Quando os carros foram inventados?

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Hoje em dia nós nos acostumamos com os automóveis. Para muitos, o carro faz parte integral de suas vidas e o motivo de sustento de milhões pelo planeta. Mas, a história desse meio de transporte que foi muito além do transporte de massa ou do individual, começou bem antes de qualquer homem pensar em se locomover por outros meios que não fossem a pé, a cavalo ou de navio, a vela, é claro.

Mas, ainda muito antes disso, séculos atrás, as carruagens surgiram como um meio bem próximo do que hoje é o automóvel, diferindo em muito, é claro, mas no conceito, apenas a autopropulsão é que deu ao automóvel sua característica. Não depender de um animal para mover-se livremente, foi pensando por alguns no passado, mas a ideia só ganhou impulso a partir de 1769, quando Nicolas-Joseph Cugnot inventou o veículo propulsado a vapor, que ele chamou de Cugnot Trolley. Hoje em dia existe uma réplica desse misto de trem e carroça.

A Revolução Industrial começara a ganhar força e a necessidade de se transportar cargas pesadas acima da capacidade animal era urgente. Antes deste veículo, porém, o Imperador da China ganhou um presente em forma de escala do jesuíta Ferdinand Verbiest em 1672. Era um veículo a vapor pequeno, que não podia levar sequer uma pessoa, mas demonstrou que era possível um vapor automóvel.

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Era do Vapor

Nos primórdios ao automóvel, o vapor era a força que movia os estranhos, assustadores e barulhentos veículos de autopropulsão por ruas e estradas da Europa. O berço dessa revolução deveria ter sido a França, mas o projeto de Cugnot foi considerado impraticável. Por isso, a ideia tomou nova forma no Reino Unido, ainda no século XIX. A partir da virada de século, o carro a vapor começou a se proliferar pelas estradas britânicas numa velocidade incrível.

Mas fora da agora Grã-Bretanha, o carro a vapor foi evoluindo. Nos EUA, o primeiro automóvel foi um vapor de 1804, feito por Oliver Evans, que tinha capacidade de se locomover na água, sendo o primeiro carro americano. Em 1815, por exemplo, Josef Bozek, professor da Escola Politécnica de Praga, inventou um motor a vapor movido por óleo. Poucos anos depois, em 1838, surgiu no Reino Unido uma carruagem motorizada (a vapor) para quatro passageiros, sendo um precursor do ônibus, pois não era de uso particular, mas de transporte público.

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Mas a evolução continuava, apesar da maioria das pessoas já estarem utilizando as locomotivas a vapor com seus inúmeros vagões. Pouco antes de uma grande revés para os carros primitivos, o belga Étienne Lenoir, inventou o automóvel com motor de combustão interna, que utilizava o gás de carvão. Porém, o veículo era tão lento que a proposta fracassou totalmente, mas a ideia não. Nessa época, já existia no Reino Unido uma pressão sobre o setor ferroviário.

Em respostas, a companhias de trens forçaram a criação da chamada Lei da Locomotiva, de 1865. Ela dizia que o veículo a vapor deveria rodar por ruas e estradas com um ajudante a pé, um homem portando uma buzina e uma bandeira, avisando da passagem do carro a vapor. Logicamente que isso contrariava o conceito do veículo e sua proposta. Diante da dificuldade em ampliar a velocidade além do passo humano nas vias públicas, a fim de que passageiros retornassem aos trens, cada vez mais velozes.

A obrigatoriedade da bandeira vermelha acabou em 1878, mas só em 1896 é que o Reino Unido permitiu que os carros circulassem livremente. Ou seja, o lobby das companhias ferroviárias era enorme e durou mais de 30 anos. Com esse freio na evolução do automóvel, o Reino Unido perdeu para a Alemanha (ou Prússia, melhor dizendo), o desenvolvimento de novas tecnologias automotoras.

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A explosão que moveu o mundo

Em 1874, o austríaco Siegfried Markus criou o motor de 4 tempos em Viena, que hoje em dia sedia o Simpósio de Motores, um evento sempre marcado por inovações tecnológicas referentes ao mundo dos propulsores. Dois anos depois, o conde alemão Nicolaus Otto, cria o motor de ciclo Otto, a base dos motores a gasolina ou flex atuais. Esse novo ciclo de 4 tempos foi usado com êxito a partir desse ano e fez com que os motores de combustão interna, que queimavam o combustível, provocando uma pequena explosão dentro da câmara, tomassem com êxito o lugar dos motores a vapor, que eram de combustão externa, enormes e pouco eficientes.

Na década seguinte, a Alemanha mergulhava definitivamente numa viagem em busca do automóvel da qual hoje praticamente faz parte de sua cultura industrial e economia. É comumente aceito que o automóvel surgiu de fato nessa década de 1880, na qual nomes como Gottlieb Daimler e Karl Benz foram imortalizados. A distância entre Stuttgart e Mannheim é atualmente de 133 km pela Autobahn e leva uma hora e meia, em média, com automóvel.

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Foram estas duas cidades germânicas que viram o despertar do automóvel. Em 1885, Karl Benz inventou seu primeiro automóvel, aquele triciclo que também imortalizou a figura de sua esposa, Bertha Benz. Embora o motor originalmente fosse movido a gasolina, o Benz Patent-Motorwagen, primeiro modelo patenteado de Karl, podia ser movido por benzina ou ligroína, destilados derivadso de petróleo e muitos comuns na época, em boticários (farmácias).

Foi com base na localização destes, para reabastecimento, que Bertha Benz e seus dois filhos (Eugen e Richard) viajaram sem autorização do marido até Pforzheim, onde ela visitou seus pais. De família rica, foi a esposa que financiou a construção dos primeiros protótipos de Benz em 1885-1886, pegando o número 3 para a primeira viagem de automóvel da história.

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Saiu de madrugada e chegou ao anoitecer, num percurso (hoje oficialmente histórico da República Federal da Alemanha) de 100 km, que hoje é feito em uma hora e meia por uma Autobahn. A publicidade rendeu fama e dinheiro a Karl Benz, que pôde inclusive fazer as inovações no veículo. Mas, ao mesmo tempo em que Bertha e Benz faziam fama em Mannheim, na não muito distante Stuttgart, Gottlieb Daimler e desenvolveu em 1885 a primeira motocicleta. No ano seguinte, ele inventou o primeiro automóvel de quatro rodas.

Ligado à Daimler, August Wilhelm Maybach gerenciou a Daimler-Motoren-Gesellschaft e ajudou no desenvolvimento do motor de 4 tempos da empresa e nos projetos acima e subsequentes. Ele e Daimler patentearam também o frio a disco na mesma época. Pouco tempo depois, outro alemão seria eternizado pela história ao inventar um novo tipo de motor a combustão, que utilizava o processo de ignição por compressão da mistura ar-combustível.

Rudolf Diesel patenteou em 1897 o motor de ciclo Diesel, hoje amplamente usado em veículos comerciais e em automóveis, embora já em declínio por conta das emissões de poluentes. O invento desse alemão, que morava na França, rendeu a ele uma homenagem dos fabricantes de óleo combustível, obtido na primeira fase do refino do petróleo. Assim, além de dar origem ao motor de ciclo Diesel, Rudolf também batizou o combustível que usamos até hoje.

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No Brasil

Foi nesse período glorioso da história que o automóvel surgiu e apenas cinco anos após a lendária viagem de Bertha a bordo de seu triciclo Benz, Alberto Santos Dumont trouxe da França o primeiro automóvel que rodou sobre o Brasil, um modelo Type 3 ou “Vis-a-Vis” 1891 da Peugeot.

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Provavelmente outro exemplar rodou com seu irmão Henrique antes de 1900, pois o mesmo pediu isenção de imposto à prefeitura de São Paulo em 1901 e reclamou das condições das vias da cidade, mas o pedido foi negado. O célebre inventor brasileiro nunca construiu um automóvel, mas teve seu nome dado a um modelo da americana Columbus Motor Company em 1903, que custava US$ 1.800.

Fonte: Notícias Automotivas

Toyota quer fazer carros “conversarem” por meio de chips

A Toyota apresentou os planos para iniciar a colocação de chips de comunicações de curto alcance nos veículos americanos nos próximos três anos

Toyota Motor apresentou os planos para iniciar a colocação de chips de comunicações de curto alcance nos veículos americanos nos próximos três anos, marcando posição na batalha para tornar os carros mais seguros fazendo com que eles “conversem” uns com os outros.

Terceira em vendas nos EUA, a fabricante colocará chips nos modelos Toyota e Lexus no país a partir de 2021, disse Andrew Coetzee, vice-presidente de planejamento de produtos para a América do Norte. A tecnologia possibilitará que os carros enviem dados sobre sua localização e velocidade aos veículos do entorno e para a infraestrutura viária a fim de limitar acidentes.

Ao apresentar o plano publicamente, a Toyota está intensificando a campanha para estimular o restante da indústria automotiva — e os órgãos reguladores — a adotar essa tecnologia. A empresa também enfrentará uma batalha contra as empresas de telefonia, que prefeririam que as fabricantes de veículos adotassem redes de telefonia celular 5G para cumprir a tarefa, e contra gigantes da tecnologia e provedoras de cabo, que querem acesso às mesmas ondas aéreas.

Os sistemas de comunicação dedicados de curto alcance que a Toyota começará a usar, conhecidos como DSRC, enviam informações entre si várias vezes por segundo e podem alertar os motoristas sobre possíveis colisões antes que aconteçam. Em novembro, um amplo grupo de empresas automotivas, que inclui Toyota e General Motors, pediu que a secretária dos Transportes dos EUA, Elaine Chao, apoiasse a obrigatoriedade de “carros falantes” para todos os novos veículos de passageiros a partir de 2023.

“Estamos nos manifestando”

“Precisamos fazer uma escolha de tecnologia porque não há exigência regulatória em vigor”, disse John Kenney, diretor de pesquisa de redes do Toyota InfoTechnology Center, em Mountain View, Califórnia, por telefone. “Hoje estamos nos manifestando para dizer que implantaremos a tecnologia DSRC e queremos que outras fabricantes façam o mesmo.”

Quando o Departamento de Transportes divulgou uma proposta para a exigência, em dezembro de 2016, os órgãos reguladores do governo de Barack Obama estimaram que a tecnologia poderia evitar ou mitigar 80 por cento das colisões entre veículos não influenciadas por incapacidade do motorista.

Mas a pressão por uma norma de comunicação veículo a veículo, ou V2V, estagnou frente ao esforço de desregulação do atual presidente dos EUA, Donald Trump. O pedido enfrentou reações também do grupo de lobby que engloba empresas de tecnologia como Apple, Google, Facebook e Amazon, que prefere o compartilhamento de ondas aéreas.

O principal grupo do setor de cabo afirmou que a Administração Nacional de Segurança do Tráfego Rodoviário (NHTSA, na sigla em inglês) excedeu sua autoridade ao tentar influenciar indiretamente a política do espectro sem fio, supervisionada pela Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês).

Coetzee disse não estar convencido de que as fabricantes de veículos devam compartilhar o espectro com as empresas de cabo ou de tecnologia.

“Precisamos ter certeza de que temos velocidades de transmissão extremamente confiáveis e muito rápidas”, disse Coetzee. “Mais testes serão necessários para mostrar que podemos fazer isso” compartilhando ondas aéreas.

Fonte: Exame

O pneu está com bolhas? Troque imediatamente e não dê margem ao azar

As bolhas nos pneus podem ser evitadas com verificações constantes

Quando isso acontece em um dos pneus do conjunto há aumento do risco de acidentes, pois há perde de resistência, o que torna o veículo instável, com possibilidades até de rompimento da estrutura. Caso tenha verificado e constatado a presença de bolhas nos pneus é indicado evitar a formação das tais bolhas recomenda-se que o motorista reduza sempre a velocidade quando for passar por algum buraco, lombada e meio fio.

Quem gosta de estacionar próximo a guia tem de evitar raspar o pneus ou calota. Essa ação pode ocasionar bolhas. Vale lembrar que a troca dos pneus deve ser realizada sempre que apresentarem desgaste na marcação do TWI ou quando o DOT ultrapassar 5 anos. Por sim, para diminuir desgastes nos pneus, utilize a pressão indicada no manual do proprietário e crie um cronograma para alinhar e balancear o carro.

Fonte: Cara and Driver

Saiba 10 tecnologias que fazem um carro ser “inteligente”

Montadoras investem em tecnologias semiautônomas presentes cada vez mais nos lançamentos

A democratização da tecnologia é um assunto em alta. Tanto que há a expressão “early adopters” no marketing para definir as pessoas que naturalmente adotam uma tecnologia assim que chega ao mercado e acabam difundido amplamente entre muitos usuários. Um dos maiores exemplos são os celulares.  Veja que no Brasil já chegaram a 283,4 milhões aparelhos, mais do que um por habitante no país.

Nos automóveis, esse desejo por novas tecnologias não é muito diferente. As fabricantes sabem disso e oferecem cada vez mais o chamado “carro inteligente”. Estima-se que, nos últimos três anos, as diversas marcas tenham investido cerca de US$ 80 bilhões em tecnologia semiautônoma e autônoma, segundo um levantamento do Brookings Institute.

Dizem os especialistas que as novas tecnologias do automóvel vão melhorar a segurança das pessoas nas ruas e no volante, evitando acidentes e ajudando em situações de emergência e no fluxo do trânsito. Isso é incontestável.

O Nissan Altima 2019: traz o sistema ProPilot Assist  que controla a aceleração, direção, frenagem entre outros recursos
Divulgação

O Nissan Altima 2019: traz o sistema ProPilot Assist que controla a aceleração, direção, frenagem entre outros recursos

A tecnologia semiautônoma já está disponível no Brasil em muitos modelos. É claro que ainda são caros. Mas os novos sistemas, antes encontrados apenas em veículos de alto luxo ou de palito desempenho, vão sendo introduzidos gradativamente em modelos mais acessíveis nos modelos 2019.

A lista de novidades é grande. Cada uma das tecnologias mais usadas hoje nos veículos visa contribuir tanto para a segurança como para o conforto nos veículos. Reproduzo a seguir um sumário de itens que podem te ajudar a concluir se essas tecnologias já fazem ou não a diferença.

Tecnologias para a conectividade

Os aplicativos móveis mudaram o modo como interagimos com os carros. Hoje, grande parte dos sistemas de multimídia dos veículos permitem a conexão com vários aplicativos de entretenimento e serviços.

O sistema de info-entretenimento com tela capacitiva sensível ao toque permite controlar o som, a navegação, o ar condicionado e os aplicativos do celular de forma interativa e fácil de usar. Nessa categoria, o que deixa acessar o CarPlay da Apple e o Android Auto do Google são os mais familiares, segundo os especialistas. Basta conectar o celular e o sistema assume as funções do celular  e por voz é possível fazer ligações telefônicas, enviar e receber mensagens, acessar músicas, mapas e controlar outros recursos incorporados aos telefones móveis.

As entradas USB são indispensáveis no “carro inteligente”.  Um carro cheio de portas de entradas USB (ou duas no mínimo)  é ideal para atender a todos na hora de recarregar a bateria de seus celulares. Muitos veículos apresentam ainda tomadas de energia de 110 volts na frente e na traseira, que são úteis para carregar equipamentos de vídeo, um entretenimento cada vez mais usual para as crianças no veículo.

A Chrysler Pacifica quer reinventar o segmento das minivans no design e conforto, trazendo 9 entradas USB
Divulgação

A Chrysler Pacifica quer reinventar o segmento das minivans no design e conforto, trazendo 9 entradas USB

Tecnologias de prevenção de acidentes

Os faróis inteligentes com LED  funcionam muito bem para evitar acidentes noturnos. Alguns modelos oferecem o farol inteligente com lâmpadas “giratórias” que também direcionam o facho de luz para os lados, permitindo, por exemplo, a visualização de pedestres, enquanto o sistema de controle automático de farol alto impede que a iluminação atrapalhe outros motoristas.

O Citroen C4 Lounge 2019 passou por uma reestilização e a nova frente inclui  faróis full-led com iluminação diurna
Divulgação

O Citroen C4 Lounge 2019 passou por uma reestilização e a nova frente inclui faróis full-led com iluminação diurna

O “Teen Driver” (Motorista Jovem) é um recurso que pode aliviar um pouco a  preocupação dos pais com os filhos ao volante. Hoje vários modelos têm alguma tecnologia inteligente que pode ser ajustada para o carro ser dirigido em uma determinada velocidade, dar partida apenas se os cintos de segurança estiverem colocados ​​e até mesmo controlar o som no interior do veículo.

O controle de cruzeiro adaptativo é outra tecnologia importante de assistência ao motorista. Usando um conjunto de sensores embutidos no carro, ele ajusta a velocidade em relação ao outro da frente. O motorista não precisa estar constantemente pisando no acelerador e freando numa rodovia, por exemplo. Alguns sistemas permitem que o carro pare por completo e, em seguida, comece a andar automaticamente, o chamado stop-and-go que torna a direção no tráfego urbano menos cansativo.

O alerta de trânsito cruzado traseiro ajuda muito especialmente nos estacionamentos de shopping ou onde as vagas são em paralelo. Nessa situação são comuns os acidentes de carro em baixa velocidade ao sair de uma vaga. Graças aos sensores embutidos na parte traseira do carro, o sistema pode alertar sobre a aproximação de outro veículo na lateral.

A frenagem de emergência automática utiliza uma variedade de sensores para determinar se uma colisão frontal é iminente e aplica automaticamente os freios para diminuir gravidade ou evitar uma batida. Alguns equipamentos de assistência detecta a aproximação de um pedestre. Os sistemas são extremamente eficientes, mas é um último recurso acionado automaticamente porque  a parada é sempre muito brusca.

O Ford Fusion 2019 virá com o sistema Co-Pilot360 com, entre outros recursos, a frenagem automática
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O Ford Fusion 2019 virá com o sistema Co-Pilot360 com, entre outros recursos, a frenagem automática

A assistência de permanência na faixa de rodagem  (“Lane Keeping Assist) alerta sobre a condução distraída. Esse sistema usa câmeras para determinar se um carro se moveu fora pista marcada.  O aviso pode ser visual, audível ou até mesmo uma vibração no assento ou no volante. O sistema se desliga quando o veículo está na faixa correta.

A câmera de 360 ​​graus é muito útil nos cruzamentos, na saída de garagem e na visualização de aproximação de pedestres. Atropelamento e colisões em baixa velocidade são as mais comuns. Esse sistema combina câmeras em todos os lados do carro com programação inteligente. A tela no painel mostra uma visão virtual de cima para baixo do ambiente ao seu redor.

O SUV Volvo XC40 2019 chega ao Brasil com o mais completo sistema de segurança, incluindo o monitoramento 360 graus
Divulgação

O SUV Volvo XC40 2019 chega ao Brasil com o mais completo sistema de segurança, incluindo o monitoramento 360 graus

Sem dúvida, são equipamentos cada vez mais indispensáveis e úteis na condução de um veículo. Resta esperar quando muitos dessas tecnologias vão ser oferecidas aos veículos populares que representam a grande maioria nas vendas no mercado brasileiro.

Fonte: Carros – iG

O que são as duas marcações gravadas no d

Estes furos no disco de freio foram introduzidos na linha nacional da Volkswagen a partir da terceira geração do Gol

 Orifícios no disco de freio que indicam a necessidade ou não da troca do disco

Orifícios no disco de freio que indicam a necessidade ou não da troca do disco (Divulgação/Volkswagen)

Por que o disco de freio da SpaceCross tem duas marcações gravadas na superfície de contato com as pastilhas? – Maurício Rotundo, Santa Fé do Sul (SP)

Esses dois furos servem como indicadores de desgaste do disco e foram introduzidos na linha nacional da Volkswagen com a terceira geração do Gol, em 2008.

Quando o primeiro furo sumir, é sinal de que chegou a hora de trocar as pastilhas, enquanto o segundo alerta é o momento da troca do disco.

Desmonte C4 Lounge As pastilhas geralmente emitem um ruído característico nas frenagens quando estão gastas

As pastilhas geralmente emitem um ruído característico nas frenagens quando estão gastas (Arquivo/Quatro Rodas)

Vale ressaltar que danos como empenamento (quando o disco sofre um choque térmico, como ao passar por poças d’água após uso intenso) ou danos provocados por pastilhas desgastadas podem antecipar a troca do disco.

Enquanto os furos não são tão comuns, a maioria dos modelos possuem um indicador de desgaste das pastilhas, que aciona uma luz-espia no painel.

Um ruído metálico ao frear também pode ser um indicativo de que as pastilhas chegaram ao final de sua vida útil.

Em alguns casos é possível trocar as pastilhas e manter o disco, desde que ainda tenha material de desgaste, esteja dentro da tolerância mínima, e que haja o aval da fabricante (que normalmente exige a retífica do disco) nos manuais de revisão e reparo.

Fazer o contrário, porém, é garantia de prejuízo: pastilhas gastas podem danificar os discos de forma irreversível e aumentar os custos com a manutenção.

Fonte: Quatro Rodas

Alagamentos: confira três dicas para não correr riscos no período de chuvas

A deficiência na drenagem de nossas ruas e estradas provoca alagamentos que representam riscos para o automóvel e exigem cuidados especiais do motorista. Saiba o que fazer para não ter prejuízos, se envolver em acidentes ou ficar a pé durante o período de chuvas.

O primeiro cuidado: preste atenção na altura da água! Ela não pode ultrapassar a metade da roda. Se o nível estiver acima disso, há riscos de entrar no motor e provocar danos de elevado custo de reparo.

Falta de estrutura nas ruas e estradas do Brasil é responsável por causar alagamentos. Conheça os cuidados que o motorista deve ter para não tomar prejuízo ou se envolver em acidentes nos períodos de chuva.

A segunda dica é engrenar uma marcha forte (primeira ou segunda) e passar por todo o trecho acelerando fundo, sem tirar o pé do pedal do acelerador, para evitar que a água entre pelo cano de descarga e acabe indo parar dentro do motor. Nada de trocar a marcha e muito menos de tentar fazer o motor pegar caso ele tenha apagado no meio do trecho. Se entrou água no componente, é grande o risco de um calço hidráulico (a água impedir o movimento dos pistões e provocar uma grande avaria interna).

O automóvel atravessou sem problemas os alagamentos? Ainda é preciso ser cauteloso! Se algumas dezenas de metros depois tiver uma fila de carros esperando abrir um sinal ou congestionados por qualquer outro motivo, o motorista tem que se lembrar de que o sistema de freios está encharcado e que não adianta pisar no pedal, o carro não vai parar.

E a solução é simples: depois de passar pelo alagamento, basta manter uma marcha forte engrenada e acelerar e frear ao mesmo tempo, um pé em cada pedal. Exigindo assim do freio, o atrito entre seus componentes (pastilhas, discos, lonas e tambores) irá aquecer o sistema e o calor fará a água evaporar. Os componentes, secos, voltam a funcionar e garantem a eficiência dos freios.

Fonte: Autopapo

Velocidade irregular eleva consumo em até 50%

Pesquisa realizada com o modelo Volkswagen Gol mostra que dirigir sem controlar a velocidade gera, em média, um gasto de combustível 30% mais alto

MODO DE CONDUÇÃO É RESPONSÁVEL POR 95% DA VARIAÇÃO DO GASTO DE COMBUSTÍVEL, SEGUNDO PESQUISADOR/ FOTO: NILTON FUKUDA/ ESTADÃO

Dirigir com velocidade inconstante pode gerar até 50% mais consumo de combustível. Um estudo da startup Cobli, especializada em gestão de frotas, telemetria e roteirização, indicou que conduzir acelerando e freando demasiadamente provoca um gasto bem mais elevado do que rodar com a velocidade mais constante possível.

A pesquisa foi feita com 33 veículos do modelo Volkswagen Gol 2015, todos movidos a gasolina comum, dentro do perímetro urbano das cidades do Estado de São Paulo.Com os dados obtidos após mais de 150 mil km rodados em oito meses, constatou-se que dirigir com velocidade irregular provoca, em média, um aumento de 30% do consumo.

Economia de R$ 6 milhões por ano

Segundo o engenheiro de software da Cobli, Fernando Stefanini, o modo de condução é responsável por 95% da variação do gasto de combustível. O pesquisador ressalta que, com uma maior conscientização para a economia de gasolina, seria possível poupar R$ 6 milhões todos os anos. Além disso, a mudança de comportamento salvaria 30 mil árvores, pois os carros deixariam de emitir cinco toneladas de CO2.

Stefanini afirma ainda que conduzir a uma velocidade constante de 80 km/h permite poupar mais combustível do que dirigir com uma média de 60 km/h, com seguidas trocas de marcha, ultrapassagens e movimentos bruscos.

Ele lembra, porém, que para o VW Gol, velocidades acima de 120 km/h também vão causar maior gasto de gasolina, mesmo com condução mais regular. “Como o estudo foi realizado em cidades, dificilmente os veículos ultrapassavam os 120 km/h, mas o velocímetro acima desse limite, certamente, também vai gerar um consumo maior”.

Fonte: Estadão

Ela ouviu do namorado que ‘não aguentaria’ viajar de moto. Aí ela viajou 28 mil km com uma

Aos 30 anos, Nikki Misurelli já viveu aventuras que uma pessoa comum não viverá nem em uma vida inteira: pilotando uma motocicleta ela já percorreu 28 mil km em todo mundo.

Tudo começou quando ela passou no teste de direção e passou a usou sua modesta Honda CBR600RR para ir ao supermercado e dirigir de volta para casa, no Alasca. Então, em setembro do ano passado, seu namorado teve a ideia de fazer uma grande viagem.


“Ele disse que queria viajar de moto do Alasca até a Argentina”, disse ao The Independent. “Eu perguntei se poderia ir, mas ele disse que não, que era uma viagem só para homens, que era muito perigoso e intenso”, disse ele. ‘Você provavelmente não aguentaria’, disse.

“Então nós terminamos e eu fui sozinha.”

Desde então ela não parou. Ela não apenas percorreu a costa oeste das Américas e passou algum tempo na América Central, como percorreu a Itália, a Espanha, a França, Gibraltar, Portugal, a Áustria e a Eslovênia, chegando até Marrocos.

Nikki não tem um emprego, uma casa ou mesmo uma base permanente para viver. “Muitas pessoas simplesmente assumem que sou rica”, diz ela. “Mas não é verdade. Eu não tenho casa e quase não tenho posses. Peguei todo o meu dinheiro da aposentadoria e vendi quase todos os meus pertences. É incrível o quão pouco precisamos na vida”.

Entre as viagens, ela trabalha meio período; na estrada, ela carrega uma barraca, rede, saco de dormir e algumas roupas. Possui pouquíssimos gastos, ela nunca planeja com antecedência, dorme em qualquer lugar, seja um albergue, uma barraca ou um sofá. Na Itália, ela já chegou a dormir até em um túnel da rodovia.

A próxima parada é a Austrália ou a América, ela diz, pois são locais que pode fazer qualquer coisa com flexibilidade (no passado ela trabalhou como garçonete e fez trabalhos de construção). Dentro de seis meses, ela estará de volta à estrada – talvez pelo Oriente Médio, diz ela, ou possivelmente no norte da África.

Nikki se vê como uma embaixadora – “Eu quero que as mulheres de todo o mundo saiam e viajem”, ela diz – mas, no fim das contas, a estrada é algo que ela precisa para si mesma. Mesmo que não seja o estilo de vida mais fácil. “Se você quer algo suficiente, pode fazê-lo funcionar”, diz ela. “É assim que me sinto sobre viagens.”

Fonte: Hypeness

É possível aproveitar o óleo que sobra na hora da troca?

Ela pode ter menos densidade e, por consequência, aumentar o consumo; os demais boatos não passam de especulação.

Os combustíveis são fontes quase inesgotáveis de boataria. Muito se fala sobre fórmulas mágicas para aumentar potência e diminuir o consumo. A especulação da vez é sobre a gasolina formulada. Alguns postos de combustíveis estão tão preocupados com a má fama desse tipo de gasolina que até colocaram faixas afirmando que só vendem a gasolina refinada.

Mas, afinal, o que é a gasolina formulada?

Bem, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), toda a gasolina produzida no Brasil é formulada. Isso porque a gasolina é uma mistura de correntes de hidrocarbonetos que pode ser obtida por diferentes processos. Podendo ser feita por refinaria ou por outros agentes econômicos autorizados pela ANP, como formuladores e centrais petroquímicas.

O Diretor de Combustíveis da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Rogério Gonçalves, explica que a afirmação está correta, mas que existe uma diferença entre os processos citados: a gasolina refinada é feita pelas refinarias e a gasolina apelidada de formulada é “montada” pelos formuladores.

“A ANP criou há algum tempo a função de formulador, que é a empresa que compra a matéria-prima das refinarias e monta um composto chamado de gasolina formulada” explica Gonçalves. Como a ANP não exige, desde 2015, um padrão de densidade para a gasolina, as empresas formuladoras podem fazer um composto mais leve, com menos massa e, consequentemente, menos energia.

O diretor de combustíveis completa “a ‘gasolina formulada’ produzida adequadamente, com matérias-primas de qualidade, não traz nenhum malefício para o carro. Isso porque as especificações da ANP valem também para esse tipo de gasolina. A única diferença possível é o pior consumo”. Para tentar sanar esse problema, a AEA propôs à ANP estabelecer limites de densidade na especificação do combustível. De acordo com o especialista, a Europa também adota massa específica para a gasolina. Gonçalves afirma, ainda, que fazer essa análise é fácil, os medidores poderiam, inclusive, ficar instalados nas bombas dos postos.

Um Projeto de Lei tramita na Câmara dos deputados com o intuito de obrigar os postos a informarem se a gasolina vendida é refinada ou formulada. Alguns Estados, como o Paraná, já exigem que os postos de combustíveis a indicar qual o tipo de gasolina estão oferecendo aos consumidores.

Já ouviu falar em gasolina formulada? Desvendamos os boatos mais comuns sobre esse tipo de combustível que nada mais é que uma gasolina feita com matéria-prima comprada nas refinarias por empresas autorizadas pela ANP.

Visto que é um direito do consumidor saber a origem dos produtos que compra, a AEA enxerga com bons olhos a iniciativa do PL. De acordo com a ANP, desde que a gasolina atenda às especificações estabelecidas, a origem da sua produção não interfere na qualidade do produto.

Formuladores

Para trabalhar como agente formulador de combustíveis, a empresa precisa atender aos requisitos técnicos, econômicos e jurídicos dispostos na Resolução ANP nº 5, de 26/01/2012. Atualmente apenas três instituições estão autorizadas pela ANP para produzir a gasolina formulada. São elas: Copape Produtos de Petróleo LTDA,  Decal Brasil LTDA e EGCEL, sendo que a última ainda está em construção.

A reportagem tentou entrar em contato com as duas empresas em operação para saber para quem as formuladoras vendem a sua gasolina, mas não obteve sucesso.

Veja, abaixo, as falácias mais comuns quando o assunto é gasolina formulada:

  • Rende de 10 a 15% menos que a gasolina comum
 Não há pesquisas registradas que analisem uma quantidade suficiente de ‘gasolinas formuladas’ para confirmar o número. Mas é uma possibilidade.
  • É mais fácil de ser adulterada

A gasolina de fomuladores pode ser adulterada, assim como a refinada. Inclusive as duas possuem o mesmo comportamento no teste da proveta.

  • Uso a longo prazo pode entupir bicos injetores

Essa afirmação não faz sentido. Até porque, se a gasolina é mais leve, tende a depositar menos resíduos.

  • É feita a partir das sobras do processo de refinamento de outros combustíveis

A ‘gasolina formulada’ é feita a partir de matérias-primas compradas das refinarias

  • Deve ser vendida por preços inferiores

Não há nenhuma determinação na lei que obrigue os postos a discriminar os dois tipos de gasolina

Na dúvida, abasteça em postos de confiança.

Irrelevante

Em fevereiro, os dois agentes econômicos denominados formuladores – Copape e Decal – produziram cerca de 12 mil m³ de gasolina, enquanto a produção total do país foi de cerca de 4,2 milhões de m³. A quantidade de ‘gasolina formulada’ corresponde a 0,2% do total do combustível produzido no mês.

Fonte: Autopapo

 

Sofreu ou causou um acidente de trânsito? Saiba o que fazer

Tirar ou não os veículos da pista? Ligar para polícia ou fazer um B.O. pela internet? Pegar a placa do outro carro ou o telefone do condutor? Se você é motorista, precisa saber a resposta para essas perguntas!

Acidente de trânsito pode acontecer em uma via rápida, em uma viagem e até na porta de casa. É desgastante, mas não há motorista que não esteja sujeito a dar uma batidinha. O melhor é, então, estar preparado para a possibilidade. Veja o que deve ser feito quando acidentes, com ou sem vítimas, em perímetro urbano ou rodovias, acontecem.

Em primeiro lugar, verifique alguém se feriu no acidente. Se houver uma vítima, independentemente da gravidade, ligue para a emergência (192) e sinalize a batida. A polícia deve ser acionada sempre que alguém se machucar. Nesses casos, o boletim de ocorrência (B.O.) é realizado pelo agente no local. É dever do condutor prestar socorro às vítimas, deixar de fazê-lo é crime previsto no artigo 135 do Código Penal Brasileiro.

Acidente de trânsito, batida, envolve moto, boletim de ocorrência
Motorbike Accident on the road with a car

Visto que não há ninguém ferido, é necessário retirar os carros da via. Bloquear a passagem dá multa (para mais detalhes, leia o artigo 178 do Código de Trânsito Brasileiro).

Anote a placa do outro veículo envolvido e peça um documento do condutor.

PASSAR O TELEFONE pode não ser uma boa ideia. Isso porque a índole dos envolvidos no acidente é desconhecida. Caso tenha uma seguradora, passe o telefone da empresa para o motorista – ela está melhor preparada para lidar com a situação.

BOLETIM DE OCORRÊNCIA: sempre faça o registro do acidente. Ainda que os envolvidos entrem em acordo no momento da batida, é importante relacionar o ocorrido. O documento também é necessário se uma das partes for utilizar o seguro.

Na maioria dos Estados brasileiros, os B.O. são realizados pela internet, o que facilita o processo. Em Minas Gerais, por exemplo, todos os acidentes de trânsito que não envolvam vítimas devem ser realizados pela página da Polícia Civil. Roraima ainda não disponibiliza o serviço. Abaixo, as páginas para registro de ocorrência:

DELEGACIAS  VIRTUAIS

SEGURANÇA Fotos podem ajudar durante o registro do boletim de ocorrência. Converse e pegue o contato de pessoas que estavam por perto durante o acidente, elas podem ser usadas como testemunhas, caso haja necessidade.

Se o acidente acontecer em uma Rodovia Federal

O processo é parecido. Para acionar a Polícia Rodoviária Federal – nos casos em que há feridos ou veículos interrompendo a pista – ligue no telefone 191. Se a batida não for grave e as partes optarem por seguir viagem, os motoristas podem fazer uma Declaração de Acidente de Trânsito (e-DAT) pela página da PRF.

De acordo com a assessoria de comunicação da PRF, ao fazer o registro, o envolvido precisa descrever a BR, o Km e o horário do ocorrido. Outros dados, embora sejam opcionais, poderão ser utilizados: placas e documentos dos demais envolvidos. Fotos dos veículos e do acidente não são incluídas na e-DAT, mas poderão ser úteis ao usuário em eventuais demandas judiciais.
É possível registrar um acidente de trânsito que aconteceu um uma Rodovia Federal pela internet

Atenção! A declaração de acidente de trânsito eletrônica (e-DAT) só pode ser realizadas se a batida for de natureza simples, sem vítimas e vazamentos, ou não ter provocado danos ao meio ambiente ou patrimônio público. Também é necessário que o acidente não tenha correlação com crime de trânsito, provoque interrupções na pista ou envolva carros oficiais.

Boletim feito, é hora de procurar a seguradora ou as oficinas para consertar os veículos envolvidos.

Aviso de sinistro

O professor da Escola Nacional de Seguros, Bruno Kelly, descreveu quais são as orientações mais importantes aos condutores assegurados por empresas privadas.

No primeiro momento é preciso avaliar se o dano ao veículo foi leve ou grave o suficiente para que seu conserto tenha valor superior à franquia.

Visto que será necessário acionar o seguro, o cliente deve ligar para o 0800 da empresa contratada ou pedir para que o seu segurador abra um aviso de sinistro. “O ideal é que o motorista ligue para a seguradora, isso porque ele poderá dar todas as informações necessárias. Está com a memória fresquinha e pode esclarecer melhor os fatos”, explica Bruno Kelly.

Os documentos necessários para começar os trâmites variam de acordo com as companhias e tipos de sinistro. Mas o professor alerta que todas as seguradoras são obrigadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) a descrever, na apólice, quais são os documentos básicos para o registro de cada caso de sinistro.

Quem foi o culpado?

Caso as partes não entrem em acordo ou discordem da responsabilidade pelo acidente, é possível contratar uma perícia particular para analisar o choque e emitir um parecer. O laudo realizado por um especialista pode ser utilizado, inclusive, num processo judicial.  A Polícia Civil só faz esse tipo de serviço se veículos oficiais estiverem envolvidos ou se acidente tiver vítimas.

Fonte: Autopapo