O combustível acabou. O que eu faço?

PRIMEIRO TESTE
Para saber se o sistema de monitoramento está em dia, você deve encher o tanque e perceber se há alguma alteração brusca no marcador da quantidade de combustível. Às vezes a boia já está desgastada e pode marcar que ainda há combustível mesmo com o tanque vazio e vice-versa.

AJUDA MATEMÁTICA
Ninguém conhece o carro melhor que o seu dono, portanto você sabe quantos quilômetros ele roda com um tanque, certo? E é com esse número que você tem que ficar esperto caso veja alguma “movimentação estranha” do ponteiro, caso não consiga fazer a substituição imediata da boia que mede a quantidade de combustível.

COMO IDENTIFICAR?
O carro dá alguns avisos de que vai ficar sem combustível, mesmo que o ponteiro não esteja funcionando. A primeira delas é a falha progressiva, especialmente quando se acelera à foraças maiores, como saídas da inércia. Se o seu carro tem problema com o marcador e começou a falhar, é melhor parar e abastecê-lo.

FIQUEI NA RUA
A primeira coisa a fazer é procurar um local seguro. Se não houver recuo ou acostamento, você deve imediatamente levar seu carro para a faixa mais à direita possível da via e colocar o triângulo de sinalização assim que parar o carro, a pelo menos 30 metros do carro. É bom saber se o seguro do seu carro tem assistência contra pane-seca.

NO POSTO
Após chegar ao posto, a pé, de táxi ou de carona prepare-se para comprar também o recipiente homologado pelo Inmetro. Com preços a partir de R$ 15. Vale lembrar que é proibido transportar combustíveis em garrafas PET.

MULTA
Você pode ser autuado pela pane seca. Ela é considerada infração média pelo Código de Trânsito Brasileiro, acresce 4 pontos na sua CNH e multa de R$ 85,13.

Fonte: Car And Driver

Aprenda a economizar no consumo de gasolina do carro

Aprenda a economizar no consumo de gasolina do carro

Economia de combustível é uma preocupação constante dos motoristas. Mas como saber se o seu carro está consumindo mais gasolina e etanol do que deveria? A gente bateu um papo com Henrique Pereira, engenheiro mecânico e membro da Comissão Técnica de Motores da SAE Brasil (Sociedade Engenheiros da Mobilidade), pra descobrir a resposta. E ainda separamos algumas dicas que vão te ajudar a reduzir as visitas ao posto.

Pneus descalibrados

Dirigir com os pneus descalibrados é um dos hábitos que mais aumentam o consumo de gasolina no carro. Quando você deixa a calibragem de lado e o pneu fica murcho, a área em contato com o solo aumenta e o carro precisa queimar mais combustível para rodar.

Acelerar demais

Você não é piloto de Fórmula 1, então cuidado com o pé pesado! Exagerar a força na hora de pisar no acelerador ou freio também vai esvaziar o tanque mais rápido. Você pode até chegar no seu destino com uns minutinhos de antecedência, mas saiba que acelerações desnecessárias estão jogando energia fora.

Revisão em dia

Assim como os pneus, o motor também precisa receber a manutenção correta para que o carro funcione bem. Uma dica do Henrique é ficar atento aos prazos de troca dos óleos, filtros e velas. Com o tempo, todos esses componentes vão se desgastando e ficando sujos, fazendo com que o motor trabalhe fora das condições ideais. Assim, ele acaba precisando de mais gasolina.

Peso extra

Se você quer economizar combustível, usar o porta malas do carro como um armário não é bom. Carregar coisas desnecessárias no veículo vai pesar no seu bolso na hora de abastecer. Assim que chegar de uma viagem, por exemplo, é bom descarregar logo toda a bagagem que você não vai mais utilizar pra não dirigir com um peso extra por aí.

Ar condicionado no máximo

Desligar o ar condicionado é sim uma forma de economia, mas pode trazer desconforto nos dias mais quentes. Ao longo dos anos, o sistemas de ar passaram por uma série de evoluções que reduziram o consumo de energia em relação a modelos mais antigos. No entanto, ar ligado no máximo ainda significa consumo na certa.

Janelas abertas

Segundo o engenheiro Henrique Pereira, rodar com as janelas do carro abertas também faz o carro gastar mais, mas depende da velocidade. A partir dos 60 km/h, o vento passa a influenciar a aerodinâmica do carro. Isso porque o ar que entra pela janela começa a funcionar como um paraquedas, exigindo mais força do motor pra acelerar.

Ponto morto

Se você sempre acreditou que deixar o câmbio no ponto morto ajuda a economizar gasolina, saiba que isso não passa de um mito. Henrique explica que tirar o pé do acelerador em uma descida corta o gasto de combustível automaticamente. Já em ponto morto, o carro precisa queimar combustível. Pra reduzir o gasto de verdade, é melhor deixar o carro engatado e acelerar aos poucos para manter a velocidade.

Liga e desliga

Segundo Henrique, desligar o carro durante um trânsito intenso até pode gerar uma economia de aproximadamente 6% na gasolina. No entanto, impor o start stop em um carro que não possui essa tecnologia gera um desgaste maior no sistema de partida. Além disso, como o motor possui um limite para ligar e desligar, fazer isso repetidamente diminui a vida útil dele.

Fonte: Youse

Conversa para boi dormir…

Fato ou fake? Ninguém sabe de onde surgem tantas dicas e prognósticos do tipo fake, que muitas vezes confundem de fato o motorista

Destilados substituem etanol? Negativo. Correu durante greve dos caminhoneiros  o boato de que é possível fazer a troca de combustível da bomba por whisky, cachaça, vodka ou qualquer outra bebida destilada no motor flex (“tudo é álcool”, diziam). Mas, não dá para usar nem mesmo álcool de supermercado, pois o teor alcoólico (GL) de todos não passa de 40 ou 45%. Para o flex funcionar, o percentual mínimo é de 90%. Único substituto do etanol hidratado é o álcool puro, de farmácia (98 GL).

Etanol: recomendar a troca de combustível da bomba por bebidas destiladas ou álcool de supermercado é conversa para boi dormir

Flex não reconhece troca de combustível – Besteira: mesmo usando durante anos apenas um deles (etanol, por exemplo), a central eletrônica percebe a mudança para gasolina e ajusta o motor. Vale para a situação inversa. Se o motor falhar depois de uma troca de combustível é por um problema na sonda lambda, encarregada de reconhecer qual deles (ou mistura deles) está vindo do tanque.

Fim do motor a combustão? Sim, mas não é para já e não sai de cena tão cedo. Híbridos, por exemplo, os utilizam. Até alguns elétricos oferecem um pequeno motor a combustão para recarregar as baterias. Além disso, engenheiros das fábricas ainda investem milhões de dólares para desenvolver novas tecnologias e aumentar sua eficiência. Alguns já rodam 25 km por litro de gasolina.

Aditivo é besteira? – Depende. Importante na gasolina e no radiador. Desnecessário no óleo e no etanol. Na verdade, o óleo do motor já recebe, ao ser produzido, os aditivos recomendados pelo fabricante do automóvel.

Elétrico vem aí? Sim, mas vai demorar, principalmente no Brasil. Pelo preço (custa aqui o dobro do similar com motor a combustão) e falta de infraestrutura para longas viagens, pois não existem postos com tomadas para recarga das baterias.

Autônomo vem aí? Sim, mas vai demorar ainda muito mais que o elétrico, pois exige legislação específica, infraestrutura rodoviária e uma avançada tecnologia da informação.

Freio elétrico não é emergencial? Balela. Na falha dos freios principais, comando acionado com carro em movimento não freia imediatamente. Mas, mantido acionado, sistema percebe tratar-se de uma emergência e atua nos freios, na maioria dos carros.

Peça no paralelo é perigosa – Depende. Se o componente de reposição na loja de peças é produzido pelo mesmo fornecedor da fábrica do automóvel, não há problema de qualidade. O mesmo se aplica para peças produzidas por marcas tradicionais como Mopar, Bosch, Marelli, Valeo, ZF e outras. Problema no Brasil é que, por puro descaso do governo e ao contrário de outros países, as peças de reposição não são obrigatoriamente submetidas à certificação.

Garantia mesmo com acessório não homologado? Não acredite nesta conversa fiada da concessionária: se ela instala um equipamento não certificado pela fábrica, fim da garantia. O vendedor pode argumentar que ela se responsabiliza, mas se o automóvel for levado numa outra concessionária, já era! Casos assim só foram resolvidos judicialmente (a favor do dono do carro).

Aquecimento do banco prejudica o homem? Inventa outra: médicos especialistas consultados chegam a rir deste alerta. Dizem que a produção de esperma não sofre rigorosamente interferência nenhuma com o aquecimento do banco.

Posto “bandeira branca” deve ser evitado? Qualidade do combustível não depende da marca representada pelo posto, mas da honestidade de seu proprietário. Postos de marcas famosas já foram flagrados com gasolina adulterada.

Gasolina formulada não presta – Outro equívoco: a gasolina refinada não é necessariamente melhor nem a formulada é necessariamente pior. Aliás, a segunda pode ter qualidade superior… Desde que não haja adulteração, não existe problema em fazer essa troca de combustível (do refinado para o formulado e vice-versa).

Amortecedor só dura 40 mil km? Mentira inventada por fabricantes para engordar seu faturamento (no Brasil, quem inventou esta enganação foi a Cofap com seus comerciais do cachorrinho bassê). Amortecedor pode não durar nem 10 mil km ou passar de 100 mil km: depende do peso carregado, das condições da estrada, dos cuidados ao volante, etc.

Foto: Alexandre Carneiro | Fonte: AutoPapo

 

Quais as diferenças entre farol alto, baixo, de milha, de neblina e drl?

Uso do equipamento é simples, mas cada um tem aplicação distinta. Uso irregular prejudica visibilidade dos demais e, no extremo, pode provocar acidentes

A dianteira tem visual semelhante ao do Pajero Sport, porém, com faróis auxiliares enormes (Foto: Divulgação)

A utilização correta dos faróis do carro é um requisito primordial de segurança. Além de permitir que o motorista enxergue o que vai à frente, eles permitem que seu veículo seja visto pelas outras pessoas, sejam  outros motoristas, pedestres, motociclistas ou ciclistas. Por isso, entenda como e quando usar cada um dos faróis do seu carro.

Farol baixo
Destinado a iluminar o trecho à frente do automóvel, possui facho voltado para baixo e, por isso, não ofusca a visão dos demais motoristas. Segundo o Código Brasileiro de Trânsito: “o condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando luz baixa, durante a noite e durante o dia nos túneis providos de iluminação pública e nas rodovias”.

Gerson Burin, coordenador técnico do CESVI Brasil – Centro de Experimentação e Segurança Viária, recomenda que o uso da luz baixa seja adotado em qualquer situação. “Embora a lei exija o uso durante o dia apenas nas rodovias, o motorista certamente terá mais segurança se estender a prática para os trechos urbanos”, afirma.

Farol alto
Ele ilumina um trecho maior à frente do veículo, em comparação com o farol baixo – seu facho é mais potente e em um ângulo mais elevado. Por isso, a sua utilização é bastante restrita, já que provoca o ofuscamento da visão dos demais motoristas. “Nas vias não iluminadas o condutor deve usar luz alta, exceto ao cruzar com outro veículo ou ao segui-lo”, diz o Código Brasileiro de Trânsito.

O farol alto também pode ser usado para avisar outros motoristas, seja da intenção de ultrapassar o veículo à frente ou avisar quem vem em direção contrária sobre algum perigo. Mas atenção: o texto da lei estabelece que isso deve ser feito com um breve acionamento, voltando imediatamente à luz baixa.

DRL
Depois de muita polêmica, o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) estabeleceu que o uso dos DRLs (daytime running lights – Faróis de Rodagem Diurna) atendem à exigência do uso do farol baixo em rodovias. No entanto, Burin faz um alerta: “Por uma questão de segurança, para ser melhor visualizado, é recomendável o acionamento dos faróis baixos mesmo com a presença dos DRLs.”

LED Philips (Foto: divulgação)

Luzes de posição
Popularmente conhecida como “lanterna”, elas são obrigatórias em duas ocasiões: com o veículo parado na via, para embarque e desembarque de passageiros ou carga e descarga; ou durante o dia, sob chuva.

Lanternas passaram a ser horizontais e luzes de leds também estão nos faróis (Foto: Divulgação)

Faróis de milha e neblina
Embora suas funções sejam bem distintas, muita gente os confunde – e, em certa situações, isso pode até ser perigoso.

Os faróis de milha possuem um facho estreito e potente, que iluminam uma distância maior que o farol alto – e, da mesma forma, só podem ser usados em estradas sem iluminação e devem ser desligados se houver veículos à frente ou vindo em sentido contrário.

Já os faróis de neblina possuem facho largo e são posicionados mais próximos do chão, para conseguir iluminar a via à frente do veículo abaixo da neblina (esse fenômeno atmosférico se forma acima de 30 cm do solo), facilitando a visualização das marcações horizontais. E, ao contrário da crença popular, seu uso não substitui o farol baixo.

O conjunto dos faróis de neblina incluem uma luz traseira adicional. “Ela possui intensidade maior que a lanterna do veículo e serve para alertar os motoristas que vem atrás”, diz Burin, explicando que o acionamento é feito pelo segundo estágio do botão.

O representante do CESVI ainda alerta para o perigo de se utilizar o farol alto ou de milha durante uma neblina. “A neblina é composta de milhares de gotículas de água no ar, que irão refletir o facho de luz e, assim, prejudicar ainda mais a visão do motorista”, diz. “Se o veículo não possuir faróis de neblina, deve-se utilizar somente o farol baixo.”

Fonte: Revista Auto Esporte

Carros na Black Friday: saiba como fazer um bom negócio

A Black Friday, data que inaugura a temporada de compras natalícias com descontos consideráveis, acontece no Brasil nesta sexta-feira, 23 de novembro. Apesar de estar em sua oitava edição no país, a data comemorativa inspira cuidados. Listamos algumas dicas para que você não caia em fraudes ou se atrapalhe durante as negociações.

De acordo com uma pesquisa realizada pela plataforma de compra e venda de carros do Santander, os automóveis estão entre os itens mais desejados pelos brasileiros em 2018. Eles ocupam o terceiro lugar na lista de produtos de maior valor, perdendo apenas para eletrônicos e eletrodomésticos.

Ainda segundo o levantamento, os motoristas pretendem escolher, na Black Friday, um modelo na faixa de R$ 30 a R$ 60 mil. A preferência detectada foi por veículos semi novos.

O presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da OAB, Bruno Burgarelli, alerta os motoristas: “ainda que seja um pouco mais caro comprar um carro em uma loja ou concessionária, fazê-lo pode ser mais vantajoso. Isso porque, na compra de um veículo usado em empresa, o condutor conta com a proteção do Código de Defesa do Consumidor, que estabelece a garantia de 90 dias e outras responsabilidades. Quando a compra é realizada na mão de uma pessoa física, não há relação de consumo e, por consequência, a proteção”.

O especialista lembra ainda que, independente da temporada de descontos, é preciso fazer uma reflexão antes de decidir fazer a compra. “Em primeiro lugar, o consumidor precisa considerar se há a necessidade de adquirir o veículo e se o carro escolhido cabe no orçamento. Uma vez que existem a necessidade e as condições financeiras, o motorista deve fazer pesquisa de preço“.

Muitas concessionárias aumentam o valor dos veículos semanas antes da Black Friday e, na data, dão um desconto que volta o preço dos carros para o valor real. A internet é um bom meio para certificar se, de fato, a loja abaixou o valor do bem.

Outro ponto colocado pelo presidente da Comissão de Defesa do Consumidor é que os motoristas precisam se atentar às condições dos financiamentos oferecidos. É possível que a loja diminua o custo do carro e compense o valor com os juros cobrados em cada parcela.

O AutoPapo consultou especialistas para dar dicar de como fazer negociações verdadeiramente vantajosas nesta Black Friday. Pesquisa de preços e á chave.
Carros na Black Friday | André Almeida

“Os direitos do consumidor na Black Friday são os mesmos de qualquer momento de compra e venda. A informação dada pelo comércio precisa ser clara e precisa. A publicidade é parte do contrato. Por isso, tire um print screen do anúncio feito pela internet e guarde os folders entregues. Os documentos integrarão o contrato e garantirão que a empresa cumpra a oferta prometida”

O consumidor pode exigir o carro conforme foi mostrado na foto do anúncio. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, as fabricantes não têm o direito de mostrar um veículo completo na propaganda com o preço de uma versão mais simples. O produto mostrado deve ser entregue pelo preço anunciado. Por fim, é importante lembrar que todo carro usado deve passar pela vistoria de um mecânico de confiança antes de ser comprado.
Fonte: R7

Detran alerta sobre como a postura correta ao volante gera segurança no trânsito

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran/SP) avisa que, manter uma postura correta enquanto dirige evita não apenas dores no corpo, mas também acidentes.

O jeito correto permite ao motorista acionar os controles do veículo de forma mais efetiva, além de ter uma melhor visualização e, consequentemente, manter a atenção voltada ao trânsito. Em termos de saúde, conduzir o veículo em posição inadequada pode causar dores, cansaço, incômodo e problemas crônicos.

Dessa forma, o motorista ao sentar no banco do veículo deve posicioná-lo com uma inclinação pequena, em torno de 100º onde a coluna deve estar totalmente apoiada no encosto. A altura do banco e sua aproximação em relação ao painel devem permitir que os pés alcancem os pedais sem esforço.

Já os espelhos devem estar posicionados de forma que permitam uma boa visualização ao condutor, sem necessidade de inclinação e rotação do tronco e da cabeça. Os braços devem ficar ligeiramente dobrados. O volante não pode ficar encostado nas pernas e não pode estar muito distante, a ponto de os braços ficarem estendidos demais. Braços muito esticados geram dor nos ombros e pescoço.

Quanto as pernas, os joelhos devem ficar ligeiramente dobrados. O controle constante do veículo por meio dos pedais provoca dores nas pernas e, ao longo dia, sobrecarrega a região inferior das costas. A dica para aliviar a tensão é apoiar os pés completamente no chão do veículo, sempre que possível, para um breve descanso.

Por último, o encosto da cabeça permite que haja uma distribuição do peso da cabeça entre o pescoço e o encosto, o que evita a sobrecarga da coluna cervical e ombros. O correto ajuste do encosto da cabeça evita um movimento chamado ‘chicote’, onde a cabeça é projetada bruscamente para frente e para trás, caso haja uma colisão traseira do veículo, além de prevenir dores musculares.

Fonte: Revista Carro

Carro não liga, o que pode ser?

Carro não liga, o que pode ser?

Poucas situações são mais chatas do que essa: saindo de casa, preocupado em deixar os filhos na escola e chegar a tempo no trabalho, ao entrar no seu carro e tentar virar a chave, de repente, o veículo não liga.

Todo motorista já deve ter passado por uma situação como essa pelo menos uma vez na vida.

Carro não liga, o que pode ser?

Subitamente vem aquele momento de desespero e preocupação: o que pode ser a causa de o carro não estar ligando?

O primeiro desafio será identificar o problema e analisar o que ocorreu, para saber porque o carro não liga. É claro que é sempre mais fácil chamar um mecânico para ele achar o problema, o que esses profissionais geralmente acham com facilidade.

O problema ainda pode ser complexo, isso porque existem diversos fatores que podem afetar o funcionamento do carro.

Mas não fique desesperado, temos algumas dicas que podem te ajudar a encontrar o problema você mesmo. Conversamos com um mecânico com mais de 20 anos de experiência que nos deu informações valiosas que vão te ajudar.

A primeira dica valiosa para saber qual é o problema porque o carro não liga, é saber que o motor precisa de três “ingredientes” para funcionar:

Ar, combustível e centelha.

Se o motor não está querendo ligar, o motivo se dá a um desses elementos que não está chegando até o motor. Ou está chegando, mas em quantidade insuficiente.

Carro não liga, o que pode ser?

Para lhe ajudar nestas situações em que o carro não liga repentinamente, listamos abaixo as principais causas que fazem o motor do seu veículo não ligar.

Com estas dicas, ficará mais fácil identificar e solucionar o problema, além, é claro, com alguns macetes para te auxiliar e não se desesperar nestes momentos.

1. Bateria descarregada

O automóvel não ligou, nem mesmo deu qualquer sinal de eletricidade disponível? O painel do carro nem acende, o rádio não funciona? A primeira coisa a se fazer é analisar a bateria.

No caso de virar a chave e não acender os faróis, painel ou até mesmo se as palhetas do para-brisa estiverem enfraquecidas, o diagnóstico está relativamente fácil, pode ser a bateria.

Carro não liga, o que pode ser?

O próprio componente pode dar sinais de que está na hora de realizar a troca. Quando ocorrer de oscilar a intensidade da iluminação, dos outros dispositivos que dependem da energia ou até mesmo quando há a dificuldade de dar partida no veículo.

Ainda existem os outros fatores ocasionados pelo próprio condutor que podem gerar o descarregamento total da bateria, são eles:

Deixar de ligar o carro que ficou desligado por muito tempo, e o mais comum: esquecer alguma luz ligada, além de haver falhas no alternador, que é uma peça responsável pelo abastecimento do sistema elétrico e por carregar a própria bateria quando o automóvel está ligado.

Carro não liga, o que pode ser?

Nesse caso, em primeiro lugar, você pode optar pela famosa “chupeta”, que é ligar cabos na bateria de outro carro e dar a partida, para ter energia suficiente até chegar em uma oficina.

Se mesmo assim não funcionar, infelizmente, será necessário recorrer a um serviço de guincho.

Se por acaso tiver seguro, será possível resolver com mais facilidade. Entre em contato com a sua seguradora. O funcionário pode analisar as condições da bateria, tentar recarregá-la e até mesmo trocá-la por uma nova.

2. Falta de combustível ou problema na bomba/filtro de combustível

É preciso estar sempre de olho no combustível. Muitas “pegadinhas” podem acontecer. Alguns motoristas acabam sofrendo consequências com a falta de gasolina/etanol/diesel por esquecimento ou devido a defeitos no medidor no painel.

Você mesmo pode verificar checando desde a última vez em que foi ao posto, de olho no consumo se realmente é o momento de abastecer. Se perceber que o combustível está indo embora muito rápido, procure um mecânico para que ele possa analisar se existe algum vazamento.

Carro não liga, o que pode ser?

Também é capaz da falha estar na bomba ou no filtro de combustível. A bomba é composta por três segmentos: a elétrica, pela transmissão e do filtro. Cada um deve ser analisado quando o carro não liga.

Na elétrica, verifique se os cabos estão bem conectados. Já na de transmissão, realize uma checagem para analisar se contém pressão suficiente para enviar o combustível até as válvulas. Não deixe de averiguar se o filtro precisa ser trocado também.

Carro não liga, o que pode ser?

O recomendado é sempre efetuar a troca do filtro de combustível em cada 10 a 20 mil km. Lembrando que todas essas análises devem ser realizadas por um especialista da área. Jamais faça sozinho.

3. Problema na chave do veículo

Este é outro acontecimento que muitas vezes nem esperamos. Identificar uma adversidade na chave do veículo acaba sendo um tanto fácil se comparado com as outras situações compartilhadas aqui.

Se não estiver conseguindo girar ela totalmente, provavelmente há algum problema na leitura. A complicação pode estar no leitor de ignição ou na própria chave.

Carro não liga, o que pode ser?

Antes de qualquer coisa, faça testes, primeiro, pegue a chave reserva. Na hipótese do carro ligar com ela, há forte indício de haver falhas na chave principal ou no leitor. Vale a verificação de um profissional para confirmar o real motivo.

Outra forma para a solução do problema se deve a programação da chave, contratempo comum de acontecer. Para isso, consulte informações no manual do veículo ou entre em contato com a assistência ao cliente da montadora.

Chaves eletrônicas, que são apenas de presença, também podem ocasionar problemas.

4. Problema no sistema de ignição (velas ou bobina)

Após ter verificado todas as dicas que passamos aqui neste artigo e, o automóvel continua a não ligar, nesta situação a grande causa pode estar no motor.

Ao passar por ocasiões onde há dificuldade na hora de dar partida no carro, perda constante de potência, falhas nos momentos de aceleração e consumo super elevado de combustível são alguns dos sinais que indicam que está na hora de checar o que está havendo com o sistema de ignição.

Carro não liga, o que pode ser?

O principal defeito pode estar na própria vela, entre as causas mais comuns no equipamento estão:

desgaste em excesso; não deixe de fazer manutenções periódicas, sem esse cuidado o automóvel pode demorar para ligar e ter dificuldade em acelerações.

Outro inimigo é o uso de combustível de má qualidade; podendo gerar corrosão dos eletrodos.

A fuligem preta e seca; gera uma penetração nos eletrodos e na cabeça das velas fazendo uma cobertura causando diversos problemas como: faísca atrasada na ignição, o carburador ou injeção ficam desregulados, filtro de ar sujo, dentre outros acontecimentos negativos.

Além do mais, há outro risco de acontecer o superaquecimento das velas de ignição, o derretimento do eletrodo devido à alta temperatura, pode originar múltiplas situações como o defeito nas próprias válvulas, sujeira na câmara de combustão, utilização das velas em temperaturas elevadas e ponto de ignição adiantado.

Carro não liga, o que pode ser?

Reforçamos que todos esses problemas apresentados aqui são os mais comuns quando o carro não liga, contudo, há outras questões que podem influenciar, por isso, é sempre recomendado ficar atento em cada detalhe do automóvel e atente-se as manutenções periódicas.

5. Mudança de combustível no carro Flex

Algo que também pode acontecer.

Se ao dar a partida o motor gira, mas o carro não pega, e o carro é Flex, isso pode também ser causado pela mudança recente no combustível usado.

Se a pessoa usou gasolina, por exemplo, durante um período prolongado, acabou de abastecer o carro com álcool, e logo em seguida desligou o carro, isso também pode ocasionar problemas na partida.

É um sinal de que o sistema Flex ainda não reconheceu o combustível diferente, e ainda está calibrado para o que estava sendo usado anteriormente.

Fonte: Notícias Automotivas

De guarda-chuva a cara de mau: 10 detalhes de carros do Salão do Automóvel

 Durante a visita ao Salão do Automóvel, o público pode observar centenas de veículos diferentes. Com tantos carros, é normal que alguns modelos acabem sendo vistos apenas superficialmente.

Porém, alguns carros e estandes possuem certos charmes que merecem uma atenção maior nos pequenos detalhes. O G1 listou 10 coisas que poderiam passaram despercebidas, mas valem um olhar mais próximo:

Guarda-chuva nos Rolls-Royce

Guarda-chuva do Rolls-Royce  — Foto: André Paixão/G1

Guarda-chuva do Rolls-Royce — Foto: André Paixão/G1

Não é uma novidade. Porém, como o estande da marca britânica é fechado para o público em geral, nem todos conseguem perceber que há um guarda–chuva “escondido” na porta traseira do Phantom e do Cullinan. O porte avantajado da porta ainda permite que o acessório tenha um tamanho considerável.

Guarda-chuva fica guardado no interior da porta do Rolls-Royce  — Foto: André Paixão/G1

Guarda-chuva fica guardado no interior da porta do Rolls-Royce — Foto: André Paixão/G1

Guarda-chuva é detalhe 'escondido' em Rolls-Royce

Guarda-chuva é detalhe ‘escondido’ em Rolls-Royce

Digital na maçaneta do Zoe

Renault Zoe — Foto: André Paixão/G1

Renault Zoe — Foto: André Paixão/G1

Não, a porta traseira do Renault Zoe não abre apenas com a digital. Mas os franceses fizeram “uma graça”, colocando digitais em alto relevo para que o passageiro saiba onde está o lado correto da abertura da porta.

Marca de digital na porta do Renault Zoe — Foto: André Paixão/G1

Marca de digital na porta do Renault Zoe — Foto: André Paixão/G1

Peças da Renault no Smart

As duas unidades do ForFour exibidas no Salão estavam trancadas. Porém, um olhar mais atento ao painel da porta poderia perceber uma semelhança entre a maçaneta do compacto e aquela presente nos Renault Logan e Sandero. A semelhança não é mera coincidência, afinal a peça é exatamente a mesma. Mercedes-Benz (dona da Smart) e Renault possuem um acordo de cooperação no desenvolvimento e produção da família Smart.

Interior do Smart ForFour — Foto: André Paixão/G1

Interior do Smart ForFour — Foto: André Paixão/G1

EcoSport com e sem estepe

Ford EcoSporte sem este no Salão do Automóvel 2018 — Foto: André Paixão/G1

Ford EcoSporte sem este no Salão do Automóvel 2018 — Foto: André Paixão/G1

Americanos e europeus já estão acostumados com o Ford EcoSport sem o estepe. Mas o fato ainda é novidade para os brasileiros. O SUV compacto sem o pneu sobressalente na tampa traseira foi lançado no Salão de São Paulo, e irá dividir showroom das concessionárias com o modelo já conhecido do público local – exatamente como acontece no estande da marca.

Ford EcoSport em versões com e sem estepe na tampa traseira  — Foto: André Paixão/G1

Ford EcoSport em versões com e sem estepe na tampa traseira — Foto: André Paixão/G1

Cara de mau do Jimny

Antigo Suzuki Jimny ganhou 'cara de mau' no Salão do Automóvel 2018 — Foto: André Paixão/G1

Antigo Suzuki Jimny ganhou ‘cara de mau’ no Salão do Automóvel 2018 — Foto: André Paixão/G1

Apesar de a estrela do estande ser a nova geração, um Suzuki Jimny “antigo” roubou alguns olhares. Falando em olhar, esse é exatamente o destaque do conceito. A capa dos faróis recebeu um recorte, que deixa o jipinho com “cara de mau”. Vai encarar?

Capa no farol mudou visual do antigo Suzuki Jimny — Foto: André Paixão/G1

Capa no farol mudou visual do antigo Suzuki Jimny — Foto: André Paixão/G1

Caçamba inteligente do Tarok

Caçamba da Tarok é recheada de atrativos — Foto: André Paixão/G1

Caçamba da Tarok é recheada de atrativos — Foto: André Paixão/G1

A Volkswagen ainda não confirma, mas deve adotar as sacadas mais legais do show-car Tarok. A picape possui tomadas e entrada USB na caçamba. O sistema mais interessante, no entanto, é o de extensor da área de carga. Para isso, basta rebater os assentos traseiros e abaixar a parede que separa a cabine da caçamba, aumentando em cerca de um metro o espaço para levar objetos mais compridos, por exemplo.

Entrada USB e tomada de energia na caçamba da picape Volkswagen Tarok — Foto: André Paixão/G1

Entrada USB e tomada de energia na caçamba da picape Volkswagen Tarok — Foto: André Paixão/G1

Lifan ou Ford?

Lifan M7 no Salão do Automóvel 2018 — Foto: André Paixão/G1

Lifan M7 no Salão do Automóvel 2018 — Foto: André Paixão/G1

As fabricantes chinesas já passaram da fase de copiar o desenho de outras marcas mais consagradas. Mas toda regra tem sua exceção. No Salão de São Paulo é o caso da Lifan, com sua minivan M7, uma cópia da Ford S-Max, que não é vendida no Brasil. A Lifan ainda estuda vender o modelo por aqui. Sorte da chinesa que a Ford não tem os mesmos planos.Lifan M7 no Salão do Automóvel 2018 — Foto: André Paixão/G1

Lifan M7 no Salão do Automóvel 2018 — Foto: André Paixão/G1

Hilux que desmonta

A Hilux é conhecida por ser um produto robusto. Mas, a unidade laranja que fica no estande da marca passa o dia inteiro sendo desmontada. Brincadeiras à parte, a picape possui um sistema que suspende e abaixa a carroceria, permitindo aos visitantes ver a “carcaça” da Hilux.

Toyota Hilux que desmonta no Salão do Automóvel 2018 — Foto: André Paixão/G1

Toyota Hilux que desmonta no Salão do Automóvel 2018 — Foto: André Paixão/G1

Porsche colorida

Brasileiros são conservadores na hora de escolher a cor do carro. Até por isso, branco, prata e preto são as cores favoritas do público. A Porsche parece não se importar muito com isso, e colocou vários modelos coloridos em seu estande. A cor verde limão foi a favorita, e está presente nos novos Macan e 911 GT3 RS. Também tem carro vermelho, azul, amarelo… um verdadeiro arco-íris.

Porsches coloridos no estande do Salão do Automóvel de São Paulo 2018 — Foto: André Paixão/G1

Porsches coloridos no estande do Salão do Automóvel de São Paulo 2018 — Foto: André Paixão/G1

Carros rebaixados na Chevrolet

Quem chega ao estande da Chevrolet logo nota que há algo diferente com os carros. Eles estão alguns centímetros mais baixos do que os modelos de produção. Isso porque a marca modificou as molas de vários carros como Onix, Prisma e Cobalt. Nem os familiares Spin, Equinox e Trailblazer escaparam do rebaixamento.

Estande da Chevrolet tem até Onix rebaixado — Foto: André Paixão/G1

Estande da Chevrolet tem até Onix rebaixado — Foto: André Paixão/G1

Fonte: G1

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5 carros dos filmes da Marvel, cujos super-heróis foram criados por Stan Lee

Supercarros se destacam entre os modelos que fazem parte das cenas de “Homem de Ferro, “Capitão América, Soldado Invernal”, entre outros

Entre outras atrações que aparecem nos filmes da Marvel, alguns carros merecem destaque, geralmente, com muita ação.  Com a morte de Stan Lee, o cara que fascinou gerações de leitores de HQ, a reportagem de iG Carros faz uma homenagem ao gênio que deixa um legado importante no mundo do cinema e das histórias em quadrinhos.

1 – Audi R8 –  “Homem de Ferro”

Audi R8 da primeira geração com o ator Robert Downey Jr, em
Divulgação

Audi R8 da primeira geração com o ator Robert Downey Jr, em “Homem de Ferro”, um filmes da Marvel

 O Audi R8 foi mostrado pela primeira vez em 2008, quando a marca alemã fez parceria com a Marvel para lançar o superesportivo no filme ” Homem de Ferro ” estrelado por Robert Downey Jr. O personagem se encaixava perfeitamente na imagem que a fabricante queria transmitir ao público: Estilo, velocidade e força. Além disso, ficou famoso entre os modelos que apareceram nos filmes da Marvel .

Depois que o R8 surgiu no filme outras versões foram lançadas, entre as quais a Spyder, que teve algumas aparições em “Homem de Ferro 2″. No terceiro filme do super-herói foi a vez da versão elétrica R8 e-tron. E a nova geração do R8 deu o ar da graça em ‘Capitão América, Guerra Civil”.

2 – Hyundai Veloster  –  “Homem Formiga”

Hyundai Veloster em um dos filmes da Marvel,
Divulgação

Hyundai Veloster em um dos filmes da Marvel, ” Homem Formiga”. Saídas de escape na lateral mostram sobra de fôlego

 A reputação do modelo da Hyundai não é das melhores no Brasil, mas o carro com desenho polêmico foi escolhido para aparecer em uma cena de perseguição do filme da Marvel. Com labaredas pintadas nas laterais da carroceria, o carro se mostra capaz de encarar bem momentos de muita ação.

O esportivo da marca coreana acabou sendo adequado para ilustrar uma atitude enérgica e sem barreiras, com o obejtivo de divertir quem estiver assistindo a cena. Claro que a versão escolhida foi devidamente customizada e preparada, com bem mais fôlego que a que foi vendida no Brasil, com o singelo motor 1.6, aspirado, usado no compacto HB20.

3 –  Chevrolet Corvette Stingray – “Capitão America, Soldado Invernal”

Chevrolet Corvette Stingray, em
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Chevrolet Corvette Stingray, em “Capitão América, o Soldado Invernal”, entre os filmes da Marvel de maior sucesso

” Capitão América , O Soldado Invernal” fala sobre Stever Rogers (Chrus Evans) lutando para derrubar Hydra. Entre uma cena e outra, o Chevrolet Corvette Stingray aparece com um bom destaque, o que acaba combinando em um longa que tem um super-herói como personagem principal.

E fica ainda mais interessante com a agente secreta russa Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) ao volante do superesportivo da gravatinha dourada no capô.

4. Lamborghini Huracán – “Doutor Estranho”

Lamborghini Huracán, superesportivo italiano, brilhou nos filmes da Marvel, em
Divulgação

Lamborghini Huracán, superesportivo italiano, brilhou nos filmes da Marvel, em “Doutor Estranho”

Além do Audi R8, outro supercarro que brilha nos filmes da Marvel é o Lamborghini Huracán. O modelo da marca italiana de Sant’ Ágata Bolognese reluz em “Doutor Estranho”. E faz bonito com o personagem central da história, que se mostra arrogante e extravagante.

Uma pena que o Huracán acaba sendo destruído depois de ter caído em um penhasco, em um dos pontos altos do filme em que os fãs de carros tiveram que se segurar nas cadeiras.

5 – Lexus LC –  “Pantera Negra”

Lexus LC é outro carro que chamou atenção nos filmes da Marvel com o personagem Pantera Negra em cima da capota
Divulgação

Lexus LC é outro carro que chamou atenção nos filmes da Marvel com o personagem Pantera Negra em cima da capota

Um dos super-heróis mais novos da Marvel também se tornou um dos mais populares junto ao público em geral. E para estar à altura da popularidade do Pantera Negra foi escolhido do esportivo Lexus LC, um dos modelos que também pode, ser vistos no Salão do Automóvel, no São Paulo Expo.

O super-herói interpretado por Chadwick Bosenan surge dirigindo o modelo da marca japonesa e parece real como protetor de Wakanda. Curiosamente, em outra cena de destaque do filme, o Lexus é pilotado pela irmã de T’Challa Shuri (Letitia Wright) ,enquanto Black Panther escolhe montar no teto do cupê, que entra para a história dos carros que apareceram nos filmes da Marvel .

Fonte: Carros – iG