidente da entidade, pontuou que serão entre 15 e 17 dispositivos a serem regulamentados pelo Denatran.

É certo que entra nesse pacote o controle de estabilidade, que passará a ser obrigatório para todos os carros vendidos no Brasil a partir de 2022. A inclusão desses itens nos modelos nacionais, aliás, não é exatamente um grande sacrifício para as marcas, pois o ESC vem se popularizando por todo o mundo (o que aumenta sua escala de produção e reduz custos) e os projetos globais já preveem a adoção do equipamento.

A novidade é que, durante a última coletiva da Anfavea, Megale mencionou a proteção aos pedestres. Isso indica que o Brasil pode seguir a indústria europeia e exigir itens como frenagem autônoma de emergência e sistemas de proteção em atropelamentos, como airbags para transeuntes e capôs que se erguem em caso de atropelamentos.

Sem estrelas

 A Chevrolet só melhorou a estrutura do Onix após o compacto zerar nos testes de impacto lateral do Latin NCAP

O Rota também irá exigir das fabricantes uma série de testes de impacto, mas, novamente, não há nenhum detalhe de quais são e como eles serão feitos.

O presidente da Anfavea informou que essas avaliações poderiam ser feitas pelas próprias montadoras, acompanhadas de auditores – como já ocorre atualmente, aliás.

Isso não quer dizer, porém, que os testes serão mais rigorosos. Apesar da legislação brasileira já prever testes de impacto, eles não são tão exigentes quanto os feitos por instituições como o NCAP. Esse é um dos motivos pelo qual modelos que foram reprovados no Latin NCAP podem ser vendidos normalmentepor aqui.

O órgão internacional, aliás, foi questionado por Megale, que comentou sobre os diferentes protocolos do programa e suas alterações constantes.

É verdade que o NCAP fica mais rígido antes do tempo hábil para que uma fabricante possa incorporar avanços de segurança em seus veículos (algo que pode levar até dez anos).

Por outro lado, indústria e governo perdem uma grande oportunidade de fazer uma parceria com o NCAP ou outras instituições para avaliar publicamente a segurança de todos os modelos novos que chegam ao mercado.

O mistério dos híbridos e elétricos

Apenas a versão alongada e com motor V8 virá para o Brasil O novo A8 tem dois motores, mas só um movimenta efetivamente o carro

Sabe aquele IPI antiquado por cilindrada? Pois ele, naturalmente, não vai existir para veículos elétricos – cujo tamanho do motor não é medido em cm³ – nem para híbridos.

A taxação para esse tipo de carro vai variar entre 7% e 20% e levará em conta a eficiência energética e o peso do veículo. Ironicamente, exatamente como poderiam ter feito para veículos convencionais.

A Anfavea falou que os cálculos que serão levados em conta são complexos e que ela irá divulgar uma espécie de cartilha explicando como será. Mas é provável que o Toyota Prius pague menos imposto que o enorme Lexus LS500h.

O que não ficou claro é como o Rota 2030 lidará com novas tecnologias, como o sistema híbrido parcial. Carros equipados com esse sistema possuem um motor elétrico para reduzir o esforço do conjunto a combustão, mas não são capazes de se mover usando apenas eletricidade.

Isso porque, na prática, esses veículos não são híbridos. Outra dúvida é como o BMW i3 seria enquadrado, pois, apesar dele se mover usando apenas energia elétrica, no Brasil ele possui um motor a combustão que pode ser usado para recarregar suas baterias.

Também não se sabe se híbridos que podem ser recarregados na tomada (plug-in) terão tarifação diferente dos modelos sem essa possibilidade.

Obra pública

Conceitualmente o Rota 2030 nasceu certo, repetindo os acertos do Inovar-Auto sem usar a tributação excessiva (e condenada) para desestimular quem não estiver disposto a entrar no programa.

Mas a sensação que fica é que, mesmo após meses de discussões, o plano está repleto de buracos e lacunas, sendo aprovado às pressas para atender aos desejos de uma minoria poderosa.

Fora dos microfones já se fala que o Rota foi entregue como uma obra pública, inaugurada a tempo de ser aproveitada pelos políticos às vésperas da eleição, mas com inúmeros detalhes a serem corrigidos após os holofotes serem desligados.

A expectativa é que todas essas dúvidas sejam esclarecidas nos próximos meses para que possamos, finalmente, entender qual o tamanho da evolução que os carros nacionais terão no futuro.
Fonte: Quatro Rodas

De novo? Multas poderão ser parceladas no cartão de crédito

Decisão foi assinada pelo Contran e publicada no Diário Oficial da União (DOU) na última sexta-feira (6); possibilidade tinha sido suspensa há dois meses

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou as novas regras para o pagamento de infrações por motoristas em situações irregulares. A resolução foi publicada no Diário Oficial da última sexta-feira (6). Os condutores infratores poderão, inclusive, dividir o pagamento de uma ou mais multas ao mesmo tempo. Ao realizar o parcelamento, os condutores ficam livres das pendências e podem receber o documento atualizado do veículo.

O parcelamento foi uma possibilidade colocada em outubro de 2017 e ficou em vigor até maio deste ano, quando foi suspenso pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Para entender melhor o vai e vem do parcelamento das multas, leia as matérias abaixo:

Contran aprova mudanças para o pagamento de multas de trânsito. Possibilidade do parcelamento no cartão de crédito foi publicada no DOU.
Foto Detran-PR | Divulgação

O pagamento por meio do cartão de crédito poderá ser organizado para mais infrações, em parcelas ou no conjunto dos débitos que um motorista tenha em relação ao seu veículo. Ao parcelar as multas de trânsito, o condutor fica liberado de pendências como a do licenciamento do veículo.

Com o novo sistema, os departamentos estaduais de trânsito (Detrans) poderão contratar empresas para novos meios de pagamento. Antes da medida ser publicada, a quitação de multas era realizada por meio de boletos emitidos pelos departamentos. Os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito que optarem por esse método de pagamento terão que repassar informações mensais ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) sobre a arrecadação. Caso essa prestação de contas não seja feita, a entidade poderá sofrer penalidades.

As operadoras acionadas para intermediar os pagamentos devem ser credenciadas por entidades do Sistema Nacional de Trânsito. O proprietário do cartão deverá ser informado previamente das taxas adicionais cobrados ao optar por esta modalidade. Esses custos ficarão a cargo do motorista, e não dos departamentos de trânsito.

Fonte: Autopapo

A estrada mostra muitos problemas no seu carro; conheça sintomas

Viagem de férias pode virar pesadelo: aprenda a não ignorar os sinais mais comuns de falhas que podem deixar você a pé ou por em risco a segurança da família.

Subida da Rodovia dos Imigrantes no último carnaval; veja como perceber sinais de que seu carro pode dar problema na estrada (Foto: Helvio Romero/Estadão Conteúdo)

Subida da Rodovia dos Imigrantes no último carnaval; veja como perceber sinais de que seu carro pode dar problema na estrada (Foto: Helvio Romero/Estadão Conteúdo)

Férias, hora de por o carro na estrada! Mas será que está tudo em ordem? De repente, algo de estranho acontece, você engole seco e não fala nada, afinal a galera está na alegria e você não quer estragar a festa… O certo era ter levado o carro para uma revisão antes de ir para a estrada, mas agora é tarde.

Para tentar evitar que sua viagem vire um pesadelo, vou dar algumas dicas dos sintomas e os possíveis problemas que devem ser corrigidos antes que você passe por mais apuros.

Vamos tentar identificar os problemas sempre com velocidades acima de 80km/h.

1) O volante do carro trepida que nem a máquina de lavar

Se você não está pisando no freio e seu volante trepida, provavelmente o conjunto roda e pneu precisa de balanceamento.

As principais causas são pneus irregulares ou rodas amassadas. Se os pneus estiverem velhos (mais de 5 anos) e deformados ou as rodas estiverem tortas, o balanceamento não resolverá; talvez você tenha que substituí-los.

Eu não gosto de desamassar rodas, entendo, tecnicamente, que aquele ponto onde o serviço foi realizado perde as características originais do material, tornando-se um ponto vulnerável e pode amassar novamente ou até quebrar, vai depender do tipo de retrabalho efetuado.

Tá bom, não serei tão “Caxias”: pequenos empenamentos dá para corrigir sem grandes consequências. Mas, se parece uma bola de futebol americano, troque essa roda logo!

Se a trepidação acontece quando você rela o pé no freio, seus discos de freio podem estar empenados. Será necessário substituí-los.

Folgas excessivas no sistema de direção e suspensão também poderão gerar algum desconforto no volante em altas velocidades. Primeiro, passe no seu mecânico de confiança, para saber se a solução é somente a troca dos pneus.

2) Na reta, você sente no volante que seu carro quer sair para um dos lados pista

Você já deve ter visto metade da banda de rodagem careca e metade em bom estado (foto abaixo). É isso que acontece quando você não faz alinhamento a cada 10.000km.

Desgaste irregular na banda de rodagem do pneu pode apontar problema de alinhamento (Foto: Denis Marum)

Desgaste irregular na banda de rodagem do pneu pode apontar problema de alinhamento (Foto: Denis Marum)

Fique atento porque folgas excessivas em peças da direção e da suspensão podem impedir que alinhamento resolva o problema.

3) Ruído continuo em velocidades constantes

Neste caso temos que cercar o problema. Ruídos agudos, tipo som de flauta, costumam vir da dianteira do carro, relacionados a correias, esticadores das correias, rolamentos do alternador ou até mesmo a um problema de desgaste no freio.

Problema no rolamento de roda gera som que parece um trombone em velocidades constantes (Foto: Denis Marum)

Problema no rolamento de roda gera som que parece um trombone em velocidades constantes (Foto: Denis Marum)

Já os ruídos mais graves, tipo som de trombone, na ordem dos mais comuns para os menos comuns: pneus deformados, rolamentos de roda, rolamentos de câmbio ou diferencial.

4) Ponteiro da temperatura encostando no vermelho?

É sinal de que o sistema de arrefecimento não está conseguindo retirar o excesso de calor que o motor está gerando.

Esse diagnóstico deve ser feito por um profissional habilitado, mas comece olhando a mangueira de saída de água do radiador. Se ela estiver inchada (parecendo um joelho), com certeza sua válvula termostática deverá ser substituída. Mas, como eu disse, é preciso a avaliação técnica para confirmar.

Mangueira de água incha quando a válvula termostática está com defeito (Foto: Denis Marum)

Mangueira de água incha quando a válvula termostática está com defeito (Foto: Denis Marum)

Bobear no diagnóstico de um superaquecimento do motor poderá levar a danos mais sérios, como ter que retificar o cabeçote do motor.

Fonte: G1

Freios: identifique 7 sinais claros de problemas no sistema

O sistema de freios dá sinais claros quando algo não vai bem. Muitos problemas são, literalmente, sentidos pelo motorista. O AutoPapo enumerou 7 indícios de que o carro não está brecando corretamente: se você percebeu algum deles, não perca tempo e procure rapidamente o mecânico. Afinal, a segurança do veículo não pode ficar para depois! Confira:

1. Quando você aperta o pedal, o freio assovia ou range?

Identifique 7 sinais claros de problemas nos freios

Isso pode ser um sinal de que as pastilhas chegaram ao fim: esses componentes já encostaram em seu suporte, que está “mastigando” o disco. Neste caso, prepare duplamente seu bolso: além das pastilhas, os discos também precisarão de substituição.

2. O pedal está “muxibento” e não transmite firmeza? Ele desce e oferece pouca resistência?

Indício de que o circuito de freio está precisando de uma sangria para tirar o ar que se misturou ao fluido. Trata-se de um problema simples e relativamente barato de ser resolvido.

3. O pedal está muito duro?

Se você tem que fazer um “senhor” esforço pra frear o carro, é sinal de que a assistência (hidrovácuo), que serve justamente para deixar o pedal mais leve, não está funcionando. Nesse caso, teoricamente, a capacidade de frenagem do veículo não fica comprometida: o problema é que o motorista pode não ter a força suficiente para acionar ao máximo o pedal, ou se assustar diante de seu endurecimento. Em ambos os casos, um acidente pode se tornar inevitável.

4. O pedal está muito baixo?

Nesse caso, existem três possibilidades: pode ser um sinal de que os componentes do freio estão muito desgastados, ou ser consequência de falta de regulagem do freio traseiro, ou ainda indicar vazamento de fluido.

5. O pedal está vibrando?

Identifique 7 sinais claros de problemas nos freios
Pedal de freio e acelerador em carro automático

Nesse caso, não há necessariamente um problema: se o carro for equipado com o sistema ABS, o motorista pode sentir vibrações em freadas de emergência, principalmente em piso de pouco atrito (piso molhado, areia, gelo). O pedal vibra justamente pela atuação do ABS, tentando impedir as rodas de deslisarem. Porém, em outras situações ou em carros sem esse sistema, a vibração indica que algum componente do freio (discos ou tambores) estão empenados.

6. O carro está puxando?

Se, ao acionar o freio, o carro puxa para um lado, há sinal de que o sistema não está equilibrado, com problema em um dos lados: o freio de uma das rodas está atuando com maior ou menor intensidade que o das demais.

7. A luz do sistema de freios no painel está acesa?

É o mais simples de se identificar entre os sinais claros de problemas. Em alguns carros, é falta de fluido. Em outros, a indicação é de que o desgaste da pastilha chegou ao seu limite.

Fonte: Autopapo

CNH digital está disponível em todo o Brasil

A emissão da Carteira Nacional de Habilitação Digital (e-CNH) já pode ser feita pelos Departamentos de Trânsito (Detran) de cada estado do País gratuitamente, com exceção de Goiás. Aprovada em julho de 2017, a e-CNH surgiu como uma opção para o documento impresso, pois tem o mesmo valor jurídico e pode ser acessada de forma rápida por meio do celular.

Utilizando um sistema criptográfico que assegura a validade do documento, quem esquecer a CNH em casa não estará mais sujeito a multa e pontos na carteira, infração prevista no artigo 159 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Basta exibir o documento digital, que pode ser acessado off-line, sem a necessidade de conexão com a internet.

Para ter o documento digital é necessário fazer um cadastro no Portal de Serviço do Denatran e ir ao Detran onde a CNH impressa foi emitida, para confirmar dados pessoais. O download do aplicativo CNH Digital é gratuito. Após isso, o motorista informa um e-mail em que receberá um link para confirmação. O login deve ser realizado no aparelho em que se deseja ter o documento digital. No primeiro acesso, deve-se criar uma senha com quatro dígitos para que o documento seja armazenado com segurança.

Se o condutor perder ou tiver o aparelho de celular furtado, basta realizar o bloqueio da e-CNH no Portal de Serviços do Denatran, onde também é possível habilitar um novo aparelho para transferir o serviço.

O Ministério das Cidades anunciou que o Certificado do Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) estará disponível online até o fim de 2018.

Fonte: Revista Carro

Saiba cuidar dos faróis amarelados

Ação do tempo deixa lentes dos faróis amareladas; correção parte de R$ 200 se feita em casa, mas oficinas especializadas também fazem o serviço.

faróis
OFICINAS ESPECIALIZADAS CORRIGEM AMARELAMENTO DE FARÓIS POR CERCA DE R$ 230Foto: José Patrício/Estadão

É comum que a ação do tempo deixe os faróis de acrílico amarelados. O efeito é perigoso, já que diminui sensivelmente a eficiência do componente e, consequentemente, a visibilidade no escuro e a segurança.

As lentes de policarbonato ficam amarelas por vários motivos. Sujeira acumulada e até insetos podem causar o problema ao longo do tempo. Manter os faróis limpos ajudará a evitar o amarelamento da peça por mais tempo. Após uma viagem, é recomendado lavar o componente com água e sabão neutro, mesmo que não haja tempo para uma ducha no carro inteiro.

Mas se evitar o efeito nas lentes de policarbonato é difícil, corrigir o problema é tarefa simples. O procedimento pode ser até feito em casa, com o uso de kits especiais para esse fim.

Por cerca de R$ 200, o kit vem com lixas finas, panos e produtos especiais para devolver a transparência ao farol. Basta seguir as instruções da embalagem e realizar o serviço – um polimento – na garagem de casa.

No entanto, é possível contar com ajuda profissional para deixar os faróis como novos. Lojas especializadas em estética automotiva cobram cerca de R$ 230 por farol. O serviço inclui desmontagem e limpeza interna e externa da peça.

Faróis embaçados

Outro problema comum é o embaçamento interno dos faróis. Ele pode ser corrigido com a desmontagem e limpeza interna. Porém, como geralmente é causado por infiltração de água na peça, a solução definitiva geralmente é a troca do componente inteiro.

Isso ocorre porque o embaçamento é sinal de deficiência na vedação do farol, permitindo a entrada de umidade. Nesse caso, o melhor a se fazer é a troca, já que o componente poderá voltar a ficar embaçado logo.

A mesma recomendação é feita se houver trincas e rachaduras na lente do farol. A melhor solução é a substituição do conjunto, já que uma tentativa de restauração pode acabar piorando o estado da peça em caso de quebra.

Fonte: Estadão

Bateria descarregada: 10 motivos que acabam com a energia do seu carro

Deixar luzes internas e externas acessas com o carro desligado, fazer adaptações, deixar de andar no veículo por muito tempo e problemas no alternador podem “arriar” a bateria

A bateria é um item essencial nos carros, mas você sabe quais são os comportamentos que dão origem à sua bateria descarregada?

Listamos alguns motivos que, com alguma frequência, arriam o componente e explicamos o porquê:

  • Rastreador;
  • Faróis ligados;
  • Alarme desconfigurado;
  • Chave “virada” na ignição;
Além das luzes internas ligadas, outras nove razões podem deixar sua bateria descarregada. Saiba como evitar o problema e quais são as consequências se você deixa a bateria arriar com frequência.
  • Luzes internas ou do porta-luvas acessas;
  • Som tocando ou frente do rádio acesa sem o motor funcionando.

Todos esses equipamentos causam o mesmo problema. A bateria é acionada sem que o motor esteja rodando. Dessa forma, ela não é retroalimentada pelo alternador e vai perdendo a carga aos poucos. O professor e técnico automobilístico João Barreto explica que a bateria é um acumulador de energia, e que o componente tem um tempo de duração, que varia de acordo com a sua amperagem. Como os componentes elétricos consomem a energia armazenada, a bateria “arria” e não consegue fornecer energia suficiente para dar a partida no motor.

Além das luzes internas ligadas, outras nove razões podem deixar sua bateria descarregada. Saiba como evitar o problema e quais são as consequências se você deixa a bateria arriar com frequência.
  • Fuga de carga

“A fuga de carga acontece quando o consumo de energia do carro é maior do que o programado”, afirma o professor. Cabos estragados, por exemplo, podem demandar mais do componente. O mesmo acontece no caso de curto-circuito ou adaptações realizadas em sons, de modo que a potência exija uma capacidade maior do que a estrutura oferecida pelo automóvel também podem causar bateria descarregada.

  • Problema no alternador

O alternador gera energia para a bateria e faz com que ela “recarregue”. Se estiver gerando energia insuficiente, a bateria vai ficar menos carregada e, em alguns casos, “arriar”. O problema pode ocorrer também se o regulador de tensão (relé) estiver defeituoso.

  • Deixar o carro sem funcionar por longos períodos

Enquanto o veículo está desligado, a bateria continua fornecendo carga para os sistemas do automóvel. Os equipamentos elétricos, como alarme, rádio, relógio digital e painel demandam uma pequena alimentação que, em longo prazo, vão descarregar a bateria. Barreto adverte: “Não é recomendável desconectar a bateria ao deixar o carro desligado por muito tempo. Porque os automóveis de hoje têm muitos componentes eletrônicos que podem se desconfigurar sem receber energia. Desativar o componente pode atrapalhar a memória da central eletrônica, por exemplo”.

  • Frio
Além das luzes internas ligadas, outras nove razões podem deixar sua bateria descarregada. Saiba como evitar o problema e quais são as consequências se você deixa a bateria arriar com frequência.

As baterias têm uma tendência maior de pifar no frio. Isso porque, ao dar a partida, a baixa temperatura dificulta a vaporização do combustível e deixa o óleo lubrificante mais grosso e viscoso, obrigando o motor a um maior esforço para ser acionado e demandando, portanto, maior carga de energia. Além disso, a bateria produz energia elétrica a partir de uma reação química e, quanto mais baixa a temperatura, mais difícil de ela acontecer.

Fonte: AutoPapo

Recarga de veículos elétricos foi regulamentada

Norma tem por objetivo incentivar o investimento em pontos de carregamento de baterias de veículos elétricos

BMW i3
Ponto de recarga para carros elétricos instalado no posto Graal no km 56 da Rodovia dos Bandeirantes. Foto: Nilton Fukuda/Estadão

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou no dia 19 de junho uma regulamentação mínima sobre a recarga de veículos elétricos por interessados na prestação desse serviço (distribuidoras, postos de combustíveis, shopping centers, empreendedores, etc.).

O objetivo da agência é reduzir a incerteza aos que desejam investir em pontos de recarga dos veículos elétricos.
Embora o mercado de carros elétricos no Brasil ainda seja inexpressivo, segundo a agência a expectativa é que a propulsão elétrica alcance posição relevante no País nos próximos dez anos.

A norma permite a qualquer interessado a realização de atividades de recarga de veículos elétricos, inclusive para fins de exploração comercial a preços livremente negociados, a chamada recarga pública.

A distribuidora de energia elétrica pode, a seu critério, instalar estações de recarga em sua área de atuação destinadas à recarga pública de veículos elétricos.

Até o dia 15 de outubro, a Aneel deverá disponibilizar formulário eletrônico que permita a qualquer interessado o envio das informações necessárias ao registro das estações de recarga em unidades consumidoras de sua titularidade.

Mercado ainda tem poucas opções

Atualmente, a rede Graal oferece pontos de recarga para elétricos em postos das rodovias Anhanguera e Bandeirantes, em São Paulo. Alguns shoppings também oferecem tomadas para esta finalidade.

Além disso, a BMW anunciou no ano passado a instalação de um “corredor elétrico” na Via Dutra, rodovia que liga São Paulo e Rio de Janeiro. A intenção é inaugurar este ano seis pontos de recarga, em parceria com a empresa portuguesa EDP.

A montadora alemã vende no Brasil o i3, por um preço que começa em R$ 199.950. A Volkswagen já anunciou que irá lançar ainda este ano o e-Golf, versão elétrica do hatch. Até o ano que vem, deverão chegar também modelos como Nissan Leaf e Chevrolet Bolt.

Fonte: Estadão