Como prolongar a vida útil dos pneus

Como prolongar a vida útil dos pneus

Como prolongar a vida útil dos pneus

Texto: Carol Vilanova

Fotos: Divulgação

O para e anda do trânsito, ruas esburacadas, condições de chuva, falta de manutenção e eventuais acidentes. Todos esses fatores influenciam na vida útil dos pneus do seu veículo. No final, onde vai parar esse prejuízo? No seu bolso. Afinal, pneus bem cuidados influem diretamente no custo de operação do veículo, isso sem falar na segurança. Ou seja, para aumentar a durabilidade dos pneus só existe uma maneira: realizando as manutenções preventivas.

O interessante é que para garantir a confiabilidade dos pneus, a indústria de pneumáticos está frequentemente investindo em novas tecnologias e desenvolvendo novos produtos, e na pratica, quem não investe em manutenção, coloca todo esse trabalho a perder.

Segundo a ANIP, Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos, os fabricantes destacam como ponto importante a qualidade e a distinção dos materiais responsáveis pela produção dos pneus automotivos, que possuem certificação compulsória pelo INMETRO. O usuário do pneu conta também com garantia de cinco anos contra defeitos de fabricação.

Para preservar a vida útil dos pneus, é recomendado atenção com a pressão, o rodízio, o limite de desgaste e tomar atitudes para evitar avarias, incluindo manutenção de itens do sistema de suspensão. A ANIP indica ainda evitar a sobrecarga, o que proporciona ainda mais rendimento e economia de combustível.

Calibragem

O primeiro passo para calibrar o pneu corretamente é saber quanto de pressão é adequado ao tipo de pneu do seu veículo. Fique esperto pois quando roda na cidade é indicada uma pressão e na estrada outra. As especificações estão registradas no manual do proprietário. Faça a calibragem quando os pneus estiverem frios.

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Rodízio

Esse é um assunto delicado, pois todo mundo sabe, mas ninguém faz o rodízio de pneus periodicamente, a não ser na hora da revisão do veículo. Mas é importante frisar que esse processo tema função de compensar a diferença de desgaste dos pneus, ou seja, é essencial para garantir mais durabilidade, eficiência e estabilidade em curvas e fradas.

Como prolongar a vida útil dos pneus

Como prolongar a vida útil dos pneus

Limite de Segurança

A profundidade de sulcos limite de desgaste do pneu é identificada pelo limite de segurança, TWI, especificado em 1.6 mm. Se o sulco estiver abaixo dessa medida, significa que o pneu está desgastado demais, ou careca, e impossibilitado de rodar. A resolução do Contran 558/80 estabelece que trafegar com pneus abaixo do limite é ilegal, e o veículo pode ser apreendido.

TWI: indica o desgaste do pneu

TWI: indica o desgaste do pneu

Manutenção do undercar

Aqui também mora o perigo, pois não adianta comprar pneus novos se os componentes do sistema de suspensão estiverem em mau estado. O que acontece? Os pneus novinhos vão se deteriorar mais rapidamente e irregularmente em muitos casos. Portanto, para garantir a segurança e a vida útil dos pneus, faça o check up de itens como amortecedores, molas, freios, rolamentos, eixos e rodas, já que agem diretamente sobre os pneus.

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Balanceamento de Roda e alinhamento de direção

Fez o rodízio, colocou um pneu novo ou atingiu os 10 mil km rodados, o próximo passo é fazer o balanceamento das rodas e o alinhamento da direção. Veículo desbalanceado e sem alinhamento sofrem com perda de tração, estabilidade e desgaste acentuado de pneus. Ou seja, o veículo se torna instável e inseguro, condições ideais para um acidente.

As vezes parece chover no molhado, mas ainda tem gente que acha que economizando na manutenção vai lhe render algum dinheiro. Porém, é exatamente o contrário, investir na revisão periódica do seu veículo, e em especial, dos itens de segurança como pneus, vai te trazer benefícios em longo prazo, além de deixar você, os ocupantes do seu carro e os de outros também muito mais protegidos durante o trabalho. Fique esperto!

Fonte: Oficina News

É possível aproveitar o óleo que sobra na hora da troca?

Ela pode ter menos densidade e, por consequência, aumentar o consumo; os demais boatos não passam de especulação.

Os combustíveis são fontes quase inesgotáveis de boataria. Muito se fala sobre fórmulas mágicas para aumentar potência e diminuir o consumo. A especulação da vez é sobre a gasolina formulada. Alguns postos de combustíveis estão tão preocupados com a má fama desse tipo de gasolina que até colocaram faixas afirmando que só vendem a gasolina refinada.

Mas, afinal, o que é a gasolina formulada?

Bem, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), toda a gasolina produzida no Brasil é formulada. Isso porque a gasolina é uma mistura de correntes de hidrocarbonetos que pode ser obtida por diferentes processos. Podendo ser feita por refinaria ou por outros agentes econômicos autorizados pela ANP, como formuladores e centrais petroquímicas.

O Diretor de Combustíveis da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Rogério Gonçalves, explica que a afirmação está correta, mas que existe uma diferença entre os processos citados: a gasolina refinada é feita pelas refinarias e a gasolina apelidada de formulada é “montada” pelos formuladores.

“A ANP criou há algum tempo a função de formulador, que é a empresa que compra a matéria-prima das refinarias e monta um composto chamado de gasolina formulada” explica Gonçalves. Como a ANP não exige, desde 2015, um padrão de densidade para a gasolina, as empresas formuladoras podem fazer um composto mais leve, com menos massa e, consequentemente, menos energia.

O diretor de combustíveis completa “a ‘gasolina formulada’ produzida adequadamente, com matérias-primas de qualidade, não traz nenhum malefício para o carro. Isso porque as especificações da ANP valem também para esse tipo de gasolina. A única diferença possível é o pior consumo”. Para tentar sanar esse problema, a AEA propôs à ANP estabelecer limites de densidade na especificação do combustível. De acordo com o especialista, a Europa também adota massa específica para a gasolina. Gonçalves afirma, ainda, que fazer essa análise é fácil, os medidores poderiam, inclusive, ficar instalados nas bombas dos postos.

Um Projeto de Lei tramita na Câmara dos deputados com o intuito de obrigar os postos a informarem se a gasolina vendida é refinada ou formulada. Alguns Estados, como o Paraná, já exigem que os postos de combustíveis a indicar qual o tipo de gasolina estão oferecendo aos consumidores.

Já ouviu falar em gasolina formulada? Desvendamos os boatos mais comuns sobre esse tipo de combustível que nada mais é que uma gasolina feita com matéria-prima comprada nas refinarias por empresas autorizadas pela ANP.

Visto que é um direito do consumidor saber a origem dos produtos que compra, a AEA enxerga com bons olhos a iniciativa do PL. De acordo com a ANP, desde que a gasolina atenda às especificações estabelecidas, a origem da sua produção não interfere na qualidade do produto.

Formuladores

Para trabalhar como agente formulador de combustíveis, a empresa precisa atender aos requisitos técnicos, econômicos e jurídicos dispostos na Resolução ANP nº 5, de 26/01/2012. Atualmente apenas três instituições estão autorizadas pela ANP para produzir a gasolina formulada. São elas: Copape Produtos de Petróleo LTDA,  Decal Brasil LTDA e EGCEL, sendo que a última ainda está em construção.

A reportagem tentou entrar em contato com as duas empresas em operação para saber para quem as formuladoras vendem a sua gasolina, mas não obteve sucesso.

Veja, abaixo, as falácias mais comuns quando o assunto é gasolina formulada:

  • Rende de 10 a 15% menos que a gasolina comum
 Não há pesquisas registradas que analisem uma quantidade suficiente de ‘gasolinas formuladas’ para confirmar o número. Mas é uma possibilidade.
  • É mais fácil de ser adulterada

A gasolina de fomuladores pode ser adulterada, assim como a refinada. Inclusive as duas possuem o mesmo comportamento no teste da proveta.

  • Uso a longo prazo pode entupir bicos injetores

Essa afirmação não faz sentido. Até porque, se a gasolina é mais leve, tende a depositar menos resíduos.

  • É feita a partir das sobras do processo de refinamento de outros combustíveis

A ‘gasolina formulada’ é feita a partir de matérias-primas compradas das refinarias

  • Deve ser vendida por preços inferiores

Não há nenhuma determinação na lei que obrigue os postos a discriminar os dois tipos de gasolina

Na dúvida, abasteça em postos de confiança.

Irrelevante

Em fevereiro, os dois agentes econômicos denominados formuladores – Copape e Decal – produziram cerca de 12 mil m³ de gasolina, enquanto a produção total do país foi de cerca de 4,2 milhões de m³. A quantidade de ‘gasolina formulada’ corresponde a 0,2% do total do combustível produzido no mês.

Fonte: Autopapo

 

Start-stop – Mitos e verdades sobre o sistema que promete economizar combustível

A bateria é mais cara? Ela aguenta menos carga? O que desliga quando carro está parado? Nós respondemos

Para cumprir as metas de rendimento energético e emissões de poluentes impostas por diversos países, as fabricantes de automóveis encontraram uma solução: desligar o motor quando o carro está parado. O chamado start-stop é um sistema que desativa o propulsor em pequenas paradas e mantém o sistema em estado de espera, religando o veículo ao tirar o pé do freio ou pisar na embreagem (dependendo do tipo de transmissão).

Como funciona?

Ao parar o veículo sem desligar o contato da chave, o carro percebe que é uma parada rápida de semáforo ou similar e corta o funcionamento das velas e a injeção de combustível. Nos carros com câmbio automático, isso acontece ao manter o pedal de freio pressionado até o fim, enquanto os manuais pedem que o câmbio seja colocado no neutro e que a embreagem não esteja pressionada. Para ligar o carro novamente, basta soltar o freio ou pisar na embreagem que o motor volta a funcionar.

Existem alguns parâmetros para que o start-stop funcione (ou não). Se o motor ainda estiver frio, o sistema não irá funcionar – religar o carro enquanto o motor não estiver na temperatura ideal gasta mais combustível. Depois de muito tempo parado, ele irá religar automaticamente mesmo com o pedal no freio, para manter a temperatura do motor ou se houver uma demanda pelo ar-condicionado.

Ele desliga tudo mesmo?

“A estratégia de funcionamento de determinados sistemas, como o de ar-condicionado e o de iluminação, é definida pelas montadoras”, explica Diego Riquero Tournier, chefe do Centro de Treinamento Automotivo da Bosch. “Para o caso dos itens de segurança, como o airbag, todos os componentes e sistemas continuam em funcionamento, assim como a maioria dos consumidores elétricos do veículo.”

O que a maioria das fabricantes faz é, quando o ar-condicionado trabalha com compressor que só funciona com o motor ligado, manter o sistema desligado por alguns minutos. Depois deste tempo o motor volta a funcionar. No caso dos carros com ar-condicionado digital, ele é capaz de monitorar a temperatura da cabine e reativar o sistema caso ela mude demais. Alguns modelos mais caros e/ou com tecnologia híbrida podem ter uma segunda bateria, voltada somente para o ar-condicionado e outros equipamentos.

Grande parte dos veículos com start-stop utiliza um sistema de gestão de energia, monitorando os equipamentos elétricos e a demanda por energia, sendo capaz de desligar os que não são necessários no momento.

Start-Stop

A bateria é diferente? Mais cara?

Sim, os veículos com start-stop usam um tipo de bateria diferente, feita especialmente para suportar uma quantidade maior de partidas do motor. Por causa disso, ela também é mais cara, dependendo da especificação de cada veículo. Enquanto uma bateria comum pode custar cerca de R$ 300, uma preparada para start-stop tem valores, em média, de R$ 1.200.

Em compensação, as fabricantes de baterias dizem que elas têm um ciclo de vida 3x maior do que a convencional. O consumo para cada partida é pequeno comparado com o de um motor normal, por causa da gestão feita pela unidade de controle do motor (ECU). O sistema sabe a posição exata dos pistões e faz ajustes para uma partida rápida – e quanto mais rápido for a partida, menos energia elétrica será gasta.

“Um possível aumento do consumo elétrico (devido ao maior número de partidas durante o dia) é totalmente compensado por uma diminuição do consumo de combustível ao manter o motor a combustão mais tempo desligado, o que gera uma economia energética significativa”, afirma Tournier.

E o desgaste do motor?

A primeira preocupação das fabricantes quando criaram o start-stop era que o motor fosse capaz de suportar tantas partidas. “Além dos componentes do sistema de partida serem reforçados, é muito importante destacar que outros componentes significativos do motor, como velas, injetores, válvulas, bomba de combustível, bomba de água e outros, permanecerão menos tempo em operação, portanto a vida útil será superior se comparada com um veículo sem o sistema start-stop”, afirma Tournier.

Porém, a manutenção pode ser mais cara caso não seja feita de forma preventiva. Se deixar para fazer as trocas das peças apenas quando der algum problema, o custo pode ser maior por causar danos a todo o sistema de ignição. Segundo Hiromori Mori, consultor da NGK, velas desgastadas podem reduzir a vida útil de outros componentes, como cabos, bobinas e catalisadores. O ideal é que a inspeção seja feita de acordo com o manual do veículo ou a cada 10 mil quilômetros.

Posso desligar o start-stop?

Depende do veículo. Algumas fabricantes têm a política de não colocar um botão que desativa o sistema, alegando motivos de segurança, como a Chevrolet. Mas, felizmente, a maioria das fabricantes dá essa opção para o proprietário. Ao apertar o botão, o start-stop deixa de funcionar durante o período em que o veículo estiver ligado. Ao dar partida novamente, ele voltará a operar ou caso seja alterado o modo de condução do carro (caso tenha este sistema).

Economiza mesmo?

Depende do uso. Se a pessoa passa a maior tempo em estradas ou fazendo caminhos que não envolvem paradas, o start-stop irá atuar pouco. Então, a economia de combustível será pequena. Para quem está nas cidades, com semáforos e congestionamentos, a história é diferente. Engenheiros normalmente falam num ganho de 10% no rendimento, em média. É o suficiente para que um carro passe de 8 km/l para 8,8 km/l. Em um veículo com tanque de 50 litros, 8 km/l é o suficiente para 400 km de autonomia. Com o start-stop, o valor teórico sobe para 440 km.

Fonte: Motor1

Quanto tempo ficam os pontos na carteira de habilitação?

Quanto tempo ficam os pontos na carteira de habilitação?

Quanto tempo ficam os pontos na carteira de habilitação?

Você sabe quantos pontos na carteira você tem no momento? Uma pergunta tão importante e simples pode deixar muito motorista com a pulga atrás da orelha. A falta de conhecimento sobre este assunto ainda é grande, mas é fundamental todos os condutores terem ciência de como é calculado essas pontuações por infrações de trânsito.

Mesmo que você seja aquele motorista cauteloso e que está sempre preocupado em respeitar as leis de trânsito, é muito importante ficar de olho. Inclusive, é comum ter erros cometidos pelo fiscal de tráfego.

Quanto tempo ficam os pontos na carteira de habilitação?

Apesar de as legislações estarem mais severas, com valor mais alto desde 2016, as infrações mais graves ainda estão entre as campeãs de ocorrência em todo o Brasil.

A Lei Seca, por exemplo, que completou 10 anos em junho de 2018, obteve o seu pior aniversário, isso porque o número de pessoas autuadas por dirigir sob influência do álcool ou que recusaram o teste de bafômetro disparou para mais de seis vezes.

Quanto tempo ficam os pontos na carteira de habilitação?

Em 2008 cerca de 12.767 pessoas sofreram punições por ter ingerido bebida alcoólica e dirigido em seguida. Em 2017 esse número cresceu surpreendentemente para 81.774, como mostra o levantamento do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e o Jornal O Globo.

Ainda, entre as campeãs estão: utilização do celular enquanto dirige, o não uso do cinto de segurança e o excesso de velocidade.

Fui multado: quanto tempo ficam os pontos na carteira?

Foi multado e não faz ideia como funciona e quanto tempo os pontos ficam na carteira ou CNH? Então, vamos explicar todo o procedimento em detalhes. Primeiramente, os pontos na Carteira Nacional de Habilitação tem validade de 12 meses, período de um ano.

Quanto tempo ficam os pontos na carteira de habilitação?

Eles não expiram de um ano para outro. Vamos supor que o condutor tenha atingido o limite no dia 20 de novembro de 2018. Esses pontos irão expirar daqui a um ano contando com essa data, ou seja, em 20 de novembro de 2019.

As pontuações por cometer infração de trânsito servem para conscientizar os motoristas. É por isso que o Código Brasileiro de Trânsito (CTB) divide em quatro categorias:

– Infração Leve: 3 pontos na carteira e multa de R$ 88,38;

– Infração Média: 4 pontos na CNH e multa de R$ 130,16;

-Infração Grave: 5 pontos na CNH e multa de 195,23;

-Infração gravíssima: 7 pontos na CNH e multa de 293,27.

Cometendo infrações, o motorista vai adquirindo pontos na carteira e há limite. Quando o cidadão habilitado acumula 20 pontos no período de um ano, automaticamente ele perde o direito de dirigir. Portanto, é muito importante ficar atento e acompanhar o status com frequência.

Para os motoristas profissionais, as regras de pontos são diferentes. São apenas 14 pontos.

Quanto tempo ficam os pontos na carteira de habilitação?

Eles também podem expirar no momento em que o indivíduo passar pelo curso de reciclagem.

Cada infração mencionada acima possui particularidades distintas. Dependendo do ocorrido, a infração gravíssima pode ser ainda mais rigorosa. Em algumas circunstâncias, o valor dela pode ser multiplicada, além de acarretar suspensão de dirigir.

Por outro lado, a Leve e Média podem ser modificadas em uma advertência, tudo irá depender da situação e do fato ocorrido.

20 pontos na CNH: quanto tempo fico sem dirigir?

Obteve ou ultrapassou os 20 pontos na carteira? O que acontece agora é o início de um processo administrativo para a suspensão do direito de dirigir. A punição é aberta pelo Departamento Nacional de Trânsito (Detran).

Quanto tempo ficam os pontos na carteira de habilitação?

A suspensão devido a este tema ficou mais rigoroso em primeiro de novembro de 2017, quando o Detran modificou as regras. Antes, o mínimo que o penalizado ficava sem dirigir era cerca de um ou dois meses. O tempo máximo é 1 ano e prevalece até hoje.

Com a nova lei, o prazo mínimo passou a ser de seis meses.

Caso seja reincidente, o mínimo da punição é de 8 meses de não trafegar e o máximo segue por 2 anos. Importante ressaltar que o próprio Detran notifica a pessoa para ter ciência do início do processo.

Quanto tempo ficam os pontos na carteira de habilitação?

Além disso, em alguns estados, é possível analisar a situação do seu veículo e do documento no portal do Detran na internet. Acesse o site para conferir se há pontos ou outras irregularidades.

Para recuperar a CNH e voltar a dirigir é necessário passar por um curso de reciclagem, que é bem-parecido com o do Centro de Formação de Condutores. São abordados os temas de legislação de trânsito, direção defensiva, primeiros socorros e relacionamento interpessoal.

Quanto tempo ficam os pontos na carteira de habilitação?

Após concluir 30 horas de curso, o motorista suspenso será submetido a uma prova no próprio Detran para receber, se aprovado acertando 70% das questões, a sua CNH de volta. Ainda pode haver a solicitação de exame psicotécnico e prova prática.

Permissão Para Dirigir (PPD): pontos funcionam da mesma maneira?

Para os motoristas novatos que passaram recentemente pelo processo de primeira habilitação, o sistema de pontos por infração é diferente dos demais condutores que possuem CNH com validade de 5 anos.

Aqueles que têm a PPD não são penalizados por pontos e sim por infrações. A pessoa não pode cometer infrações graves ou gravíssima, senão poderá perder a Permissão Para Dirigir, sendo obrigado a realizar todo o processo de CFC.

Foi multado injustamente? Saiba como recorrer

Como mencionado anteriormente, muitos motoristas são penalizados injustamente pelas confusões na hora da aplicação de multa. É justamente por isso que existe a possibilidade de recorrer.

Quanto tempo ficam os pontos na carteira de habilitação?

Ao ser notificado, o próprio documento indica os caminhos para acionar a revisão e cancelamento da multa.

Mesmo que você esteja chegando no limite da pontuação e de repente chega outra multa, recorrendo, é possível “congelar” os pontos. Eles só são adquiridos após o juiz determinar que a punição é justa.

O próprio artigo 6º, § 2º da resolução 182 do Contran indica isso: “§ 2º. Se a infração cometida for objeto de recurso em tramitação na esfera administrativa ou de apreciação judicial, os pontos correspondentes ficarão suspensos até o julgamento e, sendo mantida a penalidade, os mesmos serão computados, observado o período de doze meses, considerada a data da infração.”

Quanto tempo ficam os pontos na carteira de habilitação?

Isso significa que se o processo de julgamento demorar 6 meses para obter o resultado, você poderá dirigir normalmente durante esse período. Com o atraso para verificar cada pedido de cancelamento, existe uma lentidão para o Detran chegar em um resultado. Há casos em que demora um ano, exatamente o tempo de expirar as pontuações.

Fonte: Notícias Automotivas

Atos ilegais que cometemos ao volante mesmo sem saber

Braço para fora, beber água e até tirar o casaco enquanto o semáforo está fechado estão entre os atos ilegais, passíveis de multa

Motorista com braço para fora
Dirigir com o braço para fora é proibido. De acordo com a lei, as duas mãos devem permanecer no volante, exceto para trocar marcha ou sinalizar mudança de direção. Foto: JF Diorio/Estadão

Você sabia que o motorista não pode beber água mesmo que o carro esteja parado em um congestionamento? Tinha ideia de que soltar o cinto de segurança para tirar a blusa é proibido, ainda que o semáforo esteja fechado? Há ações que, embora pareçam absolutamente normais para a maioria dos motoristas, são ilegais aos olhos da lei. Portanto, é bom ficar atento.

De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP), aproveitar a parada no semáforo para tirar o vestuário pode caracterizar infração por dirigir sem os cuidados essenciais à segurança. Mas, também ao contrário do que muitos pensam, é permitido dirigir sem camisa.

Da mesma forma, fumar, ler, comer e beber só é permitido com o veículo estacionado e com o motor desligado.

O Detran alerta para o fato de que calçados que não se firmem bem nos pés não devem ser utilizados para dirigir. O objetivo é não comprometer a utilização dos pedais. É o caso, por exemplo, de chinelos e tamancos. Por outro lado, embora muita gente não saiba, conduzir automóvel com os pés descalços é permitido.

Colocar os braços para fora do veículo também é contra a lei. As duas mãos devem permanecer no volante, exceto para troca de marcha ou sinalizar mudança na direção. Muitos condutores não sabem, mas o quebra-sol é item de segurança obrigatório. Ele é aliado do motorista para proteger a visão quando o sol está baixo (nascendo ou se pondo).

Na motocicleta

Na motocicleta, é necessário estar com calçado fechado. O vestuário também deve ser adequado e aprovado pelo Conselho Nacional de Trânsito. Motociclistas profissionais (mototáxi e motofrete) devem estar com os coletes refletivos visíveis.

Motociclistas também devem usar capacete com viseira ou óculos de proteção. Andar com a viseira levantada é proibido e perigoso, porque o motociclista pode ser atingido nos olhos por insetos e pedras, por exemplo.

As mesmas regras valem para os passageiros das motos. Crianças menores de sete anos ou que não tenham condições de se cuidar não podem ser transportadas em motos.

Chuvas de verão

Verão tem muito sol, mas também traz as famosas pancadas de chuva. Nessa situação, é indispensável ligar o limpador de para-brisa e ajustar a velocidade de acordo com a intensidade da chuva. Fizemos um vídeo alertando sobre o risco de aquaplanagem. Veja aqui:

É importante também manter distância do veículo da frente, já que a pista tende a ficar escorregadia. Ligar o farol baixo melhora a visualização dos veículos, principalmente se houver neblina. É importante também manter os vidros desembaçados.

É bom sempre reforçar a necessidade de fazer uma revisão no veículo, principalmente para quem vai viajar nas férias ou festas de fim de ano. Verifique funcionamento dos faróis, luzes de freio, retrovisores, pneus, freios, suspensão, trincas no para-brisa, regulagem das portas, etc.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), desrespeitar essas normas gera multa e pontos na carteira de habilitação. As infrações variam de leve a gravíssima, e os valores vão de R$ 88,38 a R$ 293,47, com três a sete pontos na CNH.

Fonte: Estadão

CNH Digital já pode ser gerada sem precisar ir ao Detran; veja como

A CNH Digital finalmente pode ser obtida sem a burocracia de comparecer a um posto do Detran. A partir desta quinta-feira, 20, o procedimento para retirada do documento digital pode ser feito totalmente por meio de um aplicativo para tablet ou celular, dispensando também um certificado digital.

Até agora, só haviam sido emitidas 620 mil CNHs digitais, o que é um percentual baixo diante do número de motoristas no Brasil. O principal problema apontado pelo público era a burocracia, que fazia com que os interessados precisassem se deslocar para conseguir validar o documento.

A necessidade de atendimento presencial era uma exigência que limitava a procura do cidadão pelo documento digital. Nem todos os motoristas tinham tempo para ir a um posto de atendimento do Detran. Mas, agora, ficou muito mais rápido e prático, facilitando a vida das pessoas”, destaca o ministro das Cidades Alexandre Baldy.

Agora, para fazer o cadastramento da CNH Digital, é necessário ter a última versão do documento, introduzida em 2017, que conta com o QR Code; se a sua CNH não tem o código, será necessário realizar o procedimento para tirar uma nova.

Caso a sua CNH de papel contenha o QR Code, é preciso fazer o download do aplicativo Carteira Digital de Trânsito para Android ou para iOS. Será necessário fazer um cadastro e a validação do e-mail, feito por meio de um link que é enviado na hora do registro. Em seguida, basta escanear o código com a lente do celular, se o usuário optar por fazer a validação pelo smartphone ou tablet.

A partir de então, serão necessários mais dois passos. Primeiro, o usuário precisará dar uma “prova de vida”, o que é apenas um movimento físico simples captado pela câmera do smartphone, para garantir que a pessoa é quem diz ser e não uma foto. Depois disso será preciso informar o número de celular, e a CNH estará disponível no app.

Por motivos de segurança, o usuário também será orientado a criar uma senha de quatro dígitos que precisará ser utilizada toda vez que for necessário apresentar o documento digital. A CNH digital pode ser acessada mesmo que o celular esteja sem internet.

Fonte: Olhar Digital

Pensilvânia autoriza Uber a retomar testes de carros sem motorista

A empresa americana teve que interromper os testes depois que um veículo que circulava em modo autônomo atropelou e matou um pedestre

O estado americano da Pensilvânia autorizou o Uber a retomar os testes de veículos de condução autônoma em vias públicas.

A empresa americana teve que interromper os testes depois que um veículo que circulava em modo autônomo atropelou e matou um pedestre em março.

O Uber recebeu uma carta oficial de autorização para retomar os testes em Pittsburgh, onde fica da sede da ATG, a divisão da empresa especializada em direção autônoma.

O grupo informou que ainda não reiniciou os testes.

 Uber anunciou em julho que voltaria a testar veículos autônomos em vias públicas, mas com um motorista ao volante.

Embora o veículo seja dirigido manualmente, os testes são úteis para testar equipamentos e melhorar os sistemas.

Mas o Uber, que prepara sua entrada na Bolsa em breve, precisa desesperadamente acumular horas de teste de modo autônomo, pois é a única maneira de tornar o sistema confiável a longo prazo.

A direção autônoma é vista como o Santo Graal da indústria automotiva. Montadoras, fornecedores de equipamentos e empresas de tecnologia trabalham na área.

Fonte: Exame

Meu Automático: mitos e verdades sobre o câmbio automático

Para não restar dúvida, checamos algumas afirmações comuns sobre a transmissão automática. Veja o que é verdade e o que é puro mito

Seja na internet, no jantar de família, entre amigos ou até em algumas oficinas, circulam muitas afirmações sobre o funcionamento do câmbio automático que nem sempre correspondem à verdade e deixam o consumidor de cabelo em pé.

Por isso, neste capítulo do guia Meu Automático, separamos algumas das questões mais comentadas a respeito desse tipo de transmissão para esclarecer, de uma vez por todas, o que é mito e o que é verdade.

Em paradas, como um semáforo, o correto é mudar para a posição N.

Mito: a grande diferença do câmbio automático é que o motorista só tem que acelerar e frear, sem precisar tirar as mãos do volante. Isso vale também para os momentos de parada. Todo o sistema é preparado para manter o veículo em D, mesmo parado, sem nenhum tipo de desgaste anormal.

Na posição D, ao soltar o pé do freio, o carro já começa a andar.

Verdade: mesmo sem tocar no acelerador, em um local plano, o veículo já vai se movimentar lentamente, o que é muito útil em congestionamentos, quando se pode avançar pequenas distâncias só aliviando o pé do freio. E, em subidas, essa característica dá um tempo a mais para o motorista acionar o acelerador antes de o carro começar a descer.

Câmbio automático consome mais combustível.

Mito: carros automáticos mais antigos, com transmissões de três marchas, tinham um consumo de combustível mais alto que suas versões manuais. Mas isso é coisa do passado. Hoje, sua eficiência é muito maior, graças a uma série de fatores. O Ford Ka 2019 automático, por exemplo, conta com seis marchas e trocas muito rápidas.

Câmbio automático quebra menos e dura mais.

Verdade: as transmissões automáticas são projetadas para durar toda a vida útil do veículo. Em alguns casos, nem mesmo a substituição do óleo lubrificante é necessária, como ocorre com o Ford Ka – que utiliza um lubrificante de ultrabaixa viscosidade. Transmissões manuais, além de sujeitas a erros de operação, demandam troca periódica do kit de embreagem.

Se é automático, não precisa usar o freio de estacionamento.

Mito: a posição P da alavanca do câmbio automático aciona uma trava mecânica que impede que as rodas de tração girem. Mas ela não substitui o freio de estacionamento. Não utilizá-lo pode provocar desgastes no câmbio e levar a quebras – e, por consequência, a acidentes.

A transmissão automática, além de oferecer mais conforto, também traz esportividade.

Verdade: alguns automáticos, como o novo Ford Ka, apresentam a opção de troca manual de marchas ou a opção S, de “sport”, que estica as trocas de marcha, ampliando a utilização da potência e do torque do motor, e dá uma maior sensação de esportividade.

Não é possível fazer carro com câmbio automático pegar “no tranco”.

Verdade: essa manobra emergencial (um empurrão externo com o veículo engatado, que faz as engrenagens do motor girarem e, assim, possibilita a partida se a bateria estiver sem carga) só é possível em carros com câmbio manual. Nos automáticos, o acoplamento das marchas acontece com a pressão do óleo, gerada pelo funcionamento do motor. Tentar fazer essa manobra em um carro automático pode levar a uma quebra.

Nas ultrapassagens, devo reduzir as marchas manualmente ou usar a posição 3 ou L.

Mito: tal recurso deve ser usado em subidas ou descidas, conforme dito anteriormente. Nas ultrapassagens, o motorista deve acionar o “kickdown”, recurso que consiste em pisar fundo no acelerador e manter a posição até a central eletrônica, ao perceber que você precisa de força do motor, reduzir uma ou duas marchas. O motorista pode decidir, antes de iniciar a manobra, por mudar o câmbio para a posição S, na qual as trocas subsequentes à redução serão feitas de forma mais esportiva, alongando as marchas. Se o carro tiver opção de troca manual, o motorista pode escolhê-la, mas é necessário experiência e familiaridade com o mecanismo para executar as trocas no tempo correto.

Em um carro automático, o ideal é acelerar com o pé direito e frear com o esquerdo.

Mito: a perna esquerda do motorista comum não tem a sensibilidade necessária para lidar com o freio, pois está acostumada ao acionamento da embreagem, pesada e de curso mais longo. Por isso, insistir nessa técnica pode resultar em frenagens bruscas e acidentes. É melhor simplesmente dar férias para o pé esquerdo.

Fonte: Quatro Rodas

Controle de embreagem: é pior que manter o pé no fundo?

Fazer controle da embreagem para manter carro parado reduz a vida útil; mas permanecer com o pedal totalmente acionado sem modulá-lo não gera grande desgaste.

A embreagem é um dos diversos itens do carro que sofre desgaste natural: mais cedo ou mais tarde, ela precisará ser trocada. Porém, sua vida útil não é pré-determinada, pois pode variar bastante. E o fator que mais influencia na durabilidade desse componente é o modo como ele é utilizado pelo motorista. Os condutores mais cuidadosos, inclusive, evitam abusar do controle de embreagem ou até mesmo manter o pedal acionado com o carro parado. Mas, afinal, essas preocupações realmente fazem sentido?

AutoPapo consultou a Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil) para esclarecer essa dúvida. Primeiramente, é preciso destacar que essas duas situações são distintas: uma é aquela na qual o motorista mantém o veículo inerte fazendo o chamado controle de embreagem. Sem acionar os freios, o condutor permanece com o carro parado em um aclive, por exemplo, apenas controlando os pedais da embreagem e do acelerador. Nesse caso, ocorrerá, sim, desgaste acentuado do sistema.

Controle de embreagem: é pior que manter o pé no fundo²

Outra circunstância ocorre quando condutor permanece com o pedal da embreagem pressionado até o fim de seu curso, sem modulá-lo, com a primeira marcha engatada e o freio acionado. Nesse caso, o desgaste envolve menor quantidade de componentes e não tem consequências preocupantes.

Disco da embreagem desgasta-se mais rápido que o rolamento

Leandro Perestrelo, membro da Comissão Técnica de Transmissões da SAE Brasil, explica que, em tal situação, até ocorre desgaste do rolamento do sistema, que se mantém em contato com o platô. Todavia, não chega ocorrer redução acentuada na durabilidade. “Disco e platô giram juntos. O mancal da embreagem recebe carga, mas isso é comum”, diz.

Segundo o especialista, esse rolamento é projetado para trabalhar com cargas maiores. Ademais, deve ser substituído junto com o disco, que tem vida útil menor. Assim, não há grandes problemas em manter o pedal de embreagem até o fundo com o carro parado e o freio acionado.

Se o motorista deixar o câmbio desengrenado e não acionar o pedal, pressionando-o apenas quando for arrancar, deixará o sistema totalmente desacoplado, situação na qual não há desgaste algum desse rolamento. Entretanto, para Perestrelo, tal componente não costuma causar prejuízo. “Em carros de passeio, são raríssimos os casos de ter que substituir a embreagem por problema no rolamento”, pondera.

Controle de embreagem longo pode equivaler a 100 ciclos de partida

O pior quadro, de longe, acontece quando o motorista mantém parado apenas controlando a embreagem e o acelerador. Nesse caso, a vida útil do componente será reduzida. “O platô fica girando, mas o disco fica parado, e essa situação é extremamente danosa”, pondera Perestrelo. Nessa hipótese, o material de contato do disco sofre atrito, provocando maior desgaste.

embreagem
Foto Shutterstock | Montagem AutoPapo
“O disco é feito para ser modulado por um ou dois segundos; três segundos, no máximo. Se o motorista fica fazendo o controle, chega a provocar desgaste equivalente ao de 100 partidas em uma única vez”, adverte o engenheiro da SAE. Além disso, Perestrelo destaca que, devido ao atrito, essa situação gera muito calor. Consequentemente, pode causar superaquecimento no sistema.

Desse modo, o ideal é que o condutor utilize o controle de embreagem apenas para colocar o veículo em movimento. “Não precisa ser algo desesperado, mas o motorista deve modular o pedal o mais rapidamente possível,” sintetiza o especialista.

Fonte: AutoPapo

 

O combustível acabou. O que eu faço?

Saiba o que fazer para evitar que isso aconteça, e o que fazer para se manter seguro em uma situação de ficar parado na rua sem combustível
 

PRIMEIRO TESTE
Para saber se o sistema de monitoramento está em dia, você deve encher o tanque e perceber se há alguma alteração brusca no marcador da quantidade de combustível. Às vezes a boia já está desgastada e pode marcar que ainda há combustível mesmo com o tanque vazio e vice-versa.

AJUDA MATEMÁTICA
Ninguém conhece o carro melhor que o seu dono, portanto você sabe quantos quilômetros ele roda com um tanque, certo? E é com esse número que você tem que ficar esperto caso veja alguma “movimentação estranha” do ponteiro, caso não consiga fazer a substituição imediata da boia que mede a quantidade de combustível.

COMO IDENTIFICAR?
O carro dá alguns avisos de que vai ficar sem combustível, mesmo que o ponteiro não esteja funcionando. A primeira delas é a falha progressiva, especialmente quando se acelera à foraças maiores, como saídas da inércia. Se o seu carro tem problema com o marcador e começou a falhar, é melhor parar e abastecê-lo.

FIQUEI NA RUA
A primeira coisa a fazer é procurar um local seguro. Se não houver recuo ou acostamento, você deve imediatamente levar seu carro para a faixa mais à direita possível da via e colocar o triângulo de sinalização assim que parar o carro, a pelo menos 30 metros do carro. É bom saber se o seguro do seu carro tem assistência contra pane-seca.

NO POSTO
Após chegar ao posto, a pé, de táxi ou de carona prepare-se para comprar também o recipiente homologado pelo Inmetro. Com preços a partir de R$ 15. Vale lembrar que é proibido transportar combustíveis em garrafas PET.

MULTA
Você pode ser autuado pela pane seca. Ela é considerada infração média pelo Código de Trânsito Brasileiro, acresce 4 pontos na sua CNH e multa de R$ 85,13.

Fonte: Car And Driver