Lei Seca ficou mais rígida nos últimos anos; veja o que pode e o que não pode

A única forma segura de escapar de uma blitz da Lei Seca é não beber e dirigir.

Lei Seca brasileira não tem tolerância para qualquer quantidade de álcool (Foto: Divulgação/Detran-PR)

Lei Seca brasileira não tem tolerância para qualquer quantidade de álcool (Foto: Divulgação/Detran-PR)

Antes mesmo do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de 1997, a legislação já proibia dirigir depois de beber álcool, embora a fiscalização fosse frágil e sem métodos de comprovação.

Em 1997, essa história mudou, mas foi só em 2008 que entrou em vigor a chamada Lei Seca, que reduziu a tolerância para a quantidade de álcool no organismo. Desde então, mais de 1,7 milhão de autuações foram feitas no país, segundo um levantamento do G1.

No entanto, essa lei ainda tinha brechas permissivas, que foram reduzidas em 2012 e 2016, ano em que todas as multas subiram de valor, aumentando o peso da punição.

Como é a Lei Seca agora?

De acordo com o artigo 165 do CTB, o condutor flagrado dirigindo sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência comete uma infração gravíssima.

Lei seca ficou mais rígida nos últimos anos (Foto: Juliane Monteiro/G1)

Lei seca ficou mais rígida nos últimos anos (Foto: Juliane Monteiro/G1)

Qual é a punição o motorista que for pego embriagado?

Atualmente, a multa gravíssima é de R$ 293,47, mas a nova Lei Seca multiplica esse valor por 10, chegando a R$ 2.934,70.

Além da punição no bolso, o motorista tem a CNH recolhida e responde a um processo administrativo que leva a suspensão do direito de dirigir por 12 meses – depois de todos os recursos possíveis. O veículo também é retido até que um outro condutor habilitado se apresente.

Mas qual é o limite para beber e dirigir?

Não há tolerância para qualquer nível de concentração de álcool no corpo. Existe apenas uma margem de erro definida pelo Inmetro para os bafômetros, por isso a infração é confirmada se o resultado do teste for igual ou superior a 0,05 mg/L de ar expelido.

Se eu tiver tomado uma cerveja e meus reflexos parecem estar em perfeitas condições, ainda assim serei multado?

Sim. O motorista que consumir álcool e for flagrado ao volante será punido, mesmo que não esteja dirigindo de forma mais perigosa.

Quanto tempo leva para o álcool ser eliminado do corpo?

Não há um tempo exato, porque fatores como idade, sexo, peso e estômago cheio, entre outros, podem alterar medição – em alguns casos até dobrando o tempo.

Em testes, uma quantidade de uísque de 100 ml, o equivalente a 2 latas de cerveja ou 2 taças de vinho, levou até 5 horas para ser eliminada do organismo, mas algumas pessoas levaram a metade do tempo e outras muito mais.

Na verdade, como a variação é muito grande de pessoa para pessoa, a única forma segura de escapar do bafômetro é não beber e dirigir.

E se eu comi um bombom de licor?

Quantidades pequenas de álcool são eliminadas mais rapidamente. Se você comeu o bombom poucos minutos antes de uma blitz, é possível que o bafômetro acuse algum sinal de álcool suficiente para levar multa. Mas é possível repetir o teste depois de 15 minutos para confirmar a medição.

Em testes, voluntários consumiram bombom de licor e usaram enxaguante bucal com álcool. O bafômetro acusou a presença, mas depois de 25 minutos todos registraram zero no teste.

E se eu me recusar a soprar no bafômetro?

O motorista que se negar a fazer o teste, mesmo que não aparente embriaguez, é punido da mesma forma que o motorista alcoolizado, ou seja, multa de R$ 2.934,70, suspensão por 12 meses e retenção do veículo.

A nova regulamentação também permite que a autoridade possa constatar embriaguez se houver alteração da capacidade psicomotora(cambalear, sonolência, hálito, atitude, desorientação, etc) ou até por meio de imagem, vídeo ou testemunho.

Para confirmar a alteração, a autoridade deve considerar não somente um sinal, mas um conjunto de sinais, e incluir a descrição no auto da infração.

Posso ser preso?

Sim. O motorista que for flagrado com concentração igual ou superior a 0,3 mg de álcool por litro de ar ou de 0,6 g/L no sangue pode ser multado pelo artigo 165 e também enquadrado em crime de trânsito (artigo 306).

Neste caso, a autoridade também pode constatar embriaguez com observação de sinais de alteração da capacidade psicomotora.

Se for constatada a embriaguez nestes níveis, o condutor é levado a uma delegacia, onde é aberto um inquérito e o Ministério Público decide se faz uma denúncia, que em seguida é aceita ou não por um juiz.

Se não houver acidente com vítima, o delegado pode estipular uma fiança, e o acusado que pagar responde ao processo em liberdade.

A pena para esse crime é de detenção de 6 meses a 3 anos, multa e suspensão temporária da carteira de motorista ou proibição permanente de se obter a habilitação.

No entanto, é muito difícil o motorista voltar à prisão ao final do processo. Mesmo se for condenado, a punição pode ser revertida em prestação de serviço à comunidade ou pagamentos de cestas básicas, por exemplo.

E se o motorista embriagado se envolver em acidente com vítima?

Se causar morte (homicídio culposo) e for pego em flagrante, o motorista é levado a uma delegacia, mas uma fiança só pode ser estipulada por um juiz durante audiência. Desse modo, a liberação não é imediata.

A lei define pena de 5 a 8 anos de prisão, mas ainda pode ser convertida em pagamento de cestas básicas ou trabalho comunitário ao final do processo.

Nos casos em que há lesão grave (feridos sem intenção), a punição é de 2 a 5 anos. Nestes casos, o delegado também não poderá conceder fiança.

Fonte: G1

Veja 5 cuidados com carro que vão evitar prejuízo no curto prazo

Cuidar do carro vai além da manutenção regular. Os maus hábitos ao volante a seguir são prejudiciais como quem não liga para a saúde

Cuidados do carro: Ame-os ou odeie-os, são essenciais para a vida útil do seu carro, e do seu bolso...

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Cuidados do carro: Ame-os ou odeie-os, são essenciais para a vida útil do seu carro, e do seu bolso…

Você gosta de perder dinheiro com carro?  Ainda que questões como a manutenção básica sejam bastante faladas por aí e até decoradas item por item, há outros cuidados do carro igualmente prejudiciais ao seu bolso em caso de negligência, que muitos não percebem, mas estão ainda mais próximas da suas próprias realidades.

Do mesmo modo que não adianta nada você gastar rios de dinheiro no celular mais tecnológico do mundo (se esse alguém fica derrubando no chão e deixando cair todos os tipos de líquido em cima), esqueça a ideia de que o seu carro durará para sempre porque está com a manutenção em dia, ou em caso quebra, que a culpa é do carro porque ele não presta. Na verdade, muitas vezes culpa é do cidadão atrás do volante, que não se atenta aos cuidados do carro .

 

1- Carros também acordam do sono profundo

Vale a pena esperar um pouco antes de sair com o carro logo depois de dar a primeira partida do dia
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Vale a pena esperar um pouco antes de sair com o carro logo depois de dar a primeira partida do dia

Depois de horas que o carro está desligado, todos os fluidos estão frios e nas partes mais baixas dos conjuntos mecânicos, devido à gravidade. Por isso, mesmo que as bombas de água e óleo comecem a funcionar desde a partida, os fluidos do motor e da transmissão ainda não tiveram o seu tempo para cobrir todas as peças, e assim, garantir um funcionamento adequado, sem grandes esforços.

Desse modo, ligue o carro antes mesmo de botar o cinto, acertar o rádio, arrumar os seus pertences antes de sair e de fazer outras coisas relacionadas. Esse tempinho que o motor está ligado é mais do que o suficiente para os fluidos circularem e você começar a rodar – mas só para começar a rodar.

Isso porque, ao sair com o carro, ele ainda estará em seu processo de aquecimento, longe da temperatura ideal de funcionamento. Logo, não imponha o ritmo normal de uso antes de atingir uma temperatura entre 80 e 90°C. Isso poupará o motor e o câmbio de terem que suportar maiores atritos em seus movimentos, que por sua vez prolongará o desgaste das peças relacionadas.

2- Se animais pedem delicadeza, os carros também

Mesmo que você goste do carro que tem interesse, veja, ao volante, se roda suave e se há empatia com as sensações
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Mesmo que você goste do carro que tem interesse, veja, ao volante, se roda suave e se há empatia com as sensações

Como você trata alguém que ama? Pense nisso antes de sair com seu carro da sua vaga. Não há qualquer outro proprietário mais cuidadoso com sua máquina do que Irv Gordon, que já rodou com seu Volvo, de 1966, mais de 4,8 milhões de quilômetros, marca que atingiu em 2013. Entre os itens sobre como conseguiu a façanha (suficiente para ir e voltar da Lua seis vezes), além do fato de que o projeto do carro é bastante robusto e que todos os tempos de manutenção são seguidos com seriedade, o americano aposentado salienta que a chave é guiar o carro o mais suavemente possível.

Acelerações bruscas forçam os coxins de câmbio e motor, antecipa o desgaste das engrenagens do câmbio, pneus, correias do alternador e comando(s) de válvulas (devido ao esticamento delas, resultado do aumento repentino do torque), além de gerar tensão sobre a carroceria, o que aumenta o estresse sobre o sistema de suspensão.

Além disso, a possibilidade de você precisar desacelerar o carro mais vigorosamente em seguida se torna mais provável. Ao fazer isso, o desgaste nas pastilhas e discos de freio (ou sapatas dos tambores) é maior, bem como, novamente, o estresse nos pneus e sistema de suspensão, que antecipará a vida útil das bieletas, bandejas, homocinéticas, amortecedores entre outros itens.

Isso sem falar de trocas de marcha agressivas (que força o trambulador e até compromete a saúde do sincronizador e outras engrenagens relacionadas ao câmbio), puxadas raivosas do freio de mão (que esticam desnecessariamente o cabo de acionamento e, assim, antecipa as folgas no sistema) e curvas violentas, que torcem o carro lateralmente e resulta em efeitos similares às acelerações e freadas bruscas, mais as folgas na caixa de direção.

3- Embreagem é sensível como ovos

Descansar o pé na embreagem é uma das piores atitudes que alguém pode cometer ao conjunto
Guilherme Menezes/iG

Descansar o pé na embreagem é uma das piores atitudes que alguém pode cometer ao conjunto

Para quem não sabe, existe um espaço à esquerda do pedal de embreagem para colocar o pé. Por isso, não se deve encostar nele se não for para trocar de marcha ou partir do zero.

Quando se descansa o pé no pedal, por menor que seja a pressão exercida, ela já é o suficiente para gerar desgastes prematuros nas pastilhas de embreagem e rolamento, o que pode até levar a um superaquecimento no sistema. E é aí que mora o perigo, uma vez que os materiais têm a possibilidade de perder suas propriedades físicas e isso levar a uma perda acelerada de eficiência e durabilidade.

Além disso, com as mesmas consequências, o que acontece em muitos casos é o motorista, em subidas íngremes, segurar o carro pela embreagem e intercalar com o acelerador para não ele descer. Um pouco disso na hora da saída é normal, até porque ninguém quer morrer o carro e nem sair fritando pneu, mas o problema é quando esse processo leva muito tempo.

Em situações assim, o recomendado é se firmar no freio de mão e só depois executar o procedimento correto de saída em ladeira, que até pode queimar um pouco de embreagem, mas nada longe do projetado para a peça.

4- Se nós precisamos dormir direito, os carros também

Deixar o carro bem estacionado e protegido também faz parte dos cuidados que evitam prejuízos
Divulgação

Deixar o carro bem estacionado e protegido também faz parte dos cuidados que evitam prejuízos

Para ser bem direto ao ponto: não apóie os pneus em guias, não pare em ladeiras íngremes com os pneus virados e não use só o freio de mão nelas. Ou seja: saiba como estacionar o seu carro, do mesmo modo que todos os procedimentos ideais antes antes de ir dormir.

Enquanto que o último item força o cabo do freio de mão, o que leva a folgas no sistema e uma sucessiva perda de eficiência dele, o restante compromete, respectivamente, a boa forma dos pneus (que poderão formar as bolhas – que arrebenta o pneu em caso de estouro – ou achatar em certas áreas, o que leva ao desbalanceamento deles e, assim, o sistema de suspensão trabalha forçado) e sobrecarga das juntas de homocinética e pontas de eixo, a longo prazo.

5- Já parou o carro? Basta desligá-lo

O rotor (item 2) da turbina de um motor sobrealimentado por ficar sem lubrificação se o carro foi desligado rapidamente
Divulgação

O rotor (item 2) da turbina de um motor sobrealimentado por ficar sem lubrificação se o carro foi desligado rapidamente

Apesar disso ser óbvio para muitos, os mais antigos podem ainda não ter largado o vício dos carros carburados. Isso porque, com eles, você depende de manter sempre uma reserva de combustível na cuba do carburador para o motor dar a partida sem muitas tentativas. Entretanto, com o advento das injeções eletrônicas, hoje isso já não acontece mais – a não ser para os carros com álcool no tanque, que em dias um pouco mais frios ou com o motor em temperatura ambiente, podem demorar à pegar. Mas aí é preciso um pouco de paciência mesmo – e, por isso, já não é mais necessário acelerar antes de desligar o carro.

Qual é o grande problema para o seu carro quando se acelera antes de desligar então? Para um carro aspirado, os danos não são muito expressivos (apesar de muitos manuais recomendam que se diminua o ritmo de funcionamento do motor minutos antes de desligá-lo), entretanto, para um carro turbo, isso é péssimo.

O motivo? O turbocompressor é uma peça móvel, tal como o próprio motor, e por isso também recebe lubrificação. Entretanto, dependendo da turbina, ela tem capacidade de rotacionar até 300 mil rpm, o que significa que, após o desligamento do motor, ela continuará em atividade, sem lubrificação.

Assim, este hábito fará com que a peça cada vez mais perca a sua eficiência – com menos capacidade de entregar potência e economia de combustível – e tempo de vida. Logo, depois de algum tempo submetida a um funcionamento irregular por acelerar o carro antes de desligar, a sua durabilidade se comprometerá por completo, até que seja necessário uma retífica de turbina, que custará entre  R$ 800 e R$ 1200, dependendo do valor da mão-de-obra. Antes de pensar em qualquer atitude suspeita ao dirigir, pense duas vezes para garantir os cuidados do carro ideais.

Fonte: Carros iG

Sete tecnologias que facilitam (de verdade) a vida do motorista

Todo motorista passa por situações que são ao mesmo tempo irritantes e cansativas. Saiba de que maneira o Fiat Cronos ajuda a solucionar cada uma delas

Contar com um carro no dia a dia facilita a rotina de muitos motoristas. Mesmo assim, a vida sobre quatro rodas está cheia de surpresinhas desagradáveis, da chave escondida em um canto da bolsa à baliza impossível. Por sorte, existem tecnologias pensadas justamente para resolver questões do tipo. O novo Fiat Cronos, sedã recém-lançado pela montadora italiana, é um modelo que vem com uma lista de tecnologias amigas. Confira:

As mãos presas

 Cadê a chave do carro?

Cadê a chave do carro? (Caio Gomez/Abril Branded Content)

O problema: você está no estacionamento do mercado, com um filho no colo e sacolas nas mãos. É quando lembra que a chave do carro está no bolso.

A solução do Fiat Cronos: com o sistema Keyless Entry’N’ Go, você abre as portas sem precisar da chave. Mas é seguro? Claro: é que o sistema identifica a presença da chave. Outra praticidade: o carro conta com o sistema Folding de rebatimento elétrico dos retrovisores, que recolhe os espelhos quando você tranca o carro.

A pista escorregadia

 Maior controle em rampas

Maior controle em rampas (Caio Gomez/Abril Branded Content)

O problema: rampas escorregadias, com carros posicionados atrás do motorista, são sempre uma situação de risco. Um pequeno deslize do automóvel pode provocar prejuízos.

A solução do Fiat Cronos: o sistema Hill Holder mantém os freios acionados até que o motor alcance a força necessária para o arranque. Ou, em todo caso, por até 2 segundos depois de o motorista tirar o pé do pedal de freio.

A baliza difícil

 Não há motorista que não sue ao fazer as balizas mais difíceis

Não há motorista que não sue ao fazer as balizas mais difíceis (Caio Gomez/Abril Branded Content)

O problema: por mais experiente que seja o motorista, sempre existem aquelas situações em que colocar o carro numa vaga é desafiador. Às vezes, é porque está escuro ou porque a vaga de trás é ocupada por motos, mais difíceis de visualizar.

A solução do Fiat Cronos: a câmera de ré com linhas dinâmicas garante que você faça a manobra perfeita, com total segurança. Além disso, o veículo é equipado com a função Tilt Down, que inclina o retrovisor direito automaticamente quando a ré é engatada.

O crepúsculo e a escuridão

 O fim de surpresinhas na hora de sair do carro

O fim de surpresinhas na hora de sair do carro (Caio Gomez/Abril Branded Content)

O problema: vai caindo a tarde, e a visibilidade fica muito mais difícil para o motorista. Depois que a noite chega, entrar e sair do veículo pode ser uma experiência cheia de surpresas: você pode, por exemplo, pisar numa poça de água ao deixar o carro.

A solução do Fiat Cronos: o lançamento da Fiat apresenta as puddle lamps, luzes de cortesia que iluminam o piso à frente das portas. Quanto ao sensor crepuscular, detectores infravermelhos identificam variações de intensidade na luz ambiente e acionam os faróis automaticamente, se necessário.

A chuva

 A saga do limpador de para-brisa em dias chuvosos

A saga do limpador de para-brisa em dias chuvosos (Caio Gomez/Abril Branded Content)

O problema: começa a garoar, e você liga o limpador de para-brisa com velocidade baixa. A chuva engrossa, você muda a velocidade. O carro entra num túnel, a água para de cair e você desliga o limpador. Mas eis que o túnel acaba, e a chuva está ainda mais forte. E você liga o limpador de novo…

A solução do Fiat Cronos: sensores de chuva acionam o limpador de para-brisa sempre que necessário e na velocidade adequada. E, assim, o motorista pode se concentrar no trânsito, que é o que realmente importa.

O consumo excessivo

 Anda um pouquinho, para um pouquinho, anda um pouquinho…

Anda um pouquinho, para um pouquinho, anda um pouquinho… (Caio Gomez/Abril Branded Content)

O problema: na cidade, o carro para e anda centenas de vezes. Esse vai e vem, além de irritante, aumenta o consumo de combustível.

A solução do Fiat Cronos: com o sistema Start&Stop, o veículo é desligado automaticamente toda vez que fica parado – ou, no caso das versões automáticas, quando a pressão sobre o pedal do freio é liberada. Além disso, a direção elétrica progressiva do Cronos é mais leve e econômica.

A mensagem de WhatsApp

 A eterna distração das inúmeras notificações

A eterna distração das inúmeras notificações (Caio Gomez/Abril Branded Content)

O problema: quando é aquele amigo chato do grupo que manda gifs e vídeos engraçados o dia inteiro, a mensagem pode esperar. Mas e se for um cliente? É difícil atendê-lo bem e dirigir com segurança ao mesmo tempo. O problema se repete quando é preciso usar o Waze.

A solução do Fiat Cronos: o pacote tecnológico do modelo inclui a central multimídia Uconnect 7”, em estilo flutuante, como um tablet. Os usuários de Android Auto podem se beneficiar da compatibilidade com o sistema e controlar notificações de WhatsApp e as rotas do Waze a partir do volante.

Fonte: Quatro Rodas

Conheça 5 aplicativos que podem ajudar no trânsito do dia a dia

Navegadores, detector de sono e até calculadora de consumo podem ajudar o motorista a enfrentar o desafio de se sair bem nas ruas e avenidas

Quando falamos de aplicativos para carros, pensamos primeiramente no Waze. É praticamente impossível ir a um lugar desconhecido sem o recurso de navegação, tanto é que alguns modelos fazem até o espelhamento da tela do celular na central multimídia, para facilitar a experiência.

1 – Carrorama

Entre os aplicativos para carros, o Carrorama irá auxiliar na manutenção e durabilidade do seu modelo

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Entre os aplicativos para carros, o Carrorama irá auxiliar na manutenção e durabilidade do seu modelo

Algumas marcas, como a Volvo, já lançaram aplicativos de informações remotas. É o caso do On Call, que detalha diversas características do veículo na tela do celular. Quer saber o nível de gasolina, ou traçar a rota do GPS antes mesmo de entrar no carro? O aplicativo fará isso para você. A Ford também disponibilizou o Pass, que facilita a interação entre motorista e fabricante para marcar revisões e até receber dicas de programações de entretenimento na cidade.

Mas não se sinta excluído. Se o seu carro não oferece nenhuma dessas funcionalidades, o Carrorama poderá quebrar o galho. Você sabe quanto gasta de combustível com seu carro por mês? Por ano? Ou se ele roda melhor com gasolina ou etanol? Responder esse tipo de questão é a principal funcionalidade do Carrorama. Ele também poderá te lembrar de revisões, ou manutenções preventivas antes de viajar. Disponível para Android e iOS, o aplicativo também é capaz de enviar todas as informações para o condutor via e-mail, para um review mais detalhado.

2 – Spotify

Navegue livremente pelo aplicativo de streaming sem tirar as mãos do volante com o Spotify, com espelhamento de tela
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Navegue livremente pelo aplicativo de streaming sem tirar as mãos do volante com o Spotify, com espelhamento de tela

Você deve estar estranhando a presença do Spotify por aqui, mas saiba que ele não é um player de música como qualquer outro. Por trás da interface intuitiva, a facilidade de baixar músicas e podcasts ou criar playlists , temos um sistema muito eficiente para quem gosta de fazer tudo isso no carro.

Por meio do pareamento via Android Auto ou Apple CarPlay, você poderá executar todas as funções do Spotify pelo volante multifuncional. O player convencional que vem no celular não permite, por exemplo, que você troque de playlist ou saia da sessão de músicas para podcasts . Com o Spotify, você jamais terá que pegar no celular para fazer esse tipo de coisa. Disponível para Android e iOS, o Spotify oferece um mês de uso grátis antes de apresentar um plano de assinatura.

3 – Gasoleta

Não sabe qual é o combustível mais em conta para abastecer? Baixe o Gasoleta para saber qual é a melhor opção
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Não sabe qual é o combustível mais em conta para abastecer? Baixe o Gasoleta para saber qual é a melhor opção

Ainda estamos um pouco traumatizados com a greve dos caminhões que afetou o Brasil nas últimas semanas. Com a situação normalizada, só o fato de abastecer já preenche os nossos corações. Os preços, entretanto, continuam uma facada.

Você vai colocar gasolina ou etanol no seu carro? O Gasoleta pode ajudar com uma conta bem simples. De acordo com especialistas, o uso do etanol deixa de ser vantajoso em relação à gasolina quando o preço do derivado da cana-de-açúcar representa mais de 70% do valor da Gasolina. A vantagem é calculada considerando que o poder calorífico do motor ao etanol é de 70% do poder dos motores à gasolina. Apesar de ser interessante, o Gasoleta aparecerá apenas para quem usa sistema Android. Se o seu carro não for bicombustível, não fará muito sentido.

4 – Navier HUD 3

Com o Navier HUD 3, seu carro básico poderá ter tecnologia de modelo premium. Porém, verifique como está a bateria
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Com o Navier HUD 3, seu carro básico poderá ter tecnologia de modelo premium. Porém, verifique como está a bateria

Alguns carros já oferecem head-up display , que projetam informações como conta-giro e velocidade no para-brisa. Dessa forma, o motorista não precisa desviar os olhos da rota para olhar o cluster . Para os carros que não oferecem o dispositivo, há uma escapatória.

O Navier Head Up Display 3 é um app de navegação que ajuda o motorista a manter a atenção na estrada ao conduzir. Basta posicionar o smartphone com a tela virada para o para-brisas, e as informações de condução serão projetadas nele. Entretanto, o Navier HUD ainda é exclusivo para sistema Android.

5 – Drive Awake

Recomendamos o Drive Awake, caso você precise dirigir por muito tempo durante a noite
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Recomendamos o Drive Awake, caso você precise dirigir por muito tempo durante a noite

Outra funcionalidade presente em alguns carros mais modernos é o detector de sono. Por meio de uma série de estímulos como passar da faixa ou redução de velocidade, o sistema percebe que o motorista está sonolento e sugere pausa para tomar um café e esticar as pernas.

O Drive Awake é basicamente a mesma coisa. Desenvolvido para ajudar motoristas que dirigem por muitas horas, você deverá posicionar o celular de uma maneira que a câmera frontal tenha visão de seus olhos. Caso perceba que o condutor está em situação de risco, o aplicativo irá sugerir uma parada. Neste caso, o aplicativo está disponível apenas em inglês para sistema iOS. Qual dos aplicativos para carros você curtiu mais? Deixe nos comentários.

Fonte: Carros – iG

6 dicas para manter a pintura do carro nova

Quando se trata de manter a pintura do carro, pense com carinho no velho ditado: prevenir é melhor do que remediar. Para ajudar, separamos 6 ótimas dicas para manter a pintura do carro e garantir a competitividade no mercado na hora de revender. Confira a seguir.

1. Proteja contra o calor

A maior vilã da pintura do carro é a exposição a altas ou baixas temperaturas. O carro tem que enfrentar o sol, principalmente porque vivemos em um país tropical. A dica é evitar que isso aconteça ao menos quando o carro esteja parado. Prefira estacionamentos cobertos e, caso tenha, utilize a garagem de casa. Deixar o carro no sol, exposto a altas temperaturas, pode provocar rachaduras imperceptíveis na pintura, mas que no futuro acumulam umidade e podem virar uma ferrugem.

2. Não deixe os pássaros fazerem a festa

Esse problema não é apenas uma questão de higiene, acredite! A sujeira deixada pelos pássaros possuem substâncias realmente prejudiciais à pintura do carro. Evite parar embaixo de árvores e se, por acaso o incidente acontecer, lave o mais rápido possível.

3. Lave o carro da maneira correta

Pode até parecer simples, mas existem muitos produtos que não podem ser usados e que comprometem a pintura. Primeiro: nada de detergente de cozinha ou solvente. Use produtos apropriados para lavagem de carro e que são vendidos em lojas especializadas. Evite também lavar o carro sob o sol, pois isso nos remete à primeira dica. Vale lembrar, também, que a frequência ideal é uma vez por semana para a lavagem. Isso evita que a poluição se acumule na lataria.

4. Toda atenção no pós-lavagem

Depois da lavagem, existem outros procedimentos para manter a pintura do carro. É preciso secar para evitar que se formem manchas. Primeiro, abra o capô para secar também os dutos. Mesmo que não tenha muito a ver com a pintura, esse procedimento é importante para manter a aparência de novo. Outro cuidado é passar uma cera específica para a lataria com flanela (em movimentos circulares). Isso pode ser feito uma vez por mês.

5. Dirija com cautela

Alguns danos na pintura do carro podem ser causados por pedrinhas que batem na lataria quando se está dirigindo. Vale a pena prestar atenção na qualidade das estradas e evitar, quando possível, as que não apresentem boas condições. Reduza a velocidade e dirija com atenção. Estradas que foram asfaltadas recentemente também exigem certo cuidado. Caso perceba partículas de piche, remova o mais rápido possível.

6. Cuidado ao abastecer

Ao abastecer, preste atenção em quem está fazendo e, se for você mesmo, não deixe que a gasolina derrame na lataria. O combustível é um dos inimigos da pintura do carro. Ele pode deixar manchas que são muito complicadas de serem removidas. Se isso acontecer, limpe imediatamente.

Fonte: Meu Porto Seguro

Decisão do STJ que permitiu reter carteira de motorista de devedor vale para todos os casos? Veja perguntas e respostas

Apreensão do documento foi admitida, mas segundo especialistas, só pode ocorrer dentro de um processo judicial, na qual as partes sejam ouvidas, e após outras tentativas de quitar o débito.

 A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) da última terça (5), que admitiu a retenção da carteira de motorista (CNH) de um devedor, para forçá-lo a quitar seu débito, gerou uma série de dúvidas sobre como a medida poderá ser aplicada em casos semelhantes.

Na decisão, o STJ reconheceu o poder do juiz para aplicar medidas não previstas expressamente na lei e que vão além dos meios tradicionais para convencer uma pessoa a pagar a dívida.

Para isso, os ministros se basearam no artigo 139 do Código de Processo Civil, que permite ao juiz “determinar todas as medidas indutivas, coercitivas, mandamentais ou sub-rogatórias necessárias para assegurar o cumprimento de ordem judicial, inclusive nas ações que tenham por objeto prestação pecuniária”.

G1 analisou a decisão com ajuda dos advogados Marcelo Abelha e Fábio Quintas, especialistas no assunto, para esclarecer as dúvidas nesta série de perguntas e respostas:

Quando o devedor terá a carteira retida?

A existência de uma dívida qualquer não leva automaticamente à retenção da CNH. A medida dependerá sempre, nessas situações, de uma decisão judicial emitida por um juiz dentro de uma ação na Justiça movida pelo credor da dívida.

A decisão deve ser bem fundamentada e proporcional, isto é, dizer não só os motivos, mas também a necessidade, adequação e razoabilidade para atingir o fim buscado: o pagamento.

Além disso, uma medida do tipo, em geral, só poderá ser tomada depois que o juiz usar os meios previstos em lei para o pagamento. Antes, o juiz vai verificar se o devedor tem dinheiro em conta ou bens suficientes que podem ser usados para quitar a dívida.

A retenção da CNH pode ocorrer, por exemplo, quando se constatar que o devedor está escondendo o patrimônio e age na tentativa de evitar o pagamento. É nesse tipo de situação, que o juiz poderá tomar medidas mais contundentes para forçar o pagamento.

De qualquer forma, o tempo e o modo como o recolhimento será ou não feito depende das circunstâncias de cada caso, numa avaliação do juiz após ouvir os argumentos do devedor e do credor envolvidos no processo.

Quem vai reter a carteira?

A ordem para recolhimento da carteira de motorista, nesses casos de dívida, parte do Judiciário, que, por sua vez, determina ao Detran a suspensão da pessoa do direito de dirigir.

Se a pessoa estiver com a carteira recolhida e for flagrada dirigindo, terá o carro apreendido e responderá por crime, cuja pena é de detenção de seis meses a um ano, multa e cassação definitiva da CNH.

Após a retenção da carteira, como é possível recuperá-la?

A forma mais rápida de recuperar a carteira é pagar a dívida e provar a quitação do débito junto à Justiça dentro do processo que ordenou o recolhimento. Se o devedor, porém, quiser contestar a medida sem pagar a dívida, será possível por meio de recurso à instância judicial superior.

Se a ordem partir de um juiz de primeira instância, caberá recurso ao Tribunal de Justiça (TJ), de segunda instância, por exemplo.

A Justiça pode recolher outros documentos, como o passaporte?

Pelo entendimento do STJ, isso é possível, mas mais difícil de ocorrer que a retenção da CNH, por restringir o direito de ir e vir de uma pessoa. Em relação à CNH, o tribunal considerou que a retenção não afeta o direito de locomoção, já que o devedor teria outros meios de se transportar que não na condução do veículo.

Para o STJ, o recolhimento da CNH busca somente o “convencimento” para pagamento das dívidas e não significa uma punição ao devedor.

De qualquer modo, a medida só deve ocorrer quando o devedor descumprir decisão judicial que ordene o pagamento da dívida e tente fugir da obrigação; mesmo assim, ele poderá contestar a medida dentro do próprio processo.

Quando a CNH for necessária para o trabalho do devedor, pode haver recolhimento?

A decisão do STJ deixa claro que quando a condução de veículos é fonte de sustento do devedor, “a possibilidade de impugnação [contestação] da decisão é certa”, numa indicação de que a retenção, nesse caso, se torna muito difícil de ocorrer.

Nessa situação, a retenção da CNH seria contraproducente, porque impediria a pessoa de obter renda inclusive para pagar a dívida. A retenção, num caso desses, deveria ser ainda melhor justificada, demonstrando que a pessoa usa o documento para evitar pagar a dívida, por exemplo.

O entendimento do STJ pode cair?

Sim. Já tramita desde maio no STF uma ação que visa proibir os juízes de apreender CNH ou passaporte com o objetivo de forçar o pagamento da dívida. A ação também quer derrubar decisões em que magistrados vetam a inscrição de devedores em concursos e licitações.

A decisão caberá ao plenário da Corte, formado por 11 ministros – ainda não há previsão, porém, de data para o julgamento. O relator da ação, Luiz Fux, já pediu a opinião de diversos órgãos sobre o assunto e caberá a ele, após receber os pareceres, liberar a ação para decisão.

Garantia: o que pode e o que não pode?

O Código de Defesa do Consumidor (CDC) determina que a garantia legal para bens duráveis e serviços, como automóveis e manutenção, é de 90 dias. Com o aumento da concorrência, as fabricantes têm oferecido garantida contratual, além desse período legal, de um a cinco anos. O que acontece, no entanto, é que algumas práticas podem fazer com que o consumidor perca a garantia do seu carro.

Todas as peças do carro estão incluídas na garantia legal. Na contratual, por sua vez, as condições são definidas pelo acordo entre a fabricante ou revendedora e o consumidor. De acordo com o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da OAB-MG, Bruno Burgarelli, na garantia contratual, as empresas podem impor condições. Por outro lado, todos os reparos feitos dentro do prazo de garantia devem ser gratuitos e utilizar peças originais ou homologadas pela marca. A garantia sempre começa contar a partir da entrega do produto ou serviço.

Como cada fabricante tem uma própria política de garantia, o ideal é que o consumidor confira quais são os itens assegurados durante os anos de garantia contratual e se há algum comportamento que faça com que ele perca o direito à cobertura.

Os carros zero-quilômetro têm, normalmente, cobertura de itens mecânicos, suspensão e acessórios originais. Peças que se desgastam naturalmente, como pastilhas de freio, pneus, estofamentos, borrachas, amortecedores e itens de suspensão, bem como itens que devem ser substituídos regularmente, como filtros, correias e fluidos, estão excluídos dessa garantia.
Saiba como deve agir para não comprometer a garantia do seu carro. Respeitar os prazos de revisão, não instalar acessórios homologados são algumas das boas práticas.
Foto Shutterstock | Reprodução

Acessórios que não sejam homologados também não são cobertos pela garantia do seu carro. É aí que mora um dos perigos mais comuns! Muitos consumidores não sabem, mas nem todos os acessórios vendidos pelas concessionárias são homologados. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC) entende que a concessionária é obrigada a dar garantia legal, de 90 dias, para todos os acessórios que comercializa. “A garantia é estabelecida pelo CDC e independe de previsão em contrato” afirma o especialista em direito do consumidor, Lucas Marques.

Como a garantia reside na própria venda do produto, o IDEC acredita que a concessionária tem sim responsabilidade e deve manter a garantia do seu carro se você instalou um acessório não homologado na concessionária. “Ocorrendo a venda do produto, por lei a concessionária está obrigada a reparar. Ademais disso, aresponsabilidade é solidária, atribuindo-se também a fabricante do veículo e/ou o fabricante do acessório o dever de garantir a qualidade e funcionalidade do produto e reparar os problemas dele decorrentes” pontua o advogado.

1. Bater o carro tira a garantia?

Um carro batido pode perder a garantia se não for consertado em um período específico! A depender do contrato, se o motorista não arruma o carro em até dois meses depois do acidente, ainda que faça o conserto em revenda da marca, a garantia contra corrosão da carroceria será invalidada.

2. É obrigatório fazer as revisões na concessionária?

Outra questão são as datas das revisões. Deixar de levar o carro para revisão em até 30 dias ou 1.000 km após a data ou quilometragem estabelecida faz com que o consumidor perca proteção de fábrica.

3. Mexer no motor e suspensão altera a garantia do seu carro?

Ignorar a troca dos óleos lubrificantes, turbinar os motores, rebaixar ou instalar acessórios não homologados fazem com que a garantia de esvaia.

4. Comprar um veículo de pessoa física faz com que a garantia seja perdida?

O Advogado do IDEC, Lucas Marques, coloca que tanto de em uma relação de consumo, quanto em uma relação civil, não há o que se falar em perda ao direito de garantia. O que muda na relação jurídica são as regras legais de regência do contrato; seja um contrato de consumo, ou um contrato propriamente civil. Nesse caso em que pessoas físicas realizam compra e venda de um veículo se trata de uma relação puramente civil, regida pelo Código Civil (Lei 10.406/2002) e não pelo Código de Defesa do Consumidor. Assim sendo, o prazo de garantia legal será de 180 dias para bens móveis. “Se a garantia de fábrica do veículo ainda não tiver se esgotado, ainda que venda tenha se dado entre civis, a garantia passa para o novo proprietário do veículo, podendo ele usufruir pelo tempo que restar”, conclui.

É DIREITO DO CONSUMIDOR Eventuais defeitos que apareçam em até 90 dias após a compra devem ser resolvidos em 30 dias. Caso contrário, o cliente pode pedir a substituição do bem ou do item instalado, solicitar o dinheiro de volta ou obter um desconto no preço pago.

Fonte: Autopapo

Arábia Saudita emite as primeiras carteiras de motorista para mulheres

Emissão ocorre três anos após a entrada em vigor de um decreto real autorizando as mulheres a dirigirem no país

Autoridades sauditas começaram nesta segunda-feira a emitir carteira de motorista para mulheres, três anos após a entrada em vigor de um decreto real autorizando as mulheres a dirigirem no país.

“A Direção Geral do Tráfego começou hoje a substituir a permissão internacional reconhecida no reino por permissões sauditas antes da data de autorização de condução para mulheres em 24 de junho”, afirma um anúncio oficial divulgado pela agência SPA.

Fonte: Exame

Saiba dez itens que podem ser revisados pelo motorista

Não dá para pegar a estrada sem conferir se seu carro está em condições. A manutenção periódica em empresas especializadas, claro, é indispensável. Mas há alguns componentes que você mesmo pode checar, mesmo que não seja um expert em mecânica. Veja, abaixo, 10 itens fáceis de serem verificados.

Água – O nível de água é imprescindível que seja checado antes de uma viagem
Volante – Antes de um percurso mais longo, faça um teste com o carro e repare se há trepidações pelo volante
Estepe – Nunca deixe o estepe em mau estado, afinal ele será fundamental em situações adversas
Pneus – Todos os quatro pneus devem ser visto bem de perto
Palhetas – A checagem das palhetas pode ser feita de forma visual
Óleo – Outro nível a ser verificado é o do óleo. Atuando em conjunto com o motor, é de extrema importância que o seu nível não esteja abaixo do mínimo
Luzes – Os piscas, a luz de freio, a ré, o alerta, a iluminação traseira, os faróis alto e baixo devem ser sempre testados antes de pegar a estrada
Freio de mão – O freio de mão deve estar regulado
Extintor – Confira sempre se o extintor está no local e com o prazo de validade em dia
Itens de emergência – É de extrema importância a presença do macaco, do triângulo de sinalização e da chave de roda pelo veículo

Água

O nível de água é imprescindível que seja checado antes de uma viagem. Para isso, deve-se abrir o capô e observar, pelo reservatório de água as linhas de marcação de mínimo e máximo. O nível deve estar entre os dois. Se estiver abaixo, complete com o motor frio.

Óleo

Outro nível a ser verificado é o do óleo. Atuando em conjunto com o motor, é de extrema importância que o seu nível não esteja abaixo do mínimo. A verificação deve ser feita pela vareta. Limpa-se os resíduos e, novamente, observa-se se a marcação do óleo do carro encontra-se pelas marcações de mínimo e máximo. A medição deve ser feita sempre com o motor frio e com o carro em local plano.

Estepe

Nunca deixe o estepe em mau estado, afinal ele será fundamental em situações adversas. A pressão ideal está expressa no manual do veículo. Em alguns modelos há uma etiqueta com essas informações na coluna central do carro.

Extintor

Confira sempre se o extintor está no local e com o prazo de validade em dia. Em casos de acidentes mais graves, o extintor de incêndio salvará vidas.

Luzes

Os piscas, a luz de freio, a ré, o alerta, a iluminação traseira, os faróis alto e baixo devem ser sempre testados antes de pegar a estrada. Existem dezenas de estradas sem iluminação pública onde somente a sinalização dos automóveis contam para o tráfego.

Itens de emergência

É de extrema importância a presença do macaco, do triângulo de sinalização e da chave de roda pelo veículo. Eles auxiliam em situações problemáticas e o triângulo, por ser um sinalizador, preserva a vida e possíveis acidentes.

Freio de mão

O freio de mão deve estar regulado. Se, ao puxar o freio de mão ele estalar de duas a três vezes e o carro ficar completamente estático, é porque está tudo bem. Qualquer consequência diferente dessa como, por exemplo, o freio de mão alto, recomenda-se procurar um mecânico. O freio traseiro pode estar com problemas ou a lona gasta ou tambor gasto.

Volante

Antes de um percurso mais longo, faça um teste com o carro e repare se há trepidações pelo volante. Caso haja, o carro pode estar desbalanceado. Repare também se o carro está puxando para um dos lados. Caso positivo, o automóvel pode estar desalinhado. Nos dois casos, recomenda-se uma visita à oficina antes da viagem.

Palhetas

A checagem das palhetas pode ser feita de forma visual. As partes de borracha das palhetas não podem estar ressecadas e nem cortadas. Importante salientar que em caso de chuva forte elas serão de grande utilidade. É bom não vacilar.

Pneus

Todos os quatro pneus devem ser visto bem de perto. Eles não podem estar gastos. Para isso, existe uma marca chamada indicador de desgaste: o TWI. Quando uma das partes mais próximas dessa marca alcançarem o nível do TWI, é porque o pneu está na hora de ser substituído.

Fonte: Terra

 

 

Testes com veículos de transporte rodoviário autônomos estão mais adiantados que os de automóveis

Tesla Semi: um dos caminhões mais modernos do mundo. Além de ser autônomo é elétrico e tem desenho aerodinâmico
Divulgação

Tesla Semi: um dos caminhões mais modernos do mundo. Além de ser autônomo é elétrico e tem desenho aerodinâmico

A questão da greve dos caminhoneiros é polêmica, e nem seria o papel deste blog analisar os argumentos contra e a favor, que são muitos. Mas como observatório do futuro da mobilidade, AutoBuzz analisa nesta semana o ritmo de testes de caminhões autônomos, que em última instância vão representar o fim dessa profissão, hoje tão crucial à sociedade e à economia – e ao mesmo tempo repleta de dificuldades e desafios para os bravos motoristas profissionais.

Caminhoneiros, como professores de latim, datilógrafos e reveladores de filmes fotográficos serão coisa do passado. Entrarão em declínio como categoria num prazo de duas décadas, assim como estão hoje jornaleiros, taxistas, entregadores de jornal, carteiros e tantas outras atividades profissionais.

Quem viu o filme “Logan”, produção recente da Marvel que mostra um Wolverine de meia-idade num futuro próximo (2029), deve se lembrar de uma cena em que o herói se envolve numa luta com um vilão em plena estrada, causando o choque de um caminhão autônomo que trafegava em alta velocidade. A tecnologia para um modelo como o do filme já é testada por várias empresas.

Primeiras iniciativas

Enride Truck: modelo sueco também é autônomo e pode rodar até 200 quilômetros até precisar de uma recarga elétrica
Divulgação

Enride Truck: modelo sueco também é autônomo e pode rodar até 200 quilômetros até precisar de uma recarga elétrica

Em 2016, um caminhão sem motorista fez uma entrega de 45 mil latas de cerveja no Colorado (EUA), percorrendo 200 km de forma totalmente autônoma. A iniciativa foi parceria da Uber com a startup Otto, e o caminhão usado foi um Volvo, dotado de três sensores de detecção a laser, um radar no para-choque e uma câmera de alta precisão acima do para- brisa.

A startup sueca Einride já testa protótipos de umcaminhão autônomo que não possui volante, pedais, cabine de motorista e nem mesmo para-brisa. O T-Pod tem propulsão elétrica e é bem curto, por não ter cabine. A Einride diz que ele pesará 20 toneladas com plena carga e poderá ser controlado por um operador humano, de forma remota. A empresa planeja entregar 200 T-Pods até 2020 numa rota entre Gotemburgo e Helsingborg.

Outra empresa que aposta firmemente nessa modalidade é a americana Tesla, que apresentou no ano passado o Tesla Semi, elétrico e autônomo. A produção em série está prevista para 2019, mas os testes já começaram em vias isoladas da Califórnia.

Pensa que o Brasil está forma dessa onda? Longe disso! Desde 2015 a Scania desenvolve tecnologias para caminhões autônomos em parceria com a Universidade de São Paulo. “Mas e o desemprego de todos esses trabalhadores?”, você pode estar se questionando. Assim é o desenvolvimento da sociedade contemporânea. Funções se vão, outras surgem para compensar.

Dificilmente caminhões rodarão com motoristas a bordo num futuro não tão distante. Mas poderão ter a bordo um monitor que zele pela segurança do caminhão autônomo, do controle da carga e do descarregamento no final da jornada. Ou mesmo monitores a distância, controlando toda a logística.

Portanto, se alguma categoria parar o Brasil na metade deste século, não serão os poucos caminhoneiros restantes, muito menos os robôs- caminhões . Quem sabe os controladores logísticos e monitores, descontentes com as condições de trabalho, ou as transportadoras indignadas com o custo da energia elétrica…

Fonte: Carros iG