Amazon usará tecnologia para entregar compras no porta-malas do seu carro

O entregador poderá encontrar o seu carro, abrir o porta-malas e deixar a encomenda dentro dele

São Paulo – No ano passado, a Amazon anunciou uma nova forma de entrega: em vez de deixar as encomendas na porta da sua casa, os entregadores as deixavam dentro dela. Agora, a empresa almeja fazer o mesmo com o porta-malas do seu carro.

Por meio do uso de tecnologias disponíveis nos carros mais sofisticados da General Motors e da Volvo, a companhia começará a entregar suas compras desse modo em 37 cidades nos Estados Unidos a partir de hoje.

Os modelos de carros compatíveis com o novo método de entrega da Amazon são os do ano de 2015 ou mais novos e eles precisam ter contas ativas no serviço OnStar (GM) ou Volvo on Call.

Apenas os assinantes do serviço de entregas Amazon Prime terão acesso à novidade.

Para que as encomendas cheguem ao porta-malas, você precisará adicionar o seu veículo ao aplicativo Amazon Key (Android, iPhone), bem como uma descrição do automóvel. As entregas podem ser feitas se o carro estiver estacionado na rua ou em estacionamentos.

Com acesso a dados de GPS, assim como placa e imagem do seu carro, o entregador da Amazon poderá chegar até ele e solicitar que ele seja destravado pela central de atendimento da GM ou da Volvo, recurso dos serviços oferecidos pelas montadoras.

A Amazon garante que toda troca de informações sobre o seu veículo é criptografada, ou seja, nem mesmo a própria empresa tem acesso a elas integralmente.

Veja o vídeo de divulgação do novo modo de entregas da Amazon.

Fonte: Exame

De carros a máquinas pesadas: a importância da troca de óleo

A troca adequada do óleo lubrificante previne quebras e custos elevados de manutenção – inclusive no caso de equipamentos pesados

Independentemente do modelo ou da montadora, existe uma recomendação que vale para todos: seguir corretamente as instruções de manutenção e troca dos componentes. A conservação adequada do veículo é essencial para mantê-lo em funcionamento da forma como foi projetado, o que evita dores de cabeça e imprevistos financeiros.

“A importância da manutenção preventiva, como a troca de óleo, está na conservação das características originais do projeto”, aponta José Pucci, professor de engenharia mecânica da Universidade Presbiteriana Mackenzie. “Com isso, você se salvaguarda de danos que podem ser evitados e tende a prolongar a vida do equipamento, com menos problemas”, afirma.

A orientação é pertinente para qualquer tipo de máquina – inclusive para o universo dos equipamentos de grande porte, utilizados nas áreas de construção pesada e trabalho agrícola. Não é para menos: imagine a complexidade (e o custo) do conserto de uma máquina dessas.

“Todo equipamento é uma máquina que pode falhar, mas com percentuais muito reduzidos se as manutenções forem feitas adequadamente”, reforça Pucci. “Por exemplo, existem normas que ditam por quantas horas o óleo mantém suas características quando submetido a diferentes solicitações. À medida que passa por esses esforços, ele pode perder suas características e não proteger como deveria.”

A atenção não se limita à data da manutenção: segundo Pucci, utilizar os produtos corretos para o serviço é essencial. “O fabricante determina a vida útil do óleo em função do projeto mecânico”, afirma. “É preciso escolher o lubrificante correto e não misturar dois tipos diferentes”, alerta.

É por isso, claro, que não se devem utilizar lubrificantes destinados a carros de passeio na manutenção de máquinas pesadas – da mesma forma como não é recomendável colocar um óleo sintético em um motor que pede compostos minerais.

As fabricantes de equipamentos pesados, por sua vez, respondem à necessidade de manutenção com a constante evolução de seus produtos e fazendo da oferta de serviços de manutenção uma parte fundamental do contato com seus consumidores.

A John Deere, uma das maiores empresas de máquinas agrícolas do mundo, mantém, em seu portfólio de produtos, lubrificantes especialmente formulados para seus equipamentos. O último lançamento, o Plus-50™ II, trouxe como principais inovações o aumento da eficiência e melhoria do custo-benefício.

Formulado especialmente para prevenir oxidação, depósito de sedimentos e corrosão, o Plus-50™ II também controla o surgimento da borra, conhecido inimigo dos motores, que pode aumentar o desgaste entre as peças e provocar quebras. O resultado é a redução dos custos de manutenção e do tempo de inatividade da máquina, além da extensão do intervalo de troca de óleo. No final das contas, seja para um carro ou para um equipamento de trabalho pesado, as necessidades de todos que querem cuidar bem de suas máquinas passam por um ponto em comum: a qualidade da manutenção.

Fonte: Quatro Rodas

Endurecimento da lei seca entra em vigor

Entrou em vigor nessa quarta-feira (18) a Lei 13.546/2017, que endurece regras da lei seca. A lei, com origem no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 144/2015, havia sido aprovada no Senado em novembro de 2016 e sancionada pelo presidente da República em dezembro de 2017. Foi vetada a possibilidade de substituição de pena por lesão ou homicídio causados por embriaguez ou por participação em rachas.

O PLC, de autoria da deputada Keiko Ota (PSB-SP), altera o Código de Trânsito Brasileiro para tipificar o envolvimento de um motorista com capacidade psicomotora alterada pelo consumo de álcool ou drogas em acidente de trânsito que resulte em lesão corporal grave ou gravíssima.

Atualmente, as penas para crimes no trânsito são regidas prioritariamente pelo Código de Trânsito Brasileiro, mas também pelo Código PenalCódigo de Processo Penal e Lei  9.099/1995. A lei sancionada acrescenta ainda a regra que obriga o juiz a fixar a pena-base “dando especial atenção à culpabilidade do agente e às circunstâncias e consequências do crime”.

Homicídio sob efeito de álcool

Na nova lei, foi acatada uma das emendas propostas pelo Senado para aumento de pena de homicídio culposo cometido por motorista sob efeito de álcool ou drogas. De acordo com o texto primeiramente aprovado pela Câmara, em setembro de 2015, a pena de prisão de dois a quatro anos passaria para quatro a oito anos. A emenda proposta pelo Senado estende a pena para cinco a oito anos de reclusão.

Mas outra emenda proposta pelo Senado foi rejeitada pela Câmara: a que criminalizava a conduta de quem dirigir embriagado ou sob efeito de drogas independentemente da quantidade ingerida. A emenda rejeitada estabelecia que qualquer concentração dessas substâncias no sangue do motorista iria sujeitá-lo a detenção de um a três anos, multa e suspensão ou proibição do direito de dirigir.

Veto a substituição de pena

O texto enviado para sanção previa a substituição da pena de prisão por pena restritiva de direitos para alguns casos, quando a duração da pena de prisão fosse de até quatro anos. Os casos em que isso poderia ocorrer seriam: lesão corporal culposa (sem intenção) ou homicídio culposo sob influência de álcool ou entorpecente, além de lesão grave ou morte por participação em rachas.  A substituição de pena, prevista no artigo 44 do Código Penal, só seria concedida se o réu não fosse reincidente em crime doloso e caso a culpabilidade, os antecedentes, a conduta social e a personalidade do condenado, bem como os motivos e as circunstâncias, indicassem que a pena restritiva fosse suficiente.

Mas o trecho foi vetado pelo presidente Temer (VET 47/2017) quando da sanção da lei e o veto foi mantido pelo Congresso Nacional em sessão no último dia 3.

Fonte: Senado Notícias

Entenda por que o preço do combustível tem até três dígitos depois da vírgula

Gasolina, etanol, diesel e gás são os únicos produtos vendidos no país em que o preço é cobrado com três dígitos após a vírgula.

Reajuste no preço do combustível nos postos (Foto: José Cruz/ Agência Brasil)

O sobe e desce no preço dos combustíveis nos postos já é rotina para os motoristas de todo o país. O que passa despercebido na maioria da vezes é o quarto – e misterioso – dígito do preço.

O sistema de cálculo do preço do combustível é uma incógnita. Afinal, por que gasolina, etanol, diesel e gás são cobrados com três dígitos após a vírgula, se nossa moeda só tem duas casas? Isso faz com que os combustíveis sejam os únicos produtos a seguir essa regra em todo o território nacional.

A prática é legal, pois a regulamentação para a terceira casa depois da vírgula está presente em uma portaria da ANP (Agência Nacional do Petróleo) criada ainda sob a vigência do Plano Real, em 1994. A portaria ainda prevê que o valor final não pode ser pago da mesma forma. Nesse caso, então, anula-se a última casa. Por exemplo: se o total na bomba somar R$ 120,187, o consumidor irá pagar R$ 120,18. Se o total fosse registrado com duas unidades após a vírgula, o valor seria arredondado para R$ 120,20.

Em nota, a ANP afirma que a principal razão para o sistema de cobrança está no ato de compra dos combustíveis pelos postos revendedores. Quando um revendedor faz a compra, as unidades de medida são diferentes, e manter as três casas decimais evita que os postos obtenham lucro em cima disso: “Quando o revendedor adquire os combustíveis, a negociação é feita em metros cúbicos (m³), enquanto a venda ao consumidor é feita em litros (l). Para evitar que os revendedores arredondem para cima o preço por litro, ficou estabelecida a obrigatoriedade da apresentação das três casas decimais”.

Se um posto de abastecimento cobra, por exemplo, R$ 3,599 pelo litro de combustível e tem movimento de 4 mil clientes por mês, que consomem em média 10 litros por dia, o posto fatura R$ 4.318,800. Se nas mesmas condições ele passar a cobrar apenas com duas casas, ou seja, R$ 3,59, ele deixaria de ganhar R$ 10 mil em um mês, faturando R$ 4.308.000.

De acordo com o levantamento de preços feito pela ANP, na cidade de São Paulo, os postos de combustíveis podem ter uma margem de lucro de até R$ 0,40 por litro de gasolina comum. Já para o etanol, o lucro é de R$ 0,27 por litro. O campeão é o estado do Acre, onde os postos chegam a lucrar até R$ 0,74 por litro da gasolina. Em segundo lugar vem a Bahia, com R$ 0,67. Já para o etanol, os postos no estado do Ceará têm a margem mais alta: podem lucrar em média R$ 0,54 por litro.

Para a ANP, manter a exigência das três casas decimais mesmo após a revogação dessa portaria, em 2013, foi uma decisão tomada a partir de pesquisas do próprio órgão que constataram que essa regra beneficiaria o consumidor.

Composição do preço dos combustíveis
Outra razão para o sistema está na complexidade em calcular o preço final devido aos muitos fatores que compõem o valor do combustível. Entre eles, os custos de produção, distribuição, revenda e impostos. Expressar o valor exato desses custos seria muito mais complicado com apenas duas casas decimais. Portanto, as três casas após a vírgula flexibilizam a possibilidade de expressar o valor mais próximo possível do valor final pago pelo consumidor.

José Alberto Paiva Gouveia, presidente do Sindicato do comércio varejista de derivados de petróleo do Estado de São Paulo (Sincopetro), conta que os combustíveis podem ser vendidos pelos distribuidores com até cinco casas decimais, e isso varia muito entre as companhias: “Um quarto dígito menor não passa de propaganda, e não é prejuízo para o consumidor, pois nove milésimos de centavo não é nada para ninguém, mas para um posto que vende cerca de 30 mil litros por mês, isso faz toda a diferença”, afirma.

Para ele, os postos não chegam a lucrar com esse sistema, pois podem comprar o combustível com quatro ou cinco casas decimais. Portanto, duas casas no valor final não recuperam o gasto.

Pesa no bolso?

Assim como o famoso cafezinho diário, o consumidor não se dá conta dos gastos totais que a casa decimal adicional causa no bolso. De fato, o impacto em um abastecimento não é muito grande, mas ao longo de um ano, por exemplo, o consumidor que colocar 20 litros no tanque por dia durante 30 dias do mês, com o preço do litro da gasolina a R$ 3,599, gastará um total de R$ 2.159,40.

Na mesma situação, se o combustível fosse comercializado com apenas duas casas, ou seja, por R$ 3,59, o motorista teria a despesa total de R$ 2.154,00 ao final do mês. Ou seja, R$ 5,40 mais barato. Em um ano então, ele estaria economizando cerca de R$ 65.

De acordo com o Procon SP, os direitos do consumidor não são afetados nesse caso, e não há histórico de reclamações do público sobre o assunto, afinal, a imposição está descrita em lei. Por isso, como órgão regulador dos direitos do consumidor, cabe ao Procon fiscalizar as obrigações que a ANP determina em sua portaria, assim como em todas as demais leis federais. Ou seja, investigar se os preços estão visíveis ao consumidor, se o valor cobrado é semelhante ao valor anunciado, se não há fraudes na bomba etc.

A competitividade entre os postos de abastecimento também explica a norma. Um terceiro dígito menor atrai mais consumidores e isso representa um lucro maior ao estabelecimento. No entanto, o Procon reforça que, mesmo cobrando valores acima da média, o posto pode não obter retorno, pois quanto mais barato, mais as pessoas passam a desconfiar da qualidade do produto.

Essa mesma teoria é confirmada por Gouveia. Ele afirma que cada posto tem a opção de colocar o preços que acha justo nos combustíveis, pois o mercado (procura e demanda) é o embasa esses valores. Entretanto, deve existir certo equilíbrio pois cabe ao consumidor escolher onde abastecer, e ele não irá optar por um litro muito caro e também não muito barato por desconfiança. Gouveia fiz ainda que a cobrança final feita em duas casas após a vírgula não é prejudicial ao consumidor.

Em agosto do ano passado, a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo havia aprovado o projeto de lei que extinguia o terceiro dígito nos preços da gasolina, etanol e diesel. Se aprovado pelo então governador do Estado, Geraldo Alckmin, a lei vigoraria em todo o estado, mas o projeto foi vetado e a lei permanece a mesma.

O Procon SP ainda afirma que a única alternativa ao motorista é pesquisar a fazer comparações de preços: “Se o consumidor quer economizar, ele deve fazer pesquisa, e também ver quanto seu carro está consumindo. A economia pode não estar no preço da gasolina, mas pode vir através de vários fatores.”

Fonte: Auto Esporte

Quando os carros foram inventados?

benz-motorwagen-1 Quando os carros foram inventados?

Hoje em dia nós nos acostumamos com os automóveis. Para muitos, o carro faz parte integral de suas vidas e o motivo de sustento de milhões pelo planeta. Mas, a história desse meio de transporte que foi muito além do transporte de massa ou do individual, começou bem antes de qualquer homem pensar em se locomover por outros meios que não fossem a pé, a cavalo ou de navio, a vela, é claro.

Mas, ainda muito antes disso, séculos atrás, as carruagens surgiram como um meio bem próximo do que hoje é o automóvel, diferindo em muito, é claro, mas no conceito, apenas a autopropulsão é que deu ao automóvel sua característica. Não depender de um animal para mover-se livremente, foi pensando por alguns no passado, mas a ideia só ganhou impulso a partir de 1769, quando Nicolas-Joseph Cugnot inventou o veículo propulsado a vapor, que ele chamou de Cugnot Trolley. Hoje em dia existe uma réplica desse misto de trem e carroça.

A Revolução Industrial começara a ganhar força e a necessidade de se transportar cargas pesadas acima da capacidade animal era urgente. Antes deste veículo, porém, o Imperador da China ganhou um presente em forma de escala do jesuíta Ferdinand Verbiest em 1672. Era um veículo a vapor pequeno, que não podia levar sequer uma pessoa, mas demonstrou que era possível um vapor automóvel.

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Era do Vapor

Nos primórdios ao automóvel, o vapor era a força que movia os estranhos, assustadores e barulhentos veículos de autopropulsão por ruas e estradas da Europa. O berço dessa revolução deveria ter sido a França, mas o projeto de Cugnot foi considerado impraticável. Por isso, a ideia tomou nova forma no Reino Unido, ainda no século XIX. A partir da virada de século, o carro a vapor começou a se proliferar pelas estradas britânicas numa velocidade incrível.

Mas fora da agora Grã-Bretanha, o carro a vapor foi evoluindo. Nos EUA, o primeiro automóvel foi um vapor de 1804, feito por Oliver Evans, que tinha capacidade de se locomover na água, sendo o primeiro carro americano. Em 1815, por exemplo, Josef Bozek, professor da Escola Politécnica de Praga, inventou um motor a vapor movido por óleo. Poucos anos depois, em 1838, surgiu no Reino Unido uma carruagem motorizada (a vapor) para quatro passageiros, sendo um precursor do ônibus, pois não era de uso particular, mas de transporte público.

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Mas a evolução continuava, apesar da maioria das pessoas já estarem utilizando as locomotivas a vapor com seus inúmeros vagões. Pouco antes de uma grande revés para os carros primitivos, o belga Étienne Lenoir, inventou o automóvel com motor de combustão interna, que utilizava o gás de carvão. Porém, o veículo era tão lento que a proposta fracassou totalmente, mas a ideia não. Nessa época, já existia no Reino Unido uma pressão sobre o setor ferroviário.

Em respostas, a companhias de trens forçaram a criação da chamada Lei da Locomotiva, de 1865. Ela dizia que o veículo a vapor deveria rodar por ruas e estradas com um ajudante a pé, um homem portando uma buzina e uma bandeira, avisando da passagem do carro a vapor. Logicamente que isso contrariava o conceito do veículo e sua proposta. Diante da dificuldade em ampliar a velocidade além do passo humano nas vias públicas, a fim de que passageiros retornassem aos trens, cada vez mais velozes.

A obrigatoriedade da bandeira vermelha acabou em 1878, mas só em 1896 é que o Reino Unido permitiu que os carros circulassem livremente. Ou seja, o lobby das companhias ferroviárias era enorme e durou mais de 30 anos. Com esse freio na evolução do automóvel, o Reino Unido perdeu para a Alemanha (ou Prússia, melhor dizendo), o desenvolvimento de novas tecnologias automotoras.

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A explosão que moveu o mundo

Em 1874, o austríaco Siegfried Markus criou o motor de 4 tempos em Viena, que hoje em dia sedia o Simpósio de Motores, um evento sempre marcado por inovações tecnológicas referentes ao mundo dos propulsores. Dois anos depois, o conde alemão Nicolaus Otto, cria o motor de ciclo Otto, a base dos motores a gasolina ou flex atuais. Esse novo ciclo de 4 tempos foi usado com êxito a partir desse ano e fez com que os motores de combustão interna, que queimavam o combustível, provocando uma pequena explosão dentro da câmara, tomassem com êxito o lugar dos motores a vapor, que eram de combustão externa, enormes e pouco eficientes.

Na década seguinte, a Alemanha mergulhava definitivamente numa viagem em busca do automóvel da qual hoje praticamente faz parte de sua cultura industrial e economia. É comumente aceito que o automóvel surgiu de fato nessa década de 1880, na qual nomes como Gottlieb Daimler e Karl Benz foram imortalizados. A distância entre Stuttgart e Mannheim é atualmente de 133 km pela Autobahn e leva uma hora e meia, em média, com automóvel.

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Foram estas duas cidades germânicas que viram o despertar do automóvel. Em 1885, Karl Benz inventou seu primeiro automóvel, aquele triciclo que também imortalizou a figura de sua esposa, Bertha Benz. Embora o motor originalmente fosse movido a gasolina, o Benz Patent-Motorwagen, primeiro modelo patenteado de Karl, podia ser movido por benzina ou ligroína, destilados derivadso de petróleo e muitos comuns na época, em boticários (farmácias).

Foi com base na localização destes, para reabastecimento, que Bertha Benz e seus dois filhos (Eugen e Richard) viajaram sem autorização do marido até Pforzheim, onde ela visitou seus pais. De família rica, foi a esposa que financiou a construção dos primeiros protótipos de Benz em 1885-1886, pegando o número 3 para a primeira viagem de automóvel da história.

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Saiu de madrugada e chegou ao anoitecer, num percurso (hoje oficialmente histórico da República Federal da Alemanha) de 100 km, que hoje é feito em uma hora e meia por uma Autobahn. A publicidade rendeu fama e dinheiro a Karl Benz, que pôde inclusive fazer as inovações no veículo. Mas, ao mesmo tempo em que Bertha e Benz faziam fama em Mannheim, na não muito distante Stuttgart, Gottlieb Daimler e desenvolveu em 1885 a primeira motocicleta. No ano seguinte, ele inventou o primeiro automóvel de quatro rodas.

Ligado à Daimler, August Wilhelm Maybach gerenciou a Daimler-Motoren-Gesellschaft e ajudou no desenvolvimento do motor de 4 tempos da empresa e nos projetos acima e subsequentes. Ele e Daimler patentearam também o frio a disco na mesma época. Pouco tempo depois, outro alemão seria eternizado pela história ao inventar um novo tipo de motor a combustão, que utilizava o processo de ignição por compressão da mistura ar-combustível.

Rudolf Diesel patenteou em 1897 o motor de ciclo Diesel, hoje amplamente usado em veículos comerciais e em automóveis, embora já em declínio por conta das emissões de poluentes. O invento desse alemão, que morava na França, rendeu a ele uma homenagem dos fabricantes de óleo combustível, obtido na primeira fase do refino do petróleo. Assim, além de dar origem ao motor de ciclo Diesel, Rudolf também batizou o combustível que usamos até hoje.

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No Brasil

Foi nesse período glorioso da história que o automóvel surgiu e apenas cinco anos após a lendária viagem de Bertha a bordo de seu triciclo Benz, Alberto Santos Dumont trouxe da França o primeiro automóvel que rodou sobre o Brasil, um modelo Type 3 ou “Vis-a-Vis” 1891 da Peugeot.

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Provavelmente outro exemplar rodou com seu irmão Henrique antes de 1900, pois o mesmo pediu isenção de imposto à prefeitura de São Paulo em 1901 e reclamou das condições das vias da cidade, mas o pedido foi negado. O célebre inventor brasileiro nunca construiu um automóvel, mas teve seu nome dado a um modelo da americana Columbus Motor Company em 1903, que custava US$ 1.800.

Fonte: Notícias Automotivas

Toyota quer fazer carros “conversarem” por meio de chips

A Toyota apresentou os planos para iniciar a colocação de chips de comunicações de curto alcance nos veículos americanos nos próximos três anos

Toyota Motor apresentou os planos para iniciar a colocação de chips de comunicações de curto alcance nos veículos americanos nos próximos três anos, marcando posição na batalha para tornar os carros mais seguros fazendo com que eles “conversem” uns com os outros.

Terceira em vendas nos EUA, a fabricante colocará chips nos modelos Toyota e Lexus no país a partir de 2021, disse Andrew Coetzee, vice-presidente de planejamento de produtos para a América do Norte. A tecnologia possibilitará que os carros enviem dados sobre sua localização e velocidade aos veículos do entorno e para a infraestrutura viária a fim de limitar acidentes.

Ao apresentar o plano publicamente, a Toyota está intensificando a campanha para estimular o restante da indústria automotiva — e os órgãos reguladores — a adotar essa tecnologia. A empresa também enfrentará uma batalha contra as empresas de telefonia, que prefeririam que as fabricantes de veículos adotassem redes de telefonia celular 5G para cumprir a tarefa, e contra gigantes da tecnologia e provedoras de cabo, que querem acesso às mesmas ondas aéreas.

Os sistemas de comunicação dedicados de curto alcance que a Toyota começará a usar, conhecidos como DSRC, enviam informações entre si várias vezes por segundo e podem alertar os motoristas sobre possíveis colisões antes que aconteçam. Em novembro, um amplo grupo de empresas automotivas, que inclui Toyota e General Motors, pediu que a secretária dos Transportes dos EUA, Elaine Chao, apoiasse a obrigatoriedade de “carros falantes” para todos os novos veículos de passageiros a partir de 2023.

“Estamos nos manifestando”

“Precisamos fazer uma escolha de tecnologia porque não há exigência regulatória em vigor”, disse John Kenney, diretor de pesquisa de redes do Toyota InfoTechnology Center, em Mountain View, Califórnia, por telefone. “Hoje estamos nos manifestando para dizer que implantaremos a tecnologia DSRC e queremos que outras fabricantes façam o mesmo.”

Quando o Departamento de Transportes divulgou uma proposta para a exigência, em dezembro de 2016, os órgãos reguladores do governo de Barack Obama estimaram que a tecnologia poderia evitar ou mitigar 80 por cento das colisões entre veículos não influenciadas por incapacidade do motorista.

Mas a pressão por uma norma de comunicação veículo a veículo, ou V2V, estagnou frente ao esforço de desregulação do atual presidente dos EUA, Donald Trump. O pedido enfrentou reações também do grupo de lobby que engloba empresas de tecnologia como Apple, Google, Facebook e Amazon, que prefere o compartilhamento de ondas aéreas.

O principal grupo do setor de cabo afirmou que a Administração Nacional de Segurança do Tráfego Rodoviário (NHTSA, na sigla em inglês) excedeu sua autoridade ao tentar influenciar indiretamente a política do espectro sem fio, supervisionada pela Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês).

Coetzee disse não estar convencido de que as fabricantes de veículos devam compartilhar o espectro com as empresas de cabo ou de tecnologia.

“Precisamos ter certeza de que temos velocidades de transmissão extremamente confiáveis e muito rápidas”, disse Coetzee. “Mais testes serão necessários para mostrar que podemos fazer isso” compartilhando ondas aéreas.

Fonte: Exame

O pneu está com bolhas? Troque imediatamente e não dê margem ao azar

As bolhas nos pneus podem ser evitadas com verificações constantes

Quando isso acontece em um dos pneus do conjunto há aumento do risco de acidentes, pois há perde de resistência, o que torna o veículo instável, com possibilidades até de rompimento da estrutura. Caso tenha verificado e constatado a presença de bolhas nos pneus é indicado evitar a formação das tais bolhas recomenda-se que o motorista reduza sempre a velocidade quando for passar por algum buraco, lombada e meio fio.

Quem gosta de estacionar próximo a guia tem de evitar raspar o pneus ou calota. Essa ação pode ocasionar bolhas. Vale lembrar que a troca dos pneus deve ser realizada sempre que apresentarem desgaste na marcação do TWI ou quando o DOT ultrapassar 5 anos. Por sim, para diminuir desgastes nos pneus, utilize a pressão indicada no manual do proprietário e crie um cronograma para alinhar e balancear o carro.

Fonte: Cara and Driver

Saiba 10 tecnologias que fazem um carro ser “inteligente”

Montadoras investem em tecnologias semiautônomas presentes cada vez mais nos lançamentos

A democratização da tecnologia é um assunto em alta. Tanto que há a expressão “early adopters” no marketing para definir as pessoas que naturalmente adotam uma tecnologia assim que chega ao mercado e acabam difundido amplamente entre muitos usuários. Um dos maiores exemplos são os celulares.  Veja que no Brasil já chegaram a 283,4 milhões aparelhos, mais do que um por habitante no país.

Nos automóveis, esse desejo por novas tecnologias não é muito diferente. As fabricantes sabem disso e oferecem cada vez mais o chamado “carro inteligente”. Estima-se que, nos últimos três anos, as diversas marcas tenham investido cerca de US$ 80 bilhões em tecnologia semiautônoma e autônoma, segundo um levantamento do Brookings Institute.

Dizem os especialistas que as novas tecnologias do automóvel vão melhorar a segurança das pessoas nas ruas e no volante, evitando acidentes e ajudando em situações de emergência e no fluxo do trânsito. Isso é incontestável.

O Nissan Altima 2019: traz o sistema ProPilot Assist  que controla a aceleração, direção, frenagem entre outros recursos
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O Nissan Altima 2019: traz o sistema ProPilot Assist que controla a aceleração, direção, frenagem entre outros recursos

A tecnologia semiautônoma já está disponível no Brasil em muitos modelos. É claro que ainda são caros. Mas os novos sistemas, antes encontrados apenas em veículos de alto luxo ou de palito desempenho, vão sendo introduzidos gradativamente em modelos mais acessíveis nos modelos 2019.

A lista de novidades é grande. Cada uma das tecnologias mais usadas hoje nos veículos visa contribuir tanto para a segurança como para o conforto nos veículos. Reproduzo a seguir um sumário de itens que podem te ajudar a concluir se essas tecnologias já fazem ou não a diferença.

Tecnologias para a conectividade

Os aplicativos móveis mudaram o modo como interagimos com os carros. Hoje, grande parte dos sistemas de multimídia dos veículos permitem a conexão com vários aplicativos de entretenimento e serviços.

O sistema de info-entretenimento com tela capacitiva sensível ao toque permite controlar o som, a navegação, o ar condicionado e os aplicativos do celular de forma interativa e fácil de usar. Nessa categoria, o que deixa acessar o CarPlay da Apple e o Android Auto do Google são os mais familiares, segundo os especialistas. Basta conectar o celular e o sistema assume as funções do celular  e por voz é possível fazer ligações telefônicas, enviar e receber mensagens, acessar músicas, mapas e controlar outros recursos incorporados aos telefones móveis.

As entradas USB são indispensáveis no “carro inteligente”.  Um carro cheio de portas de entradas USB (ou duas no mínimo)  é ideal para atender a todos na hora de recarregar a bateria de seus celulares. Muitos veículos apresentam ainda tomadas de energia de 110 volts na frente e na traseira, que são úteis para carregar equipamentos de vídeo, um entretenimento cada vez mais usual para as crianças no veículo.

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Tecnologias de prevenção de acidentes

Os faróis inteligentes com LED  funcionam muito bem para evitar acidentes noturnos. Alguns modelos oferecem o farol inteligente com lâmpadas “giratórias” que também direcionam o facho de luz para os lados, permitindo, por exemplo, a visualização de pedestres, enquanto o sistema de controle automático de farol alto impede que a iluminação atrapalhe outros motoristas.

O Citroen C4 Lounge 2019 passou por uma reestilização e a nova frente inclui  faróis full-led com iluminação diurna
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O Citroen C4 Lounge 2019 passou por uma reestilização e a nova frente inclui faróis full-led com iluminação diurna

O “Teen Driver” (Motorista Jovem) é um recurso que pode aliviar um pouco a  preocupação dos pais com os filhos ao volante. Hoje vários modelos têm alguma tecnologia inteligente que pode ser ajustada para o carro ser dirigido em uma determinada velocidade, dar partida apenas se os cintos de segurança estiverem colocados ​​e até mesmo controlar o som no interior do veículo.

O controle de cruzeiro adaptativo é outra tecnologia importante de assistência ao motorista. Usando um conjunto de sensores embutidos no carro, ele ajusta a velocidade em relação ao outro da frente. O motorista não precisa estar constantemente pisando no acelerador e freando numa rodovia, por exemplo. Alguns sistemas permitem que o carro pare por completo e, em seguida, comece a andar automaticamente, o chamado stop-and-go que torna a direção no tráfego urbano menos cansativo.

O alerta de trânsito cruzado traseiro ajuda muito especialmente nos estacionamentos de shopping ou onde as vagas são em paralelo. Nessa situação são comuns os acidentes de carro em baixa velocidade ao sair de uma vaga. Graças aos sensores embutidos na parte traseira do carro, o sistema pode alertar sobre a aproximação de outro veículo na lateral.

A frenagem de emergência automática utiliza uma variedade de sensores para determinar se uma colisão frontal é iminente e aplica automaticamente os freios para diminuir gravidade ou evitar uma batida. Alguns equipamentos de assistência detecta a aproximação de um pedestre. Os sistemas são extremamente eficientes, mas é um último recurso acionado automaticamente porque  a parada é sempre muito brusca.

O Ford Fusion 2019 virá com o sistema Co-Pilot360 com, entre outros recursos, a frenagem automática
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A assistência de permanência na faixa de rodagem  (“Lane Keeping Assist) alerta sobre a condução distraída. Esse sistema usa câmeras para determinar se um carro se moveu fora pista marcada.  O aviso pode ser visual, audível ou até mesmo uma vibração no assento ou no volante. O sistema se desliga quando o veículo está na faixa correta.

A câmera de 360 ​​graus é muito útil nos cruzamentos, na saída de garagem e na visualização de aproximação de pedestres. Atropelamento e colisões em baixa velocidade são as mais comuns. Esse sistema combina câmeras em todos os lados do carro com programação inteligente. A tela no painel mostra uma visão virtual de cima para baixo do ambiente ao seu redor.

O SUV Volvo XC40 2019 chega ao Brasil com o mais completo sistema de segurança, incluindo o monitoramento 360 graus
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O SUV Volvo XC40 2019 chega ao Brasil com o mais completo sistema de segurança, incluindo o monitoramento 360 graus

Sem dúvida, são equipamentos cada vez mais indispensáveis e úteis na condução de um veículo. Resta esperar quando muitos dessas tecnologias vão ser oferecidas aos veículos populares que representam a grande maioria nas vendas no mercado brasileiro.

Fonte: Carros – iG

O que são as duas marcações gravadas no d

Estes furos no disco de freio foram introduzidos na linha nacional da Volkswagen a partir da terceira geração do Gol

 Orifícios no disco de freio que indicam a necessidade ou não da troca do disco

Orifícios no disco de freio que indicam a necessidade ou não da troca do disco (Divulgação/Volkswagen)

Por que o disco de freio da SpaceCross tem duas marcações gravadas na superfície de contato com as pastilhas? – Maurício Rotundo, Santa Fé do Sul (SP)

Esses dois furos servem como indicadores de desgaste do disco e foram introduzidos na linha nacional da Volkswagen com a terceira geração do Gol, em 2008.

Quando o primeiro furo sumir, é sinal de que chegou a hora de trocar as pastilhas, enquanto o segundo alerta é o momento da troca do disco.

Desmonte C4 Lounge As pastilhas geralmente emitem um ruído característico nas frenagens quando estão gastas

As pastilhas geralmente emitem um ruído característico nas frenagens quando estão gastas (Arquivo/Quatro Rodas)

Vale ressaltar que danos como empenamento (quando o disco sofre um choque térmico, como ao passar por poças d’água após uso intenso) ou danos provocados por pastilhas desgastadas podem antecipar a troca do disco.

Enquanto os furos não são tão comuns, a maioria dos modelos possuem um indicador de desgaste das pastilhas, que aciona uma luz-espia no painel.

Um ruído metálico ao frear também pode ser um indicativo de que as pastilhas chegaram ao final de sua vida útil.

Em alguns casos é possível trocar as pastilhas e manter o disco, desde que ainda tenha material de desgaste, esteja dentro da tolerância mínima, e que haja o aval da fabricante (que normalmente exige a retífica do disco) nos manuais de revisão e reparo.

Fazer o contrário, porém, é garantia de prejuízo: pastilhas gastas podem danificar os discos de forma irreversível e aumentar os custos com a manutenção.

Fonte: Quatro Rodas

Alagamentos: confira três dicas para não correr riscos no período de chuvas

A deficiência na drenagem de nossas ruas e estradas provoca alagamentos que representam riscos para o automóvel e exigem cuidados especiais do motorista. Saiba o que fazer para não ter prejuízos, se envolver em acidentes ou ficar a pé durante o período de chuvas.

O primeiro cuidado: preste atenção na altura da água! Ela não pode ultrapassar a metade da roda. Se o nível estiver acima disso, há riscos de entrar no motor e provocar danos de elevado custo de reparo.

Falta de estrutura nas ruas e estradas do Brasil é responsável por causar alagamentos. Conheça os cuidados que o motorista deve ter para não tomar prejuízo ou se envolver em acidentes nos períodos de chuva.

A segunda dica é engrenar uma marcha forte (primeira ou segunda) e passar por todo o trecho acelerando fundo, sem tirar o pé do pedal do acelerador, para evitar que a água entre pelo cano de descarga e acabe indo parar dentro do motor. Nada de trocar a marcha e muito menos de tentar fazer o motor pegar caso ele tenha apagado no meio do trecho. Se entrou água no componente, é grande o risco de um calço hidráulico (a água impedir o movimento dos pistões e provocar uma grande avaria interna).

O automóvel atravessou sem problemas os alagamentos? Ainda é preciso ser cauteloso! Se algumas dezenas de metros depois tiver uma fila de carros esperando abrir um sinal ou congestionados por qualquer outro motivo, o motorista tem que se lembrar de que o sistema de freios está encharcado e que não adianta pisar no pedal, o carro não vai parar.

E a solução é simples: depois de passar pelo alagamento, basta manter uma marcha forte engrenada e acelerar e frear ao mesmo tempo, um pé em cada pedal. Exigindo assim do freio, o atrito entre seus componentes (pastilhas, discos, lonas e tambores) irá aquecer o sistema e o calor fará a água evaporar. Os componentes, secos, voltam a funcionar e garantem a eficiência dos freios.

Fonte: Autopapo