Dicas para conservar seu veículo

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Manter o carro em bom estado significa te-lo por muitos e muitos anos em condições seguras de condução, além de manter boa parte da eficiência do conjunto e o conforto, bem como seu desempenho. Outro ponto é que os cuidados com a conservação e manutenção do automóvel, representarão também economia de dinheiro, uma vez que, quando feitas corretamente, a vida útil do veículo sobe e os gastos com itens que quebram são bastante reduzidos.

Para ter o automóvel por um bom tempo, ainda mais quem se apegou ao carro de tal forma que não pretende vende-lo tão cedo, a dica é seguir alguns passos para que o carro possa continuar lhe servindo bem por um longo período. São dicas que qualquer pessoa pode executar ou contratar em serviço para sua realização, mas que são fundamentais para a continuidade do veículo. E onde começam as dicas de conservação de um automóvel?

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Manual

Um bom início é pelo manual do proprietário, mas antes disso, nos sites das marcas de automóvel, geralmente são divulgadas dicas de como conservar o veículo, seja para lavagem, seja para conservação de alguns itens do veículo ou mesmo para pequenos reparos. Mas, não há lugar melhorar para explorar o carro que o manual. Aquele livro grosso que muita gente ignora, tem todos os detalhes e dicas que o proprietário precisa saber sobre o veículo e também como conserva-lo.

Para quem não quer ficar folheando ou não quer ir até o automóvel para acessar seu conteúdo, especialmente em apartamentos, pode acessar o material através de site da marca do veículo, baixando imediatamente o arquivo em pdf com o manual do carro. Nesse caso é prático, pois pode ser visto no computador pessoal, no tablet ou no smartphone. Existem diversas instruções, desde as mais simples e óbvias até as que requerem mais atenção, mas nada complicado.

Ali se encontram dicas sobre calibragem dos pneus, capacidade de lotação e carga, ajustes dos equipamentos de segurança, substituição de óleo e filtros, entre outros. Uma boa estudada no manual ajudará a conhecer de fato o modelo do carro e a saber o que fazer, tanto no dia a dia, quando em eventuais imprevistos. Então, começar pelo manual é meio caminho andado.

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Registro

Faça um registro de todos os serviços que realizar no carro, mesmo aqueles feitos em revisões, concessionária ou oficina especializada. Data, quilometragem e o motivo do serviço precisam ser registrados em papel ou em dispositivo eletrônico, como tablet, smartphone ou computador. Isso é bom para que mais adiante se possa fazer novamente o mesmo serviço ou para ter uma ideia de custo antecipado, assim como todo registro é bom na hora da revenda, pois demonstra zelo do proprietário com a manutenção e conservação do veículo.

Manutenção em dia

Se o carro é novo, cumpra as revisões religiosamente. Faça todos os serviços necessários e os que não forem cobertos em tais paradas programadas, faça na própria revenda autorizada ou em oficinas especializadas. Alguns itens comuns estão livres da garantia e isso pode ser feito fora da rede sem prejuízo da cobertura. Se o carro for usado, também seja organizado nessa parte.

Faça revisões e eventuais reparados em locais de boa reputação profissional. Muitas vezes, o barato sai caro. Por isso, tenha em mente que não existe almoço grátis. Mesmo assim, não faça na primeira oficina onde parar. Faça orçamentos, pesquise e, de preferência, compre as peças se achar importante.

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Pressões e trocas

Um carro em dia com a manutenção deve estar sempre com os pneus calibrados e as rodas devidamente alinhadas e balanceadas. A calibração deve ser feita semanalmente e nas especificações indicadas no manual ou nas tarjetas indicadoras nas portas, se houver. Além da manter o carro alinhado e balanceado, é importante fazer o rodízio de pneus, para que haja um desgaste uniforme, a fim de que a troca possa ser feita com todo o conjunto.

Incluir o estepe no processo é uma opção interessante também. No material rodante, quando a vida útil chega ao limite, um indicador na canaleta da superfície do pneu apontará que o desgaste chegou ao fim do nível de segurança. Pastilhas de freio também precisam ser trocadas conforme indicado no manual do veículo ou no plano de revisão do carro, sendo que com determinado tempo, é necessária uma retífica do disco ou mesmo sua substituição.

Nas revisões programadas o fluído de freio também é trocado, mas se for o caso de um carro usado, em média ele precisa de 30.000 km de intervalo entre as trocas. Evoluindo para o motor, outra dica é fazer as substituições dos demais fluídos conforme indicado, mesmo fora da garantia.

Óleo lubrificante e seu filtro precisam ser trocados, em geral, a cada 10.000 km, mas isso vai depender da marca e do modelo. Com o tempo, se desejar, reduza o intervalo entre as trocas devido ao desgaste natural do propulsor. A especificação deve ser a mesma indicada pelo fabricante. Não altere tamanho dos pneus ou rodas em prejuízo ao consumo, conforto e até segurança.

Líquido de arrefecimento, fluído da direção hidráulica (se houver esse sistema), gasolina do reservatório da partida a frio (se houver) e mesmo a água do lavador de para-brisa e/ou vidro traseiro, precisam estar completos e novos. O filtro de combustível é outro trocado em revisão, mas se já não tem mais a garantia, faça de acordo com a quilometragem (indicada também no manual).

As velas duram bem mais hoje em dia, mas quando chegar o momento, procure originais ou da marca que o fabricante utiliza. Em carro automático, observe se há complemento para fazer, pois algumas caixas precisam completar o óleo a partir de 40.000 km e outras nem precisam de qualquer adição ou substituição de fluído.

Preste atenção à tensão das correias e ao tempo de troca. Lembre-se que correntes e correias lubrificadas para o comando de válvulas agora duram uma vida útil de motor. No caso da suspensão, faça a inspeção do estado da mesma em oficinas especializadas caso não haja mais garantia, pois durante a mesma, um dos pontos geralmente verificados é esse conjunto. Buchas, batentes, molas e amortecedores precisam estar em dia para oferecer segurança e conforto na condução. Na parte elétrica, o que queimar, troque imediatamente, se possível.

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Detalhes

Além de tudo isso, é preciso ficar de olho em detalhes. Um deles é o limpador do para-brisa e o do vidro traseiro. Troque regularmente, conforme indicado, as palhetas para que a varredura da água seja perfeita. O uso de líquidos para limpeza dos vidros também é recomendável, desde que não vá contra o indicado no manual. Mantenha sempre limpa as buchas, borrachas e batentes das portas e vidros, especialmente se receberem películas para escurecimento. Troque as borrachas que estiverem ressecadas. Passe um lubrificante em spray nas dobradiças e travas.

Manter a lavagem do veículo em dia é outro ponto. Lavar a cada uma ou duas semanas é importante e o enceramento da lataria uma vez por mês, pelo menos. Cristalização ou vitrificação é uma boa para manter a estética do carro e, se possível, deixe o carro geralmente em local coberto.

Por dentro, a higienização é algo fundamental, inclusive com a limpeza e oxi-sanitização do ar-condicionado. Mantenha partes plásticas limpas e tecido dos bancos devidamente aspirado. Em revestidos de couro, use também um produto para sua hidratação, pois uma coisa feia é um banco de couro todo rachado. Os cintos precisam ser limpos também e o carro totalmente aspirado e odorizado. Como já dito, cumpra sempre o cronograma de manutenção e conservação do veículo, usando sempre produtos apropriados para o mesmo e sempre em especialistas com recomendação.

Fontes: Notícias Automotivas