Ferrari venderá modelo quase igual a um carro de Fórmula 1

Supercarro conversível que é considerado o mais parecido com um carro da Fórmula 1 já construído para o mercado público

Ferrari apresentou um supercarro conversível que é considerado o mais parecido com um carro da Fórmula 1 já construído para o mercado público.

O Monza, de fibra de carbono, de 810 cavalos de potência, terá versões de um e dois assentos, disseram o diretor de marketing da Ferrari, Nicola Boari, e chefe de design, Flavio Manzoni, nesta terça-feira da sede da empresa em Maranello, Itália. A Ferrari fabricará menos de 500 unidades das máquinas de 12 cilindros, capazes de chegar a 100 quilômetros por hora em menos de três segundos.

O Monza Sp1 e o Monza Sp2 fazem parte de um plano de estratégia de cinco anos muito aguardado que será apresentado nesta terça-feira pelo CEO Louis Camilleri, que substituiu Sergio Marchionne, falecido em julho. O novo CEO planeja ampliar a oferta de supercarros de edição limitada da Ferrari — normalmente vendidos por mais de US$ 1 milhão — e vender o primeiro SUV na história da empresa para aumentar as margens de lucro, disseram pessoas a par do assunto à Bloomberg News.

A estratégia de Camilleri para a fabricante de carros de corrida será acompanhada com atenção pelos investidores, especialmente para saber se ele manterá o objetivo de dobrar o lucro para 2 bilhões de euros (US$ 2,3 bilhões) até 2022, plano proposto por Marchionne. Camilleri foi escolhido para o cargo por John Elkann, o líder da família Agnelli, que controla a Ferrari e a Fiat Chrysler Automobiles, durante um fim de semana dramático de julho, quando a saúde de Marchionne piorou.

Monza

O Monza é o herdeiro do icônico modelo Barchetta, disse Camilleri. O preço será divulgado no Salão do Automóvel de Paris no mês que vem. Os Monzas já foram atribuídos a alguns dos clientes mais fiéis da Ferrari, que tiveram uma pré-estreia do carro na noite da segunda-feira.

Modelos de edição especial podem ajudar Camilleri a aumentar o lucro sem que a marca perca a exclusividade. Os clientes da Ferrari normalmente precisam esperar mais de um ano para receber um carro novo. Edições limitadas como o conversível LaFerrari Aperta, de US$ 2,1 milhões, são muito procuradas e vão para os clientes mais fiéis da empresa. A companhia também enfrenta a concorrência de marcas como Lamborghini e Aston Martin.

O novo CEO da Ferrari tem um exemplo difícil de igualar, porque Marchionne aumentou o valor da Ferrari separando-a da Fiat Chrysler e dobrando os lucros em apenas quatro anos, aumentando a produção e lançando modelos únicos. O ex-CEO, que morreu em 25 de julho, estava se preparando para expandir a fabricante para mais do que carros esportivos e para lançar veículos elétricos híbridos, incluindo seu primeiro SUV. O SUV não deverá ser exibido na apresentação estratégica planejada.

Fonte: Exame

Por que o nível de combustível não é mostrado em litros?

Ao longo do tempo, convencionou-se indicar o total no tanque mostrando o nível por quartos de volume

Painel-Maserati-Sebring Marcação do combustível sem litros: prática antiga, mas há uma razão

Marcação do combustível sem litros: prática antiga, mas há uma razão (Christian Castanho/Quatro Rodas)

A resposta é simples: para você ver a informação mais rápido.

“Ao longo do tempo, convencionou-se indicar o total de combustível no tanque mostrando o nível por quartos de volume. Portanto, trata-se de uma informação meramente indicativa do volume aproximado”, explica Francisco Satkunas, conselheiro da SAE Brasil.

Atualmente, alguns modelos indicam em seu computador de bordo a quantidade em litros aproximada que foi gasta pelo carro, como o Renault Kwid.

Uma das exceções era o Smart ForTwo de segunda geração, que mostrava quantos litros restavam no tanque quando ele entrava na reserva.

Ao contrário

 Não importa se é gás ou líquido que há no tanque: na maioria dos carros precisamos nos contentar com barrinhas para saber quanto resta

Não importa se é gás ou líquido que há no tanque: na maioria dos carros precisamos nos contentar com barrinhas para saber quanto resta (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Nos carros que indicam o combustível usado em cada rodagem é possível ter uma ideia de quanto resta no compartimento.

Mas sua praticidade é limitada. Para que a informação divulgada tenha utilidade é necessário encher o tanque do carro, zerar o computador de bordo e saber de cabeça o volume do compartimento de combustível.

No caso do Kwid, são 38 litros até o carro encarar a pane seca. Mas mesmo essa quantidade é relativa – é comum que o os veículos comportem mais combustível do que o indicado pela fábrica.

Entre os motivos desta discrepância estão o tamanho do cano que conecta o bocal de reabastecimento do tanque, o formato do compartimento e até mesmo o momento em que a bomba do posto é desarmada.

Fonte: Quatro Rodas

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Voadoras ou à prova de quedas… como serão as motos no futuro?

Conceitos mostram “modelos que não caem”, robô pilotando e até motocicletas voadoras.

As motos atuais carregam tecnologias avançadas como controle de tração, ABS e até mesmo airbag, mas como estarão daqui alguns anos? Várias empresas vêm dando pistas de como as motocicletas podem ser no futuro.

Honda e BMW já apresentaram conceitos de motos que poderiam evitar quedas, isso graças a sistemas que atuam preventivamente equilibrando o veículo.

A montadora alemã também mostrou sua “moto voadora”, um projeto desenvolvido com a Lego, mas nesse caso, é apenas uma “obra de arte” e não possui a capacidade real de voar.

Mas os russos foram mais longe e já mostraram testes de uma moto que realmente voa, utilizando tecnologias de drone.

Em outra corrente, a Yamaha desenvolveu um robô capaz de pilotar uma moto e vai desafiar Valentino Rossi no futuro. O conceito pode indicar o princípio de uma moto autônoma.

‘Moto que não cai’ da BMW

 Chamada de Vision Next 100, esta moto é um conceito de moto da BMW para o que a marca espera para os próximos 100 anos. De acordo com a empresa, o modelo irá dispensar o uso de qualquer aparato de segurança, como capacete e roupas de proteção.
BMW Vision Next 100 (Foto: Divulgação)

BMW Vision Next 100 (Foto: Divulgação)

 Isso porque a motocicleta não apenas irá detectar situações de perigo, como também agir preventivamente, para evitar acidentes. Além disso, um óculos funcionará como uma central de informações e de navegação.

Moto Honda se equilibra sozinha e segue o dono

Na sequência da BMW, a Honda também apresentou uma moto que pode se equilibrar sozinha. A tecnologia foi chamada de Riding Assist, e funciona com um sistema robótico, capaz de movimentar a roda dianteira para evitar que a motocicleta caia até mesmo em velocidades mais baixas.
Honda Riding Assist (Foto: Divulgação)

Honda Riding Assist (Foto: Divulgação)

Segundo a Honda, a tecnologia é baseada no veículo Uni-Cub, um pequeno assento capaz de transportar uma pessoa usando o movimento do corpo do “condutor”.

A moto também teria a capacidade de seguir o dono, sugerindo um sistema autônomo.

Russos têm “moto voadora”

Com tecnologia baseada em drones, a empresa russa Hoversurf criou o modelo Scorpion 3.

Com 4 hélices, a veículo pode levar um motociclista aos céus e este utiliza 2 joysticks para controlar o voo.

O teste feito em ambiente fechado mostra que o protótipo ainda não possui grande mobilidade, mas levou um homem equipado como motociclista a sair do chão e ir de um lado para o outro.

BMW e Lego criaram “moto que voa”

Com visual futurista mas peças autênticas de uma R 1200 GS, a BMW e a Lego criaram o conceito de uma “moto voadora” em tamanho real. O modelo não voa de verdade, mas mostra uma visão de como as motos podem ser no futuro.
BMW R 1200 GS Adventure Hover Ride (Foto: Divulgação)

BMW R 1200 GS Adventure Hover Ride (Foto: Divulgação)

Yamaha aposta em “robô-motoqueiro”

O Motobot é uma criação da Yamaha que aponta para dispositivos autônomos controlando uma moto. No caso, um robô anda em uma superesportiva R1. A expectativa é que o protótipo ande na pista, em 2017, superando a marca dos 200 km/h.
Yamaha Motobot (Foto: Divulgação)

Yamaha Motobot (Foto: Divulgação)

E este desafio será junto com Valentino Rossi, piloto 9 vezes campeão mundial de motovelocidade.

Yamaha Motobot (Foto: Divulgação)

Yamaha Motobot (Foto: Divulgação)

Kawasaki de 3 rodas

Com um visual extremamente futurista, esta a J da Yamaha. Com duas rodas na dianteira e uma na traseira, o J tem a capacidade de ficar mais longo ou mais curto, dependendo do objetivo de uso.

Kawasaki J (Foto: Divulgação)

Kawasaki J (Foto: Divulgação)

No modo esportivo (Sport), o entre-eixos fica maior e o usuário fica em posicionamento mais radical, para a estradam, por exemplo.

Apesar de estar longe de se tornar um modelo de rua, este conceito de utilizar 3 rodas já pode ser visto no mundo real, em scooter como Yamaha Tricity e Piaggio MP3.

Kawasaki J (Foto: Divulgação)

Kawasaki J (Foto: Divulgação)

Honda pensa em triciclo híbrido

Um modelo mais “dentro da realidade” é o Neowing da Honda. Este conceito utiliza motor de 4 cilindros combinado com outroa elétricos.

Honda Neowing (Foto: REUTERS/Thomas Peter)

Honda Neowing (Foto: REUTERS/Thomas Peter)

A marca promete que o modelo pode “deitar em curvas como uma moto de duas rodas”.

Honda Neowing (Foto: Divulgação)

Honda Neowing (Foto: Divulgação)

Harley-Davidson elétrica

Motos elétricas já são uma realidade fora do Brasil, mas, geralmente, são scooters ou modelos voltados apenas para a cidade. Para um futuro muito mais próximo que as “motos voadoras”, a Harley-Davidson planeja ter o seu modelo elétrico.
Harley-Davidson LiveWire elétrica (Foto: Peter Reitzfeld / Divulgação)

Harley-Davidson LiveWire elétrica (Foto: Peter Reitzfeld / Divulgação)

O projeto LiveWire foi apresentado em 2014 e a marca colocou 2021 como data limite para que o conceito se torne uma moto de verdade. O G1 já rodou com o protótipo do modelo em Nova York.

Fonte: Auto Esporte G1

35 dicas para manter o seu carro sempre novo

Se gosta do seu automóvel e é seu desejo vê-lo sempre com uma boa aparência e com um ótimo desempenho, saiba que existem formas de o ajudar a conservar a sua viatura. Conheça as 35 dicas para manter o seu carro sempre novo e faça do seu veículo um modelo para os demais.

Na manutenção de um automóvel, existem vários truques e dicas para manter um automóvel sempre novo. São elas:

  1. Seja paciente na condução e adapte-se ao veículo. Para que o automóvel tenha uma boa prestação na estrada, é necessário que o condutor esteja adaptado ao seu veículo e que o seu veículo responda da melhor maneira aos comandos do condutor. Dessa forma, o automobilista deve ser ponderado e paciente na tomada de decisões na estrada.
  2. Conduza com precaução todos os dias. Ao adotar uma condução defensiva, o condutor está a zelar pelo bem-estar do seu automóvel e este agradecer-lhe-á ao não avariar com regularidade.
  3. Compre gasolina em estações de serviço confiáveis. Algumas estações de serviço não têm filtros de bomba, o que faz com que a gasolina seja mais suja. O condutor deve encontrar uma estação de serviço de confiança e manter-se fiel a ela, nem que o preço do combustível seja mais elevado.
  4. Não coloque gasóleo/gasolina quando os tanques de combustível de uma estação de serviço acabam de ser atestados. Ao encher os tanques de combustível de uma estação de serviço, a turbulência gerada pela entrada do combustível faz com que se levantem todo o tipo de sedimentos e estes podem entupir o filtro do combustível e os injetores.
  5. Mantenha a calma quando estiver com o veículo preso. Quando o condutor está preso com o seu carro na lama ou na neve, o ideal será manter a calma e não forçar a parte mecânica do automóvel. Se acelerar em demasia, ou se fizer muitas manobras, o veículo pode afundar-se ainda mais e pode estragar alguma peça do seu automóvel. O ideal, nestas circunstâncias, é balancear suavemente o automóvel de modo a conseguir libertar-se sem qualquer dano.
  6. Alivie o peso do seu porta-chaves e conduza apenas com uma chave na ignição. Não é aconselhável reunir todas as chaves que tem, num único porta-chaves porque todo esse peso danifica a ignição de um automóvel e faz com que esta deixe de funcionar.
  7. Faça médias de consumo com o automóvel. Mantenha um registo no porta-luvas com as médias dos consumos de combustível efetuados. Se verificar que o seu automóvel está a consumir mais do que o suposto, esse poderá ser um indicador que algo não está bem com o veículo.
  8. Proteja o automóvel durante uma longa paragem. Se não vai utilizar o seu carro por mais de um mês deve-o guardar corretamente de modo a prevenir eventuais estragos no seu regresso. O condutor deve assim encher o depósito de combustível, para que o mesmo não ganhe ferrugem no tanque; desligar os cabos da bateria para que esta não fique descarregada; e lavar e encerar o carro para proteger o desgaste do exterior.
  9. Substitua as borrachas de vedação que estão gastas. Se as borrachas de vedação do seu automóvel estão gastas e deixam que a água das chuvas entre no interior do seu veículo, a melhor solução será substituí-las o quanto antes.
  10. Renove os estofos do automóvel. Se os estofos do seu automóvel apresentam uma cor e uma textura já desgastada, a melhor solução passa por renovar o seu visual. Ao mudar os estofos do seu automóvel, está a dar uma vida nova ao interior do veículo.
  11. Proteja a tinta do carro dos raios ultravioletas e estacione o automóvel à sombra. A tinta de um automóvel é a primeira linha de defesa contra as adversidades meteorológicas e protege o veículo do aparecimento da ferrugem. Dessa forma, deve ter muito cuidado com os raios ultravioletas, pois estes desgastam e corroem a tinta de um carro. Sempre que possível, deixe o veículo estacionado à sombra, numa garagem ou parque de estacionamento de forma a evitar a exposição prolongada ao sol.
  12. Retoque as falhas existentes na pintura. Para proteger o seu automóvel deve corrigir e retocar todas as falhas que possam existir na pintura do mesmo. Assim, está a proteger o seu automóvel e está a impedir a oxidação dos metais.
  13. Verifique o fluido dos travões. Deve apurar todos os meses o estado do fluido dos travões, assim saberá de antemão que os travões estão a funcionar a 100%. Deve ter em atenção que o fluido dos travões, ao estar em contacto com o ar, pode absorver a humidade e isso faz com que o fluido perca toda a sua eficácia.
  14. Cuide dos travões anti-bloqueio do veículo. Um sistema de travões anti-bloqueio é sensível à humidade e esta pode arruinar o sistema de ABS e romper as linhas de travões pelo seu interior.
  15. Cubra com fita adesiva os encaixes das lâmpadas partidas. Quando um farol ou uma luz está partida deve-a corrigir no imediato. Caso não consiga, é aconselhável cobrir com fita adesiva os encaixes das lâmpadas partidas, pois assim impede que esse compartimento se encha de água e humidade.
  16. Evite problemas na fixação de uma luz. Ao substituir uma lâmpada de um veículo, deve ter especial atenção se o compartimento está bem limpo antes de instalar a nova lâmpada.
  17. Conserte os arranhões existentes no para-brisas do carro. Quando o automóvel apresenta uma fenda no para-brisa, o condutor deve-o levar imediatamente a uma oficina de reparação de para-brisas. Ao fazê-lo está a impedir a substituição total do para-brisas e com isso estará a poupar muito dinheiro.
  18. Conserte o depósito da água do para-brisas. Com o avançar da idade é normal que o depósito do para-brisas apresente alguma fuga ou que esteja partido. Deve arranjá-lo de modo a nunca comprometer a sua visibilidade durante o ato de conduzir.
  19. Não exceda a capacidade de peso de um veículo. No manual do veículo consta o peso máximo que o veículo pode carregar. Dessa forma, nunca deve exceder a carga máxima recomendada pois assim todas as peças automóveis estarão a sofrer um maior desgaste e a sua substituição será inevitável.
  20.  Mantenha sempre à mão um cobertor velho. Nas situações em que necessita de transportar algum material no teto do seu automóvel (malas, bicicletas, entre outros) é aconselhável que coloque um cobertor entre a carga e a pintura do carro, de modo a evitar o aparecimento de arranhões.
  21. Amarre a carga da forma mais segura possível. Ao transportar uma determinada carga, o condutor deve amarrá-la da forma o mais fixa possível. Assim estará a impedir que a carga balanceie contra o carro e que faça todo o tipo de amolgadelas e arranhões.
  22. Inspecione o estado dos guarda-lamas do veículo. Trata-se de um dos acessórios mais frágeis de um automóvel, no entanto, é também um dos mais importantes porque impede que a água e a lama entrem no motor do automóvel.
  23. Encha o depósito do para-brisas com líquido de lavagem. Ao encher o depósito do para-brisas, deve utilizar apenas líquido de lavagem para ficar com o para-brisas a brilhar. Ao colocar água no depósito de água do para-brisas, a mesma pode congelar durante o inverno e isso não é aconselhável.
  24. Encere o automóvel de forma a proteger a sua pintura. Encerar um automóvel é uma tarefa que exige muito trabalho, contudo, a cera é um material indispensável na proteção da pintura de um carro. A cera permite retardar a oxidação de um veículo e possibilita a formação de uma barreira contra os excrementos dos pássaros e da poluição.
  25. Dê ao carro uma nova pintura. Se verificar que o seu carro está muito desgastado, a melhor solução será pintá-lo de novo. Assim estará a protegê-lo contra a corrosão e estará a zelar pelo seu conforto e bem-estar.
  26. Nunca coloque as suas ferramentas em cima do carro. Se está a planear fazer qualquer tipo de arranjo no seu veículo, não deve colocar as ferramentas em cima deste, pois o risco de arranhar o automóvel é muito elevado. Não arranje uma coisa e estrague outra.
  27. Avalie o estado das mangueiras do veículo. A cada dois meses, um condutor deve levantar o capô do seu veículo e verificar qual o estado das mangueiras do automóvel. Deve fazê-lo quando o carro está frio e desligado. Caso detete alguma mangueira partida, demasiado rija ou a fazer barulhos esquisitos, deve substituí-la imediatamente.
  28. Ligue o ar condicionado no inverno. Para manter o seu ar condicionado em condições para a próxima estação quente, o condutor deve ligá-lo durante o inverno. Assim, o fluido refrigerante estará a circular e vai manter os selos macios e maleáveis.
  29. Verifique a tensão exercida pelos cintos de segurança. Os cintos de segurança devem ser testados regularmente para ver em que estado está a tensão por eles exercida. Quando os cintos estão apertados demais, isso pode conduzir ao desgaste suplementar de outros componentes e acessórios, como o compressor do ar, a bomba de água, a bomba da direção assistida, entre outros.
  30. Tenha em atenção a bateria do carro. Deve verificar regularmente o estado da bateria de modo a aumentar a sua vida útil e evitar que a mesma fique em baixo quando, geralmente, uma pessoa mais precisa. O condutor deve apenas manter a bateria limpa, limpar os parafusos da mesma e ver se está danificada.
  31. Saiba que algumas baterias necessitam de água. Se a sua bateria tem tampas, deve retirá-las para ver em que estado se encontra o nível dos eletrólitos. Se o nível do eletrólito estiver abaixo das placas da bateria, o condutor deve acrescentar água destilada até repor novamente os níveis.
  32. Proteja sempre a bateria de um automóvel. Se, inadvertidamente, desligar o automóvel e deixar as luzes ligadas, a bateria do seu carro vai ficar descarregada. Para que tal não aconteça, o condutor deve ter o máximo de atenção de forma a economizar a vida útil da bateria do seu veículo.
  33. Sele um radiador permeável. Deve proteger o bom funcionamento do radiador do seu carro e, caso necessário, deve selá-lo de modo a impedir que exista alguma fuga ou vazamento.
  34. Verifique a direção do líquido de alimentação. Todos os meses, quando o carro ainda está quente, é necessário ver a direção do líquido de alimentação. Se o nível for baixo, é fundamental inspecionar o estado das mangueiras e das bombas para ver se existe alguma fuga.
  35. Escolha uma boa seguradora automóvel. Por vezes, por mais cuidadoso que um condutor seja, os acidentes são inevitáveis e acontecem. Dessa forma, deve ter um seguro automóvel que cubra as despesas e assuma as suas responsabilidades.

Fonte: Amolgadelas

Tempo seco exige atenção com o veículo

Quando o assunto é poluição, um dos componentes principais do veículo é o catalisador

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a poluição do ar tem seu estado ainda mais crítico durante o inverno. O tempo seco diminui a dispersão dos gases tóxicos, causando um aumento na ocorrência de doenças respiratórias e alergias. Por esse motivo, é importante que o motorista mantenha o seu veículo revisado, colaborando com a melhoria na qualidade do ar.

E quando o assunto é poluição, um dos componentes principais do veículo é o catalisador, equipamento que é responsável por transformar até 98% dos gases tóxicos provenientes da combustão como o CO, HC e NOx, em substâncias inofensivas.

“As manutenções periódicas são essenciais para garantir o bom funcionamento do catalisador, uma vez que a peça pode ser afetada pela falha de outros componentes. Além disso, é importante sempre realizar o teste da peça e verificar os níveis de emissões do veículo, garantindo o bom funcionamento de todo o sistema e o cumprimento dos limites exigidos por lei”, afirma Cláudio Furlan, gerente comercial da fabricantes de catalisadores Umicore.

Fonte: Motor Show

Como frear o carro de forma segura e eficiente

Frenagem de emergência  (Foto: divulgação/BMW)

Parar o carro de forma segura é um dos atos mais importantes do ato de dirigir – afinal, qualquer falha nesse momento tem o potencial de culminar em um acidente. Além da manutenção regular do sistema de freios do veículo (verificação do nível do fluido, checagem e troca de pastilhas e discos dentro das especificações do fabricante), as atitudes do motorista também tem influência direta na eficiência nas frenagens.

Para reunir as dicas a seguir, conversamos com dois especialistas: Rodrigo Hanashiro, piloto de competição e fundador e instrutor da 2Drive, que ministra cursos e treinamentos de direção; e Roberto Manzini, fundador do Roberto Manzini Centro Pilotagem, que desenvolve cursos de pilotagem esportiva e direção defensiva há 20 anos.

Dicas básicas – A primeira dica vem antes de bater na chave: sente-se na posição correta. “Caso contrário, o motorista não conseguirá frear com a máxima eficiência”, explica Hanashiro. O tronco precisa estar ereto e, para medir a distância ideal do banco, o motorista deve, apoiado no encosto, conseguir apoiar os pulsos na parte superior do volante.

Outra atitude fundamental é manter uma distância segura em relação ao carro à frente. “Guarde uma margem para imprevistos. E, em frenagens normais, como um semáforo que fechou à frente, pise no pedal de forma suave e vá reduzindo as marchas”, recomenda Manzini. Também é preciso ficar atento às situações que reduzem a aderência do piso e aumentam a distância de frenagem – como ondulações, chuva ou óleo. “Ao se deparar com uma situação dessas, antecipe-se e reduza a velocidade.”

Eletrônica – O principal recurso eletrônico que ajuda o motorista nas frenagens é o sistema ABS, que impede o travamento das rodas e ajuda a reduzir a distância de frenagem. Ao detectar essa situação, o ABS libera o disco de freio por milissegundos e o pinça novamente em seguida.

Sistema ABS (Foto: divulgação/Bosch)

Mas, para o ABS ser eficaz, o motorista precisa fazer a sua parte. “É preciso que o pedal do freio seja pressionado firmemente, até o veículo parar por completo, alerta Hanashiro. “O ABS também permite fazer o desvio de trajetória durante a frenagem, algo impossível com as rodas travadas.”

Jamais alivie o pedal ao ouvir estalos ou sentir vibração no pedal – são reações normais no funcionamento do sistema. Apesar de obrigatório nos carros brasileiros desde 2014, os dois instrutores comentam que muitos motoristas ainda não o conhecem.

Caso o veículo não tenha ABS, ao sentir que as rodas travaram, o motorista deve aliviar a pressão por breves instantes, simulando o que faz a eletrônica. Por isso, em um primeiro contato, é essencial saber se um carro conta ou não com o ABS, já que o procedimento em caso de uma frenagem de emergência é totalmente diferente.

Na serra – Por fim, é necessário cuidado extra em longas descidas, nas quais se deve utilizar o freio motor. Em carros manuais, use a mesma marcha que usaria para subir o trecho. Nos automáticos, lance mão das opções de marcha reduzida ou do seletor de trocas manuais. “É perigoso descer vários quilômetros segurando o carro só no freio, pois eles podem superaquecer e perder a eficiência”, diz Manzini. “É importante que o dono entenda como usar os recursos da transmissão do seu carro.”

Fonte: Revista Auto Esporte

Os tipos de freios de carro

Os tipos de freios de carro

Um dos elementos mais importantes que compõe um automóvel é o sistema de freios. Existem alguns tipos de dispositivos desenvolvidos para parar o veículo de forma controlada e no menor espaço possível. Neste artigo vamos falar dos tipos de freios de carro.

É importante frisar que o sistema de freios de um automóvel não é composto apenas pelas peças funcionais do dispositivo, mas também por sistemas de auxiliam sua operação, ampliando assim a eficiência em frenagem e estabilidade.

Os freios em carros são herança lógica e natural dos dispositivos que eram usados no passado para reduzir a velocidade ou parar os veículos de tração animal, como carroças e carruagens, por exemplo, assim como de locomotivas a vapor, que foram os meios que o homem utilizou antes do automóvel.

Tipos de freios de carro

Os tipos de freios de carro

Tambor

O sistema de freios mais antigo em uso nos carros é o tambor. O sistema foi difundido mundialmente através do francês Louis Renault, um dos fundadores da marca hoje conhecida internacionalmente. Criado em 1902 a bordo de um Packard 1901, o sistema já era fechado e limpo em relação a sistemas mais primitivos, mas suscetível a altas temperaturas.

O acionamento por cabo ou varão, apesar de parecer hoje primitivo, ainda é utilizado em motocicletas baratas. O sistema de tambor atualmente é acionado de forma hidráulica, através de um circuito fechado com pressão controlada pelo hidro-vácuo, que reduz o esforço no pedal e garante eficiência no acionamento dos freios.

Esse circuito hidráulico aciona, dentro do tambor de freio, um êmbolo (popularmente chamado burrinho) que empurra duas sapatas ou calços com material de fricção, chamadas de “lonas de freio”, contra as paredes internas do tambor, que é móvel em relação à parte interna do dispositivo. Mas, como já dito, a frenagem acumula muito calor no interior da câmara, reduzindo sua eficiência.

Mesmo sendo mais complexo que o disco de freio, por exigir mais peças e manutenção mais complicada, o freio a tambor é muito mais barato de fazer e é por isso que ainda hoje muitos carros possuem esse sistema nas rodas traseiras, pois já não é mais possível manter tambores nas rodas dianteiras, algo ainda visto somente em algumas motos baratas e em caminhões e ônibus. A eficiência varia de 15% a 30%.

Os tipos de freios de carro

Disco

Um sistema mais moderno é o disco, que é um dos tipos de freios de carro. Apesar de não parecer, sua invenção é mais antiga e data de 1876 para uso em bicicletas. Hoje, o sistema é acionamento de forma hidráulica e é o principal dispositivo para frenagem em automóveis e motos, já sendo usado também em alguns caminhões e ônibus.

O princípio de acionamento do disco de freio é o mesmo do tambor, utilizando um circuito hidráulico com hidro-vácuo ajustando a pressão do fluído no sistema. Mas, a forma como ele é atua é diferente. O princípio utilizado é por meio de pinça.

Esta possui possui pistões hidráulicos que empurram o material de fricção, no caso as pastilhas, contra um disco de ferro fundido ou de compósitos cerâmicos como carbono, kevlar ou sílica. Esse disco é preso ao cubo da roda ou eixo, enquanto a pinça é fixa. A vantagem desse sistema é que dissipa melhor o calor e permite frenagens mais eficientes.

Os tipos de freios de carro

Ventilado

Mesmo assim, a temperatura do disco pode reduzir a eficiência e o espaço para frenagem se este for sólido. Por isso, existem discos ventilados com duas paredes de fricção separadas por um espaço que permite o acesso do ar para resfriamento. Isso ajuda a reduzir a temperatura e por isso melhora a resposta na frenagem.

Mas, mesmo assim, é possível que a temperatura fique muito alta e mesmo em disco de carbono-cerâmica, por exemplo, é necessário que o mesmo tenha furos na superfície de fricção para dissipar ainda mais rapidamente o calor, reduzindo as elevadas temperaturas e garantindo a frenagem de forma eficiente.

Para aumentar o poder de fricção no disco, as pinças de alta performance geralmente têm de quatro a seis pistões. Por ser um sistema bem eficiente, muito dessa energia acumulada em altas temperaturas durante a frenagem é convertida em eletricidade através dos freios regenerativos, utilizados geralmente em carros com sistemas Start&Stop, micro-híbridos, híbridos e elétricos.

ABS

Tambor e discos são tipos de freios de carro, mas há um sistema que hoje em dia é fundamental e inclusive é obrigatório por lei no Brasil, o chamado ABS. Trata-se de uma tecnologia que evita o travamento das rodas durante a frenagem, aumentando muito a segurança e permitindo que o motorista pare em menor espaço ou possa desviar de um obstáculo ainda freando.

Criado pela Bosch em 1978, o sistema é um módulo eletrônico que mede a velocidade de cada roda em relação ao que o veículo está imprimindo durante a condução. Durante a frenagem, caso uma ou mais rodas apresentem diferença na frenagem, o sistema modula de forma automática a pressão no freio daquela roda, evitando assim o travamento.

Possibilitou a criação de tecnologias como assistente de partida em rampa, controle eletrônico de estabilidade e controle de tração, controle de vetoração de torque, entre outros.

Fonte: Notícias Automotivas

Não é só buraco que acaba com a suspensão: o ‘vilão’ pode ser você

Experiência mostra que, quanto mais confortável é o carro, menor é o cuidado do motorista, tanto na maneira de dirigir como no cumprimento das manutenções básicas.

É óbvio que o asfalto irregular diminui a vida útil das peças da suspensão, mas a experiência mostra que, quanto mais confortável é o carro, menor é o cuidado do motorista, tanto na maneira de dirigir como no cumprimento das manutenções básicas.

Você já pensou em se colocar no lugar dos amortecedores?

Imagine-se andando com um saco de cimento de 50 kg na cabeça: pesado né?

Agora pense em você correndo, parando bruscamente e fazendo curvas nessa situação. Pois é o mesmo esforço que as molas e amortecedores do seu carro fazem quando você dirige de forma agressiva ou põe muito peso dentro do carro.

É fato: bons motoristas prolongam a vida de pastilhas de freio, embreagem e amortecedores.

Como? Seguem algumas dicas:

  • passar em lombadas e valetas sempre de frente, nunca na diagonal: tirar uma das rodas do asfalto significa distribuir todo peso do carro em apenas 3 rodas. Na diagonal, você torce o monobloco;
  • nunca virar a direção com o carro parado. É um clássico dos novatos na direção. Se fizer isso, você exige muito dos pivôs, dos terminais de direção e da própria caixa de direção hidráulica. Esta última poderá apresentar vazamento de óleo hidráulico pelos seus retentores;
  • fuja das guias: enfiar a roda na guia estraga o rolamento de roda, altera a geometria da suspensão, murcha o pneu e pode danificar sua banda lateral.
Enfiar a roda na guia estraga o rolamento de roda (Foto: Dennis Marum/G1)

Enfiar a roda na guia estraga o rolamento de roda (Foto: Dennis Marum/G1)

Manutenção é fundamental:

  • nada de rodar com pneus murchos: eles são outro fator de desgaste prematuro de pivôs, terminais, barras de direção e do próprio pneu. A caixa de direção hidráulica acaba fazendo mais esforço, principalmente em manobras. Quem já teve um carro com direção mecânica sabe do que estou falando… Calibre todos os pneus cada vez que encher o tanque.
  • não deixe faltar alinhamento, pois isso faz com que você aplique constantemente uma força no volante e, consequentemente, na suspensão, para corrigir a trajetória. Carro desalinhado não roda, se arrasta. Verifique o alinhamento a cada 10 mil km: seus pneus “agradecerão”.
  • e nem relaxe no balanceamento: rodas desbalanceadas produzem trepidação acentuada em todas buchas e terminais de direção, gerando folgas até no número do chassi (brincadeirinha).
  • vai personalizar? Cuidado porque suspensão rebaixada e pneus de banda baixa reduzem a vida útil de molas, batentes e amortecedores.

Para encerrar, vale lembrar do mito Ayrton Senna: pense em um cara que “vestia” seu carro, conduzia seu Fórmula 1 na ponta dos dedos. Seus braços e pernas eram uma extensão da suspensão e do motor. Lembre-se disso quando for estiver ao volante e trate do seu carro com carinho.

Fonte: G1

O que fazer quando se envolver em diferentes tipos de colisão

Reportagem colisão leve Uma colisão leve é o suficiente para os veículos ficarem parados na rua

Uma colisão leve é o suficiente para os veículos ficarem parados na rua (Marcos Torres – Spiral/Quatro Rodas)

Você já deve ter ficado irritado com essa cena: 15 minutos no anda e para do engarrafamento, acaba se distraindo por um segundo e lá vem uma batidinha.

Você percebeu que amassou levemente o para-choque dos dois carros, mas é o suficiente para os veículos ficarem parados na rua.

Os outros começam a buzinar, os dois motoristas não sabem o que fazer e começa o bate-boca. Calma, pois essa situação é fácil de resolver.

QUATRO RODAS ouviu autoridades policiais e especialistas em seguros sobre os procedimentos básicos para colisões tão comuns do nosso trânsito. Veja o que fazer (e não fazer) nessas situações.

Em busca de vítimas

servicos Verifique se não há vítimas e vazamento de óleo ou combustível

Verifique se não há vítimas e vazamento de óleo ou combustível (Divulgação/Internet)

O primeiro procedimento é verificar se não há mesmo vítimas e se motorista ou passageiro não sofreram ferimento decorrente da batida.

Procure ainda por um vazamento de óleo ou combustível. Se houver, é necessário acionar o atendimento de emergência dos bombeiros (193) e registrar o caso na delegacia.

“A maior dica é observar se o acidente realmente é sem vítimas, pois qualquer sintoma decorrente da colisão já o torna um acidente com vítima. Nesse caso, é necessário enviar uma viatura policial ao local”, diz o coronel Márcio Lima, assessor técnico do Estado-Maior Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

Hora da foto

seguranca Faça uma foto mais aberta, que permita ver o local

Faça uma foto mais aberta, que permita ver o local (Divulgação/Internet)

Com seu celular, registre imagens do acidente. Faça uma foto mais aberta, que permita ver o local, e outras mais fechadas, com detalhes das avarias nos carros e em que apareça nitidamente as placas dos veículos.

Isso pode facilitar o procedimento do registro da ocorrência e também auxilia no uso do seguro.

As imagens ajudam a entender a dinâmica do ocorrido e servem para a seguradora avaliar se o segurado é responsável, se é vítima ou se os dois envolvidos têm culpa.

informações na mão 

colisão Anote nome completo, número da habilitação, modelo e placa do veículo

Anote nome completo, número da habilitação, modelo e placa do veículo (Reprodução/Internet)

É preciso pegar os dados do causador do acidente, como nome completo, número da habilitação, além de modelo e placa do veículo.

Não atrapalhe o tráfego

Sem vítimas ou feridos, se for possível, não deixe os carros tortos ou ocupando uma ou mais faixas da via.

Faça as fotos e ponha o carro de forma que não atrapalhe os pedestres ou o trânsito. Não retirar o veículo, inclusive, é passível de multa pelo Código de Trânsito Brasileiro.

O artigo 178 prevê que “deixar o condutor, envolvido em acidente sem vítima, de adotar providências para remover o veículo do local, quando necessária tal medida para assegurar a segurança e fluidez do trânsito” é infração média, com 4 pontos na CNH e multa de R$ 130,16.

Isso não vale, naturalmente, para veículos cujos danos impedem que ele seja movimentado, seja por conta própria ou empurrado.

Pelo telefone ou…

acidente-passo-a-passo-3.jpeg Telefone para o 190 para fazer o registro de ocorrência

Telefone para o 190 para fazer o registro de ocorrência (Divulgação/Internet)

Após liberar a pista, telefone para o 190 para os policiais irem até o local fazer o registro de ocorrência ou faça o B.O. (Boletim de Ocorrência) em uma delegacia mais tarde.

… pelo celular

Estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Rio Grande do Sul já dispõem de registros de ocorrência de trânsito online.

Por meio do celular ou tablet é possível fazer a descrição do acidente e anexar as fotos da colisão, sem a necessidade de acionar a polícia.

“É importante observar, no caso da inclusão de fotos, se as imagens foram realmente anexadas, e também a descrição do acidente. Relate somente o que aconteceu de forma bem simples.

Essas situações, quando não observadas, são motivos do indeferimento do registro”, explica o coronel Lima, que também é gerente do sistema e-BRAT, a versão digital do Boletim de Registro de Acidentes de Trânsito (Brat), vigente no Rio de Janeiro.

Discordância

Acidente de trânsito na Avenida dos Bandeirantes Se houver discordância, caberá à PM julgar quem foi o causador do acidente

Se houver discordância, caberá à PM julgar quem foi o causador do acidente (reprodução/Internet)

Se as partes não concordarem sobre o acidente, cada uma pode registrar a ocorrência com sua versão. Caberá à PM e, se for o caso, à Justiça julgar quem foi o causador. Se o causador fugir, também deve-se fazer o registro.

Pegue também o contato de testemunhas que viram o acidente. “O registro de ocorrência é uma maneira de preservar seus direitos se houver alguma polêmica em relação ao culpado”, alerta Manes Erlichman, sócio-diretor da Minuto Seguros.

Seguro

Com o protocolo da ocorrência, já é possível acionar o seguro. Nesses casos, as fotos agilizam a burocracia do processo de sinistro, assim como os contatos de testemunhas.

Um exemplo: a seguradora faz compatibilidade de danos e vai verificar nas imagens se a avaria que tem na traseira de um carro é compatível com o dano na dianteira do outro.

“É bom pecar pelo excesso. Fotos, registro da ocorrência e testemunha, tudo isso agiliza a seguradora a liberar o conserto, pois a empresa já tem informações que vão ajudar a aprovar o orçamento. Caso contrário, ainda terá de ir a campo para investigar”, explica Erlichman.

E se houver vítimas?

Nesses caso, é preciso chamar o socorro médico (Bombeiros, pelo telefone 193), solicitar a viatura da polícia e aguardar no local. Depois, o caso deve ser registrado na delegacia.

Tal procedimento também deve ser feito mesmo no caso de um carro colidir em um poste ou muro e o motorista se ferir sozinho.

Em situações de atropelamentos, além de chamar o serviço de emergência e a polícia, é fundamental preservar o local e chamar testemunhas que possam avaliar a responsabilidade do motorista.

Fonte: Quatro Rodas