Honda cria moto para Scarlett Johansson em ‘Vigilante do Amanhã’

Modelo futurista será pilotado por personagem principal em um Japão de anos à frente.

O filme baseado no mangá “Ghost in the Shell”, estrelado por Scarlett Johansson, terá uma moto desenvolvida pela Honda para a personagem principal.

Chamado de “Vigilante do Amanhã” no Brasil, com estreia programada para 30 de março, o longa se passa em um Japão futurístico e a motocicleta também apresenta linhas “high tech”.

Moto Honda para o filme
Moto Honda para o filme “Vigilante do Amanhã” (Foto: Divulgação)

Como base, a montadora utilizou o modelo existente NM4 Vultus, que já tem um visual chocante, para que Johansson possa pilotar no combate contra o crime.

A Vultus possui motor é um bicilíndrico de 745 cc, capaz de gerar 54,8 cavalos de potência, e o câmbio é do tipo automatizado de dupla embreagem.

A marca não revelou detalhes técnicos sobre a moto do filme, mas, logicamente, se espera algo mais tecnologicamente avançado.

Moto Honda para o filme
Moto Honda para o filme “Vigilante do Amanhã” (Foto: Divulgação)

Fonte: G1 Auto Esporte

Donald Trump preferiu não se arriscar em rodar numa Harley-Davidson

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump se encontrou com executivos da Harley-Davidson, na Casa Branca, em Washington (DC), para discutir propostas para o fortalecimento da indústria americana.

 

Polêmico e bem-humorado, Donald Trump não poupou elogios a centenária fabricante de motos, diante de Matthew Levatich, CEO da H-D, mas preferiu não se arriscar em dar uma voltinha nas máquinas.

A justificativa do presidente para os jornalistas que acompanham o evento é de que ele estava com medo de cair e que um tombo do presidente dos EUA repercutisse como piada em todo o mundo.

 

Fonte: fotos – White House/EUA, divulgação por RockRiders.com.br

Vídeo: vendedora surpreende clientes com test-drive apavorante

Uma pegadinha idealizada pela Mitsubishi na Malásia deixou alguns consumidores da marca simplesmente apavorados.

Ao chegar na concessionária, interessados na aquisição de uma L200, os clientes são atendidos por uma bela e “frágil” vendedora. Após receberem as informações de praxe sobre a picape, ela os convida para um test-drive. No meio do teste ela pede para que o cliente pare o carro e permita que ela dirija, numa atitude provocativa, como se ele não tivesse sendo capaz de explorar todo o potencial da máquina. Um deles chega a questionar de forma machista: “Você realmente sabe dirigir esse carro? Sabe que isso é carro de homem?”.

 O que eles não sabem é que a delicada vendedora é, na verdade, a piloto profissional malaia Leona Chin Lyweoi, com experiência de dez anos no cenário do drift. As cenas hilárias mostram os clientes se agarrando como podem enquanto gritam desesperados.
Fonte: Autopolis

Dez carros que deram um “jeitinho” na legislação brasileira

Em benefício próprio, eles manobraram para encontrar brechas na lei.

GMC 3500 HD

(divulgação/Quatro Rodas)

No fim da vida, a Silverado deu um salto. Seu peso bruto aumentou de 3.300 para 3.520 kg. Pouco, mas suficiente para transformá-la, aos olhos da lei, num caminhão. Batizada como GMC 3500 HD, a ex-picape teve seu IPI reduzido à metade, para 5%.

Fusca e Kombi

(divulgação/Volkswagen)

Itamar Franco queria o Fusca de volta para brigar com os populares, mas o motor era 1.6. A solução foi a lei incentivar carros 1.0 ou refrigerados a ar – um incentivo a motores mais poluidores! Por tabela, isso beneficiou a Kombi. Logo a GM emplacou o Chevette L, 1.6 a água na mesma isenção. Talvez por ter tração traseira…

 

New Civic LX

(arquivo/Quatro Rodas)

A isenção de impostos para deficientes físicos era restrita a carros de até 127 cv, mas o Honda Civic 1.8 veio com 140 cv. A Honda deu um jeito. Criou uma versão LX automática com chip de (baixa) potência, programado para limitar giros e o motor não passar de 125 cv.

 

Gol 1.0 16V Turbo

(arquivo/Quatro Rodas)

Bastava ter motor 1.0 para ser considerado popular e ter uma generosa redução de IPI (10%). Tão generosa que deu surgimento a populares como o Gol 1.0 16V Turbo. Sua irmã, a Parati 1.0 16V Turbo, chegava a ser mais cara que um Mercedes Classe A.

 

Os pés-de-boi

(arquivo/Quatro Rodas)

DKW Pracinha, Gordini Teimoso, Simca Profissional (foto) e Fusca Pé-de-Boi aproveitaram o programa do carro popular em 1965, com juros baixos e 48 meses para pagar na Caixa Econômica, desde que o valor dos veículos não ultrapassasse determinado limite. Para conseguir isso, nada de cromados, frisos – no Teimoso, faltava até uma das lanternas.

 

Mercedes CLC

(arquivo/Quatro Rodas)

O CLC era montado aqui, mas a Mercedes pagava o imposto de importação de cada uma das peças e ganhava o direito de registrá-lo como nacional. Antes, a Mercedes recebia peças, montava e exportava para os EUA. O nosso C vinha da Alemanha, tributado como importado.

 

Fiat 147 1050

(arquivo/Quatro Rodas)

No passado, os 1.0 pagavam mais imposto. Para pagar menos, o 147 saiu, em 1976 com motor 1050, de 1.049 cm3 (valor que geralmente é arredondado para baixo). Em 1990, a Fiat virou o jogo: convenceu o governo a incentivar pequenos. Os 1.0 tiveram tributo reduzido e surgiu o Mille, com o antigo motor 1050 encolhido.

 

Fiat Marea SX

(arquivo/Quatro Rodas)

Em 1998, o sedã foi lançado por aqui com o famoso motor de cinco cilindros e vinte válvulas, capaz de render 142 cv. No ano seguinte, surgiu a versão SX, reduzida a 127 cv graças à troca da central eletrônica e um comando de válvulas convencional no lugar do variável. Tudo isso para pagar menos IPI. Nos anos 80, o número era 100 cv. O Gol GT 1.8 declarava 99 cv (apenas 9 cv acima do 1.6) e o Monza 1.8, 96 cv. Andavam muito, mas pagavam pouco.

 

Mercedes ML 320 CDI

(arquivo/Quatro Rodas)

Pela lei, diesel só é permitido para veículos de carga para mais de 1 tonelada ou jipes com redução de marchas. O ML 320 CDI não tinha reduzida, mas a Mercedes convenceu que a primeira atua como reduzida. A do ML e a de qualquer carro de passeio. Virou jurisprudência – hoje, modelos como Jeep Renegade e Fiat Toro são vendidos em versões a diesel sem nenhum problema legal.

 

Asia Towner

(arquivo/Quatro Rodas)

Nos anos 90, a Asia Motors trouxe a minivan Towner com imposto 50% mais baixo, com a promessa de fabricá-la aqui. Isso não ocorreu e a dívida pelos impostos descontados – que chegou a R$ 2 bilhões! – passou para a Kia, dona da Asia Motors. Apenas em 2013 o STF livrou a Kia da multa herdada.

 

Fonte: Quatro Rodas

Brasileiros passam mais de 5 anos dentro do carro

Maquiagem está na lista das atividades que as pessoas fazem dentro do automóvel

A Citroën encomendou à CSA Research um levantamento global para entender como as pessoas interagem com seus carros. O Brasil se destacou por ser o país em que os consumidores passam mais tempo dentro dos veículos: um total de 4 anos e 11 meses ao longo da vida. Na China, este período é de três anos e um mês; na Europa são quatro anos e um mês. “As pessoas têm uma relação muito intensa com o automóvel aqui”, destaca Nuno Coutinho, diretor de marketing da Citroën no País.

Além do Brasil, o levantamento foi feito na Argentina, em países da Europa, na China e no Japão. Localmente foram entrevistadas mais de 500 pessoas a partir de 15 anos, tanto motoristas quanto passageiros, abrangendo diferentes intensidades de uso dos veículos. Segundo a pesquisa, o Brasil também se destaca por clientes que gostam de cantar dentro do veículo.

Nas entrevistas, as pessoas que dirigem todos os dias indicaram que passam 7,9 mil horas de suas vidas cantando no carro. “É quase um substituto para o cantar no chuveiro”, brinca Coutinho. Os entrevistados também admitiram que falam sozinhos em diversos momentos ao dirigir e dedicam tempo procurando objetos que caíram debaixo do assento e até beijando.

A pesquisa também indica que, para as motoristas frequentes, mais de 16 mil horas são dedicadas a se maquiar dentro do automóvel. Outras 18 mil horas as pessoas passam comendo. O estudo revelou ainda que é recorrente o esquecimento sobre onde o carro foi deixado estacionado.

Em tempos de revolução digital, os entrevistados no Brasil admitiram que pensam mais de 70 vezes ao longo da vida que poderiam comprar seus veículos pela internet. Enquanto a tecnologia de condução autônoma avança, os entrevistados indicaram que pensaram mais de quatro vezes na vida que o automóvel poderia andar sozinho. Os brasileiros também demonstraram medo de ser enganados. Em pelo menos três vezes na vida, as pessoas ficam desconfiadas de ser enroladas quando levaram o carro na oficina para um reparo.

CAMPANHA DE MARKETING

A Citroën aponta que os resultados sinalizam caminhos para o desenvolvimento de soluções para os clientes. Segundo Coutinho, o esforço da companhia é para melhorar a experiência do consumidor em todos os pontos de contato com a marca. “Na verdade, o levantamento indica que estamos no caminho certo, que as ações que temos desenvolvido estão corretas”, aponta.

O fruto mais imediato da pesquisa é uma nova campanha global de marketing. Entre março e abril a companhia vai veicular na internet pequenos vídeos que abordam a relação das pessoas com seus veículos. “A ideia é mostrar que estamos mais próximos dos clientes”, diz.

Fonte: Automotive Business

Carro autônomo da Uber teria “furado” 6 sinais vermelhos em testes nos EUA

O aplicativo Uber vem colecionando dores de cabeça desde que colocou em prática seu agressivo programa de testes para desenvolvimento de veículos autônomos nos EUA. A mais recente delas envolve a divulgação de uma filmagem, feita em dezembro de 2016 por outro motorista que tinha uma câmera acoplada ao para-brisa de seu carro, através da qual é possível ver um dos protótipos furando um sinal vermelho num cruzamento de San Francisco, na Califórnia.

Para agravar ainda mais a situação, funcionários do aplicativo que não quiseram se identificar, teriam dito ao “The New York Times” que a falha já teria ocorrido outras cinco vezes.

Em comunicado, a porta-voz do Uber, Chelsea Kohler, disse que, no caso capturado no filme, o operador do veículo poderia ter intervindo e impedido que carro atravessasse o sinal vermelho. “Nossa tecnologia de auto-condução exige intervenção humana. O operador do veículo teve tempo para intervir, mas não conseguiu assumir antes que o veículo passasse pelo cruzamento fechado”, afirmou Kohler.

Para aumentar ainda mais a polêmica, ainda segundo a reportagem do NYT, o departamento de trânsito da Califórnia, o “California DMV” (Department of Motor Vehicles), teria afirmado que o Uber desrespeitou um aviso prévio do órgão de que seria necessária autorização específica para testar os protótipos nas vias públicas. O aplicativo não só teria ignorado o aviso, como colocado em prática os testes mesmo sem autorização, até que o “California DMV” cancelasse a licença dos protótipos, obrigando o aplicativo a transferir os testes para o estado do Arizona.

E a controvérsia não termina por aí. O programa de desenvolvimento de carros autônomos da Uber também estaria sendo objeto de um processo movido pela Waymo (empresa da Google que desenvolve sistemas de direção autônoma), que alega ter sido vítima de furto de segredos industriais.

Fonte: Autopolis

Primeiro carro voador comercial começa a ser vendido

O futuro da família Jetsons finalmente começa a se desenhar à nossa frente. Nesta semana, a empresa holandesa Pal-V abriu o processo de pré-venda do primeiro carro voador comercial do mundo.

Dois modelos estarão disponíveis, o Liberty Pioneer e o Liberty Sport. Ambos foram desenvolvidos com tecnologias já existentes e pensados para se encaixar nas legislações vigentes, motivos pelos quais a companhia será capaz de colocá-los no mercado tão rapidamente.

“No final de 2017, vamos começar a montar uma série de pré-produção, seguida pela fabricação dos primeiros Liberty para nossos clientes ‘pioneiros'”, conta o CEO da marca, Robert Dingemanse, em nota (pdf). “As entregas dos modelos certificados para estrada e ar estão programadas para o final de 2018.”

Não é qualquer um que pode adquirir um desses carros, porém. Em primeiro lugar, o interessado tem que ser rico, já que é preciso dar uma entrada (não reembolsável) de US$ 25 mil, o equivalente a R$ 77,1 mil.

O modelo “mais barato” é o Liberty Sport, que a empresa espera vender por US$ 400 mil (R$ 1,2 milhão). Só que ele só estará disponível após a primeira etapa de venda, que será encabeçada pelo Liberty Pioneer Edition, um modelo que sairá por US$ 600 mil (R$ 1,8 milhão) — a empresa quer colocar 90 unidades deste no mercado antes de abrir a distribuição do Liberty Sport.

Além disso, o comprador precisa de licença para voar, e é melhor obtê-la antes de efetuar a reserva, já que, assim como ocorre em autoescolas, o candidato pode reprovar — e ficar sem os R$ 77,1 mil do depósito. “Para ser capaz de operar um avião você precisará de algum conhecimento básico de navegação, instrumentos, meteorologia, aerodinâmica e performance”, explica a PAL-V.

Fonte: Olhar Digital

Falha humana acelera chegada de carros totalmente autônomos

Ford e Google apontam que é inseguro contar com intervenção do motorista.

A Ford surpreendeu o mercado ao anunciar no ano passado que vai produzir em massa carros totalmente autônomos já a partir de 2021 (leia aqui). E por totalmente autônomos entendem-se veículos que rodam sem nenhuma interferência do motorista e nem sequer têm volante e pedais de aceleração e freio. A decisão radical de pular a etapa de oferecer automóveis semiautônomos foi tomada quando a montadora constatou que não dá para confiar nas habilidades humanas.

No desenvolvimento dos sistemas autônomos, a Ford enfrentou problema inesperado: os engenheiros responsáveis por gerenciar o automóvel cochilavam assim que adquiriam confiança no sistema. Dessa forma, em uma situação crítica, mesmo que o veículo emitisse alerta com alguns segundos de antecedência, o motorista provavelmente não teria condições de assumir a direção. “E isso porque se tratavam de engenheiros treinados que estavam ali para testar a tecnologia”, enfatizou Raj Nair, chefe de desenvolvimento de produto da Ford, à agência Automotive News.

Segundo ele, a empresa teria tentado vários recursos para reverter a situação: alertas sonoros, luzes piscantes e assentos vibratórios, mas a soneca nos carros autônomos parece irresistível. Diante disso, a companhia entendeu que seria perigoso contar com as habilidades de um motorista para assumir o comando do carro e desistiu de lançar modelos do chamado nível 3 de automação – a escala vai de 1, dos carros sem qualquer assistência à direção, ao 5, para completamente automatizados.

A Waymo, empresa do grupo Alphabet responsável pelo projeto do Google Car, chegou a conclusões parecidas em relação ao comportamento do condutor. “Pode ser que o nível 3 de automação seja um mito. Há chances de não valer a pena fazer um automóvel com alguma dependência da intervenção humana”, já declarou John Krafcik, CEO da companhia. Segundo a organização, contar que pessoas desatentas substituam o robô em situações complexas de condução é a receita para o desastre.

EMPRESAS SUSTENTAM APOSTA EM SEMIAUTÔNOMOS

Enquanto Ford e Google apostam em salto tecnológico mais significativo, a maior parte das montadoras sustenta a opinião de que modelos com o nível 3 de automação são parte necessária da evolução. Executivos da Audi já declararam que os semiautônomos são essenciais para que o consumidor se adapte à tecnologia.

Já Nissan e Honda planejam o lançamento de carros de nível 3 que emitem alerta 30 segundos antes de o condutor precisar efetivamente assumir o controle – o tempo é superior aos 10 segundos normalmente considerados para estas situações. Caso o veículo não detecte as mãos ao volante, ele automaticamente para no acostamento.

Fonte: Automotive Business

C F H não dá Pausa: RESULTADOS!

Encerramos a primeira promoção de 2017 com muito sucesso!!! Os sorteios foram feitos no último dia de janeiro e divulgados em primeira mão na rede social.

Acompanhe nossas postagens porque vem muito mais por aí! A gente não dá pausa mesmo!