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Veja 5 equipamentos de carros que vão desaparecer em breve

Ferramentas analógicas, motores grandes e até mesmo faróis de neblina estão na zona da degola. Confira a lista completa

No passado, ter um aparelho de TV a cabo era um prestígio da parcela mais afortunada da população. O item foi ganhando as casas dos brasileiros com o tempo, e já cai no esquecimento de muitos assinantes que sequer ligam a televisão durante a semana. As operadoras de TV por assinatura também sofrem com a ascensão dos serviços de streaming e a profissionalização do conteúdo no YouTube. Com alguns entre os equipamentos de carros, a história é parecida.

A indústria evoluiu para que todos os automóveis tivessem equipamentos como luz de neblina, estepes de roda convencional e motores grandes e potentes, mas as coisas estão mudando com mais velocidade na última década. Com isso em mente, a reportagem do iG enumera cinco equipamentos de carros que estão para cair no esquecimento em alguns anos.

1 – CD Player

Entre os equipamentos de carros, o CD Player deverá ser extinto em breve em todos os carros produzidos em série
Divulgação

Entre os equipamentos de carros, o CD Player deverá ser extinto em breve em todos os carros produzidos em série

Os saudosos tocadores de CDs ainda aparecem em alguns veículos, mas estão no caminho do ostracismo conforme a evolução de novas tecnologias. De início, surgiram as entradas USB para pen drive e conexões para outros dispositivos. Quem buscava mais praticidade partiu para os cabos auxiliares, facilmente conectados nas saídas de fones de ouvido de qualquer aparelho. Atualmente, além de serviços de streaming como Deezer e Spotify, os tocadores de CDs também competem com Apple CarPlay e Android Auto.

O fim dos CD Players é algo natural, antecipado há muito tempo pela indústria. A Ford dos Estados Unidos, por exemplo, já anunciou que seus modelos novos não contarão mais com este recurso. Se você curte ouvir música enquanto dirige, parta logo para alguma plataforma de streaming.

2 – Faróis de neblina

Mercedes-Benz Classe A é um dos que já abdicaram ao farol de neblina entre os equipamentos de carros
Divulgação

Mercedes-Benz Classe A é um dos que já abdicaram ao farol de neblina entre os equipamentos de carros

É normal que alguns leitores apareçam nos comentários de avaliações de modelos alemães e questionem: ué, o carro não tem farol de neblina?   Sim, e parece que isso vai virar tendência entre os carros germânicos daqui pra frente. Mercedes-Benz Classe A , Porsche 911 e Audi Q3 já entraram na moda, mas isso não significa que seu caminho ficará menos iluminado.

Para o engenheiro Lothar Werninghaus, da Audi, a evolução dos faróis em LED são dotados de uma superfície complexa, capaz de desempenhar várias funções. Portanto, o mesmo conjunto de iluminação é capaz de desempenhar várias funções, suprindo a ausência do farol de neblina. Pode-se dizer que eles serão “integrados” aos faróis principais, e não completamente exterminados.

3 – Estepe convencional

Estepe convencional deverá ser extinto com o crescimento dos modelos temporários entre os equipamentos de carros
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Estepe convencional deverá ser extinto com o crescimento dos modelos temporários entre os equipamentos de carros

Poucos carros trazem o saudoso estepe “definitivo” nos dias de hoje. A maior parte conta com o modelo do tipo temporário, sempre com limitações por conta de tamanho e diâmetro. Os pneus também surgem com dimensões diferenciadas, geralmente com larguras de seção bem reduzidas e perfis altos. São feitos especificamente para serem usados temporariamente em caso de danos nos pneus rodantes.

Normalmente, há um limite de 80 km de trajeto com velocidade máxima de 80 km/h. Isso impõe diversas limitações ao motorista, uma vez que ele terá que parar na estrada, efetuar a troca e procurar imediatamente por uma oficina para salvar o pneu avariado. Infelizmente, os estepes convencionais tendem a desaparecer em breve.

4 – Cluster analógico

Cluster analógico está com os dias contados entre os equipamentos de carros num futuro bem próximo
Divulgação

Cluster analógico está com os dias contados entre os equipamentos de carros num futuro bem próximo

Lembra do Kadett GSI? Ele foi o primeiro modelo vendido no Brasil que contava com a marcação digital de velocidade, no lugar dos ponteiros convencionais. A tecnologia foi evoluindo, até se transformar nas telas que conhecemos nos dias de hoje. Mesmo os carros chineses já estão entrando na onda, surgindo com opções configuráveis no painel de instrumentos.

Este equipamento não é mais restrito aos modelos premium. O Grupo Volkswagen, por exemplo, apresentou a tecnologia em meados de 2014 no cupê esportivo Audi TT. Levou apenas três anos para que a marca lançasse o dispositivo no Polo , um modelo compacto. A recente integração do cluster digital em modelos comerciais como o Peugeot Partner mostra que a tecnologia, em breve, poderá aparecer em mais veículos no Brasil.

5 – Motores grandes

Entre os equipamentos de carros, motores grandes serão exclusividade de carros de nicho
Divulgação

Entre os equipamentos de carros, motores grandes serão exclusividade de carros de nicho

Você já deve ter lido a palavra “downsizing” por aqui. O termo é utilizado para designar a extração de mais potência e torque de motores menores. Neste caso, há menor capacidade volumétrica e muitas vezes menos cilindros do motor. Isso coloca um ponto final na história dos motores grandes, uma vez que a indústria respondeu bem à nova tecnologia.

Os exemplos mais recentes estão nos novos motores de Volkswagen (MPI), Renault (SCe) e Fiat (Firefly), mas também podemos citar o 1.5 turbo da Honda (superior ao 2.0) e até mesmo o 2.5 turbo, de quatro cilindros, do Porsche Boxster GTS (substituindo uma unidade de seis cilindros em linha). No futuro, motores megalomaníacos ficarão restritos a veículos de nicho, como muscle cars e super esportivos entre os equipamentos de carros .

Fonte: Carros – iG

CUIDADO! Aplicativos falsos de CNH digital e IPVA foram baixados mais de 17 mil vezes na PlayStore

Para ter acesso à CNH Digital o condutor tem que ter a nova Carteira de Habilitação com o QR-Code — Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

Para ter acesso à CNH Digital o condutor tem que ter a nova Carteira de Habilitação com o QR-Code — Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

A fabricante de antivírus Kaspersky Lab alertou que golpistas cadastraram aplicativos falsos relacionados à CNH digital e ao Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

Os apps foram disponibilizados diretamente na Play Store, a loja oficial do Google, e tinham o objetivo direcionar as vítimas para anúncios publicitários.

De acordo com os números disponíveis na própria Play Store, até a derrubada dos aplicativos pelo menos 17 mil pessoas baixaram os programas falsos.

Aplicativos que exibem propagandas de maneira invasiva e indevida são chamados de “adwares”.

Esses programas não costumam causar danos graves aos equipamentos, mas podem diminuir a vida útil da bateria, consumir pacote de dados, deixar o celular mais lento e, em alguns casos, extraviar informações do telefone.

Muitos programas desse tipo têm conseguido burlar os filtros da Play Store. O blog procurou o Google e aguarda retorno.

Os aplicativos falsos da carteira de motorista digital e do IPVA identificados pelo Kaspersky Lab foram removidos da Play Store, mas quem chegou a baixar algum deles deve procurar apagá-lo o quanto antes.

Aplicativos falsos da CNH Digital e do IPVA cadastrados na Play Store usando nome falso de 'Ministério da Tecnologia' — Foto: Reprodução/Kaspersky Lab

Aplicativos falsos da CNH Digital e do IPVA cadastrados na Play Store usando nome falso de ‘Ministério da Tecnologia’ — Foto: Reprodução/Kaspersky Lab

Erros dão pistas

Esses aplicativos estavam cadastrados em uma conta que usava o nome de “Ministério da Tecnologia”. O ministério, na verdade, se chama Ciência e Tecnologia. Mas quem distribui os aplicativos ligados ao governo federal é o Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados).

Aplicativo da CNH tem o nome do Serpro, que desenvolveu o sistema — Foto: Reprodução

Aplicativo da CNH tem o nome do Serpro, que desenvolveu o sistema — Foto: Reprodução

O aplicativo verdadeiro da CNH Digital agora é chamado de Carteira Digital de Trânsito (CDT) porque engloba também o documento digital do veículo (CRLV), que deverá ser oferecido em todo o Brasil até junho. Veja como baixá-lo na Play Store e na App Store (da Apple) aqui.

Não existe app único de IPVA

O IPVA é um imposto estadual, então a forma de pagamento e consulta depende de cada estado (veja o Guia do IPVA, do G1, para cada estado e o DF).

Em São Paulo, nem existe aplicativo para o imposto. A maioria dos estados sequer envia boletos para o pagamento: ele pode ser feito direto nos bancos autorizados ou nos sites desses bancos.

Para dar um ar de legitimidade ao golpe, os aplicativos falsos sobre IPVA levam as vítimas para páginas informativas dos Detrans. Nos bastidores, no entanto, o programa seguirá em execução para realizar a exibição das propagandas.

Fonte: G1

Como poupar o carro em congestionamentos

Siga essas dicas para evitar ao máximo o desgaste de seu automóvel em meio aos engarrafamentos

por MARCIO ISHIKAWA

Trânsito (Foto: Reprodução)

Trânsito pesado e congestionamentos são parte da rotina de quem se desloca nos grandes centros urbanos – seja por um acidente, uma chuva repentina ou, como muito ouvimos nas rádios que monitoram o trânsito, apenas por conta do “excesso de veículos”. Além de exercitar a paciência e ouvir uma boa música para não perder o bom humor, você também pode tomar certas medidas para ajudar na conservação do seu carro.

Suavidade – Evite acelerações e frenagens bruscas. “Além de economizar combustível, movimentos mais suaves ajudam a prolongar a vida útil de todo o sistema de freios e também dos pneus”, explica Gerson Burin, coordenador do CESVI – Centro de Experimentação e Segurança Viária.

Outro pecado apontado por Burin diz respeito aos carros com transmissão manual. “É comum ver motoristas acelerando fundo e soltando o pedal da embreagem devagar”, diz, explicando que isso provoca um escorregamento desnecessário que reduz a vida útil do platô e disco de embreagem.

Happy Clarkson GIF (Foto: Reprodução)

Ainda sobre os manuais, Marcio Azuma, membro da diretoria executiva da AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, acrescenta que repousar o pé sobre o pedal da embreagem também compromete a vida útil de seus componentes. “Pelo mesmo motivo, em aclives, jamais se deve segurar o carro na embreagem”, diz. Ou seja, use sempre o freio e só acione a embreagem para colocar o carro efetivamente em movimento.

Veja outras recomendações

Nada de improvisar o start-stop

Nada de desligar o veículo em toda parada no meio de um engarrafamento. Só o faça se perceber que a parada será realmente longa (manifestações, interdições), sem a possibilidade de avançar alguns metros dali a poucos minutos, ou em túneis em que essa recomendação expressa. Ligar e desligar várias vezes um carro que não seja equipado com o sistema start-stop pode comprometer vida útil de bateria e motor de partida.

Não brinque com o volante

Não vire o volante com o veículo parado, o que sobrecarrega o sistema hidráulico e reduz a vida útil do sistema de direção.

volante (Foto: Reprodução)

Cuidado com a posição N do câmbio automático

Nos automáticos, não é necessário mudar para a posição “N” (neutro) toda vez que o veículo parar, como muita gente ainda pensa. Na realidade, a alternância constante entre “N” e “D” (drive) é que pode causar danos.

Faça a manutenção preventiva

Percorrendo poucos metros em baixa velocidade, o sistema de arrefecimento não receberá ar frontal e a refrigeração do líquido circulante ficará a cargo da ventoinha. “No entanto, um carro com a manutenção em dia pode enfrentar esta condição sem nenhum problema”, explica Azuma, da AEA.

Para isso, cheque regularmente o nível do líquido de arrefecimento e o estado das mangueiras (se não estão ressecadas) e use somente a mistura indicada no manual de instruções – não se deve usar apenas água da torneira, que possui temperatura de ebulição e congelamento diferentes daquelas especificadas pelo fabricante para o funcionamento ideal do sistema. Vale lembrar que congestionamentos constantes são considerados uso severo – o que afeta muitas manutenções no veículo.

Fonte: Auto Esporte

Carros automáticos serão maioria no Brasil pela primeira vez

Um estudo da Bright Consulting sobre o mercado automotivo brasileiro concluiu que, pela primeira vez na história do país, os carros automáticos serão maioria. Também foram levantados dados que esclarecem o impacto da crise do setor. A análise, intitulada Automotive Brazil 2030, será divulgada para clientes este mês.

Estudo sobre o mercado automotivo mostra que, em 2019, os carros automáticos serão mais comuns que os manuais nas ruas brasileiras.

De acordo com a pesquisa, em 2018, 49% dos automóveis vendidos no Brasil possuíam câmbio automático. Assim, o estudo conclui que em 2019 será alcançado, pela primeira vez, um número de carros automáticos maior que o daqueles com câmbio manual.

A tecnologia foi foco de aversão por parte dos brasileiros por muitos anos devido ao custo elevado e falta de assistência especializada. Os veículos do tipo, devido à tecnologia da época, também costumavam consumir mais combustível, fatores que não existem mais. Agora, os carros automáticos conquistaram o país. De acordo com o levantamento da Bright Consulting, suas vendas crescerão rapidamente na próxima década.

Para o futuro, o estudo enxerga um cenário similar ao do ar-condicionado, equipamento que esteve presente em 98% dos veículos nacionais emplacados em 2018. Paulo Cardamone, CEO da Bright, observa que a tendência dos carros automáticos vai avançar mais rápido que a dos carros híbridos e elétricos.

“Com as novas regras do Rota 2030, esses equipamentos de ponta entrarão em linha num ritmo mais acelerado do que, por exemplo, os propulsores híbridos e elétricos, previstos pelo estudo para equipar menos de 5% dos carros novos em 2025”, coloca ele.

Até 2025, os SUVs serão 30% dos carros nas ruas brasileiras, aponta estudo sobre o mercado.
Até 2025, os SUVs serão 30% dos carros nas ruas brasileiras.

Outra categoria que vai continuar crescendo é a dos utilitários esportivos. De acordo com o levantamento, os SUVs passarão dos atuais 20% para 30% dos veículos nas ruas brasileiras até 2025.

Quanto à crise do setor automotivo, que se iniciou em 2013, o estudo considerou que a recessão foi equivalente a 13 anos. Assim, o país só retornará ao nível de 2012 em 2025.

A Bright Consulting é uma empresa de consultoria e análise mercadológica e, desde 2017, presta serviços ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. De acordo com o site oficial da companhia, ela desenvolveu estudos que foram utilizados na criação do programa Rota 2030.

Fonte: R7

Carros feios, mas competentes: 5 modelos que não cativavam pelo visual

“Quem vê cara não vê coração,” ensina a cultura popular brasileira. Isso vale também para a indústria automobilística, que já produziu muitos carros feios ao redor do mundo. Alguns deles, porém, eram mais que isso: entraram para a história não apenas pelo visual esquisito, mas também por determinadas qualidades técnicas. O AutoPapo listou cinco desses veículos. Dê uma chance a eles e não os julgue apenas pelas aparências. Afinal, por trás das carinhas disformes, há trunfos importantes!

1. Fiat Multipla

O Fiat Multipla tem presença garantida em qualquer lista de carros feios já produzidos no mundo. A beleza realmente não é ponto forte, mas há de se reconhecer que ele tem outras qualidades. A maior delas é a funcionalidade. Duvida? Pois saiba que o modelo tem tamanho de hatch compacto com espaço interno de carro grande.

Apesar do comprimento de apenas 3,99 metros (para efeito de comparação, um Chevrolet Onix tem 3,93 metros), o modelo acomoda seis pessoas em seu interior, em duas fileiras de assentos. E com conforto, pois há poltronas individuais para cada um dos ocupantes. E ainda tem um porta-malas com bons 430 litros de capacidade. O segredo está justamente no formato da capota, que permite ótimo aproveitamento da cabine.

O Fiat Multipla chegou a passar por uma reestilização em 2004, que todavia não foi capaz de deixá-lo menos estranho. Apesar disso, o veículo teve vida longa: na Itália, a produção foi de 1998 a 2010. Sinal de que uma parcela dos consumidores privilegiou a combinação única de espaço interno ao visual controvertido. Até hoje, é possível ver algumas unidades trabalhando como táxis no país de origem.

2. AMC Gremlin

Carros feios, mas competentes: AMC Gremlin

Diz a história que os primeiros esboços do Gremlin foram feitos no saco de enjoo de um avião da empresa Northwest Orient pelo designer Richard Teagle, da American Motors Corporation (AMC), durante uma viagem. Esse episódio é só um dos pretextos dos críticos para fazer piada com o modelo, ridicularizado pelo visual e até pelo nome. Porém, antes de colocá-lo no rol dos feios, é preciso considerar tratar-se do melhor entre os carros compactos dos Estados Unidos em sua época. Não apenas por mérito próprio, diga-se, mas também por incapacidade dos concorrentes.

Antes de mais nada, é preciso considerar o contexto da indústria estadunidense na época. Os fabricantes locais priorizavam a produção de carros grandes, que sempre haviam sido os queridinhos dos consumidores. Porém, nos anos 60, alguns compactos importados da Europa e do Japão começavam a fazer sucesso. Para combatê-los, a indústria do país viu-se obrigada a entrar em um segmento no qual não possuía know-how. A AMC, por outro lado, já tinha experiência com automóveis de menor porte. Ademais, concebeu o Gremlin a partir de um modelo já existente: o Rambler, enquanto Ford e GM apostaram em projetos inéditos.

Graças a esses fatores, o Gremlin era bem mais confiável que seus concorrentes. O rival da Ford, batizado de Pinto, entrou para a história após protagonizar um dos maiores escândalos da indústria do país. O motivo? Incêndios: a tubulação do tanque de combustível se rompia em colisões traseiras, fazendo o carro se transformar, literalmente, em uma bola de fogo. Já o adversário da Chevrolet, o Vega, é lembrado como um dos produtos de pior qualidade que a empresa já comercializou. Devido a diversas falhas de produção, milhares de unidades apresentaram defeitos. Consequentemente, ele logo ganhou má reputação entre os compradores.

No quesito desempenho, nova vantagem para o Gremlin. É que, desde a versão de entrada, ele era equipado com um motor 3.3 de seis cilindros, herdado do Rambler, enquanto os rivais vinham com unidades de quatro cilindros, mais econômicas, porém menos potentes. Lançado em 1970, saiu de linha apenas em 1978. Naquele ano, o modelo sofreu pequenas modificações e foi rebatizado de AMC Eagle Kammback, o que lhe deu uma sobrevida até 1982. Prova de que, apesar de estar entre os feios, teve trajetória mais bonita que a dos carros concorrentes.

3. Tatra 603

Carros feios, mas competentes: Tatra 603

Já ouviu falar da Tatra? Não a confunda com a indiana Tata Motors! A marca em questão foi fundada na Tchecoslováquia, atual República Tcheca. Após a Segunda Guerra Mundial, a empresa ganhou fama de produzir alguns dos melhores carros da União Soviética. Foi justamente nesse período, em 1956, que o modelo 603 foi lançado. Destinado a chefes de estado e a membros do Partido Socialista, era um automóvel luxuoso e avançado para os padrões da época.

Mas o estilo não era seu forte. Com três faróis na dianteira, enormes tomadas de ar laterais e um vidro traseiro bipartido, seu design era no mínimo extravagante. Mas o veículo era rápido, graças ao motor traseiro de oito cilindros e 2,5 litros, refrigerado a ar e posicionado na traseira (como no Fusca). Também era confiável, mostrando-se robusto inclusive nos severos invernos da Rússia e dos países do Leste Europeu.

Essas características fizeram com que o Tatra 603 fizesse sucesso em provas de rali. Obteve bons resultados tanto diante de outros carros soviéticos quanto frente a oponentes do Oeste Europeu. Após passar por atualizações ao longo do tempo, saiu de linha em 1975. Os exemplares desse modelo podem ser feios, mas marcaram época.

4. Renault 12

Carros feios, mas competentes: Renault 12
Renault 12 (Renault | Divulgação)
Lembrado tanto por ser um dos carros mais feios produzidos pela Renault quanto por ter obtido enorme sucesso comercial. Assim é o sedã 12, lançado na França em 1969. De lá, o modelo literalmente ganhou o mundo: foi produzido na Romênia, como Dacia 1310, na Turquia e até na Oceania. Também chegou, via importação, à Ásia e à América do Norte.

Apesar de não ter sido vendido no Brasil, o Renault 12 serviu de base para o Corcel. Os dois compartilhavam a mecânica e a plataforma, embora o “primo” nacional, felizmente, tivesse design mais agradável. Mas o modelo foi produzido em outros países da América Latina, como México e Argentina. No mercado “hermano”, agradou tanto que a fabricação, iniciada em 1971, só foi encerrada em 1994.

O segredo do sucesso do Renault 12 é, provavelmente, a racionalidade. Seus motores de quatro cilindros, além de simples e robustos, eram econômicos. Além disso, tinha bom espaço na cabine e no porta-malas. O preço acessível era o argumento final para garantir a aceitação dos consumidores, que o adquiriram em grande volume. Foram mais de 2,8 milhões de unidades produzidas ao redor do planeta, sem contar os exemplares fabricados pela Dacia. Se esses carros eram feios ou não, em nada fazia diferença para os inúmeros compradores, interessados em um produto confiável e eficiente.

5. Subaru Impreza

Carros feios, mas competentes: Subaru Impreza

Fãs da Subaru, acalmem-se! Nossa lista de carros feios não inclui todas as versões do Impreza, que teve encarnações bastante bonitas. Referimos-nos apenas à segunda geração, mais especificamente à série produzida entre 2005, quando o modelo passou por uma polêmica reestilização, e 2007, logo antes da chegada da terceira safra.

Convenhamos: a dianteira com elemento central destacando a logomarca do fabricante e os faróis espichados não formam um conjunto muito harmonioso. Na verdade, essas características de design foram incorporadas a vários produtos da Subaru nessa época. Consequentemente, muitos consideram-nos mais feios que seus similares de outros períodos.

Entretanto, há de considerar que, apesar da aparência, os exemplares produzidos nessa fase mantiveram todas as características técnicas características do Impreza. Estão lá o motor boxer e a tração integral, maiores responsáveis pela ótima dirigibilidade do modelo. E a potência da versão esportiva WRX STI ultrapassava os 300 cv. Se, por um lado, os carros dessa série eram feios, por outro conseguiam divertir bastante seus motoristas.

Fonte: AutoPapo

Europa lança combustível BlueDiesel R33 com óleo de cozinha usado

Europa lança combustível BlueDiesel R33 com óleo de cozinha usado

A União Europeia iniciou oficialmente a distribuição de um novo combustível, que promete reduzir bastante as emissões de poluentes no continente. Trata-se do chamado BlueDiesel R33. Esse óleo biocombustível de cor azul ainda não está disponível nos vários países do bloco, mas promete alcançar toda a região.

Esse tipo de biodiesel foi desenvolvido para ser utilizado em todos os veículos diesel, tanto antigos quanto novos, o que ajuda a manter a frota em circulação com emissão menor devido às características do produto, que reduz a emissão de CO2 em 20%. O BlueDiesel R33 utiliza em sua composição, 33% de parafinas e resíduos de óleos de cozinha usados.

O descarte desse tipo de óleo é muito difundido no velho continente, o suficiente para agora ser utilizado em parte como combustível. Já os 67% restantes da composição do R33, são compostos de aditivos e obviamente continua sendo um derivado de petróleo.

Europa lança combustível BlueDiesel R33 com óleo de cozinha usado

Em vários países da Europa, o percentual de biodiesel na composição do óleo combustível vendidos nos postos é de 7%, mas o BlueDiesel R33 vai muito além e promete ter um impacto enorme na poluição veicular.

O projeto do BlueDiesel R33 começou na Alemanha, país europeu que mais defende o óleo combustível nos carros. O desenvolvimento foi feito pela Universidade de Coburgo e contou com apoio da Volkswagen em Wolfsburg, que forneceu 280 carros TDI para uso interno e de funcionários durante a fase de testes.

Além disso, as petrolíferas Shell, Neste e Tecosol se encarregaram da distribuição do produto no continente. Os sistemas de injeção Common Rail foram alterados nos carros pela Bosch.

Essa é mais uma ação nascida na Alemanha para manter o diesel em evidência no mercado europeu por mais tempo, mesmo diante de pressões geradas após o Dieselgate da própria Volkswagen e da liberação de restrição para carros diesel em cidades alemães.

Fonte: Notícias Automotivas

Brasileiros passam mais de 5 anos dentro do carro

Maquiagem está na lista das atividades que as pessoas fazem dentro do automóvel

A Citroën encomendou à CSA Research um levantamento global para entender como as pessoas interagem com seus carros. O Brasil se destacou por ser o país em que os consumidores passam mais tempo dentro dos veículos: um total de 4 anos e 11 meses ao longo da vida. Na China, este período é de três anos e um mês; na Europa são quatro anos e um mês. “As pessoas têm uma relação muito intensa com o automóvel aqui”, destaca Nuno Coutinho, diretor de marketing da Citroën no País.

Além do Brasil, o levantamento foi feito na Argentina, em países da Europa, na China e no Japão. Localmente foram entrevistadas mais de 500 pessoas a partir de 15 anos, tanto motoristas quanto passageiros, abrangendo diferentes intensidades de uso dos veículos. Segundo a pesquisa, o Brasil também se destaca por clientes que gostam de cantar dentro do veículo.

Nas entrevistas, as pessoas que dirigem todos os dias indicaram que passam 7,9 mil horas de suas vidas cantando no carro. “É quase um substituto para o cantar no chuveiro”, brinca Coutinho. Os entrevistados também admitiram que falam sozinhos em diversos momentos ao dirigir e dedicam tempo procurando objetos que caíram debaixo do assento e até beijando.

A pesquisa também indica que, para as motoristas frequentes, mais de 16 mil horas são dedicadas a se maquiar dentro do automóvel. Outras 18 mil horas as pessoas passam comendo. O estudo revelou ainda que é recorrente o esquecimento sobre onde o carro foi deixado estacionado.

Em tempos de revolução digital, os entrevistados no Brasil admitiram que pensam mais de 70 vezes ao longo da vida que poderiam comprar seus veículos pela internet. Enquanto a tecnologia de condução autônoma avança, os entrevistados indicaram que pensaram mais de quatro vezes na vida que o automóvel poderia andar sozinho. Os brasileiros também demonstraram medo de ser enganados. Em pelo menos três vezes na vida, as pessoas ficam desconfiadas de ser enroladas quando levaram o carro na oficina para um reparo.

CAMPANHA DE MARKETING

A Citroën aponta que os resultados sinalizam caminhos para o desenvolvimento de soluções para os clientes. Segundo Coutinho, o esforço da companhia é para melhorar a experiência do consumidor em todos os pontos de contato com a marca. “Na verdade, o levantamento indica que estamos no caminho certo, que as ações que temos desenvolvido estão corretas”, aponta.

O fruto mais imediato da pesquisa é uma nova campanha global de marketing. Entre março e abril a companhia vai veicular na internet pequenos vídeos que abordam a relação das pessoas com seus veículos. “A ideia é mostrar que estamos mais próximos dos clientes”, diz.

Fonte: Automotive Business

Pesquisa mostra que volante é parte mais suja do carro

Interior do carro tem centenas de bactérias; volante é considerado mais sujo até mesmo que assentos sanitários.

volante
VOLANTE CONCENTRA MAIOR PARTE DAS BACTÉRIAS DO INTERIOR DO VEÍCULOFoto: José Patrício/Estadão

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos por um portal de aluguel de carros revelou que apenas 32% dos motoristas tomam algum tipo de cuidado com a limpeza do interior dos veículos. Em cerca de mil entrevistados, aproximadamente 320 apenas limpam a cabine uma vez por ano. E o volante é o maior vilão da limpeza na cabine.

De acordo com o Centro Nacional de Informação de Biotecnologia, o interior de um carro é um dos lugares mais sujos existentes. Uma cabine pode ser considerada mais suja até que um assento sanitário. Particularmente, o volante é um dos piores itens, embora seja o que mais tenha contato com as mãos do motorista.

O estudo mediu a limpeza das partes da cabine contando a média de baterias por centímetro quadrado, ou unidades formadoras de colônias, CFU na sigla em inglês. O volante teve 629 CFU, enquanto uma tela de celular tem cerca de 100 CFU, botões de elevadores públicos 313 CFU e assentos de banheiro 172 CFU.

Centenas de bactérias no volante

Segundo a pesquisa, há dois tipos mais comuns de bactérias encontradas na cabine de um carro. A Staphylococcus, que causa infecções alimentares e de pele, e a Propionibacterium, que causa inflamação e infecção. Essa são as mais comuns, mas num carro podem viver cerca de 700 tipos diferentes de bactérias.

A maneira mais comum de contaminar um carro é justamente comer dentro dele.

Fonte: Estadão

Quando devo trocar o óleo do câmbio?

Volkswagen Gol ganha câmbio automático (Foto: Divulgação)

Assim como o motor, o câmbio do carro também utiliza óleo lubrificante, que tem como função primordial reduzir o atrito e, dessa forma, preservar as peças móveis do desgaste. No entanto, existem algumas peculiaridades que exigem atenção do proprietário, que detalhamos a seguir.

Câmbio manual
Os automóveis atuais equipados com câmbio manual não precisam de troca. “A tecnologia dos lubrificantes evoluiu muito e hoje eles são do tipo ‘lifetime’, ou seja, duram por toda a vida útil do sistema”, explica Francisco Satkunas, conselheiro da SAE, Sociedade dos Engenheiros da Mobilidade. “A construção das transmissões também evoluiu muito nesse sentido.”

Dessa forma, somente é necessário a substituição do lubrificante se ocorrer algum vazamento ou em caso de reparo. Por isso, fique sempre de olho se o carro apresenta perda de óleo e confira no manual do proprietário o prazo recomendado para realizar a verificação periódica do nível do lubrificante.

Câmbio manual do Ford Focus 1.6 SE Plus (Foto: Leo Sposito / Autoesporte)

Nas caixas automatizadas, que utilizam o mesmo sistema de embreagem e engrenagens dos câmbios manuais (só que acionadas por atuadores eletro-hidráulicos ou elétricos) o procedimento tende a ser o mesmo. Já as de dupla embreagem, imersas em óleo, podem demandar trocas periódicas, já que pode haver contaminação por conta do atrito dos discos. Seja qual for o caso, siga sempre as recomendações da fabricante.

Automáticos
Os câmbios automáticos, em geral, demandam a substituição periódica do óleo, embora em intervalos bem maiores que os exigidos pelo lubrificante do motor. “A transmissão automática utiliza discos de fricção imersos em óleo, além do conversor de torque, que usa óleo em seu interior”, explica Gerson Burin, coordenador técnico do Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária). “O atrito por escorregamento pode provocar a contaminação do óleo por fragmentos, daí a necessidade de substituição.”A periodicidade das trocas varia bastante, conforme a especificação do lubrificante e também da construção do sistema. Há desde recomendações para trocas a cada determinada quilometragem ou tempo, como o óleo do motor, como a indicação de substituição apenas se for constatada necessidade nas verificações periódicas.

Já a checagem periódica do nível do óleo da transmissão automática também requer atenção. Mas, antes abrir o capô, saiba que diferentes fabricantes e modelos possuem procedimentos diferentes (como aquecimento do veículo e posição da alavanca), sempre descritos no manual. Se as recomendações não forem seguidas à risca, a checagem não exibirá o nível correto, podendo levar a um diagnóstico equivocado de vazamento.

Nissan Versa com câmbio CVT (Foto: Nissan)

Fique atento também a manchas de óleo no piso da garagem, sinal de possíveis vazamentos. Burin ainda dá outro alerta: jamais utilize especificações diferentes das indicadas pela fabricante do carro, pois há o risco de mau funcionamento ou até mesmo a quebra da transmissão – cujo reparo tem custo bastante elevado. Por fim, vale dizer que as mesmas recomendações para os automáticos valem para as transmissões do tipo CVT, de demandas parecidas no que diz respeito ao lubrificante.

Fonte: Auto Esporte